Tostão 245 gols; Dirceu Lopes 228; Niginho 210; Bengala 171 e Ninão 168
A colônia italiana que vivia em Belo Horizonte queria fundar uma associação esportiva para representá-la. Um cônsul italiano estava na cidade, em 1920, e vários esportistas levaram a ideia de criar um clube de futebol. Em 2 de janeiro de 1921, foi fundada a Societá Sportiva Palestra Italia. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, o governo brasileiro proibiu que qualquer denominação usasse termos referentes às nações inimigas. A partir deste dia, o Societá Sportiva Palestra Italia passou a cahmar Palestra Mineiro. No mesmo ano o clube quis se tornar uma entidade totalmente brasileira, em 7 de setembro de 1942, a diretoria mudou para Ypiranga, mas o time disputou apenas uma partida com este nome. Após, mais uma reunião entre diretores e sócios, decidiram que ira ficar: Cruzeiro Esporte Clube

Dirceu Lopes (meia) - Foi titular do Cruzeiro durante 12 anos. Sua principal característica era arrancar a bola pelo meio de campo dominando até o lado do adversário. Quando estava em campo era garantia de belos gols. Junto com Tostão formou uma das duplas mais ofensivas do Cruzeiro. Foi eleito o melhor meia dos campeonatos brasileiros de 1970/1971 e 1973.
Rua dos Timbiras, 2903, Belo Horizonte (MG)

Mineirão ( Governador Magalhães Pinto) - Inaugurado em 5 de setembro de 1965. O estádio tem capacidade para 75.783 pessoas. A primeira partida foi entre Seleção Mineira 1 x 0 River Plate. E Buglê (Seleção Mineira) marcou o primeiro gol. Cruzeiro e Atlético-MG são os mandantes dos jogos. O Mineirão pertence ao Governo do Estado de Minas Gerais
02/01/1921

Joãozinho (ponta-esquerda) - Seus dribles e suas jogadas eram shows à parte nos jogos do Cruzeiro, a torcida ficava em pé para assisti-lo. Foi um dos maiores nomes que encantou o país nos anos 70. Recebeu o apelido de “Bailarino” pela torcida celeste pela sua habilidade. Jogou 482 partidas e marcou 116 gols.
Zé Carlos 633 jogos; Dirceu Lopes 609; Piazza 566; Raul 557 e Eduardo Amorim 556

Kleber Giacomace de Souza Freitas (atacante) - Fez o gol que classificou o Cruzeiro para participar da Libertadores de 2010. Em 45 partidas disputadas pelo clube fez 35 gols. No momento é o grande ídolo do clube. Foi Campeão Mineiro em 2009 e Vice-Campeão da Libertadores do mesmo ano.
A mascote da “Raposa” foi criada para homenagear o ex-presidente do Cruzeiro, Mário Grosso, que era conhecido por sua esperteza e astúcia nos comandos do clube.
Cruzeiro Esporte Clube

Vanderlei Eustáquio de Oliveira (atacante) - No Cruzeiro foi destaque na conquista da Copa Libertadores da América de 1976, marcou 13 gols e é até hoje o maior artilheiro brasileiro em uma só Libertadores. Foi vendido ao Corinthians em 1977 por 1 milhão de dólares, a maior transação feita na época. Em 1994, foi técnico do clube e comandou apenas 20 partidas.

Ramires Santos dos Nascimento (volante) - Joga também como meia, chegou ao Cruzeiro em 2007. Enfrenta dividida com jogadores com o porte físico maior que o dele. A torcida cruzeirense o chamava - de “Ramires Guerreiro”. Recebeu o prêmio Bola da Prata, de melhor volante do Campeonato Brasileiro de 2008. Foi convocado pelo Dunga para disputar a Copa das Confederações.

Raul Guilherme Plassmann - (goleiro) - Em 1965 chegou ao Cruzeiro, jogou por 13 anos no clube. Destacava-se pelas suas belas atuações no gol. Acabou se tornando um grande ídolo do clube. Conquistou a Libertadores da América de 1976. Disputou 17 partidas pela seleção brasileira.
Ílton 376 partidas; Levir Culpi 257; Niginho 257; Matturio Fabbi 201 e Airton Moreira 191
Libertadores da América: 2 (1976 e 97). Copa Ouro: 1 (1995). Brasileiros: 1 (2003). Copa do Brasil: 4 (1993, 96, 2000 e 2003). Estaduais: 34 (1926, 28, 29, 30, 40, 43, 44, 45, 56, 59, 60, 61, 65, 66, 67, 68, 69, 72, 73, 74, 75, 77, 84, 87, 90, 92, 94, 96, 97, 98, 2003, 2004, 2006, 2008 e 2009).

Eduardo Gonçalves de Andrade (atacante) - É o artilheiro da história do Cruzeiro com 242 gols. Foi goleador em 1966, 1967 e 1968. Ganhou o prêmio Bola de Prata em 1970. Apelidado pela torcida como “O Mineirinho de Ouro” conquistou o tricampeonato-mundial de 1970. Levou uma bolada do zagueiro Ditão (Corinthians) e teve um descolamento na retina encerramento a carreira aos 27 anos. Tostão tem a maior média de gols no Mineirão.
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