timao1 O Grêmio fracassa. E o Corinthians desfruta...

Sem os lesionados Lucas Lima e Renato, os arquitetos essenciais do seu meio-campo, o treinador Levir Culpi visitou, no Rio, ainda a fantasiar um jogo equilibrado, o Botafogo de Jair Ventura. Aliás, sem os seus criadores e sem outros oito titulares. Consequência: apesar de um placar compacto, apenas 2 X 0, o “Glorioso” humilhou o “Peixe”, limitou o rival aos 41 pontos em 72 disponíveis e o impediu de se aproximar dos líderes. O Santos estacionou no patamar dos 41, preservou a terceira colocação, porém ainda padeceria com o fato de Corinthians, 50 pontos, e Grêmio, 43, atuarem depois. 

 O Grêmio fracassa. E o Corinthians desfruta...

Não funcionou a sua reza. Embora o “Mosqueteiro” do Sul tenha se surpreendido, na Arena de Humaitá, com o aguerrimento da frágil Chapecoense, resultado de 0 X 1, o “Mosqueteiro” bandeirante enfim se desfez da zica de cinco prélios ruins em seguida e bateu o Vasco da Gama, na Arena ainda-sem-nome de Itaquera, 1 X 0. 

Novamente agraciado com o apoio fogoso da sua torcida, 41.593 presentes na tarde ensolarada e calorenta, 31° na capital paulista, uma única modificação no seu elenco padrão, o volante Camacho ao invés do suspenso Gabriel, o “Timão” pressionou o “Almirante” desde o primeiro minuto. Desfalcado do seu craque Luan, lesionado, mais preocupado com o duelo da próxima quarta-feira, dia 20, diante do Botafogo, pela Libertadores, Renato Portaluppi, o comandante do “Tricolor” de Porto Alegre, encontrou mais problemas para varar a retranca do “Índio Condá”. 

RODRIGUINHO O Grêmio fracassa. E o Corinthians desfruta...

Ao Corinthians faltou pontaria. Ao Grêmio, a costumeira penetração do negociado Pedro Rocha pelo lado canhoto do gramado. Inesperadamente, o Vasco chegou a assustar o “Mosqueteiro” bandeirante. O arqueiro Cássio realizou defesas mais dramáticas do que Martín Silva. E, aos 39’, o árbitro goiano Elmo Resende Cunha ignorou um penal cometido em Jô. Enquanto isso, a Chape basicamente se equivalia ao “Mosqueteiro” do Sul. Nulidade. Os quatro clubes desceram aos vestiários sem um tento sequer. 

Mas eis-que-se-não-quando, logo aos 47’, num chute de Arthur Caíque que se desviou em Thyere, beque reserva do Grêmio, o “Índio Condá” inaugurou o marcador em Porto Alegre. Claro, subitamente se tornou compulsório o triunfo do “Timão”. Desde, claro, que atletas de talento e de habilidade como Jádson e Rodriguinho acertassem os seus arremates, invariavelmente lançados ao espaço. 

Também Maycon, aos 60’, desperdiçou uma chance com a meta escancarada. Involuntariamente, a faixa de uma facção da torcida do Corinthians definia, numa palavra, a sua expectativa: “Macabra”. Carille entendeu que havia chegado o momento de sacar Jadson, irreconhecível. E, aos 67’, colocou Marquinhos Gabriel em sua posição. 

Marquinhos Gabriel O Grêmio fracassa. E o Corinthians desfruta...

Pois logo aos 73’ o recém-entrado invadiu pela esquerda e cruzou. No embalo, em cima da linha, Jô tentou testar, furou, mas empurrou a pelota com o antebraço direito. O mediador não tinha como ver. O lance, todavia, ocorreu a cerca de oito metros do seu auxiliar de fundo, Eduardo Tomás de Aquino, outro goiano. Que não se abalou com os justos protestos dos prejudicados. Gol,1 X 0. 

 O Grêmio fracassa. E o Corinthians desfruta...

Daí, que resistissem os corações, em Humaitá e em Itaquera, nos 600 segundos remanescentes. Principalmente porque o Corinthians se esmerou em queimar chances incríveis. A rodada que prometia a ascensão do Santos, a alegria do Grêmio e o sufoco do “Timão”, literalmente acabou de cabeça para baixo. Dez pontos de folga, outra vez. 

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