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publicado em 11/08/2013 às 00h20:

Cielo explica polêmica separação de ex-técnico: “O lado profissional fala mais alto”

Após Londres 2012, Cielo optou por se reportar a antigo colega dos EUA

Carolina Canossa, do R7

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“Alívio” foi uma das palavras mais utilizadas por Cesar Cielo após a conquista de duas medalhas de ouro no Mundial de Esportes Aquáticos, encerrado no último domingo (4), em Barcelona. Toda a tensão do nadador era justificada pela dúvida que ele tinha em relação à própria capacidade de voltar ao topo, após a decepção nas Olimpíadas de Londres e lesões crônicas que afetavam seus dois joelhos.

A questão física foi tratada com duas cirurgias bem sucedidas no segundo semestre do ano passado. Já a parte técnica foi resolvida com uma atitude ainda mais radical por parte de Cielo: encerrar o P.R.O. 16, grupo de treinamento que ele mesmo criou, romper contrato com o técnico Alberto Silva, e passar a trabalhar com o americano Scott Goodrich, seu ex-colega da Universidade de Auburn e menos de um ano mais velho que o brasileiro.

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Em entrevista ao R7 pouco antes do Mundial, Alberto evitou criticar publicamente o antigo pupilo, que veio trabalhar com ele ainda na adolescência, mas deixou escapar uma certa mágoa com o campeão. De volta ao Brasil, Cielo foi questionado sobre a troca e foi bastante pragmático ao justificar a decisão que lhe fez romper até laços afetivos para mudar completamente o seu treinamento:

- O lado profissional fala mais alto. É minha vida que se encaixa na natação e não a natação que se encaixa na minha vida. Se eu precisasse mudar para outro país, aprender uma outra língua, era o que ia fazer. Quero nadar pelo menos até 2018, 2019 e essa era a decisão que eu tinha que tomar em função dos resultados

Até por conta dos ouros nos 50 m borboleta e nos 50 m livre que obteve na Espanha, Cielo diz não se arrepender do que fez:

- Optei por treinar com o Scott, um cara que estava com a motivação para buscar esses resultados. Poderia dar certo ou não como qualquer emprego, mas hoje vejo que foi uma decisão muito certa

As diferenças nos métodos de trabalho de Alberto Silva e Scott Goodrich ficaram evidentes quando Cielo descreveu suas primeiras semanas de trabalho com o americano:

- Quando ele chegou em janeiro, me deu uma série de treinos que eu não consegui terminar. Isso serviu como um alarme que eu tinha que mudar muita coisa para o trabalho dar certo, pois aquele tipo de série era muito importante nos 50 metros. Estava em um período de recuperação física e ele foi apertando os botões que podia, pressionando mais quando dava resultado

O brasileiro também não escondeu a alegria de ter impulsionado a carreira de um iniciante:

- Ele comprou minha ideia, que podia ser considerada uma descida depois de Londres. Ele acreditou e também fez a própria carreira como técnico depois desse Mundial.

 
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