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23 de Outubro de 2014

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publicado em 01/06/2011 às 13h04:

Apesar das denúncias de corrupção, Blatter é
reeleito e comandará a Fifa até 2015

Suíço é investigado por suposta fraude na escolha das sedes das Copas de 2018 e 2022

Do R7

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O suíço Joseph Blatter foi reeleito nesta quarta-feira (1º) para mais quatro anos como presidente da Fifa, cargo que ocupa desde 1998.
 
Aos 75 anos, 36 deles como funcionário da entidade, ele tem como principal desafio limpar o nome da entidade, manchado nas últimas semanas por uma série de denúncias de corrupção ligadas à escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018, que será na Rússia, e 2022, no Qatar.

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Blatter foi reeleito por aclamação, com 186 votos em 208 possíveis. Seu único adversário, o qatariano Mohammad Bin Hamman, retirou a candidatura diante de denúncias de que ele teria oferecido dinheiro a uma série de membros do Comitê Executivo para levar a Copa de 2022 para seu país.

Antes disso, outros membros do comitê haviam sido acusados de pedir propina à Inglaterra para votar no país na escolha para 2018. Entre eles está o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que negou a denúncia, disse que apoiou a candidatura conjunta de Espanha e Portugal, também derrotada, e afirmou que era apenas “conversa mole” dos ingleses para justificar a falta de votos – apenas dois, sendo um do próprio presidente da Federação Inglesa, David Bernstein. 

Antes mesmo de ser eleito, em discurso, Blatter disse que seu foco no próximo mandato será a criação de uma política de "tolerância zero" com a corrupção no futebol, que inclui esforços para evitar, além de denúncias de compra de votos, escândalos de apostas ilegais e manipulação de resultados.

 

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Polêmicas

As denúncias recentes não foram as primeiras que recaíram sobre a Fifa na era Blatter, que sucedeu o brasileiro João Havelange depois de ocupar, de 1981 a 1998, o cargo de secretário-geral. Em sua primeira eleição, foi acusado de subornar um dirigente africano para conseguiu seu voto. 

Em 2001, o suíço foi acusado de esconder perdas de até US$ 100 milhões na ocasião da falência da ISL, agência de marketing esportivo ligada à Fifa que chegou a investir em dois clubes brasileiros, Flamengo e Grêmio. Ele conseguiu suspender as investigações, e o caso resultou na demissão do então secretário-geral, Michael Zen-Ruffinen. 

O mandato de Blatter também ficou marcado pela recusa em implantar qualquer meio eletrônico de auxílio aos árbitros, apesar de recorrentes erros em competições importantes. Só no ano passado, depois da não marcação de gol da Inglaterra contra a Alemanha, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, em que a bola entrou mais de meio metro, é que o dirigente admitiu a realização de estudos – que vêm acontecendo em ritmo bastante lento, em comparação com outros esportes, como o tênis. 

Puxõoes de orelha

A crise atual fez até com que tradicionais parceiros da Fifa, como a Adidas e a Coca-Cola, patrocinadores há mais de três décadas, se manifestassem pedindo mais transparência da entidade na prevenção a atos de corrupção.

O presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Jacques Rogge, se pronunciou nesta terça-feira (31) para dizer que a Fifa deve se inspirar em sua entidade, que enfrentou denúncias de corrupção na década passada e conseguiu corrigir seus problemas, com a expulsão de diversos membros acusados de receber propina para votar a favor de Salt Lake City como sede da Olimpíada de Inverno de 2002.

Blatter mostra estar preparado para o clima que vai enfrentar. Mais cedo, antes mesmo da eleição, ter o interesse de promover “profundas mudanças” em procedimentos da entidade. Uma delas, como resposta direta às atuais denúncias, deve ser tirar a escolha das sedes das Copas do Mundo do Comitê Executivo, formado apenas por 24 membros, e colocá-la sob responsabilidade do Congresso, que reúne os presidentes das 208 federações nacionais.

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