Divulgação/Vipcomm"Aqui é trabalho, meu filho", virou bordão na época de Muricy Ramalho no São Paulo. As frases do treinador sempre fizeram barulho
Obcecado pelo trabalho, exigente, mal-humorado e com uma língua afiada. Essas são as principais características de Muricy Ramalho, que deve ser anunciado ainda nesta sexta-feira (23) pela CBF como novo técnico da seleção brasileira.
O
R7 reuniu algumas das melhores frases ditas pelo treinador e que dão uma noção de sua personalidade.
Muricy, sobre seu método de trabalho:
- Aqui [no São Paulo]eu quero todo mundo estressado. Quem disser que está tranquilo mando pra casa dormir. No futebol não tem isso. Quero todo mundo ligado, preocupado e estressado. A minha rotina é essa. Estou nervoso todo dia.
Muricy, cutucando a imprensa:
- Fiz um trabalho tático de 40 minutos. Só coloco o time titular para fazer isso. Depois do treino, a primeira pergunta que me fizeram foi qual time iria jogar. É demais, né? Mandei os caras pararem de comer bolacha e tomar café e começar a assistir o treino".
Muricy, em resposta se Adriano e Aloísio poderiam fazer dupla de ataque no São Paulo:
- Claro que podem. O time joga com onze jogadores, eles são dois, sobram nove. Dois caras bons sempre podem jogar juntos em um time. O que não pode é dois caras ruins jogarem juntos.
Muricy, em nova cutucada na imprensa:
- Não adianta tentar me derrubar. Quem manda é o Juvenal [Juvencio, presidente do São Paulo].
Muricy, Sobre o time vencer sem jogar um bom futebol:
- Torcedor paga ingresso para ver o time ganhar. Quer espetáculo? Vai no Teatro Municipal.
Muricy, sobre se conhecia o time do Independiente:
- Sei como eles jogarão: de meia, calção e chuteiras.
Muricy, ao responder se tinha tido sorte ao colocar Hernanes em campo:
- Ah sim, foi sorte. Eu vou no CT [Centro de Treinamento] todo dia para brincar.
Muricy, cutucando os árbitros:
- Futebol está muito chato. Os juízes marcam falta toda hora, estão apitando demais. Está muito chato de assistir.
Muricy, filosofando após uma derrota:
- A bola pune.
Frase repetida pelo técnico que virou bordão na época de São Paulo:
- Aqui é trabalho, meu filho.