6481ee34f8fc1e359226b66f5f2eff10 E a Juventus e o Monaco se juntam ao Atlético e ao Real Madrid nas semis da Champions

Atlético de Madrid, Juventus, Monaco e Real Madrid. Nesta quarta-feira, 19 de Abril, depois de realizados 226 combates pela Champions League de 2016/2017, se conheceram os seus quatro semifinalistas. A competição se iniciou em 20 de Junho, com 78 clubes de 53 países afiliados à UEFA, a entidade que administra o Futebol no Velho Continente. Desde então, ocorreram quatro fases eliminatórias de mata-matas, uma etapa com oito grupos de quatro equipes cada qual e mais as fases, também de mata-matas, das oitavas e das quartas. O sorteio das semis se realizará na sexta, 21, em Nyon, Suíça, sede da FIFA, a partir das 7h00 da manhã. Eis os meus comentários a respeito dos quatro combates destes dois dias.

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BARCELONA 0 X 0 JUVENTUS

Camp Nou – 99.786 lugares

Agora: 3vit Bar – 3emp – 3vit Juv (Gols: 10/10)

Emparelhadíssimos nas estatísticas, o elenco Blaugrana da Catalunha e a Vecchia Signora do Piemonte subiram ao gramado com missões opostas. O Barça necessitava repetir o milagre das oitavas, quando detonou o PSG por 6 X 1 depois de engolir um resultado de 0 X 4 em Paris – e resgatar os três gols que a Juve abriu em Turim. Na teoria, uma tarefa complexa. A a Juve não levava quatro desde uma derrota para a Roma, 4 de Fevereiro de 2004. Aliás, não tomava uma só rete já fazia 531 minutos, basicamente nove pugnas...

Obviamente, Massimiliano Allegri, o treinador da Zebra, confiou na sua zaga, liderada por dois centrais soberbos, impecavelmente protegida pelos concentrados Khedira e Pjanic e pelos recuos convenientes dos atentos Cuadrado e de Mandzukic. Apenas aos 20’ surgiu uma chance clara para o arremate de Messi, que desperdiçou. O problema do Barça: excesso de toques laterais e arremates de longe da área. Primeiro tempo em 0 X 0. 

No derradeiro, a Signora quase decidiu a disputa aos 49'. Falha de Jordi Alba, pelota com Higuain que entrega a Cuadrado, soltérrimo, no flanco destr0. O colombiano chuta cruzado, fora do alcance do sólido ter Stegen mas a um palmo do poste direito do arco Blaugrana. No outro lado, quando o Barça se aproximava, fulguravam o gélido Buffon e os inflamados Chiellini e Bonucci, dois leões. No seu espaço na lateral, Luís Enrique, o treinador do esquadrão da Catalunha, se dividia entre lamentações escancaradas, inclusive de mãos na cabeça, e aplausos desenxabidos. Quase 65’. 

Apagadérrimo Neymar, invariavelmente equivocado o seu astro Messi, o Barça adicionou o desespero ao seu estabanamento. E Allegri, logicamente, se refugiou na retranca. Enquanto Luís Enrique trocava Sergi Roberto por Mascherano, recém-curado de uma contusão, o seu opositor substituia os ágeis Dybala, Cuadrado e Higuaín por um becão eficiente pelo alto, Barzagli, um brigador, Lemina e um tanque na marcação, Asamoah. Em pleno Camp Nou eram os tifosi da Juve que entoavam “Olé!” Não sucedeu um milagro, como nas oitavas. Avanti a  Zebra, agora sem ceder uma rete em 621 minutos.