21 de Maio de 2013
Clube ainda tenta liminar para poder ter torcida em jogo contra o Millonarios

O advogado do Corinthians, Felipe Santoro, não espera que a confissão que o menor H.A.M. promete fazer nesta segunda-feira (25) à Justiça como responsável pelo disparo do sinalizador que matou Kevin Douglas Beltrán Espada, na última quarta (20), influencie na decisão da Conmebol. A entidade deve se pronunciar também nesta segunda sobre o recurso que o clube apresentou para anular a liminar que o impede de jogar com o apoio da sua torcida nos jogos da Libertadores durante 60 dias.
— O Corinthians não espera prejuízo nem benefício com essa confissão. O que queremos é a anulação da liminar, porque o clube não pode ser punido antes de ser julgado. O Corinthians corre risco de ficar sem público e, depois, ficar provado que é inocente.
Confiante de que o jogo de quarta-feira (27) contra o Millonarios no Pacaembu, pela segunda rodada da Libertadores, será disputado com portões abertos à torcida, o clube não montou um plano de devolução do dinheiro para os torcedores que já compraram ingresso, segundo revelou Felipe Santoro.
Sinalizadores em estádios: tragédia anunciada
O diretor-adjunto de futebol do clube, Duílio Monteiro Alves, também confia na anulação da liminar da Conmebol que aplicou a punição.
— O Corinthians não pode ser culpado por uma coisa que não é responsável.
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