f 149062 Na Copinha São Paulo, agora a edição 49

Começou nesta segunda-feira, 2 de Janeiro de 2018, a edição de número 49 da Copa São Paulo de Juniores, a mais alentada e volumosa de uma série inaugurada em 1969 pela prefeitura da megalometrópole bandeirante: um recorde de 128 clubes de todos os 26 Estados do País e mais o Distrito Federal. Simpaticamente apelidada pela mídia de Copinha, a competição terá uma fase inicial com 32 grupos de quatro, acomodados em trinta cidades do Interior e do Litoral, além de outros dois na Capital.

Tal etapa se estenderá até o dia 10. Seguirão adiante, então, os dois melhores de cada um dos grupos – ou seja, 64 clubes, que se digladiarão, dois a dois, sempre no sistema de mata-mata, pelo direito de passagem às rodadas subsequentes das oitavas-de-final, das quartas e das semis, até a super decisão do título, no dia 25, quando a veneranda Paulicéia celebrará o seu 464º aniversário.

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Detém o troféu o Corinthians, ganhador em dez ocasiões. O Fluminense do Rio de Janeiro levantou a taça nove vezes. O Internacional de Porto Alegre, quatro. Atlético Mineiro, Santos e São Paulo, três. O Estado de São Paulo soma 29 conquistas. O Rio de Janeiro tem nove. Dentre os chamados grandes cariocas só o Botafogo ainda não saboreou uma única conquista. Dentre os bandeirantes, a primazia às avessas fica com o Palmeiras, dois vices.

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No seu percurso, a competição revelou uma multidão de futuros craques. Exemplos: em 1972, Falcão (Inter) e Toninho Cerezo (Atlético Mineiro); 1973, Edinho Nazareth (Fluminense); 1980, Casagrande (Corinthians); 1983, Raí (Botafogo de Ribeirão Preto); 1988, Cafu (São Paulo); 1990, Djalminha (Flamengo); 1991 (Dener, Portuguesa); 1993, Rogério Ceni (São Paulo); 1994, Luizão (Guarani de Campinas); 1999, Edu Gaspar (Corinthians); 2001, Kaká (São Paulo); 2002, Robinho (Santos); 2003, Vágner Love (Palmeiras); 2004, Diego Tardelli (São Paulo); 2008, Neymar (Santos); 2010, Lucas (São Paulo); 2016, Felipe Vizeu (Flamengo).

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Em 25 de Janeiro de 2016, um público de fato fabuloso, 36.010 espectadores, testemunhou o favorito Corinthians quase soçobrar diante do inesperado Batatais. Aliás, um inesperado, mesmo, e em dobro. Na sua peleja das semis, o Batatais fora goleado pelo Paulista de Jundiaí, 1 X 5. No entanto, imediatamente se constatou que o avante Brendon, do Paulista, havia se inscrito com a identidade de uma outra pessoa e a Justiça Desportiva eliminou o elenco de Jumdiaí.

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Numa jornada de extremo calor, o Corinthians apenas fez 1 X 0 aos 87’, graças a uma testada de Carlinhos, que se tornou o artilheiro da Copa com 11 tentos. Pedrinho, o melhor do “Mosqueteiro”, em diversas ocasiões utilizado por Fábio Carille na campanha do sétimo triunfo do Timão no Campeonato Brasileiro, cravou 2 X 0 nos acréscimos. E o Batatais ainda encontrou tempo para diminuir, 1 X 2.

Com a rara exceção de Pedrinho, nenhum dos titulares do elenco então orientado por Osmar Loss subiu, de fato, à categoria de cima. Carille, porém, transformou Loss em um dos integrantes da sua Comissão Técnica.

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