Champions League: na terça, diante do Atlético, funcionou bem a retranca de José Mourinho e do seu Chelsea; agora, na quarta, um outro duelo em Madrid – Real X Bayern.

 

 Champions League: na terça, diante do Atlético, funcionou bem a retranca de José Mourinho e do seu Chelsea; agora, na quarta, um outro duelo em Madrid   Real X Bayern.

Mourinho: ufa!... o cadeado deu certo...

 

Com a aristocracia nas tribunas e um multimilionário na sua mediação, o Atlético de Madrid, Espanha, e o Chelsea de Londres, Inglaterra, se digladiaram nesta terça-feira, 22 de Abril, no Vicente Calderón da capital ibérica, a primeira das pugnas da fase das semifinais da Champions League da Europa, 2013/2014.

 

Representou a aristocracia, acompanhado por sua esposa, a charmosa Doña Letizia, o elegante Don Felipe, Príncipe das Astúrias, filho de Juan Carlos, o monarca da nação. Desde pequenino Felipe é fã do Atlético. Juan Carlos, no entanto, prefere o Real Madrid, tanto que promete apoiar o seu time no desafio desta quarta, 23, na outra das semis da Champions, contra o Bayern de Munique, Alemanha.

 

Destacou-se, na mediação, o árbitro sueco Jonas Eriksson, 37 de idade, um bon-vivant que apita por hobby e que parou de trabalhar, de fato, cerca de meia década atrás, ao vender, pelo equivalente a R$ 25 milhões, as quotas que possuía em uma holding da várias empresas do setor das comunicações.

 

O Príncipe não levou sorte ao seu clube. O árbitro por hobby não interferiu no resultado, um empate frustrante para o Atlético, dentro de casa, 0 X 0.

 

Foi a partida de número 301 da edição atual da Champions. Com o Atlético, dirigido pelo argentino Diego Simeone, convicto do seu estilo dinâmico, de atacar na pressão, o elenco do Príncipe principiou a batalha com o aguerrido Mário Suárez na posição do mais contido meio-campista Tiago, português.

 

Sem a referência do seu avante camerunês Eto’o, detonado num joelho, José Mourinho, o mister dos “Blues”, apostou as suas fichas na marcação radical na região das intermediárias e na chance da explosão de Fernando Torres, o artilheiro que o Atlético descartou ao necessitar de bastante dinheiro em seus bolsos.

 

Funcionou sem sobressaltos durante os 45’ da etapa inicial, apesar do susto deflagrado, aos 18, pelo arqueiro Petr Cech, da seleção tcheca – que acusou dores no omoplata direito e acabou trocado pelo veterano australiano Mark Schwarzer.

 

Ironia: protegia as redes dos “Colchoneros” (assim chamados por causa do padrão das suas camisas, em verticais alvirrubras) o belga Thibaut Courtois, originalmente contratado pelos “Blues” e emprestado ao Atlético, alvo de uma polêmica que a UEFA solucionou: o Chelsea não queria que o belga sequer figurasse entre os reservas.

 

Enquanto Cech se despedia, os fãs do Atlético bradavam "Courtois! Courtois!".

 

Desesperado para romper o cadeado dos “Blues”, aos 61’ Simeone cometeu o que pareceu um equívoco lastimável: sacou o brasileiro Diego, ex-Santos, muito bem no prélio, e colocou em campo o armador turco Arda Turan, que convalescia de um período de enfermaria. Turan, um ídolo no Calderón, ao menos reanimou o público, cerca de 51.000 espectadores, ávidos pelo sucesso da sua agremiação.

 

Paralelamente, no Chelsea, o capitão John Terry, manquitolante, quase carregado, abandonava o gramado. E o seu vice, Frank Lampard, pendurado, mal digeria o cartão amarelo que vai tirá-lo do crucial jogo de retorno em seu Stamford Bridge, capacidade para 91.837 pessoas, na quarta da próxima semana, dia 30.

 

Claro, Simeone intuiu a oportunidade de encontrar a chave da retranca. Aos 85’ se arriscou de vez, sacou o volante García e mobilizou, do seu banco, o experiente artilheiro David Villa. Decepção no Calderón: não deu certo.

 

Agora, em Londres, o Chelsea se qualificará com uma vitória simples, por qualquer placar. Isso não significa, todavia, que o Atlético tenha queimado todas as suas esperanças. Outro 0 X 0 representará o desgaste de uma prorrogação e, talvez, a loucura dos penais. Melhor, evidentemente, os “Colchoneros” obterão um rebrilhante sinal verde graças a um triunfo – ou, também, a qualquer empate com gols.

 

Quanto a esta quarta, caberá ao Real e ao Bayern, no antológico Santiago Bernabeu, também da capital da Espanha, provavelmente lotado nos seus 85.454 lugares, a peleja de número 302 desta CL. Será a 26ª presença dos "Merengues" em semifinais.

 

Curiosidade: o clube da Baviera leva à Península Ibérica algumas vantagens estatísticas.

 

Nas 25 semis anteriores o Real desfrutou um aproveitamento de apenas 50%. Verdade que os "Merengues" ostentam uma bela invencibilidade de 17 cotejos em seus domínios. Ironicamente, porém, o seu último fracasso no Bernabeu, datado de 27 de Abril de 2011, aconteceu num clássico diante do rivalérrimo Barcelona, que venceu por 2 X 0. E quem era o treinador do Barça? Um certo Pep Guardiola, agora no Bayern. Que soma dez combates sem derrota como time visitante.

 

Uma rala superioridade do Real se reflete na sua ofensiva, que anotou mais gols, 32 a 24. O Bayern, todavia, sofreu menos, 8 contra 9. Na cota dos 14 gols, o lusitano Cristiano Ronaldo, do Real, igualou o recorde do argentino Messi, do Barça, numa única temporada. Mas, como o clube "Blaugrana" já foi desclassificado da CL, o apelidado CR7 ainda pode assumir o primado solitariamente. Melhor, com 64 tentos em toda a sua carreira na história da competição, ele também pode superar a marca de Raúl Gonzáles, um antigo ídolo do Real. Maravilha. E daí, contudo?

 

Daí, dificuldades no horizonte. Completa o cenário nebuloso do Real a circunstância de pisar no gramado com mais problemas de escalação do que o Bayern. O italiano Carlo Ancelotti não contará com o seu garoto-revelação, o ala Jesé Rodríguez, 21 de idade, nem com o zagueiro Arbeloa, ambos de joelhos lesionados. O ala Marcelo, brasileiro, e o volante Sami Khedira, tedesco, provêm de contusões recentes.

 

No Bayern, compensa a única ausência eventual, a do austríaco Alaba, um lateral versátil, acometido de uma virose, o resgate dos  apoiadores Martinez, ex-Osasuna da Espanha, e Schweinsteiger, enfim livres de uma punição por excesso de cartões amarelos.

 

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Em Madrid, Atlético X Chelsea, na primeira das semis da Champions de 2013/2014.

 Em Madrid, Atlético X Chelsea, na primeira das semis da Champions de 2013/2014.

De novo, uma festa no Calderón?

 

Desde a sua inauguração, em 24 de Junho do ano que passou, a Champions League da Europa desta temporada, 2013/2014, já testemunhou examente trezentas partidas. Pois agora, nesta terça-feira, 22 de Abril, principia a sua impiedosa fase semifinal com um duelo repleto de singularidades. No seu Vicente Calderón da capital da Espanha, provavelmente lotado nos seus 54.160 lugares, o Atlético de Madrid recebe a visita do perigosíssimo Chelsea de Londres, Inglaterra.

 

Por quê as tais peculiaridades?

 

Primeiro, o contrato de seu aqueiro, Thibaut Courtois, de nacionalidade belga, pertence ao Chelsea, que só permitiu a sua presença na meta do rival ibérico depois de a UEFA, a entidade que regula o futebol no Velho Continente, determinar ao clube britânico que não tentasse impedir a sua escalação.

 

Depois porque o seu volante Tiago Mendes, lusitano, foi escolhido por José Mourinho, outro português, hoje o treinador do Chelsea, para integrar o seu elenco em 2004 – e, mesmo após realizar excelentes apresentações, acabou grosseiramente desprezado pelo compatriota. Tiago não esconde a raiva que Mourinho lhe inoculou.

 

Do outro lado, com a camisa do Chelsea, estará o avante Fernando Torres, da seleção da Espanha, artilheiro do Atlético, entre 2001 e 2007, com 82 tentos em 214 porfias – e, mesmo assim, cedido ao Liverpool, outro clube britânico, em Março de 2008, por mais de R$ 120 milhões, transferência de valor recorde naquela época. O Atlético admitiu que se desfez do atleta por necessitar do dinheiro. Pior, para Torres, em 2011 o Liverpool o remeteria ao Chelsea por menos da metade.

 

Diego Simeone, treinador dos “Colchoneros”, assim apelidados pelo padrão em listras alvirrubras das suas camisas, pediu aos torcedores do Atlético que aplaudam Torres. Uma solicitação difícil de se cumprir. O clube de Madrid não chega a uma decisão da competição (então Copa dos Campeões) desde o distante 1974, quando o Bayern de Munique, Alemanha, o arrasou, 4 X 0.

 

Como, nas semifinais da CL ainda haverá o prélio de retorno, em Stamford Bridge, 30 de Abril, parece óbvio que os fãs dos “Colchoneros” ousem de tudo para desestabilizar, psicologicamente, o autocontrole dos “Bleus” e do temperamental Mourinho.

 

Embora o mister do Chelsea saboreie o seu quinto desembarque em seguida nas semis, o Atlético sustenta um cartel fantástico diante de agremiações da Inglaterra: nunca perdeu em seus domínios. Em nove contendas, cinco triunfos e quatro empates.

 

Melhor: é o único invicto, nesta CL, dentre os quatro que atingiram a etapa das semis. Não tomba, nos torneios do Continente, desde a Liga Europa de 2012/2013, quando perdeu do russo Rubin Kazan: em dezoito confrontos, dezessete resultados positivos. Sem dizer que Simeone montou uma defesa inexpugnável: cinco tentos em dez pugnas.

 

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Brasileiro: a primeira transmissão sem a voz do já saudoso Luciano do Valle.

 Brasileiro: a primeira transmissão sem a voz do já saudoso Luciano do Valle.

Nunca, jamais, em tempo algum, um Campeonato Brasileiro de Futebol se inaugurou de maneira tão desenxabida como este de 2014.

 

Antes de mais nada, o torneio amargará uma longa interrupção, depois da sua nona rodada, por causa da realização da Copa do Mundo.

 

Depois, porque ninguém imagina de que forma se encerrará a cruel batalha das liminares e das suas correlatas, na Justiça Civil, ações que por enquanto mantêm o Fluminense/RJ e o Figueirense/SC na Série A, e que mergulham a Portuguesa/SP na tristeza, digamos, humilhante, da Série B.

 

E enfim, porque, lastimavelmente, um fato praticamente inédito na história recente das Comunicações no País, não haverá uma transmissão sob a voz acolhedora, magnetizante, de Luciano do Valle (1946-2014).

 

Uma súbita parada cardio-respiratória levou o “Bolacha” em pleno caminho do trabalho, na tarde de sábado, quando ele e a brigada da Band rumavam até Uberlândia/MG para a cobertura do cotejo entre o Atlético Mineiro e o Corinthians/SP. Estoicamente, como convém ao melhor profissionalismo, a Band substituiu Luciano por Theo José. O ex-craque Neto, mesmo abalado, fez questão de se manter nos comentários da porfia.

 

Eu já tinha, logo depois de receber a notícia, na tarde do Sábado de Aleluia, 19 de Abril, produzido a minha singela homenagem, um texto, cá no R7, em que recordei fatos da minha convivência com o Luciano...

 

Pois retorno ao “Bolacha”, obrigatoriamente, numa tentativa talvez absurda de interpretar de que forma ele narraria o jogo de Uberlândia. Por exemplo, que diria Luciano ao anunciar o minuto de silêncio caso a honra se dirigisse a um colega e amigo com quem houvesse trabalhado?

 

Imagino o esforço descomunal de Theo José e de Neto ao cuidarem de uma operação que, seguramente, não gostariam de efetuar. Talvez por ser mais velho e mais experiente, o locutor resistiu bravamente à emoção e preservou a frieza e o distanciamento que a situação exigia. Na sua intervenção inicial, porém, o ex-craque, menos experiente, desabou no pranto.

 

Não sei, em relação à Globo, de que maneira se comportou a audiência da Band. Um antigo colega do “Bolacha”, meu chefe nos quinze anos em que pude escoltá-lo em infinitas exibições do “Calcio” e em diversas edições do “Superbowl”, intuo, no entanto, que ele se orgulharia do empenho revelado pela sua equipe. Em público, aqui, abraço o Theo e o Neto.

 

Impressionante coincidência: o sepultamento de Luciano, Cemitério Parque Flamboyant, em Campinas, a sua cidade natal, aconteceu a partir das 16h do domingo, 20 de Abril, durante o confronto de Uberlândia.

 

Resultado do duelo: 0 X 0.

 

O “Bolacha” merecia ao menos um gol...

 

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Luciano do Valle (1947-2014)

7 Luciano do Valle (1947 2014)

Eu poderia escrever um livro sobre a carreira de Luciano do Valle (1947-2014). Afinal, trabalhei sob o seu comando na Record e na Band. Fui o seu comentarista em quase quinze anos de Calcio na TV. Sem falar de diversas edições do "Superbowl".

 

Prefiro, todavia, redigir alguns poucos parágrafos sobre o que conheci dele, o bonachão e brincalhão “Bolacha”, fora do estúdio e da cabine.

 

Poucos? Na verdade, apenas três, mas repletos de saudade.

 

Em 1990, na Copa da Bota, ele praticamente fretou um restaurante, em Roma, “Il Santopadre”, para que a equipe da Band, depois do “Apito Final”, uma da manhã no Brasil, seis na Europa, pudesse comer. Na pilotagem dos fogões, um querido parceiro de jornadas, Giovanni Bruno.

 

Daí, nos meados daquela década, eu transformado em seu chefe-de-cozinha no “Valle Tudo”, ele me animou com um convite inesperado, em cima da hora, para um jantar em Vinhedo. Surpresa! Havia bolado uma festa de celebração do meu aniversário , um programa inteirinho em minha homenagem, uma entrevista que me fez chorar...

 

Por incrível que pareça um tímido longe das câmaras, afetuosíssimo com os seus companheiros, eventualmente me telefonava em busca de mais notícias a respeito do meu paradeiro. Quando eu inaugurei esta participação no R7, fez questão de me enviar uma mensagem de boa-sorte.

 

É, muita saudade, desde já. Éramos amigos.

  

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Que campeonato é esse? Ah, melhor limpar a cabeça e malhar o boneco-de-judas da CBF…

 Que campeonato é esse? Ah, melhor limpar a cabeça e malhar o boneco de judas da CBF...

Para as gerações mais jovens, foi Renato Russo (1960-1996), da Legião Urbana, quem cunhou a frase “Que país é esse?”. Na verdade, porém, se trata de uma criação bem mais antiga, que data de 1976, invenção de um certo Francelino Pereira.

 

Explico melhor. Nascido no Piauí, 2 de Julho de 1921, ainda vivo-da-silva, frequentador eventual de cenas políticas, Francelino fez sua carreira em Minas: Deputado Federal de 1963 até 1979, Governador de 1979 até 1983, Senador de 1995 até 2003.

 

No percurso, um dos favoritos do General-Presidente Ernesto Geisel (1907-1996), se tornou presidente da Arena, ou Aliança Renovadora Nacional,  a entidade que suportava, principalmente no Congresso Nacional, a Ditadura Militar. Idos em que os golpistas de 64 e os seus sucessores de plantão só permitiam a existência de dois partidos, a Arena, situacionista, e o MDB,  Movimento Democrático Brasileiro, estóico oposicionista.

 

Francelino soltou o seu brado em 1976, uma patética resposta-inquisidora aos céticos que duvidavam das promessas de Geisel, supostamente disposto a promover uma reabertura, ainda que “lenta e gradual”, nas coisas políticas entrevadas pela repressão. Inútil desabafo o de Francelino. Em meados de 1977 o General-Presidente sumariamente fechou o Congresso e implantou um churrilho de normas azedas – como, por exemplo, a instituição da figura do “Governador Biônico”, escolhido pela Ditadura, formalizado num pleito, de cartas marcadíssimas, por cada Assembléia Legislativa.

 

Ora, que têm a ver a frase de Francelino com o momento atual? Muito, ao menos tanto quanto a cueca de Neymar e o futuro da seleção de Felipão na Copa do Mundo. Você, que pacientemente me lê, por favor me permita uma anedota, a melhor maneira que encontro para interpretar a balbúrdia em que se transformou o futebol do País.

 

Que CBF é essa? Sim, numa época em que as crianças de curso primário já dominam computadores, como pode uma entidade tão rica não dispor de instrumentos capazes de informar, automaticamente, e on line, se um jogador xis ou ípsilon tem condições oficiais de atuar por uma equipe dábliu ou zê? Casos de Héverton, Portuguesa/SP, ou de Luan, Figueirense/SC, objetos de cascatas de ações na Justiça Civil...

 

E que campeonato é esse, o nacional de 2014, que prevê, na rodada inicial da Série A e da Série B, uma Portuguesa sem saber se continua na divisão de cima ou se escorrega ao piso inferior? Pior, cuja tabela previu, para este sábado, exatamente o confronto entre Fluminense e Figueirense – o Fluminense que pode se garantir na A se a Justiça Civil não vier a conceder ganho de causa à Lusa; ou, na hipótese contrária, que pode se alojar na B; o Figueirense que pode se garantir na A se a Justiça Civil vier a conceder ganho de causa à CBF que topou autorizar Luan a entrar em campo embora o seu contrato ainda fosse registrado por outra agremiação em prejuízo do Icasa/CE... Ufa...

 

Confuso, tremendamente confuso. E tudo isso, convenhamos, ahn, por causa da ridícula incompetência da CBF – que dispõe de grana para oferecer um belo feriadão de mimos, no Rio de Janeiro, aos senhores que sufragaram Marco Polo del Nero, dias atrás, como seu futuro presidente; mas não reúne um par de centavos para que o seu site de Internet funcione corretamente... Confuso, explosivamente confuso. Hum, de entortar a cabeça de quem lê. E, creia quem lê, igualmente de quem escreve...

 

Para me manter são e salvo, paro este texto ensandecedor por aqui. Vou dedicar o meu lazer à fabricação de um boneco-de-judas com o cartazete “CBF” pregado no peito.

 

O boneco-de-judas que malharei, feliz, neste dia de Aleluia...

 

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