25 de Maio de 2012
Ginasta brasileira teve começo promissor e agora luta para voltar a competir
Estrelato no Pan-Americano, no Rio
Jade Barbosa teve projeção no Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 2007, quando tinha 16 anos. Competindo em sua cidade natal, o Rio de Janeiro, a ginasta conseguiu uma medalha de ouro na prova do salto. Ganhou também uma prata na competição por equipes e o bronze no solo.
A atleta passou a ser conhecida pela característica de chorar quando falhava em alguma execução. Foi na final individual geral, prova em que é computada os resultados de todos os aparelhos: ela não suportou a carga de cometer três erros seguidos e foi às lágrimas.
Feito inédito no Mundial de Stuttgart, na Alemanha
A principal glória de Jade Barbosa viria ainda em 2007. A ginasta ganhou a medalha de bronze na final individual geral. Foi a primeira vez que o Brasil conseguiu uma medalha nesta categoria na competição.
Esperança e decepção na Olimpíada, em Pequim
Com todo este retrospecto positivo, Jade foi para a Olimpíada de Pequim, em 2008, como a grande esperança brasileira na ginástica feminina.
Seu desempenho não foi ruim. Ela chegou a três finais, mas voltou ao Brasil sem medalhas. Sua melhor colocação foi na prova do salto, em que terminou em sétimo. Ficou ainda com o oitavo lugar na prova por equipes e o 10º no individual geral.
Contusão e tentativa de volta
Com o fim da seleção brasileira de ginástica situada em Curitiba, Jade deixou a cidade, onde ficava o centro de treinamento da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) e voltou ao Rio de Janeiro para treinar no Flamengo. Disse que estava mais feliz do que quando morava na capital paranaense.
- Eu me sinto melhor aqui, tenho mais convívio social e estou perto da minha família.
Depois do fim da Olimpíada, no entanto, a ginasta começou a passar pela pior fase de sua carreira. Teve constatada uma grave contusão no punho e só retomou os treinos no segundo semestre de 2009.
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