2919320 XLARGE LND Na Europa, a Croácia e a Suíça saem à frente...

Entidade que organiza o Futebol no Velho Continente, a UEFA abriga, formalmente, 54 nações que lutariam por catorze vagas na Copa de 2018. Porque a Rússia anfitriã já estava automaticamente garantida na Copa de 2018, na montagem de suas eliminatórias a UEFA impôs à relação também a equipe de Gibraltar e assim obteve nove chaves de seis. Depois de 270 jogos e 794 tentos anotados, enfim asseguraram vagas as nove campeãs: Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Inglaterra, Islândia, Polônia, Portugal e Sérvia. As restantes surgiriam de playoffs em ida e volta com as oito melhores segundas. Desta quinta-feira, dia 9 de Novembro, até terça, 14, se definirão as sobreviventes. 

 

DIA 9 

CROÁCIA 4 X 1 GRÉCIA

Estádio Maksimir, Zagreb, 37.168 lugares

(Modric/C-Pen, Perisic/C, Sokratis/G,

Perisic/C, Kramaric/C )

Surpreendida pela Islândia (22 pontos), líder impactante do Grupo I, a favorita Croácia, de craques como Modric (Real Madrid) e Mandzukic (Juventus de Turim), ficou no patamar dos 20 e se obrigou a uma terceira presença em playoffs. A imprevisibilidade do sorteio fez com que abrisse o seu segmento dentro de casa. Nessas situações é sempre melhor disputar o retorno como mandante. Ou, de cara, abrir uma vantagem imbatível.

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Logicamente, apoiado pelo repleto Maksimir, o treinador Zlatko Dalic lançou o seu time à frente e, em menos de vinte minutos, já ostentava o placar de 2 X 0. Aos 13’, Modric, ao cobrar, impecavelmente, um pênalti grotesco do arqueiro Karnezis em Kalinic. E, aos 19’, Perisic, por quem o treinador optou de modo a poupar Mandzukic. Só que a Croácia se acomodou e, no seu único ataque em meia-hora, a Grécia diminuiu, Papastathopoulos, que prefere ser chamado apenas pelo batismo de Sokratis para que o seu nome caiba inteirinho nas costas da camisa. Afortunado Dalic, o seu elenco acordou já aos 33’, pressão, levantamento e testada de Perisic. 

Basicamente não houve confronto na outra metade da partida. Inclusive porque, logo aos 40’ a Croácia anotou 4 X 1, tabela de Vrsaljko e Kramaric. Enquanto o time de Delic trocava passes curtos e adiantava o cronômetro, a equipe da Grécia, paralisada, só assistia. E fantasiava um milagre, dia 12, no seu Karaiskaki do Pireu, Atenas.

  

IRLANDA DO NORTE 0 X 1 SUÍÇA

Windsor Park, Belfast, 20.322 lugares

(Rodríguez/S-Pen)

Invicta, 27 pontos em 27 disponíveis, o aproveitamento de 100% até perder de Portugal, 0 X 2, no seu derradeiro cotejo do Grupo B, a seleção helvética experimenta agora a sua terceira chance consecutiva em playoffs. Ao menos não falhou em nenhuma das duas anteriores. Com meras três participações em Copa do Mundo, a última em 1998, na França, os britânicos caíram no Grupo C, da absoluta Alemanha, dez sucessos em dez cotejos, 30 pontos. Nos 19, bem longe, ao menos os irlandeses do norte sobrepujaram duas nações de maior cotação, como a República Tcheca e a Noruega.

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Cometeu um êrro, porém, o treinador Michael O’Neill. Debaixo de um bravo temporal, escolheu se preservar na retaguarda, especular na contra-ofensiva, segurar o 0 X 0 e, talvez, arrancar um outro empate, com gols, na volta em Basiléia, dia 12. Pior, aos 58’ a Irlanda do Norte se abalou com uma marcação absurda do árbitro Ovidiu Hategan, que viu um braço do capitão Corry Evans num chute que ostensivamente resvalou nas suas costas. Rodríguez converteu, sem sustos. Então, por mais que a Irlanda do Norte se esfalfasse e a Suíça, ao seu estilo antigo, se trancasse, o resultado não se alterou.

 

DIA 10

SUÉCIA X ITÁLIA

Friends Arena, Solna. Estocolmo, 50.000 lugares

 

DIA 11

DINAMARCA X REPÚBLICA DA IRLANDA

Tellaparken, Copenhague, 42.358 lugares

 

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