25 de Maio de 2012
Em 2010, inglês ficou sem a braçadeira por se envolver com mulher de companheiro

O zagueiro John Terry perdeu nesta sexta-feira a condição de capitão da seleção da Inglaterra, enquanto aguarda o julgamento de uma acusação de racismo. O jogador do Chelsea, porém, continuará sendo convocado para a equipe, que disputará a Eurocopa neste ano. Em nota oficial, a Associação de Futebol da Inglaterra disse que Terry ficará sem a braçadeira "até que as acusações contra ele sejam resolvidas".
- A diretoria decidiu que é do interesse de todos as partes que John tenham as responsabilidades de capitão neste momento. Esta decisão foi tomada devido à natureza de grande visibilidade do capitão da Inglaterra, dentro e fora do campo, e as exigências adicionais e requisitos esperados do capitão que conduz a equipe durante um torneio. O conselho da FA pode confirmar que ele não foi excluído da equipe.
Técnico da seleção inglesa, Fabio Capello não foi consultado sobre a decisão. O treinador e a FA haviam dito anteriormente que Terry poderia continuar como capitão, porque ele era "inocente até que se prove a culpa" de ter proferido ofensas racistas ao zagueiro Anton Ferdinand, do Queens Park Rangers, durante uma partida do Campeonato Inglês, em outubro.
Capello e a FA, porém, esperavam que Terry seria julgado antes da Eurocopa. Um juiz, no entanto, atrasou o julgamento até 9 de julho, uma semana depois da final do torneio continental, depois do Chelsea dizer que seria difícil para os jogadores depor durante a disputa do Campeonato Inglês. "Esta decisão [de destituir Terry] não significa qualquer sugestão de culpa em relação à acusação feita contra John Terry", disse a FA.
Terry perdeu a condição de capitão quase dois anos após ficar sem a braçadeira pela primeira vez, em 2010, antes da Copa do Mundo, quando foi acusado de ter um caso com a ex-namorada de Wayne Bridge, que era seu companheiro na seleção. O irmão de Anton Ferdinand, Rio, recebeu a braçadeira na época, mas Terry voltou a ser capitão em março de 2011, com Capello dizendo que o castigo de um ano era suficiente.
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