Suspeito de agredir policiais, corintiano Clayson é liberado

Jogador prestou depoimento, assinado por Fábio Carille como testemunha

Clayson prestou depoimento após jogo com Botafogo
Clayson prestou depoimento após jogo com Botafogo Marco Galvão/Estadão Conteúdo

O atacante Clayson, do Corinthians, foi encaminhado ao Jecrim após a partida com o Botafogo por ter, supostamente, agredido dois oficiais do GEPE (Grupamento Especial de Policiamento em Estádios). O jogador prestou esclarecimentos sobre o que aconteceu na segunda-feira (23) e foi liberado minutos depois, no Engenhão, onde o time corintiano foi derrotado por 2 a 1 no confronto que fechou a 30ª rodada do Brasileirão.

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"Não foi nada demais, cheguei a empurrar na confusão", disse o atacante, após prestar esclarecimentos. O jogador teria batido na mão dos policiais durante a confusão. "Eu achei que era alguém da arbitragem", completou o jogador. Nas imagens mostradas pela SporTV, fica claro que um policial deu um tapa na mão de Clayson, que em seguida revidou com um outro tapa.

O técnico Fábio Carille assinou o depoimento do atacante, como testemunha do caso. Após cerca de uma hora, o treinador deixou o estádio e foi para o hotel onde a delegação corintiana ficará hospedada até terça-feira (25), quando voltará para São Paulo.

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Os jogadores do Corinthians reclamaram bastante da não marcação de um pênalti em Jô, no último minuto da partida. Irritados, eles foram para cima da arbitragem ao final do confronto e também se desentenderam com os atletas do Botafogo. "Um jogo desse tamanho, um time brigando pro título e outro pela Libertadores, não pode botar um árbitro inexperiente", reclamou Carille, se referindo a Rodrigo Batista Raposo, do Distrito Federal.

O lateral-direito Fagner, um dos atletas corintianos mais exaltados ao final da partida, reclamou também da provocação do meia Bruno Silva, do Botafogo. "Quando a gente ganha a gente respeita. Ele não fez isso. Mandou a gente parar de chorar", disse o jogador.