Com um placar trivial, e sem esforço, o Real Madrid bateu o San Lorenzo, 2 X 0, e conquistou o Mundial de Clubes da FIFA

 

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Sérgio Ramos comemora o seu gol

 

Na finalíssima da 11ª edição do Mundial de Clubes da FIFA, desenrolada neste 20 de Dezembro, no repleto Grand Stade de Marrakech, Marrocos, norte da África, 45.200 fãs, o favorito Real Madrid da Espanha, time da coroa sem cruz no distintivo, superou tranquilamente, 2 X 0, o San Lorenzo de Almagro, da Argentina e do Papa Francisco.

 

Não houve espaço para um novo milagre. Novo milagre porque, desde que Jorge María Bergoglio assumiu o trono do Vaticano, em Março de 2013, o San Lorenzo, sucessivamente, escapou do rebaixamento, arrebatou o título platino e daí conquistou, de maneira impactante, a taça da Libertadores de América.

 

O Real provinha de 21 vitórias consecutivas. Ainda segue atrás do recorde do brasileiro Coritiba, que acumulou uma série formidável de 24 triunfos em 2011. No lugar de Ilarramendi, que não comprometeu nos sossegados 4 X 0 da semi diante do Cruz Azul do México, voltou ao elenco titular do esquedrão merengue o colombiano James Rodríguez, um dos astros mais fulgurantes da recente Copa do Brasil. Leandro Romagnoli, convalescente de uma lesão muscular, dois meses de estaleiro, craque maior dos cuervos azul-granas, permaneceu de resguardo, no banco de reservas.

 

Porque o San Lorenzo vetou a possibilidade de um europeu arbitrar o seu prélio, a FIFA acabou por escolher o desconhecido Walter Lopez, 34 de idade, nascido na Guatemala, internacional desde 2006. Um trapalhão que, antes dos 20’, armou diversas confusões em situações triviais – e exibiu dois cartões amarelos a atletas dos cuervos. Aliás, enquanto o Real tentava praticar o chamado futebol, o time do Papa catimbava, desenfreadamente. Até o seu treinador, Edgardo Bauza, da seleção da Argentina na Itália/90, atrasava as ações quando a pelota escapulia pelo seu flanco. No ataque do San Lorenzo se esfalfava o veloz mas solitário Cauteruccio.

 

Antes do descanso, o apitador recorreu à velha “Lei da Comnpensação” e mostrou outros dois amarelos a atletas merengues. O Real, de todo modo, mesmo sem se desvencilhar da marcação rude e ríspida do San Lorenzo, mandou na posse de bola. Na sua peleja de número 700, à caça do recorde do ala Raúl, que atingira 741, Iker Casillas não realizou nenhuma defesa. James Rodríguez mal pegou na pelota. Júlio Buffarini perseguia Cristiano Ronaldo, o CR7, milímetro a milímetro, infatigavelmente. Mas, aos 36’, depois de um escanteio perfeitamente levantado pelo alemão Kroos, outra vez, como já fizera contra o Cruz Azul, o zagueiro Sérgio Ramos, que era dúvida, a padecer as dores de uma pancada, acertou um petardo implacável de testa, placar inaugurado pelo Real, 1 X 0.

 

Claro, a Bauza e aos seus cuervos não sobrou opção além do abandono dos múltiplos cadeados que tanto protegiam a sua retaguarda. Esperava-se que, no intervalo, o mister modificasse o seu sistema. Não, porém. Leandro Romagnoli continuou sentadinho. Então, aos 51’, Gareth Bale, Benzema e CR7 encontraram respiro para uma triangulação. Bale arrematou de chapa, de pé canhoto, despretensiosamente. O arqueiro Torrico engoliu um peru, 2 X 0 em favor do Real. Só aos 57’, já em pleno desespero, resultado quase impossível de resgatar, Bauza colorou Romagnoli no lugar de Verón, um zagueiro. Aos 61’, Cetto no lugar de Yepes, contundido. O CR7 mal aparecia. De seu lado, porém, os cuervos azul-granas pagavam uma dura penitência pela sua covardia. Conformado, aos 58’ Bauza trocou seis por meia-dúzia, Matos no lugar de Cauteruccio, exausto.

 

Faltava, no prélio e no Mundial, obviamente, o gol do CR7. E, enquanto o tempo escorria, o elenco inteiro do Real passou a jogar em função do seu craque, ainda virgem no Marrocos. O português mereceu um punhado de chances. No entanto, exageradamente preocupado, afobado, chegou até a furar, de forma patética, num arremate simplérrimo. Um resumo da pugna: não ocorreu o placar ultra-elástico que se imaginava. Nem o tento do astro que ostenta a média, na temporada, de quase 1,4 por partida. Aos 89’, o treinador do Real, o italiano Carlo Ancelotti, colocou Varane no lugar de Sérgio Ramos – exclusivamente para propiciar ao zagueiro uma salva de aplausos. Inexplicavelmente, o CR7 fricou com a “Bola de Prata” do torneio. Felizmente, Sérgio Ramos arrebatou a “Bola de Ouro”. E mais o carro zerinho km, oferecido pelos patrocinadores da Toyota.

 

PS: Na disputa do bronze, com integral justiça, o Auckland City, da Nova Zelândia, sobrepujou o Cruz Azul nos pênaltis, 4 X 2, depois do empate de 1 X 1 no tempo normal. Uma proeza dos rapazes da Oceania. Mais: a FIFA e a Toyota já decidiram que, em 2015, caberá ao Japão sediar, outra vez, o Mundial de Clubes.

 

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No Mundial de Clubes da FIFA, contra o San Lorenzo de Almagro, o favoritaço Real Madrid

 No Mundial de Clubes da FIFA, contra o San Lorenzo de Almagro, o favoritaço Real Madrid

Neste sábado, 20 de Dezembro, a partir de 17h30 (de Brasília) no Grand Stade de Marrakech, Marrocos, o San Lorenzo de Almagro, Buenos Aires, Argentina, e o Real Madrid, Espanha, disputam a finalíssima do Mundial de Clubes da FIFA em 2014. Trata-se da 11ª edição do torneio na versão atual, com representantes de todos os continentes. O Real acumulou três títulos na época da Copa Intercontinental, que antepunha o melhor time da Europa e o melhor da América do Sul. O San Lorenzo, que jamais havia conquistado, sequer, a Libertadores, busca um troféu inédito.

 

O cotejo, curiosamente, se reveste de uma interessante pátina religiosa. O Papa Francisco, na sua infância portenha como Jorge María Bergoglio, se tornou um fanático pelo San Lorenzo. Tanto que, na celebração do triunfo na Libertadores, uma delegação de cartolas e de atletas dos cuervos azul-granas levou ao Vaticano um presente singular: uma linda camisa do San Lorenzo com uma auréola de santo no lugar do número e mais o nome do pontífice gravados nas costas. Quanto ao Real, para multiplicar as suas relações mercadológicas e comerciais com os países muçulmanos, caso do Marrocos, topou alterar o seu clássico escudo e eliminou a cruz da coroa disposta no seu topo desde o ano bem longínquo de 1920.

 

O Real atingiu a decisão depois de passear diante do Cruz Azul do México num prélio unilateral, 4 X 0. O São Lorenzo penou para suplantar o elenco de semi-profissionais do Auckland City,  Nova Zelândia, 2 X 1, no sufoco da prorrogação. O italiano Carlo Ancelotti, mister dos merengues, dispõe de um elenco muito superior. Negociou Di Maria com o Manchester United da Inglaterra? Sem problema. Contratou ao Bayern de Munique o meio-campista alemão Tony Kroos, da seleção campeã na Copa do Brasil. E contratou ao Monaco da França o arisco atacante James Rodríguez, astro da surpreendente Colômbia na mesma competição.

 

Edgardo Bauza, ex-zagueiro da Argentina, vice do planeta na Itália/90, ostenta um plantel mais limitado. Possui uma zaga atabalhoada; um meio-campo de ritmo irregular, incapaz de se livrar da marcação adiantada do Auckland; um ataque pouco consequente. Na sua semi apenas se destacou o armador Barrientos, autor do tento de abertura. O seu astro mais famoso, o volante Leandro Romagnoli, se aproxima dos 34 anos e não demonstra condições físicas para atuar noventa minutos. No seu ataque, do solitário uruguaio Cauteruccio, o treinador costuma recorrer à um reserva também veteano, Mauro Matos, no caminho dos 33 de idade.

 

 No Mundial de Clubes da FIFA, contra o San Lorenzo de Almagro, o favoritaço Real Madrid

 Contra o Cruz Azul anotaram, pelo Real, Sérgio Ramos, Benzema, Bale e Isco. Cadê Cristiano Ronaldo? O RC7 esteve em campo mas visivelmente se poupou. Duvido que se contenha na decisão deste sábado. Sem dizer que, recuperado de uma lesão muscular, James Rodriguez talvez inicie o prélio como titular. Tudo isso torna o Real favoritaço ao triunfo frente os olhares das 45.000 pessoas que já lotaram o Grand Stade por antecipação. Detalhe: em relação à Argentina, o norte da África, onde se localiza o Marrocos, fica a uma mera pedrada de distância da Espanha. O Real receberá um apoio muito, mas muito maior.

 

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Mundial de Clubes da FIFA: no sábado, 20 de Dezembro, o Real da coroa agora sem cruz diante do San Lorenzo do Papa Francisco.

 Mundial de Clubes da FIFA: no sábado, 20 de Dezembro, o Real da coroa agora sem cruz diante do San Lorenzo do Papa Francisco.

Para multiplicar as suas relações mercadológicas e comerciais com os países muçulmanos, a cartolagem do Real Madrid, fundado em 1902,  topou alterar o seu distintivo e eliminou a cruz da coroa disposta acima do escudo desde 1920. Ironia: na disputa do título da 11ª edição do Mundial de Clubes da FIFA, versão atual, no islamita Marrocos, Norte da África, lhe caberá desafiar o San Lorenzo de Almagro, Buenos Aires, time dileto da infância de Jorge Maria Bergoglio, agora Papa Francisco.

 

Titular do trono da Igreja Católica a partir de 2013, o seu pontífice de número 206, Francisco não esconde a sua antiga paixão pelo time que brotou em 1908, em um bairro quase central da capital platina, nascido no século XVIII e desenvolvido numa região de muitas olarias, junto a uma das primeiras vias férreas da nação. Quando celebrou a sua inédita vitória na Copa Libertadores, o pessoal do San Lorenzo fez questão de visitar o Papa e de lhe conceder uma camisa, lindíssima, rubro-anil.

 

 Mundial de Clubes da FIFA: no sábado, 20 de Dezembro, o Real da coroa agora sem cruz diante do San Lorenzo do Papa Francisco.

 

O Real se qualificou à decisão depois de passear diante do Cruz Azul do México, 4 X 0 (Sérgio Ramos, Benzema, Bale e Isco) – o astro Cristiano Ronaldo, que ostenta a média absurda de 1,4 gol por partida na temporada, clarissimamente se poupou. Na sua chave, o San Lorenzo enfrentou um enorme sufoco no duelo contra os semi-profissionais do Auckland City da Nova Zelândia. Engenhosamente estruturado por Ramón Tribulietx, 42, um treinador catalão de Barcelona, na Oceania desde 1998, o elenco da jovem equipe kiwi, criada em 2004, soube como se proteger.

 

Só na prorrogação o San Lorenzo cravou o placar de 2 X 1.

 

O cotejo se desenrolou no Grand Stade de Marrakech, Marrocos, perante cerca de 45.000 espetcadores. Fechadinhos na defesa, sem permitirem as investidas em velocidade dos laterais e dos avantes do San Lorenzo, ultra-pacientes nos toques quando de posse da pelota, os atletas do Auckland apenas sonhavam com uma falha da retaguarda dos cuervos azul-granas para lhes pespegarem uma surpresa. Sua única chance: os cruzamentos de bola parada. Edgardo Bauza, 56, zagueiro da Argentina na Itália/90, hoje o treinador do San Lorenzo, não encontrou uma saída. E, assim, a etapa inicial se arrastou, lenta, de maneira modorrenta, irritante.

 

Data do aniversário dos 78 de idade do Papa. Que, ao menos, celebraria nos acréscimos, já além dos 45’. O ala Más desceu pela esquerda e, na linha de fundo, cruzou. Livre, no outro lado, Barrientos aparou com o bico da chuteira direita e bateu de canhota, um tiro que pipocou no gramado e traiu a boa colocação do arqueiro Williams. Alívio, San Lorenzo 1 X 0. Sequer houve a nova saída. Os cuervos retornaram aos vesiários com a qualificação no bico. Missão ingente o resgate do time kiwi.

 

Consta que o Papa Francisco, por uma questão de princípio, não vê TV. Duvido, contudo, que ele, um costumeiro tuiteiro, não estivesse de olho num micro, de ouvido num radinho – ou que não houvesse determinado a um assessor que lhe transmitisse informações a respeito da pugna. Enquanto o San Lorenzo, estranhamente, recuava e se continha, Tribulietx adiantou a sua marcação e, por alguns minutos, acuou os cuervos.  

 

Rezaria, Francisco, o homem, o torcedor, não o Papa, por seus preferidos? Se orou, não funcionou. Numa falha patética da defesa do São Lorenzo, aos 67’ o armador Tade, de Santiago del Estero, Argentina, enfiou uma pelota preciosa entre Kanneman e Yepes. Torrico saiu pessimamente da sua meta e permitiu que De Vries entregasse ao espanhol Berlanga, 1 X 1. Susto e drama em Marrakech. O Mundial da FIFA sofreria um novo choque, como em 2010, quando o Mazembe da República do Congo eliminou o Inter de Porto Alegre, ou como em 2013, quando o Raja Casablanca do Marrocos eliminou o Atlético Mineiro? Restava um quarto de hora...

 

Aos 75’, Tade desperdiçou os 2 X 1 cara-a-cara com Torrico. E Bauza daí fez o que já deveria ter realizado: todo o seu elenco em busca do triunfo. Mas, como, se o Auckland construia uma muralha de atletas vestidos de branco no acesso da sua grande área, obviamente no aguardo do bingo da prorrogação ou dos penais? A peleja se transformou em pelada. Um San Lorenzo desesperado e um Auckland disposto ao sacrifício físico para se manter vivo no embate. Méritos do inteligente Tribulietx.

 

Prorrogação, desalento de Bauza & Cia. E euforia de Bauza & Cia, logo aos 93’ – depois de um levantamento de Más, o recém-entrado Mauro Matos aparou de cabeça na direção de Cauteruccio, que devolveu. Matos re-escorou a pelota e fulminou, de esquerda, tiro cruzado, 2 X 1 em favor do time do Papa. O tento desmontou o Auckland, que se esfacelou na alma e se entregou nas pernas. Muito mais experiente, o elenco do San Lorenzo desfrutou o seu traquejo, controlou o cronômetro e as ações.

 

Quer dizer, controlou, em termos. Porque novamente refluiu e aceitou que o Auckland pressionasse, ainda que atabalhoadamente. De coração na garganta, os pupilos de Bauza desistiram do estilo e da verve e, como num velho prélio de várzea, daqueles que valiam taça, desandaram a distribuir chutões ao alto. Caso reprise, no sábado, dia 20, frente o Real Madrid, sua pífia performance desta quarta-feira, dificilmente o San Lorenzo escapará de uma humilhação. Aposto do Real, favorito ao quádruplo.

 

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Tite, o retorno: por quê e como.

 Tite, o retorno: por quê e como.

Em 2012, Tite, Edu Gaspar e Duilio

 

Nesta terça-feira, 16 de Dezembro de 2014, precisamente às 12h00, o Corinthians oficialmente formalizou a inauguração da terceira passagem de Tite como o treinador dos seus profissionais. Ao contrário de tantas informações desencontradas ou infundadas que se espalharam nos últimos dias, porém, a história dessa recontratação se reveste de mais charme e de mais teatralidade que se pode imaginar.

 

O seu tecido começou a ser alinhavado no mesmo final de semana em que o Timão sobrepujou o Criciúma, na Arena de Itaquera, e garantiu a sua vaga na Pré-Libertadores de América. Então, até a capelinha de São Jorge, no venerando Estádio Alfredo Schurig, já sabia que Mano Menezes não continuaria no comando do elenco alvi-negro. Detalhe: obviamente com o aval do presidente Mário Gobbi, para que a ética não se maculasse, e em respeito a Mano, conduziu as primeiras conversações um personagem natural - mas, hoje, absolutamente alheio à atual e à futura diretoria.

 

Trata-se de Duílio Monteiro Alves, filho do Adílson da Democracia, que atualmente mora em Miami, nos Estados Unidos. Nos quase dois anos em que foi adjunto de Futebol no Timão, Duílio desenvolveu profundos laços de amizade com Tite. Basta examinar as primeiras imagens da celebração do título do Mundial no Japão – Tite e Duílio se procuram para o abraço caloroso bem antes de qualquer outro festejo.

 

Afastado do comando do clube, Duilio, é claro, tranquilamente poderia papear com Tite sem magoar Mano e sem que a mídia percebesse. E assim aconteceu. Duilio viajou de Miami a São Paulo e coordenou um encontro de Tite com Roberto de Andrade, seu antigo superior no departamento e candidato da situação à sucessão de Gobbi.

 

Foi no em 9 de Dezembro, durante uma reunião a quatro cabeças, também presente o ex-presidente Andrés Sanchez, que no fio do bigode se selou o acordo pela volta de Tite. Em tempo: Tite apenas havia deixado o seu cargo, cerca de doze meses atrás, por um motivo óbvio: tinha-se tornado imprescindível uma reformulação quase radical no elenco que sobrevivera à ressaca do Mundial. Pelo seu apego aos seus pupilos, no entanto, ele não conseguiria, sem sofrimento. Melhor entregar a incumbência a outro conhecedor dos meandros dos bastidores do Timão, sem o mesmo comprometimento, Mano Menezes.

 

Uma ótima aposta. Evidentemente, caso Mano, por exemplo, ganhasse o Brasileiro de 2014, preservaria o posto. Ficou na vaga à pré-Libertadores.

 

Racha na situação. Tite a exigir fortunas. A postura estilo camuflagem de Gilmar Veloz o agente de Tite. A ameaça de uma interferência de última hora por Vitório Píffero, presidente recém-eleito do Internacional gaúcho, que mergulhou ingenuamente numa expectativa que jamais existiu. Ah, tolice em cima de tolice, convenhamos.

 

Repito: embora no fio do bigode, Tite já era o treinador do Corinthians desde o dia 9. Por quê, então, a brincadeira de esconde-esconde e o atraso no anúncio oficial? Elementar, caro leitor: nada como guardar o cerimonial da divulgação para uma data especial, cabalística. Nesta terça, 16 de Dezembro, o Timão comemora o segundo aniversário do seu antológico triunfo no Mundial da Fifa.

 

E Tite também não necessitou da garantia de um contrato de três anos para se convencer. Insisto, todas as minúcias do seu acordo, valores financeiros e a duração de três anos, como o mandato de Roberto de Andrade, tudo fora cristalizado no papo de 9 de Dezembro. Tite não precisou de nenhum artifício para topar. Maktub. Estava escrito.

 

PS: Isso mesmo. Na sua entrevista coletiva de (re) apresentação no CT Joaquim Grava, Tite cometeu um delicioso lapso verbal quando afirmou que os novos atletas do Timão já estão "orientados" a respeito do seu comportamento até o princípio da pré-temporada. Prova involuntária de que, mesmo no fio do bigode, já estava tudinho escrito.

 

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Enfim, definidos os confrontos da próxima fase da Champions. Uma análise para cada um dos jogos, com os respectivos palpites. E mais: os confrontos da Liga Europa…

 Enfim, definidos os confrontos da próxima fase da Champions. Uma análise para cada um dos jogos, com os respectivos palpites. E mais: os confrontos da Liga Europa...

 

Enfim, realizado em Nyon, Suíça, sede da UEFA, o seu sorteio, já se conhecem os oito emparceiramentos da próxima fase da Champions League de 2014/2015 no Velho Continente. Os cotejos determinados pelo bingo acontecerão, em ida, ainda não formalizada exatamente, nos dias 17/18 e 24/25 de Fevereiro, e volta, nos dias 10/11 e 17/18 de Março. Manda o prélio de ida o clube cujo nome aparece antes, na lista abaixo.

Se houver uma igualdade em pontos, contam em dobro os gols anotados no campo do inimigo. Daí a importância de realizar o retorno em casa.

Aliás, imprima e guarde este texto. Ao final da etapa, cobre os meus palpites, caso eu me equivoque; ou aplauda, caso eu acerte.

 

 

PSG (Fra) X CHELSEA (Ing)

Reprise da temporada anterior, quando o time de Londres eliminou o rival de Paris. Confronto duríssimo. Os franceses esperam que Ibrahimovic fulgure diante do fortim de José Mourinho. Creio no Chelsea.

 

MANCHESTER CITY (Ing) X BARCELONA (Esp)

Outra repetição da temporada anterior, quando o time da Catalunha passou pelos britânicos. Confronto duríssimo. Mas, creio no Barcelona.

 

LEVERKUSEN (Ale) X ATLÉTICO DE MADRID (Esp)

A garra dos tedescos diante da eficiência da bola parada dos ibéricos. O Bayer necessita abrir boa folga na ida. Difícil. Creio no Atlético.

 

JUVENTUS (Ita) X BORUSSIA DORTMUND (Ale)

Fizeram a decisão de 1997, triunfo dos alemães. Caso abra uma vantagem razoável na ida, a “Senhora” terá chances. Aliás, creio na Juventus.

 

SCHALKE (Ale) X REAL MADRID (Esp)

Na temporada anterior, os tedescos foram massacrados pelos madridistas, inclusive com um placar de 1 X 6 em sua casa. Creio no Real.

 

SHAKTAR DONETSK (Ucr) X BAYERN (Ale)

Os ucranianos dependem em demasia dos gols do brasileiro Luís Adriano. Até por isso os germânicos são favoritíssimos. Creio no Bayern.

 

ARSENAL (ing) X MONACO (Fra)

Um duelo curioso. Arséne Wenger, o treinador dos “Gunners”, começou a sua carreira no clube do Principado – que participa do certame da França. Ameaçado de perder o cargo, necessita vencer. Creio no Arsenal.  

 

BASEL (Sui) X PORTO (Portugal)

Na teoria, o duelo menos charmoso dos oito. Na teoria, apenas, Pois se trata de um desafio equilibradíssimo. Creio na tradição do Porto.

 

 

 Enfim, definidos os confrontos da próxima fase da Champions. Uma análise para cada um dos jogos, com os respectivos palpites. E mais: os confrontos da Liga Europa...

 

 

Na mesma Nyon, a UEFA realizou o sorteio das pugnas da próxima etapa da sua Liga Europa, aquela enorme, com 32 equipes: as 24 sobreviventes da fase de grupos, mais as oito terceiras colocadas e, por isso, eliminadas das chaves da Champions League. Jogos marcados para 19 e para 26 de Fevereiro. Manda o prélio de ida o clube cujo nome aparece antes, na lista abaixo. Neste estágio, me contenho – sem apostas...

 

Eu me limito a apontar algumas porfias que considero mais interessantes porque bem mais acirradas: Torino X Bilbao, Ajax X Legia, Aalborg X Brugges, Villarreal X Salzburg, Roma X Feyenoord, Tottenham X Fiorentina – e, principalmente, num resgate de um clássico das décadas de 60 e de 70, Celtic de Glasgow X Inter de Milão.

 

Eis todas as partidas:

 

YOUNG BOYS (Sui) X EVERTON (Ing)

TORINO (Ita) X ATHLETIC BILBAO (Esp)

SEVILLA (Esp) X BORUSSIA M’GLADBACH (Ale)

WOLFSBURG (Ale) X SPORTING (Por)

AJAX (Hol) X LEGIA VARSÓVIA (Pol)

AALBORG (Din) X BRUGGES (Bel)

ANDERLECHT (Bel) X DINAMO MOSCOU (Rus)

DNIEPROPETROVSKY (Ucr) X OLYMPIAKOS (Gre)

TRABZONSPOR (Tur) X NAPOLI (Ita)

GUINGAMP (Fra) X DINAMO KIEV (Ucr)

VILLARREAL (Esp) X RED BULL SALZBURG (Aus)

ROMA (Ita) X FEYENOORD (Hol)

PSV (Hol) X ZENIT (Rus)

LIVERPOOL (Ing) X BESIKTAS (Tur)

TOTTENHAM  (Ing) X FIORENTINA (Ita)

CELTIC (Esc) X INTERNAZIONALE (Ita)

 

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