marin Um rolo sufoca a CBF

Às vésperas do sorteio dos grupos para a Copa das Confederações que o Brasil vai abrigar, entre 15 e 30 de junho de 2013, a seleção nacional vive uma das crises mais patéticas de toda a sua história. Traições e comportamentos absurdos se sucedem a cada instante.

Já se sabe que Luiz Felipe Scolari acertou com José Maria Marin a sua volta ao comando da equipe ao menos dois meses atrás – enquanto o venerando presidente da CBF publicamente fingia que nada acontecia.

Já se sabe que Marin, com a cumplicidade de Marco Polo Del Nero, presidente da FPF e um dos seus vices na CBF, torpemente preparava o fuzilamento de Andrés Sanchez, diretor de seleções da entidade.

Mentor da ascensão de Mano Menezes ao cargo de treinador, o sempre esperto Andrés Sanchez não percebeu que, depois da queda de Ricardo Teixeira e da ascensão de Marin, se transformou num mero fantoche.

Andrés sonhava com o posto de presidente na eleição da entidade em 2014. Um empecilho crucial na fantasia ambiciosa do vaidoso Del Nero.

Nada melhor do que derrubar Mano para estilhaçar Andrés. Mesmo humilhado, Andrés ainda tentou um esperneio. Resistiu três dias — e se demitiu.

Só que, paralelamente, envolvido numa investigação ainda misteriosa da Polícia Federal, Del Nero teve computadores e documentos apreendidos em sua própria residência e foi obrigado a prestar depoimento.

Aparentemente, havia contratado uma agência de detetives para investigar uma mulher ainda não identificada. Questão pessoal, jura Del Nero. Pena que a tal agência cumprisse algumas missões bem mais soturnas.

E Del Nero se emaranhou na operação da PF.

Del Nero se escondeu na mudez. Mas, membro do Comitê Executivo da Fifa, corre o risco de sofrer uma sindicância capaz de arruiná-lo.

Que rolo...

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