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publicado em 14/12/2011 às 05h30:

Brasil pega Espanha para entrar na história do Handebol

Se vencer, seleção brasileira alcançará as semifinais do Mundial pela primeira vez

Do R7

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O que se espera de Brasil e Espanha no ginásio do Ibirapuera, nesta quarta-feira (14), a partir das 20h, é muito coração e também muita cabeça para decidir, no mata-mata, quem passará às semifinais do Mundial Feminino de Handebol que está sendo disputado em São Paulo. Coração, pela rivalidade de anos de convivência das brasileiras em times espanhóis; cabeça, porque a decisão será nos detalhes. 

Técnicos empurram favoritismo para rivais

É assim que as jogadoras da seleção do técnico Morten Soubak vêm a partida, que também terá ponto alto em suas defesas – é esperado mesmo um “duelo de goleiras”, entre Chana e a espanhola Silvia – que até já foi reserva da brasileira no mesmo clube. 

Dara – na verdade Fabiana Diniz, “Dara” pela cigana de uma novela – está em sua sétima temporada na Espanha, agora defendendo o Bera Bera RT. A pivô concordou com o técnico adversário Jorge Dueñas de Galarza, que definiu sua equipe como “de caráter”, que no brio supera deficiências como a estatura menor. 

- É verdade. Elas colocam esse caráter em quadra. São menores, parece que não vão chegar... e de repente chegam! Por isso acredito que a decisão será em detalhes. Temos estilo parecido e será uma briga boa. Temos de fazer com que elas errem. 

Dara tem até uma companheira de equipe na seleção rival – a ponta esquerda Eli Piñedo. 

- Ele veio falar comigo... Disse: ‘Prefiro jogar com você, não contra você!’ 

Gol a gol
Os estilos das duas goleiras é bem diferente, mas também debaixo das traves a briga promete. Dara diz que a goleira Silvia Navarro estuda muito as adversárias e tem boa leitura do jogo porque atua em cima de scouts. 

Chana foi precursora, dentre as brasileiras, em clubes da Europa, para onde foi ainda em 2000 – começando pela Espanha.
 
- Sempre é um jogo brigado, porque existe uma rivalidade grande de brasileiras e espanholas, cada uma querendo provar que é melhor. É muita rixa. 

A própria goleira titular da Espanha já foi reserva de Chana em clube (está na Dinamarca há cinco anos, agora no Rander HK). 

- Acho que tenho como ponto forte a agilidade, mesmo sendo alta [1,83 m] e também a experiência. Acredito que ainda tenho espaço na Europa por isso [aos 32 anos]. Também me movimento muito na quadra, saio, fico, vou para um lado e para o outro, dou tocos. É uma característica minha. 

Silvia, a rival desta quarta-feira (14), “é pequenininha, mas muito, muito rápida”, segundo a brasileira. 

- A qualidade física dela supera a “falta de tamanho”. Parece que não tem ninguém no gol... ela engana bem! 

Fernanda, hoje no Hypo da Áustria, também jogou um ano e meio na Espanha e acredita nas decisões por detalhes. 

- Temos um estilo parecido. Por isso, quem errar menos vai ganhar. Não vamos dar mole. Estamos felizes, a sensação é muito boa e queremos continuar assim. 

Os mata-matas das quartas de final começam às 11h45, com Rússia e França (atuais campeã e vice-campeã mundial). Às 14h30 jogam Angola e Dinamarca (repeteco do último Mundial, da China 2009, quando a vitória foi da seleção africana). A partida das 17h15, entre Croácia e Noruega (campeã olímpica em Pequim 2008), define a adversária de Brasil ou Espanha.


 
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