O sábado (27) foi um dia bom para o Brasil nos Jogos Sul-Americanos de Medellín, já que o país conseguiu reduzir a vantagem da Colômbia no quadro de medalhas e agora tem 39 medalhas de ouro a menos, número que era de 46 na noite anterior.
Os objetivos deste domingo (28), que tem 47 medalhas de ouro em disputa, é encostar ainda mais nos anfitriões, que lideram a briga por 125 a 86 e alcançar o topo do pódio pela centésima vez. Depois faltarão apenas dois dias de provas, até terça-feira (30), e haverá mais 49 medalhas de ouro em disputa – ou seja, pode ser tarde demais para uma virada.
A aposta maior do Brasil é mais uma vez a natação, que tem dez provas em disputa, todas com chance de triunfo para os brasileiros. Nas provas de velocidade, o Brasil é favorito nos 50 m livre, com Nicolas Oliveira, que tenta representar à altura o campeão e recordista mundial Cesar Cielo, ausência mais sentida pelos fãs das piscinas em Medellín, e nos 50 m costas, com a experiente Fabiola Molina.
Eles competem no início de tarde, nas eliminatórias, e as duas finais serão às 20h (de Brasília), uma após a outra. Tatiane Sakemi, nos 200 m peito, Kaio Márcio Almeida, nos 100 m borboleta, Daiene Dias, nos 200 m borboleta, e Thiago Pereira e Leonardo Deus, nos 200 m medley, são outras promessas de medalha nas piscinas, assim como os revezamentos 4x100 m medley masculino e 4x100 m livre feminino.
O país também tem boas chances nas provas individuais de ginástica rítmica e no taekwondo, enquanto a Colômbia deve mostrar sua força no levantamento de peso, que tem três medalhas de ouro em jogo.
Rodrigo Arangua/AFPThiago Pereira é uma das esperanças do Brasil para alcançar a Colômbia no
quadro de medalhas de Medellín; neste domingo (28), ele disputa os 200 m medley