Campeonato Brasileiro de 2014: quem tem mais chances de Libertadores, e quem corre mais riscos da humilhação do rebaixamento…

 

 Campeonato Brasileiro de 2014: quem tem mais chances de Libertadores, e quem corre mais riscos da humilhação do rebaixamento...

 

Neste sábado, 25 de Outubro, o Campeonato Brasileiro chega à rodada 31 em um total de 38. Já se disputaram 90 pontos e apenas uma definição parece próxima: com 60, embora visite o complicado Figueirense, no alçapão do Orlando Scarpelli, em Florianópolis, o Cruzeiro de BH dificilmente desperdiçará o título da temporada.

 

Existem, no entanto, de acordo com a tabela do certame, mais três vagas à disposição na Copa Libertadores de América de 2015. Mesmo a uma distância, digamos, racionalmente intransponível, São Paulo e Corinthans são os principais perseguidores do Cruzeiro – respectivamente, nas cotas dos 53 e dos 52 pontos positivos.

 

Por questões de segurança (a rodada também prevê, na capital dos Bandeirantes, o derby Palmeiras X Corinthians), caberá ao Tricolor hospedar o Goiás (41 pontos) apenas na segunda-feira. Dono da maior quantidade de bons atacantes naturais do Pàís – Luís Fabiano, Pato, Alan Kardec, Osvaldo, Ademílson, Ewandro – o São Paulo é, na teoria, um óbvio favorito. No entanto, Pato vive lesionado e Fabiano, além de contundido, sofre com os seus sucessivos problemas disciplinares. Contratado por uma fortuna, Alan Kardec amarga o torpor de onze pugnas sem anotar um gol.

 

Em ascensão, paralelamente aos seus adversárioss de gramado o ciclotímico Corinthians se obriga a enfrentar, ainda, uma inimiga inesperada, a chamada Justiça Esportiva, que não hesita em dizimar o seu time. A sua diretoria já havia cometido os erros crassos de se livrar de Sheik e de Romarinho, sem providenciar a reposição.

 

Agora, padece com a ausência de Paolo Guerrero – absolvido por unanimidade numa instância inferior e condenado numa superior, depois de recurso da Procuradoria, pelo esbarrão evidentemente involuntário, acidental, no árbitro Leandro Bizzio, prélio contra o Bragantino, na Copa do Brasil. Com o mando do Verdão, o Timão pega o Palmeiras (35 pontos) no Pacaembu – lá, ao menos, está invicto, diante do rival, já faz 19 anos.

 

Os matemáticos concedem ao São Paulo 71,1% de probabilidade de classificação à Libertadores. Ao Corinthians, 69,9%. Mesmo atrás em pontos, nos 51, o Atlético Mineiro, que abriga o Sport Recife (37), no seu Estádio Independência, aparece um pingo melhor: 71,5%. Bem abaixo, a relação propõe 36,8% ao Internacional de Porto Alegre (50 pontos) – que duela com o Bahia (31), ameaçadérrimo de rebaixamento à Série B.

 

Aliás, por falar em rebaixamento, eis os números dos candidatos à triste humlhação da queda: Botafogo (89,7%,), Criciúma (86,1%), Bahia (62,3%), Vitória (60,2%), Coritiba (49,3%). Guarde esses dados, para conferir, no futuro.

 

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O beabá infantilóide da CBF

 O beabá infantilóide da CBF

Atenção para a gravata gema-de-ovo de Marin...

 

Para utilizar um verbo tão em moda nas comunicações entre os jovens de todas as mídias, hoje bombaram os comentáros a respeito da tal cartilha que a CBF vai impor aos seus atletas. Claro, por princípio, sou contra qualquer tipo de beabá primitivo que se atire ao colo inclusive de crianças – sem falar dos profissionais super-escolados como os astros da seleção nacional.

 

A tal cartilha da CBF que o Sr. Carlos Caetano Bledorn Verri, mais celebrado como Dunga, defendeu em entrevista coletiva, obviamente nasceu da inspiração dos idos em que o Sr. José Maria Marin, atual presidente da entidade e mais celebrado como Zé das Medalhas, foi um acólito servil da Ditadura Militar.

 

Não custa, de todo modo, analisar o texto do tal beabá.

 

Vetadas as manifestações religiosas ou políticas

Na história dos esportes deste País, não existiu novimento mais libertário e mais crucial do que a “Democracia Corinthiana”. Quaisquer manifestações, no entanto, precisam depender de um acordo coletivo. Afinal, não há sentido em um atleta, durante uma partida, bradar em favor de João enquanto outro prega por Manuel. Ordem desnecessária da cartilha, que pressupõe serem os atletas meros imbecis.

 

Proibidos os bonés, brincos, penduricalhos etc.

Por quê não vetar a horrorosa gravata gema-de-ovo do Marin?

 

Compulsória a utilização de tênis e meias.

Não me convoquem, jamais. Sou alérgico a meias.

 

Proibidos os celulares, iPads, laptops e outros eletrônicos nas preleções, nas refeições ou mesmo nos vestiários.

No caso das preleções e equivalentes, obviamente eu concordo. E também concordo no caso das refeições. Há poucas situações tão desagradáveis como desfrutar uma macarronada ao lado de uma pessoa que tecla-e-retecla no seu telefoninho. Mas, nos vestiários, tolice. Fazer o quê com os velocistas ou os saltadores olímpicos que se aquecem plugados em seus fones-de-ouvido?

 

Cantar o hino nacional e respeitar o hino alheio.

Orientação absolutamente rebarbativa...

 

Pagar o próprio excesso de bagagem.

Naturalíssimo. Nem precisava ser escrito.

 

Pagar as suas ligações telefônicas.

Discordo. Os atletas foram retirados dos seus ambientes, dos seus lares, estão a trabalho, merecem esse conforto.

 

Proibido vazar informações internas.

Exagero. Considera moleques os profissionais da seleção.

 

Manter a pontualidade às agendas da CBF.

Grotesco. Considera pivetes os profissioinais da seleção.

 

Confesso que eu me ofenderia se algum dos meus empregadores passados, todos de alto nível, Veja, Vogue, Gang Publicidade, Istoé, Record, Folha, Band, Manchete, Estadão, ESPN, ousasse me apresentar um beabá tão infantilóide. Pediria que se agregasse uma chupeta ao texto da cartilha. Vade retro, Dunga.

 

Não existe nada mais cretino do que um cretino congênere.

 

PS: Foi igualmente banida a possibilidade de alguém se levantar da mesa, no café-da-manhã, no almoço, no lanche da tarde, no jantar, na ceia da noite, antes do capitão do time. Meu avô, Giovanni Battista, enviava à cozinha quem, por descuido, nas refeições,  coçasse a cabeça. Isso, na primeira metade do Século XX. Correto, ainda agora, questão de higiene e de respeito aos outros comensais. Todavia, questiono a cartilha: e se o capitão for um glutão, ou um preguiçoso, ou um safado, e demorar uma hora na sobremesa e no café, só para provocar os colegas? Ah, CBF, menos, menos, por favor.

 

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E o Corinthians retorna ao tal do G4…

 E o Corinthians retorna ao tal do G4...

Renato Augusto: frágil, mas o melhor

 

Depois de perambular longas semanas, prazerosamente, fique bem claro, através das plagas do Basquete e do Voleibol, depois de lastimar a incúria que humilha a história gloriosa da Portuguesa de Desportos, depois de exigir providências exemplares contra as quadrilhas que se travestem de torcidas organizadas no Futebol do País, nesta quarta, 23 de Outubro, voltei à paixão básica.

 

No caso, o Futebol do Campeonato Brasileiro de 2014. E, dentro de tal certame, optei por verificar de que maneira se comportaria, diante do Vitória de Salvador, Bahia, ameaçado de rebaixamento, o irregularíssimo Corinthians, ainda em busca de vaga no chamado G4 e na próxima Libertadores de América, sem quatro titulares (o lesionado Ralf, os suspensos Guerrero, Fágner e Cássio),

 

Pior, para o Timão, o cotejo aconteceria em Cuiabá, Mato Grosso, na Arena Pantanal, a quase 1.530 quilômetros da Arena Itaquera – motivo: a suspensão de uso por causa de uma briga entre vândalos de duas de suas gangues, no prélio diante do São Paulo. Desabou um temporal em Cuiabá, minutos antes de o prélio começar. Mas, o Corinthians não se abalou com vôo ou aguaceiro.

 

Mandou no prélio, apesar da retrança com que o treinador Ney Franco armou seu elenco. Claro, faltava ao alvinegro a referência ofensiva que o peruano Guerrero sempre propicia. Seu substituto, na Pantanal, o levíssimo paraguaio Romero, não ostenta a mesma consistência, a mesma experiência. De qualquer forma, aos 18’, na complementação de uma jogada do ótimo Renato Augusto, o lateral Fábio Santos desferiu um torpedo, 1 X 0.

 

Verdadeiro maestro, RenatoAugusto regia as ações. Pena que seja tão suscetível às contusões. Felizmente, para o Timão, o Vitória era incapaz de criar situações mais perigosas. Mesmo na derrota insitia em se prender ao cadeado e a se limitar aos contra-ataques. Só desejava evitar a necessidade de gols do Timão.

 

Sem alterações nas duas respectivas escalações, a etapa derradeira exibiu um perfil equivalente ao da primeira. A engenhosidade do meio-campo do Corinthians e a impotência da sua ofensiva. Ora, e dizer que a sua cartolagem desperdiçou os concursos de Émerson Sheik e de Romarinho por motivos, ahn, insondáveis...

 

Convenhamos, não existe time que sobreviva limpamente com um único, bravo arrematador, na sua relação de atletas. Muito pior, o nefando STJD puniu Guerrero com três pugnas de suspensão por causa daquele encontrão estranho no mediador Leandro Marinho na Copa do Brasil. Irônico detalhe: Guerrero já fora absolvido em instância anterior. Aos 63’, Mano Menezes, o treinador do Timão, sacou Romero e o trocou pelo peso-pluma Luciano.

 

Petros assumiu a responsabilidade de correr o que o frágil Renato Augusto já não mais conseguia. E o Corinthians sõ produzia sustos cruciais no Vitória em bolas paradas e em bolas pelo alto, como a testada no travessão de Anderson Martins, aos 67’, depois de um escanteio levantado por Jádson. Conforme habitualmente ocorre no Timão de Mano Menezes, se sucedeu uma loteria.

 

O gaúcho sacou Jádson e o trocou pelo moleque Malcom, ainda abaixo dos dezoito de idade. Menos controle, mais aceleração. A chuva estancou (por quê não se transferiu à região da Cantareira?). E, no seco, o Vitória se locupletou do recuo de Mano...

 

Um costume desastrado do treinador do Corinthians...

 

Que insistia, e insistia, nas pelotas alçadas nas imediações da marca do Vitória. Pois aos 80’, nos estertores de três cruzamentos inúteis, Malcom, de calcanhar, achou Luciano, que fulminou, implacavelmente. Timão 2 X 0. Justamente. Aos 84’, no entanto, na cobrança de uma falta, o ex Edno encurtou, 1 X 2. Aquilo que parecia uma festa se transformou em pesadelo.

 

É o Corinthians de Mano Menezes, que adora um circo.

 

É, o Mano idolatra um sufocaço... Nem Freud explicaria...

 

Resumo da pré-rodada dramática e inesperada da quarta-feira, antes dos desafios da TV às 22h00: Timão no degrau dos 52 pontos. O tal do G4 que satisfaria o Mano...

 

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Só uma mudança radical na legislação terminará de vez com as quadrilhas organizadas que infelizmente infestam o Futebol do Brasil

 Só uma mudança radical na legislação terminará de vez com as quadrilhas organizadas que infelizmente infestam o Futebol do Brasil

 

Ontem, dia 20, abdiquei do tema. Hoje, não resistirei.

 

Falarei seríssimo. Aliás, já deveria ter assumido esta postura muito antes. De agora em diante, porém, em benefício da minha longa história pessoal, profissional, e ideológica, eu me recusarei, sumariamente, a dizer que são torcidas essas verdadeiras quadrilhas de gangsters mirins. E, fique bem claro, eu não utilizo tal expressão, “mirins”, pela sua idade e pela sua postura de ridículos pivetes.

 

Pivetes de espírito, pois há adultos de idade entre os “mirins”

 

Não relato uma novidade quando afirmo que o trogloditismo das torcidas-quadrilhas extrapola os limites do futebol. Ou que reflete uma fragilidade familiar, uma deficiência moral e psicológica, uma inconsistência educacional. Sinceramente, não interessa.

 

Queimei boa parte dos meus anos jovens e perdi amigos, colegas e companheiros nos desvãos malditos da Ditadura Militar. Batalhei arduamente contra a Censura Oficial que até me obrigou a um punhado de visitas nada confortáveis à Polícia Federal. Publicamente, mesmo depois de um assalto brutal em que recebi dois tiros, defendi os Direitos Humanos de Defesa e de proteção física dos imbecis.

 

Agora, no entanto, quando o trogloditismo paira sobre os CTs dos clubes, sobre as arquibancadas dos estádios, sobre as estações de Metrô, sobre as ruas das cidades e, infamemente, atinge uma rodovia como a Anchieta, é crucial gritar “Basta!”.

 

Nos meados da década de 90, Fernando Capez, ousado promotor de Justiça no Estado de São Paulo, entre outras medidas drásticas, conseguiu a extinção da “Mancha Verde”, uma das mais maléficas quadrilhas organizadas do País. O prestígio decorrente lhe permitiu adotar a carreira política e, no pleito de 2014, atingir, com 306.268 votos, um recorde, o seu terceiro mandato como um Deputado pelo PSDB.

 

 Só uma mudança radical na legislação terminará de vez com as quadrilhas organizadas que infelizmente infestam o Futebol do Brasil

 

Por quê ele não tentou a Câmara, em Brasília? Lá, no Congresso, talvez pudesse auxiliar o Parlamento Nacional a implantar, no País, uma norma implacável como o RICO (Racketeer Influenced and Corrupt Organization Act) – simplificadamente, um estatuto que, a partir dos anos 80, permitiu ao governo norte-americano processar, julgar e condenar pessoas mesmo indiretamente associadas a atos criminosos. Graças ao RICO, durante o desenrolar da década de 90, os EUA destruíram a Máfia.

 

O Brasil necessita de um equivalente do RICO para acabar de vez com os gangsters das torcidas-quadrilhas. Apenas com um RICO, por aqui, ficará viável que se detenham, se acusem e se encarcerem TODOS os trogloditas envolvidos em uma batalha num estádio, nas suas imediações ou mesmo numa distante rodovia.

 

Insisto, no maiúsculo e no negrito: TODOS.

 

Foi uma certa Mancha Alvi-Verde, sucessora da Mancha Verde que Capez detonou, vinte anos atrás, quem armou a emboscada da Anchieta, no recente domingo, contra os gangsters nada inocentes do Santos. De que adiantou todo o esforço de Capez se a Mancha simplesmente mudou de nome, com o encaixe de um Alvi antes do Verde, mas permaneceu um antro, perdão, de vagabundos visigodos?

 

Morreu um garoto palestrino na emboscada. Desafortunadamente. Como pai e como avô eu remeto a minha integral solidariedade afetiva à família enlutada. Mas, convenhamos, desafortunadamente em dobro, que fazia o garoto palestrino na tocaia da Anchieta?

 

Deus meu, que cada família, agora, julgue melhor, pondere melhor, aja melhor, e evite que os seus rebentos adiram a essas corjas de imbecis, por favor.

 

E há mais, muito mais...

 

As regras de punição, hoje, apenas estabelecem multinhas às quadrilhas em guerra.

 

Grotesco!

 

Prefeitura patrocinar Escolas de Samba ligadas às organizadas? Uma ofensa...

 

Sim, sem um estatuto radical, engenhoso, que abarque TODOS os interessados e TODOS os interesseiros, sem remissão, a atual torpeza não acabará, nunca.

 

Que venha um estatuto que torne cúmplices os clubes que sustentam as suas quadrilhas - como as empresas que, nos EUA, pagavam proteção à Máfia e se humilharam pela divulgação nociva das suas marcas. Os clubes e, nominalmente, os seus cartolas (ir)responsáveis. Que venha um RICO para salvar o Futebol do Brasil.

 

E que cada família que ainda não padeceu com um desperdício irreparável impeça os seus pimpolhos de integrarem esse bandos de gangsters sem objetivos e sem destino. Papai, mamãe, a correção dos desvios se inicia dentro de casa.

 

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Na rota do bi do Campeonato Nacional, o precioso Cruzeiro de Marcelo de Oliveira

 Na rota do bi do Campeonato Nacional, o precioso Cruzeiro de Marcelo de Oliveira

 

Eu deveria escrever sobre os trogloditas que, neste domingo, 19 de Outubro, protagonizaram, na Via Anchieta, cá no Estado de São Paulo, mais uma abominável ação criminosa que envergonha o Futebol do País.

 

Ou, depois de lastimar, em meu texto mais recente, a situação deplorável a que a incúria da cartolagem relegou a queridíssima Portuguesa de Deportos, poderia falar de um outro ex-grande dos esportes do Brasil, o infelizmente falido Botafogo do Rio. Prefiro, porém, tratar de um assunto deliciosamente positivo.

 

Trata-se da excelente performance do Cruzeiro de Belo Horizonte no Campeonato Nacional de 2014, por enquanto 59 pontos em 87 disponíveis, dezoito triunfos, cinco empates e apenas seis derrotas em 29 partidas. O Cruzeiro que galopa celeremente em busca do seu bi-título, na liderança do certame, sete pontos de folga sobre o seu vice, o São Paulo. O clube comandado por Marcelo de Oliveira Santos Uzai, 59 anos de idade.

 

Mineiro de Pedro Leopoldo, na sua rarreira de atleta um ponta-de-lança destacado pela inteligência, pela criatividade, Marcelo jamais jogou bola no Cruzeiro. Curiosamente, aliás, se fornou nas bases do seu maior rival, o Atlético, que o revelou em 72 e cuja camisa ele envergou, orgulhosamente, até 83.

 

Nos seus tempos de Galo, inclusive, disputou quatro pugnas pela seleção que participou dos Jogos Pan-Americanos da Cidade do México, em 1975, três triunfos, uma igualdade, dois gols e uma medalha de ouro, posteriormente cassada pela FIFA, consequência de uma onfusão na decisão, contra o time da casa). Outras sete na seleção principal (cinco triunfos, dois empates, um tento).

 

Foi o saudoso Thomaz Soares da Silva, o grande Zizinho (1921-2002) quem o levou ao Pan. Foi o também saudoso Osvaldo Brandão, (1916-1989) quem o conduziu à principal, na fase de preparação às eliminatórias da Copa da Argentina/78.

 

Ainda passou por Botafogo, Nacional do Uruguai, Desportiva do Espírito Santo – até dependurar as chuteiras, em 1985, quando se transformou em comentarista na TV Educativa de Minas. Ficou atrás das câmeras por quase duas décadas, até 2003, quando topou um convite para assumir o cargo de treinador nas bases do Galo. Perambulou na função até 2013, quando pegou o Cruzeiro.

 

Daí, apesar da óbvia desconfiança dos torcedores, admiravelmente decolou. Levantou o Campeonato Nacional de 2013. O de Minas, invicto, em 2014. E, no momento, já acumula 126 combates no banco do clube, com um aproveitamento espetacular de 75%. Só um maremoto impedirá o Cruzeiro de reprisar a façanha de 2013. Evidentemente impossível. Sabe-se que em Minas não existem oceanos...

 

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