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publicado em 31/08/2011 às 18h49:

Sindicato nega irregularidades em convênio de R$ 6 milhões com o Ministério do Esporte

Presidente do Sindafebol não soube responder porque não foi feita licitação

Da Agência Brasil

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O presidente do Sindafebol (Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional), Mustafá Contursi, disse nesta quarta-feira (31) ter ficado “admirado” com a denúncia de irregularidades em relação ao convênio de R$ 6,2 milhões firmado com o Ministério do Esporte. Segundo Contursi, não houve qualquer tipo de problema. 

O convênio foi assinado em 30 de dezembro de 2010 pelo secretário executivo do ministério, Waldemar Manoel Silva de Souza, pelo assessor especial de Futebol do ministério, Alcino Reis Rocha, e por Contursi. 

Pelo convênio, o sindicato ficou encarregado de criar o cadastro das torcidas organizadas, interligando-o à Rede Infoseg (Rede de Integração Nacional de Informações de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização do Ministério da Justiça). 

Além de ter escolhido o sindicato sem licitação, o ministério teria liberado a verba “em tempo recorde”: a proposta do sindicato foi apresentada em 1º de novembro de 2009 e o dinheiro liberado em 11 de abril de 2010. O projeto, no entanto, ainda não teria saído do papel. 

Contursi rebateu as denúncias e disse que o dinheiro do convênio só foi efetivamente liberado em 17 de junho. Ainda segundo o dirigente, um projeto piloto do convênio está em curso em Curitiba (PR) há cerca de 40 dias, desenvolvido com recursos próprios. Além disso, Contursi garante que nenhum centavo do dinheiro liberado pelo ministério foi gasto até agora. 

- Só soubemos que a verba estava disponível há pouco mais de dois meses. O recurso havia sido liberado antes, mas houve algum erro de tramitação e, por isso, a liberação só se consolidou em 17 de junho. O dinheiro não foi utilizado e está aplicado em uma conta. As coisas só começaram a acontecer de forma consistente a partir de junho, quando analisamos que tínhamos que fazer um projeto piloto iniciado há pouco mais de um mês e que está terminando agora. 

De acordo com Contursi, o sindicato espera receber os resultados da experiência de Curitiba para, então, avaliar a necessidade de ajustes ao projeto. 

- Isso é algo que os convênios permitem que seja feito. Qualquer convênio pode ser reformulado durante sua vigência. Precisamos discutir isso no ministério. 

O presidente do Sindafebol não soube responder, porém, porque o ministério escolheu o sindicato para tocar o projeto sem licitação.
- Isso você tem que perguntar ao ministério. Eu não sei se tem [que haver] licitação.

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