C7tEy3hXwAAONvo Que medíocre a Azzurra de agora...

Inimaginável. Mas, me parece absurdo que a tradicional e clássica “Squadra Azzurra” da Itália se debata com tantas dificuldades para superar uma seleção tosca, bizarra, sem nenhuma história pregressa como a da Albânia. 

O desafio aconteceu nesta sexta-feira, 24 de Março, no superlotado estádio Renzo Barbera de Palermo, na Ilha da Sicília, 37.819 espectadores, pelas eliminatórias da Europa à Copa da Rússia/2016. A Itália entrou em campo com dez pontos em quatro prélios. A Albânia com seis. E, numa etapa inicial ridícula, a “Azzurra”, orientada por Giampiero Ventura, só fez 1 X 0 graças a um pênalti, que houve, aos 12’, cobrança impecável de De Rossi. 

No tempo derradeiro, prevaleceram o cisca-cisca e o tico-tico. Nenhuma armação. Chutões descabelados à frente, na esperança de alguém capturar a pelota e arrematar. Pior, aos 57’, o mediador eslovênio Slavko Vincic parou a pugna por causa dos foguetes fumacentos que vinham da área ocupada por cerca de 3.000 fãs da Albânia. 

O prélio só recomeçou depois de nove minutos. Nenhum sinal de melhora, porém, no elenco de Ventura. E sem esperanças no seu banco de reservas, tão pífio como o quadro dos titulares. Alívio aos 71’, um levantamento estapafúrdio de Zappacosta e uma testada de Immobile, 2 X 0. Placar patético, para um embate lastimável. 

 Que medíocre a Azzurra de agora...

Com a exceção da eternidade do arqueiro Gigi Buffon, mil pelejas completas no evento do Barbera, e de uma zaga sólidíssima, comandada por Barzagli e por Bonucci, da quase hexa Juventus de Turim, falta tudo na equipe da Bota. Um meio-de-campo incipiente. E um ataque sem pontaria, apesar do chamado “tridente” composto por três artilheiros domésticos, Insigne, Immobile e Belotti. 

Geração terrível, a atual do “Calcio”, cujo campeonato nacional é absolutamente unilateral, integralmente sob o domínio da “Vecchia Signora” do Piemonte. Claro, sem a imprescindível competitividade não surgem craques. 

Lidera o Grupo, o G das eliminatórias continentais, a Espanha, que bateu Israel por 4 X 1 e subiu aos treze pontos – como a Itália. Os ibéricos, porém, dispõem da vantagem do critério do saldo de gols, 17 a 9. 

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