Eliminado pela Alemanha, Messi não foi a primeira vítima de um tabu que persegue os melhores jogadores do mundo em Mundiais. Desde a primeira edição do prêmio da Fifa, nunca um craque conseguiu manter seu status levantando a taça na Copa do Mundo.
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Em 2006, Ronaldinho Gaúcho defendia dois títulos de melhor do mundo no Mundial da Alemanha. Porém, o brasileiro sumiu em campo e foi eliminado sem brilhar em nenhum momento. O craque, hoje no Milan, foi ignorado por Dunga em sua convocação e assistiu ao torneio deste ano pela TV.
O português Figo chegou com o status de melhor do mundo na Copa de 2002. Sua seleção, porém, não passou nem da primeira fase ao ficar em terceira no Grupo D, que teve Coreia do Sul e EUA classificados para as oitavas de final. Restou ao ídolo luso comemorar títulos pelo Real Madrid, que formava sua equipe galáctica (com Roberto Carlos, Ronaldo, Beckham e Zidane).
Ronaldo Fenômeno foi para o Mundial da França, em 1998, como grande sensação do futebol internacional. Eleito o melhor jogador do mundo no ano anterior, o craque fez uma boa Copa, mas o episódio da convulsão antes da final o impediu de levantar o troféu. Coube a Zinedine Zidane ficar com o título de maior estrela daquele ano.
A Copa de 1994 tinha Roberto Baggio na condição de melhor do mundo. O atacante não deslanchou nos estádios dos EUA, mas teve a chance de se redimir na decisão de pênaltis na final contra o Brasil. Porém, o italiano chutou por cima do gol de Taffarel, e a Itália permitiu o tetracampeonato brasileiro.