DOiyBzCX4AELpAn Addio, Azzurra. E a Suécia vai à Rússia/2018.

Depois de 277 pelejas e 781 tentos anotados, enfim nesta segunda-feira, 13 de Novembro, também a Suécia se somou à Rússia organizadora e mais Alemanha, Bélgica, Croácia, Espanha, França, Inglaterra, Islândia, Polônia, Portugal, Sérvia e Suíça, como a décima-terceira das catorze seleções da Europa na Copa de 2018. 

Entidade que organiza o Futebol no Velho Continente, a UEFA abriga, formalmente, 54 nações que batalhariam por catorze vagas na competição. Como a Rússia estava automaticamente garantida, na estruturação das suas eliminatórias a UEFA impôs à relação também a equipe de Gibraltar para, assim, obter nove chaves de seis. Além das campeãs, conquistariam os passaportes as quatro seleções que sobrevivessem aos playoffs programados para as oito melhores segundas.  

Resta, portanto, uma última vaga, que se disputará no dia 14, terça, entre República da Irlanda e Dinamarca. Não parece tão ruim a situação da Dinamarca, que ficou no 0 X 0 em Copenhague. Pelo critério do gol dobrado como viajante, pode-se qualificar, em Dublin, graças a qualquer empate com tentos. Sem dizer que leva na bagagem uma invencibilidade de onze jogos. 

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ITÁLIA 0 X 0 SUÉCIA

Stadio San Siro, Milão, 80.018 lugares 

Acredite se quiser. Mas, para o prélio fatal da “Squadra Azzurra” contra a “Blågult fotbollslandslaget”, a seleção aurianil de Futebol da nação da Escandinávia, as prévias indicavam que Jorge Luiz Frello Filho, um catarinense de Imbituba, 25 anos de idade, desde os 15 na Bota, volante do Napoli, apelidado Jorginho, estatisticamente o melhor passador do Calcio, seria o seu principal protagonista.

Jorginho jamais defendeu qualquer clube profissional do seu País de nascimento. Consta que Tite imaginava testá-lo antes da Copa no time do Brasil. Mas, o atleta, a sua família e o seu agente preferiram a certeza na “Azzurra” do que a insegurança na “Canarinho”. Responsabilidade gigantesca, a sua. Na rodada de ida a Suécia venceu por 1 X 0. E visaria o seu passaporte com qualquer empate. 

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Problema básico: além da Suécia, nesta partida a Itália precisaria superar a indecisão tática do seu treinador Gian Pìero Ventura, e a inconsistência técnica da sua geração, da sua presente rosa, da sua convocação mais fraca desde a década de 50. Quanto a Janne Anderson, o seu rival, lhe bastou retrancar a sua defesa logo atrás do meio-campo. 

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Ironicamente, as duas pontadas únicas da Suécia na etapa inicial acabaram cortadas por toques de mão de Darmian e Barzagli, pênaltis que Antonio Mateu Lahoz, árbitro da da Espanha, toscamente ignorou. Então, aos 63’, Ventura apostou a sua careira. Sacou o lateral Darmien e o inútil avante Gabbiadini e colocou os descansados Belotti e El-Shaarawy. Deveria trocar o chutão pela bola no chão. 

Desnecessário afirmar que transcorreram de modo cruel para a platéia do San Siro, os dez minutos derradeiros do desafio. Aos 85 El-Shaarawy acertou um petardo que o arqueiro Olsen espalmou. O zagueiro Mikael Lustig se desdobrava em onze, pelo alto e pelo raso. Mateu Lahoz virou torturador de vikings e propôs cinco de acréscimos.Tragicomédia bem ao estilo histriônico-peninsular. 

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Ausente desde a Alemanha/2006, a Suécia retorna a uma Copa. A Itália amarga a sua terceira eliminação em toda a antologia da competição: ficara ausente só no Uruguai/30 e na Suécia/58. O estupendo Gigi Buffon desperdiçou a chance da sua sexta aparição consecutiva num Mundial. Pena por ele. Nem tanto pela administração do Calcio, dominado por estrangeiros e em franca decadência. 

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