E a seleção de basquete sobreviveu…

 E a seleção de basquete sobreviveu...
Patrícia, fantástica, 27 pontos...

Não, não serão, apenas, Adrianinha e Érika as estrelas do Brasil na Copa do Mundo de Basquete que a Turquia organiza. Guarde estes nomes, quem me lê, Patrícia e Damiris. Pois é, a seleção de Luiz Auusto Zanon tem mais gente a expor. O Brasil passou pelo Japão, 79 X 56, e se qualificou à fase seguinte do certame. Mas, e agora? Dificilmente Zanon & Cia. prosseguirão.

 

Na fase das pré-quartas-de-final, vem aí a França

 

Impossível? Improvável, quase.

 

Os outros cotejos: Belarus X China, Cuba X Sérvia; Canadá X República Tcheca. Austrália, Espanha, Estados Unidos e Turquia já se qualificaram às quartas de fato.

 

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Vôlei: agora, na reta final.

 Vôlei: agora, na reta final.

 

Nada convencional, tanto no masculino como no feminino, o regulamento da Copa do Mundo de Voleibol prevê diversas fases de competição. Numa primeira, as 24 nações inscritas se dividem em quatro grupos de seis. Seguem adiante as quatro melhores – que carregam, à etapa subsequente, os seus resultados,

 

Numa síntese: na chave A, se classifcaram a Itália, a República Dominicana, a Croácia e o Azerbaidjão; na B, o Brasil, a Sérvia, a Bulgária e a Turquia; na C, os Estados Unidos, a Rússia, a Holanda e o Cazaquistão; na D, a China, o Japão, a Bélgica e a Alemanha. Nenhuma surpresa em relação ao previsível.

 

Valem 3 pontos os sucessos por 3 X 0 ou por 3 X 1. No caso de uma vitória por 3 X 2, quem ganha arrebata meramente 2 pontos. E o time derrotado se consola ao colecionar unzinho mínimo. Por isso, só a seleção dos EUA principia a segunda etapa com o máximo de 9 pontos no seu tesouro. A equipe do Brasil, que precisou de um placar de 3 X 2 sobre a Turquia, ficou no degrau dos 8. Eis o resumo do que vem por aí:

 

Chave E – China, 8 pontos (3 X 2 sobre o Japão); Itália, 7 (perdeu do Japão, 2 X 3), República Dominicana, 6; Japão, 5; Bélgica e Croácia, 3; Azerbadjão e Alemanha, 2.

 

Chave F – EUA, 9; Brasil, 8; Rússia. 6 (perdeu dos EUA, 1 X 3); Sérvia, 5; Holanda e Bulgária, 3; Turquia, 2, Cazaquistão, 0.

 

A tabela privilegiou o Brasil, que se debate com o Cazaquistão nesta quarta-feira, dia 1º de Outubro, prélio das 15h. Retornarei ao tema.

 

Detalhe fundamental, porém: somente as três melhores equipes de cada chave continuarão na competição. E a líder, caso a infame FIVB não rasgue as suas próprias regras, como aconteceu no masculino, permanecerá na sua sede original. Conforto.

 

Ca entre nós, confio bastante nas meninas do Brasil.

Vitória no Vôlei. Derrota no Basquete. Como, aliás, se imaginava. E, neste domingo, 28 de Setembro, essa rotina deverá se manter.

 Vitória no Vôlei. Derrota no Basquete. Como, aliás, se imaginava. E, neste domingo, 28 de Setembro, essa rotina deverá se manter.

Apresentação na Palatrieste

 

Rsultados anteriores do Brasil: 3 X 0 na Bulgária (25-19, 25-22, 25-16), 3 X 0 em Camarões (25-14, 25-15, 25-18), 3 X 0 no Canadá (25-14, 25-8, 25-18).

 

Resultados anteriores da Turquia: Sérvia 3 X 1 (25-15, 20-25, 25-19, 25-22), 3 X 0 no Canadá (25-10, 25-12, 25-17), Bulgária 3 X 2 (20-25, 25-23, 25-18, 25-27, 15-12).

 

Na Arena Palatrieste, com 3/4 dos seus 6.800 lugares efetivamente ocupados, leve predominância de torcedores do Brasil, os times de José Roberto Gumarães e do italiano Màssimo Barbolini se defrontaram, neste sábado, 27 de Setembro, pela quarta rodada do Grupo B da Copa do Mundo de Voleibol que a Bota organiza. Parecia natural o favoristismo do Brasil.

 

No seu elenco, afinal, praticamente se equivalem as titulares e as reservas. Do outro lado, a equipe da Turquia dependia em demasia de duas atletas, as opostas Neriman Oszoy e Gozde Sorsima. As meninas do Zé, porém, entraram absolutamente sonadas no set inicial do combate. Irreconhecíveis, inexistiram o seu saque, o seu ataque e o seu bloqueio. E a Turquia mandou facilmente no prélio, sem perdão, sem remissão, placar de 25-17.

 

Essencialmente, até então, um desfecho sem significado. O Brasil já havia assegurado a sua passagem à fase seguinte da competição. Era a Turquia quem batalhava por uma vaga. Pelo regulamento da Copa, todavia, as quatro nações classificadas no Grupo B (além do Brasil, mais três entre Bulgária, Canadá, Sérvia e Turquia), levam à etapa subsequente os resultados anteriores. E, nesse caso, talvez um insucesso pudesse incomodar o Zé & Cia.

 

Infortúnio: o Brasil permaneceu patético no segundo set. Indolente e inconsequente, apenas se arrastou até o tempo técnico. Então, o treinador enviou à quadra a estreante Gabi. E uma nova partida se esboçou. Paulatinamente o Brasil se aproximou. Pena que falhasse tanto na recepção e no saque. E a Turquia fez 25-22.

 

O Brasil apenas se retransformou em Brasil a partir do terceiro set, quando se aperfeiçoou em todos os seus fundamentos e explodiu, 16-7. Detalhe: Zé Roberto havia trabalhado cerca de três anos no Fenerbahce da Turquia. Soube como explorar as suas fragilidades. E soube como ressuscitar garotas que pareciam anestesiadas. Quer dizer, ressuscitar em partes. Aqui e ali as sua meninas voltavam a titubear. Sem responsabilidades, livre-atiradoras, as adversárias se arriscavam, fogosamente. Mas, deu Brasil, 25-19.

 

Tornou-se crucial a conquista do quarto set. No Vôlei, num prélio que se encerra em 3 X 0 ou em 3 X 1, arrebata três pontos quem ganha. Com o marcador em 3 X 2, no entanto, quem ganha leva dois e quem perde se consola com um pontinho. Ou, para decidir a liderança do grupo dante da Sérvia, neste domingo, 28, o Brasil prrecisava, no mínimo, do tal pontinho. Rude batalha...

 

Parada técnica do quarto set: Brasil 16-15. Mas, um sufoco brutal – graças às performances antológicas de Sonsirma, Ozsoy e, ainda que inesperadamente, de Seda Tokatlioglu. Numa falha do árbitro Akihiko Tano, do Japão, que ignorou uma aparada em dois toques de Sonsirma, a Turquia subiu a 19-18. Sonsirma, contudo, errou o seu serviço. Noutro equívoco, agora de Ozsoy, o Brasil escalou a cota dos 23-21. Tandara, uma das reservas bem mobilizadas pelo Zé, cravou 24-21. Bobagem de Kubra Akman, 25-21.

 

Ao tie-break. Sempre oscilante, o elenco do Brasil permitiu que a Turquia obtivesse uma folga de 7-5. Nas estatisticas globais, se lia, no quesito das tolices cometidas: Brasil 21 X 11. Por isso, Turquia 8 X 7 no placar do combate. Barbolini pedia paciência, e atenções particulares em relação a Tandara. Zé Roberto, inacreditavelmente sereno, também solicitava tranquilidade. Daí, em dois estupendos momentos de Tandara, bloqueios encaixados, 10-8.

 

Melhor, 11-9 em uma ofensiva atabalhoada de Sonsirma. E 12-9 no serviço da promissora Gabi. E 13-9 numa muralha de Fabiana. E 14-10 numa pancada de Tandara. Bem que Barbolini advertira. E a virada monumental, noutra muralha,tripla, 15-10.

 

O Brasil preservou a sua invencibilidade. Ufa...

 

Que venham a Sérvia – e a dificílima segunda fase.

 

 Vitória no Vôlei. Derrota no Basquete. Como, aliás, se imaginava. E, neste domingo, 28 de Setembro, essa rotina deverá se manter.

 A melhor da jornada: Não, O melhor, Zé Roberto...

 

Por uma desafortunada coincidência, a contenda do Brasil, diante da República Tcheca, na Copa do Mundo de Basquete, realizada, curiosamente, na Turquia, aconteceu quase que ao mesmo tempo. A contenda, na Arena da Cidade, em Ancara, espaço para 10.400 pessoas, se iniciou enquanto o elenco do Vôlei soçobrava no seu segundo set em Trieste. Sob a orientação do Luiz Augusto Zanon, o Brasil, com garotas muito jovens, inexperientes, na expectativa dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, até que se comportou bem no primeiro quarto, 13 X 10. Daí, valeu o traquejo das moças de Lubor Blazek, que reviraram o placar, 27 X 20.

 

Excessivamente centralizado nas veteranices da sua ala- armadora Adrianinha e da pivô Erika, o time do Brasil não resistiu à longa história das suas adversárias, No terceiro quarto, República Tcheca 50 X 36. A queda se desenhava, de maneira inexorável. Placar ao terminar o segundo tempo: 68-55. Placar honroso.

 

 Vitória no Vôlei. Derrota no Basquete. Como, aliás, se imaginava. E, neste domingo, 28 de Setembro, essa rotina deverá se manter.

 Erika: vale por três

 

Neste domingo, o Brasil desafia a Espanha, que superou o Japão por 74 X 50. Outra vez, em inferioridade técnica e curricular. Ou, deverá determinar o seu futuro na manhã de terça, 9h00 daqui, na mesma Ankara, contra o Japão. Na Copa do Mundo do Basquete as campeãs de cada chave se qualificam diretamente às quartas-de-final. As rabeiras são eliminadas. As outras duas nações se alinham com as de outras chaves em mini-torneios impiedosos.

 

O Brasil vai escrever a sua história, mesmo, contra o Japão.

 

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Na Itália e na Turquia, duas competições superpostas envolvem o Brasil. No Vôlei, muitas chances de triunfo. No Basquete, a incógnita de uma equipe quase sem experiência.

 Na Itália e na Turquia, duas competições superpostas envolvem o Brasil. No Vôlei, muitas chances de triunfo. No Basquete, a incógnita de uma equipe quase sem experiência.

Como aconteceu entre Agosto e Setembro, a superposição da Copa do Mundo de Basquete e da Copa do Mundo de Voleibol, nas suas versões masculinas, deste sábado em diante, até meados de Outubro, vão se superpor, também, às idênticas versões de torneios de ambas modalidades para as garotas.

 

Neste dia 27 de Setembro, por exemplo, praticamente no mesmo horário (haja controle-remoto ou, no meu caso, profissional, um par de aparelhos de TV), na Palatrieste, 6.800 pessoas, a seleção do Brasil enfrenta a Turquia no Vôlei. E a de Basquete, pega a República Tcheca – curiosamenente, na Turquia.

 

Integrante do Grupo B da Copa de Vôlei, organizada pela Itália, a equipe de José Roberto Guimarães, com três triunfos consecutivos. já garantiu a sua qualificação à fase seguinte. Só resta saber em que degrau da tabela as moças preciosas do Zé ficarão...

 

Ostentam 9 pontos, nenhum set concedido, um conjunto versátil, compacto, em que as reservas nada devem às titulares. Tanto que nenhuma delas se isola no topo das listas das melhores em cada fundamento essencial. Seus méritos se distribuem equitativamente nos quesitos dos saques, das cortadas e dos bloqueios.

 

 Na Itália e na Turquia, duas competições superpostas envolvem o Brasil. No Vôlei, muitas chances de triunfo. No Basquete, a incógnita de uma equipe quase sem experiência.

 Fernanda Garay

 

As finalizadoras Jaqueline, Fernanda Garay, Sheilla e Natália, as centrais Fabiana e Thaisa, a líbero Camila Brait, as levantadoras Fabi e Dani Lins, todas, absolutamente todas, podem conquistar o laurel de MVP numa peleja. A Turquia, todavia, exibe números bem inferiores nas médias de serviços diretos, de bloqueios fatais e de cortadas no chão – embora tenha participado de 12 sets contra os 9 do Brasil. Seu time, dirigido pelo italiano Massimo Barbolini, depende excessivamente das performances eventualmente positivas das opostas Gozde Sensirma e Neriman Ozsoy.

 

Detalhe: na quinta-feira 25, num prélio acirradíssimo, a Turquia perdeu da Bulgária, 2 X 3 (25-29, 23-25, 18-25, 27-25 e 12-15). A Bulgária em quem o Brasil fizera 3 X 0.

 

Na Arena da Cidade, em Ancara, 10.400 pessoas, as pupilas do ex-craque Luiz Augusto Zanon enfrentam a terrível República Tcheca. O ranking da FIBA, entidade que regulamenta o esporte da cesta no planeta, coloca a República Checa na quinta posição, 432 pontos de eficiência. E o Brasil está no sétimo posto, com 343 pontos.

 

Além de carregar um rude estigma.

 

Nas temporadas recentes, apoiado nas gerações que sucederam as exuberantes Hortência Marcari, Magic Paula e Janeth Arcain, as representantes do Brasil sofreram tombos implacáveis em todas as suas estreias. Nos Jogos Olímpicos de Pequim, 2008, Coréia do Sul 68 X 62. Na Copa do Mundo da República Tcheca, 2010, de novo a Coreia do Sul, 61 X 60. Nos Jogos de Londres, 2012, França 73 X 58. Isso, sem dizer que Zanon levcou à Turquia uma delegação essencialmente de jovens, média de idade de 24,9, logo acima de Sérvia e China (24), e da Coréia do Sul (22).

 

Apenas Adrianinha (35) e Érika (32) possuem uma experiência significativa em seus currículos. Zanon necessita confiar em sete garotas abaixo dos 23: Isabela Ramona, Joice Coelho, Damiris, Tainá, Patrícia, Débora e Tatiane. Damiris, atualmente a grande estrela do Brasil, completará 22 em Novembro.

 

 Na Itália e na Turquia, duas competições superpostas envolvem o Brasil. No Vôlei, muitas chances de triunfo. No Basquete, a incógnita de uma equipe quase sem experiência.

 Damiris

 

Além da República Tcheca, um sorteio infeliz instalou Zanos e as suas garotas num grupo com a Espanha (6ª do ranking) e com o Japão (17º). O primeiro de cada chave passa direto à etapa das quartas-de-final. O segundo e o terceiro se juntam aos correlatos das três outras chaves em mini-certames eliminatórios. Daí, advém a impiedade das batalhas devastadoras de mata-mata.

 

Trajeto complicadíssimo para o Brasil. Caso o time de Zanon não sobrepuje a República Tcheca, precisará de milagres. Por descargo de consciência, o treinador, competentíssimo, aliás, já negocia a sua justificativa de um previsível fracasso: “Não quero medalhas. Pretendo construir um time para 2016”. Tomara...

 

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Em Trieste, Itália, na Copa do Mundo de Voleibol, o time do Brasil supera o Canadá, 3 X 0, e assegura, antecipadamente, a sua passagem à etapa seguinte da competição

 Em Trieste, Itália, na Copa do Mundo de Voleibol, o time do Brasil supera o Canadá, 3 X 0, e assegura, antecipadamente, a sua passagem à etapa seguinte da competição

Depois de detonar, sossegadamente, as seleções da Bulgária e de Camarões, ambas por 3 X 0, nesta quinta-feira, 25 de Setembro, o time do Brasil desafiou, na Copa do Mundo de Voleibol de 2014, organizada pela Itália, mais um adversário inferior – o Canadá, que provinha de um triunfo, 3 X 1 sobre Camarões, e de uma queda, 0 X 3 diante da Turquia. Entregar um set à equipe da Camarões não credenciava o Canadá como um rival temível.

 

Ao menos no papel, todas as estatísticas favoreciam as meninas de José Roberto Guimarães. Atacantes portentosas como Sheilla (15 pontos, numa única peleja), como Fabiana (13), Jaqueline (12) e a reserva Natália (18), contra as médias de 11,5 de Lucille Charak e de 10 de Kyla Richey, as melhores do Canadá. O ótimo elenco de Zé Roberto levava vantagem em outros quesitos como o saque, o bloqueio – e principalmente as recepções, 33,4% de acertos para somente os 15% das suas adversárias de ocasião.

 

De fato, novamente, um placar sem sustos, 3 X 0.

 

Enquanto o Brasil pôde levar à Itália titulares e reservas quase de um nível idêntico, conforme comprovou a peleja com Camarões, em que Zé Roberto só não poupou, dentre as principais do time, a líbero Camila Brait, o alemão Arno Ludwig, treinador do Canadá, dependeu em demasia da ofensividade, irregukar, aliás, de Tabitha Love e Kyla Rickey, suas cortadoras mais ousadas

 

O Brasil necessitou de meros 20’08” para escancarar um marcador de 25-14 no set inicial. Se, nos prélios anteriores, haviam brilhado as estrelas de Sheilla, Thaísa e Natália, frente o Canadá apareciam, como destaques, a capitã Fabiana e Jaqueline Endres – esposa do Murilo do Vôlei dos rapazes. Ah, recursos fartos...

 

O Canadá tentava e re-tentava reagir, estabanadamente. Mas, além de soçobrar nas recepções e nos passes, a sua levantadora Jennifer Lundquist sumariamente não encontrava as suas finalizadoras. E o segundo set exibiu uma reprise do inicial. Lampéjos habitualmente ingênuos do Canadá. E uma eficiência cruel do Brasil.

 

Ludwig fez de tudo. Inverteu a levantadora e a oposta. No placar de 14-3, já tinha recorrido à dez das suas doze pupilas. Ironia: as meninas do Brasil vibravam até quando se equivocavam, prova da sua formidável união. No tempo técnico, 16-5, ainda que bastante calmo, sereno, Zé Roberto solicitava mais pressão. Até então, bem difícil definir a MVP entre Fabiana e Jaqueline...

 

Determinado a propiciar ritmo à levantadora Josefa Fabíola, a sub de Dani Lins, o treinador do Brasil lhe deu uma boa oportunidade no segundo set. E também assumiram a quadra Tandara e Natália. Um desastre para o frágil Canadá, placar de 25-8.

 

Evidentemente com o combate dominadíssimo, mais três pontos na tabela de classificação, o time do Brasil descurou um tico da sua concentração. No princípio do set derradeiro, o Canadá ainda esboçou um esperneio. Mas, no tempo técnico, 8-4, Zé Roberto exigiu o máximo de controle. Queria terminar logo.

 

Nos 9-5, um sobressalto – Dani Lins se chocou com Fê Garay e passou a manquitolar. Permaneceu em ação, porém. Apenas as dores de uma pancada, felizmente. No tempo técnico seguinte, o time de Zé Roberto já ostentava mais um ponto de folga, 16-11. Com Sheilla no serviço, o Brasil subiu a 20-13. E Sheilla não é a grande especialista nesse fundamento básico.

 

Restava Zé Roberto enviar à pugna Gabi e Adenizia – que, nesta quinta, ainda não tinham sentido o clima da Arena Palatrieste. E o resultado se fechou, placidamente, em 25-18, 3 X 0 no agregado. Um resultado que garantiu, matematicamente, a passagem do time do Brasil à etapa subsequente da competição.

 

Duração do treino de luxo: 1h16’34”. Somente.

 

 Em Trieste, Itália, na Copa do Mundo de Voleibol, o time do Brasil supera o Canadá, 3 X 0, e assegura, antecipadamente, a sua passagem à etapa seguinte da competição

 Craque da jornada? Indubitavelmente Jaqueline.

 

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