25 de Maio de 2012
César Barbosa se reuniu com dirigentes do comitê para discutir futuro da filha
O pai de Jade Barbosa, César Barbosa, lamenta a falta de suporte à filha. No começo de 2009, quando a filha estava machucada no punho e fora dos treinos, reclamava que o patrocínio dado pela ex-gestão da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) não era suficiente. Com uma nova presidência na entidade, as críticas diminuíram. Mesmo assim, ele ainda procura uma forma de sustentar a atleta.
- Grande parte do que a Jade precisa para sua carreira sou eu quem banca.
Além do pai, Jade tem também o patrocínio de um banco e ainda busca finalizar uma parceria com a prefeitura de Niterói (RJ) – esta uma alternativa dada pelo seu clube, o Flamengo, que está com dívidas e quase acabou com área de esportes olímpicos.
Preocupado com a situação o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), que já premiou Jade como a melhor atleta do ano, em 2007, resolveu entrar em ação. Marcou uma reunião entre a CBG e César no começo de setembro deste ano e fez questão de mostrar a importância da ginasta para o comitê.
A iniciativa, nada comum no esporte, teve Marcus Vinícius Freire, à frente nas conversas. Por e-mail e via assessoria de imprensa do COB, o superintendente-executivo e chefe dos atletas nas últimas olimpíada demonstrou que acredita na recuperação física da atleta.
- Achamos que a Jade pode voltar a competir ainda neste ano e queríamos entender o planejamento dela.
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