O Sport entrou em campo na noite desta quinta-feira (20) para enfrentar o Atlético-GO e fez bonito, atropelando o lanterna do Campeonato Brasileiro 2017. Sem tomar conhecimento do adversário, o Leão pernambucano goleou por 4 a 0, em jogo realizado no castigado gramado da Ilha do Retiro.
A goleada começou a ser construída cedo, logo aos 7 minutos. Mena cruzou e Patrick finalizou de primeira. Minutos depois, o lateral chileno voltou a dar uma assistência. Dessa vez para Diego Souza, que marcou de cabeça. Já no fim do primeiro tempo, André fez o terceiro, já sacramentando a vitória do time pernambucano.
Na etapa final, com o jogo ganho, o Sport diminuiu o ritmo e apenas administrou o resultado. Aos 36, no entanto, André voltou a marcar, e agora com um golaço. Rithely lançou o camisa 90 que deu um belo toque por cobertura do goleiro Kléver. Fim de jogo. 4 a 0 para os donos da casa.
Com os três pontos, o Sport chega a 24 pontos e assume a 5ª colocação na tabela do Campeonato Brasileiro. O Atlético-GO permanece com 8 e segue na lanterna do nacional. Na próxima rodada, os dois times jogam em casa. O Leão enfrentará o Palmeiras, enquanto que o Dragão receberá o Botafogo, no Estádio Olímpico.
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O jeito mais fácil de parecer especialista em futebol é repetir ideias com as quais todo mundo concorda. Que a seleção brasileira de 82 “foi a melhor que já tivemos, apesar de não ter conquistado a Copa”, por exemplo. O problema é que, no meio dos clichês futebolísticos repetidos a cada escanteio, há teses cambaleantes e frangos historiográficos. Outro exemplo? a Democracia Corintiana era uma ditadura. São esses mitos desvendados pelos jornalistas Jones Rossi e Leonardo Mendes Júnior
Quais são os benefícios de uma Copa do Mundo no Brasil? O que motiva o país a se interessar, com tanta dedicação, a sediar os Jogos Olímpicos? Quem é capaz de dirigir um clube de futebol com inteligência e transparência? Neste livro, escrito por um dos maiores jornalistas esportivos brasileiros, as respostas para essas perguntas são respondidas. Juca Kfouri concilia a beleza do esporte dentro de seu tempo regulamentar com os bastidores regados a negociatas e politicagem
O escritor inglês imagina um time de futebol composto por 11 pensadores de Nietzsche e Shakespeare, passando por ídolos pop como Bob Marley. As ideias desses “craques” são apresentadas pelo autor através de metáforas futebolísticas. Com prefácio escrito por Juca Kfouri, o livro faz pensar sobre o tema de maneira inteligente e bem-humorada
Um dos mais renomados autores da moderna literatura britânica, Nick Hornby usou o futebol e o amor pelo Arsenal como pano de fundo para construir sua autobiografia publicada em 1992. O resultado é uma obra repleta de memórias, jogos e placares construídos em um intervalo de 24 anos, décadas que também marcaram a entrada gradual do autor na vida adulta e na literatura. Ao seu modo, Hornby aborda temas espinhosos como a violência nos estádios, o surgimento dos hooligans e as relações ambíguas entre cartolas e torcida
O jornalista inglês Andrew Jennings foi um dos responsáveis diretos pela operação do FBI que deflagrou o escândalo de corrupção na Fifa. Neste livro-reportagem escrito em 2011, Jennings escancara o esquema que dominava o alto escalão da entidade e apresenta o lado sujo do futebol. “As coisas que descobri são tão estarrecedoras que até eu mesmo fiquei chocado. O futebol ainda é um jogo bonito, é claro. Isso eles não podem roubar de nós. Mas, conforme você vai lerá, na Fifa acontecem negócios abomináveis. Dedico este livro a todos os torcedores e fãs do futebol”, resumiu o autor
Obra original, referência no gênero. Nela, estão reunidos mais de 500 verbetes em português e em inglês e o que cada um significa. Dessa forma, termos como “banheira”, “chapéu” e “foz in the box” não serão mais um mistério: é consultar esse glossário e correr para o gol. Indispensável para tradutores, estudantes de inglês e demais interessados no mais popular e global dos esportes
O livro retrata o esporte nas Olimpíadas, desde 1900, em Paris, passando por todas as edições até chegar em Londres 2012. A publicação narra detalhes da disputa e de suas respectivas épocas, a importância do futebol na competição e seus resultados. É dividido em cinco partes: A pré-história do futebol, clima de Copa do Mundo, futebol amador, profissionais em campo e a vez das mulheres. Tem apresentação de Juca Kfouri e Mauro Beting, orelha de Paulo Vinícius Coelho e posfácio de Maurício Noriega