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publicado em 20/01/2013 às 00h30:

Há 30 anos morria Garrincha, craque de um futebol que não existe mais

Craque viveu seus últimos anos na miséria e foi vencido pelo alcoolismo

Do R7

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No dia 20 de janeiro de 1983 morria Garrincha, considerado por muitos o segundo maior jogador da história do futebol brasileiro, atrás, é claro, de Pelé.  

De origem humilde, o craque conhecido pelo drible previsível, mas difícil de parar era de uma época em que mesmo os atletas mais prestigiados não conseguiam fazer fortuna.  Sem instrução, Garrincha morreu na miséria antes mesmo de completar 50 anos vencido pelo alcoolismo.

Vivesse nos tempos de hoje, talvez Garrincha nem conseguisse atingir o estrelato que teve na carreira, principalmente no Botafogo e na seleção brasileira, pela qual foi decisivo nas conquistas da Copa do Mundo de 1958 e 1962. Nos tempos atuais, basta qualquer brilho incipiente em um time grande para o jogador se ver cercado de empresários e e demais atrativos da vida de celebridade.

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Esses fatores somados ao aumento da exigência de resistência física provavelmente fariam o jogador se perder antes que deixasse seu nome na história.

Para o bem do futebol brasileiro, Garrincha triunfou e deixou, juntamente com a coleção de títulos e de dribles memoráveis, histórias engraçadas, muitas delas de autenticidade duvidosa . Numa das mais famosas, ele deu uma mostra de sua ingenuidade.

O Brasil se preparava para enfrentar a União Soviética na Copa do Mundo de 1958 e, ao ver o técnico Vicente Feola combinar as jogadas ignorando a presença do adversário em campo, o camisa 7 soltou:

— O senhor já combinou tudo isso com os russos?

 Garrincha deixou 14 filhos reconhecidos, entre eles Ulf, um sueco concebido durante uma aventura amorosa do craque com uma moça do país escandinavo em 1959, durante excursão do Botafogo pela Europa.

Mas, como morreu pobre, Garrincha não deixou bens para seus herdeiros. Talvez por isso, alguns deles tenham querido proibir a venda da biografia do craque (Estrela Solitária, Um Brasileiro Chamado Garricha, da Companhia das Letras) escrita pelo jornalista Ruy Castro e que é considerada um clássico do gênero na literatura brasileira.

Confira a reportagem na íntegra:

 

 

 
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