Só uma mudança radical na legislação terminará de vez com as quadrilhas organizadas que infelizmente infestam o Futebol do Brasil

 Só uma mudança radical na legislação terminará de vez com as quadrilhas organizadas que infelizmente infestam o Futebol do Brasil

 

Ontem, dia 20, abdiquei do tema. Hoje, não resistirei.

 

Falarei seríssimo. Aliás, já deveria ter assumido esta postura muito antes. De agora em diante, porém, em benefício da minha longa história pessoal, profissional, e ideológica, eu me recusarei, sumariamente, a dizer que são torcidas essas verdadeiras quadrilhas de gangsters mirins. E, fique bem claro, eu não utilizo tal expressão, “mirins”, pela sua idade e pela sua postura de ridículos pivetes.

 

Pivetes morais, pois há adultos de idade entre os “mirins”

 

Não relato uma novidade quando afirmo que o trogloditismo das torcidas-quadrilhas extrapola os limites do futebol. Ou que reflete uma fragilidade familiar, uma deficiência moral e psicológica, uma inconsistência educacional. Sinceramente, não interessa.

 

Queimei boa parte dos meus anos jovens e perdi amigos, colegas e companheiros nos desvãos malditos da Ditadura Militar. Batalhei arduamente contra a Censura Oficial que até me obrigou a um punhado de visitas nada confortáveis à Polícia Federal. Publicamente, mesmo depois de um assalto brutal em que recebi dois tiros, defendi os Direitos Humanos de Defesa e de proteção física dos imbecis.

 

Agora, no entanto, quando o trogloditismo paira sobre os CTs dos clubes, sobre as arquibancadas dos estádios, sobre as estações de Metrô, sobre as ruas das cidades e, infamemente, atinge uma rodovia como a Anchieta, é crucial gritar “Basta!”.

 

Nos meados da década de 90, Fernando Capez, ousado promotor de Justiça no Estado de São Paulo, entre outras medidas cruciais conseguiu a extinção da “Mancha Verde”, uma das mais maléficas quadrilhas organizadas do País. O prestígio decorrente lhe permitiu adotar a carreira política e, no pleito de 2014, atingir, com 306.268 votos, um recorde, e seu terceiro mandato como um Deputado pelo PSDB.

 

 Só uma mudança radical na legislação terminará de vez com as quadrilhas organizadas que infelizmente infestam o Futebol do Brasil

 

Por quê ele não tentou a Câmara, em Brasília? Lá, no Congresso, talvez pudesse auxiliar o Legislativo Nacional a implantar, no País, uma norma implacável como o RICO (Racketeer Influenced and Corrupt Organization Act) – simplificadamente, um estatuto que, a partir dos anos 80, permitiu, ao governo norte-americano, processar, julgar e condenar pessoas mesmo indiretamente associadas a atos criminosos. Graças ao RICO, durante o desenrolar da década de 90, os EUA destruíram a Máfia.

 

O Brasil necessita de um equivalente do RICO para acabar de vez com os gangsters das torcidas-quadrilhas. Apenas com um RICO, por aqui, ficará viável que se prendam, se acusem e se encarcerem TODOS os trogloditas envolvidos em uma batalha num estádio, nas suas imediações ou mesmo numa distante rodovia.

 

Insisto, no maiúsculo e no negrito TODOS.

 

Foi uma certa Mancha Alvi-Verde, sucessora da Mancha Verde que Capez detonou, vinte anos atrás, quem armou a emboscada da Anchieta, no recente domingo, contra os gangsters nada inocentes do Santos. De que adiantou todo o esforço de Capez se a Mancha simplesmente mudou de nome, com o encaixe de um Alvi antes do Verde, mas permaneceu um antro, perdão, de visigodos?

 

Morreu um garoto palestrino na emboscada. Desafortunadamente. Como pai e como avô, remeto a minha solidariedade à Família enlutada. Mas, convenhamos, desafortunadamente em dobro, que fazia o garoto palestrino na tocaia da Anchieta? Deus meu, que cada família agora julgue melhor e evite que os seus rebentos adiram a essas corjas de imbecis, por favor.

 

E há mais, muito mais...

 

As regras de punição, hoje, apenas estabelecem multinhas às quadrilhas em guerra. Grotesco!

 

Prefeitura patrocinar Escolas de Samba ligadas às organizadas? Uma ofensa...

 

Sim, sem um estatuto radical, engenhoso, que abarque TODOS os interessados e TODOS os interesseiros, sem remissão, a atual torpeza não acabará, nunca.

 

Que venha um estatuto que torne cúmplices os clubes que sustentam as sua quadrilhas - como as empresas que, nos EUA, pagavam proteção à Máfia e se humilharam pela divulgação nociva das suas marcas. Os clubes e, nominalmente, os seus cartolas (ir)responsáveis.

 

Que venha um RICO para salvar o Futebol do Brasil.

 

E, cara família que ainda não padeceu com um  desperdício irreparável, impeça os seus pimpolhos de integrarem esse bandos de gangsters sem objetivos e sem destino. Papai, mamãe, a correção dos desvios se inicia dentro de casa.

 

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Na rota do bi do Campeonato Nacional, o precioso Cruzeiro de Marcelo de Oliveira

 Na rota do bi do Campeonato Nacional, o precioso Cruzeiro de Marcelo de Oliveira

 

Eu deveria escrever sobre os trogloditas que, neste domingo, 19 de Outubro, protagonizaram, na Via Anchieta, cá no Estado de São Paulo, mais uma abominável ação criminosa que envergonha o Futebol do País.

 

Ou, depois de lastimar, em meu texto mais recente, a situação deplorável a que a incúria da cartolagem relegou a queridíssima Portuguesa de Deportos, poderia falar de um outro ex-grande dos esportes do Brasil, o infelizmente falido Botafogo do Rio. Prefiro, porém, tratar de um assunto deliciosamente positivo.

 

Trata-se da excelente performance do Cruzeiro de Belo Horizonte no Campeonato Nacional de 2014, por enquanto 59 pontos em 87 disponíveis, dezoito triunfos, cinco empates e apenas seis derrotas em 29 partidas. O Cruzeiro que galopa celeremente em busca do seu bi-título, na liderança do certame, sete pontos de folga sobre o seu vice, o São Paulo. O clube comandado por Marcelo de Oliveira Santos Uzai, 59 anos de idade.

 

Mineiro de Pedro Leopoldo, na sua rarreira de atleta um ponta-de-lança destacado pela inteligência, pela criatividade, Marcelo jamais jogou bola no Cruzeiro. Curiosamente, aliás, se fornou nas bases do seu maior rival, o Atlético, que o revelou em 72 e cuja camisa ele envergou, orgulhosamente, até 83.

 

Nos seus tempos de Galo, inclusive, disputou quatro pugnas pela seleção que participou dos Jogos Pan-Americanos da Cidade do México, em 1975, três triunfos, uma igualdade, dois gols e uma medalha de ouro, posteriormente cassada pela FIFA, consequência de uma onfusão na decisão, contra o time da casa). Outras sete na seleção principal (cinco triunfos, dois empates, um tento).

 

Foi o saudoso Thomaz Soares da Silva, o grande Zizinho (1921-2002) quem o levou ao Pan. Foi o também saudoso Osvaldo Brandão, (1916-1989) quem o conduziu à principal, na fase de preparação às eliminatórias da Copa da Argentina/78.

 

Ainda passou por Botafogo, Nacional do Uruguai, Desportiva do Espírito Santo – até dependurar as chuteiras, em 1985, quando se transformou em comentarista na TV Educativa de Minas. Ficou atrás das câmeras por quase duas décadas, até 2003, quando topou um convite para assumir o cargo de treinador nas bases do Galo. Perambulou na função até 2013, quando pegou o Cruzeiro.

 

Daí, apesar da óbvia desconfiança dos torcedores, admiravelmente decolou. Levantou o Campeonato Nacional de 2013. O de Minas, invicto, em 2014. E, no momento, já acumula 126 combates no banco do clube, com um aproveitamento espetacular de 75%. Só um maremoto impedirá o Cruzeiro de reprisar a façanha de 2013. Evidentemente impossível. Sabe-se que em Minas não existem oceanos...

 

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Pobre Portuguesa de Desportos…

 Pobre Portuguesa de Desportos...

Lindolfo, Djalma Santos, Nena, Brabndaozinho, Hermínio e Ceci.

Julinho, Renato, Nininho, Pinga e Simão. timaço...

 

Depois de praticamente dois meses de textos cotidianos a respeito das edições da Copa do Mundo de Basquete e da Copa do Mundo de Voleibol, para homens e para mulheres, mereci tirar alguns dias de descanso. Retorno hoje – mas, retorno bem triste.

 

Pois é, triste com a quarida Portuguesa de Desportos gravemente à beira do abismo da Série C do Campeonato Brasileiro. Incrível, a associação rubro-verde do Canindé só conquistou 21 pontos de 90 disponíveis no certame da Série B. Última colocada.

 

Ontem, no sábado, 18 de Outubro, a sua diretoria demitiu Wagner Benazzi, o seu quinto treinador na temporada. Antes, já haviam desabado Guto Ferreira, Argel Fucks, Marcelo Veiga e Paulo Silas do Prado Pereira. O caminho mais curto para o suicídio.

 

Provenho de uma geração que, afetuosamente, sempre considerou a Portuguesa a sua segunda agremiação do coração. Especialmente porque tal geração acompanhou, na infância e na adolescência, os elencos que os seus presidentes Mário Augusto Isaias e Luís Portes Monteiro montavam na década de 50. Ah, eu sei de cor: Lindolfo  (Muca), Nena e Noronha (Hermínio); Santos (sim, ele mesmo, o Djalma), Brandãozinho e Ceci; Julinho, Renato, Nininho, Pinga (Ipojucan) e Simão (Nílson). A base da seleção paulista.

 

Com esses atletas, a Portuguesa fez três excursõue à Europa sem perder qualquer partida, em 1951, 1953 e 1954. Ganhou o velho Torneio Rio-São Paulo em 1952 e 1955. Levado por meu pai, Edu, e por um tio, Adelino Pimentel, fanático tornedor da Lusa, em 13 de Novembro de 55, numa manhã de domingo, no estádio do Pacaembu, eu vi a rubro-verde espagar o Santos, já embrião do esquadrão de Pelé, pelo absurdo de 8 X 0.

 

Que desfecho patético para uma história maravilhosa...

 

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ATUALIZAÇÃO, Copa do Mundo de Voleibol: graças ao carismático Karch Kiraly no seu comando, os Estados Unidos arrebatam o ouro e fica com o Brasil o consolo do bronze.

 ATUALIZAÇÃO, Copa do Mundo de Voleibol: graças ao carismático Karch Kiraly no seu comando, os Estados Unidos arrebatam o ouro e fica com o Brasil o consolo do bronze.
Karch Kiraly, o insuperável
Foi uma decisão absolutamente pelo avesso. As seleções da Itália anfitriã e do Brasil favorito ao título se debateram pelo vil consolo da medalha de bronze. Brigaram pelo ouro as duas equipes menos cotadas da China e dos Estados Unidos.

 

Mesmo assim, se esgotaram os quase 12.000 lugares que o Forum Mediolanum de Milão ofereceu para a jornada derradeira da Copa do Mundo de Voleibol. Ao invés do prélio principal, programado para as 20h00, na Bota, os espectadores se apinharam no cotejo preliminar, principiado em torno das 17h30.

 

Cotejo que o Brasil ganhou, 3 X 2.

 

Na batalha pelo título, Estados Unidos 3 X 1 na China,.

 

Parciais de 27-25, 25-20, 16-25 e 26-24.

 

Parabéns ao seu treinador, Karch Kiraly, que já havia arrebatado títulos olímpicos como jogador, na quadra e na praia, e que agora abiscoita mais um, no banco. Descendente de húngaros, Kiraly já foi escolhido pela FIVB, a entidade que regula a modalidade no universo, como o seu "maior de todos os tempos". Justíssimo.

 

Na pugna pela terceira colocação na Copa, apesar dos seus agitados "tifosi" as meninas da “Azzurra” sentiram bem mais a circunstância de não estarem na batalha pelo topo do pódio. Apesar dos estímulos de Marco Bonitta, o seu treinador, acumularam equívocos no set inicial e, no tempo técnico, já perdiam, 16-8.

 

Bonitta demorou a colocar em quadra a oposto Valentina Diouf, 2m02, meio lombarda, meio senegalesa, poderosa nas cortadas e no serviço, e as pupilas de José Roberto Guimarães fecharam o set.com uma folga muito confortável, 25-15.

 

Para o set seguinte, além de Diouf o treinador da Itália recorreu a duas garotas da seleção juvenil da Itália, recém-campeã do planeta: a central Cristina Chirichela e a batedora Caterina Bosetti. Valeu pouco. No tempo técnico, já dava Brasil, 8-7. Daí, o Brasil ainda esticou a sua vantagem, até o placar de 25-13.

 

Mesmo a fiel torcida da “Azzurra” passou a aplaudir o time de Zé Roberto. As suas garotas, porém, apenas despertaram do pesadelo a partir da metade do terceiro set – e obtiveram uma boa vantagem de 16-11. Sem problemas, subiram até 25-22.

 

Acordariam de vez? Não, se dependesse da levantadora Dani Lins, numa partida excelente, 8-3 no tempo técnico – até então, cinco dos pontos do Brasil. A Itália, de todo modo, evoluiu bastante, encurtou a folga e igualou, 9-9. Faltava mais foco às garotas de Zé oberto. Um foco que demorou muito a ressurgir.

 

No outro tempo técnico, “Azzurra” 16-15. Obrigatoriamente, as moças de Bonitta necessitavam se manter adiante para obterem a chance do tie-break. Dificílimo, porém, conter Diouf, a melhor do ataque da Itália, 23 pancadas contra as 17 de Sheilla.

 

Epílogo dramático do set. Bloqueio de Fer Garay, o seu ponto de número 13. Torpedo de Del Core e, logo após, erro da mesma Del Core no serviço, 22-22. Bloqueio mal sucedido de Thaísa, a Itália em 23-22. Péssima diagonal de Thaísa, com a rede escancarada, a Itália em 24-22. Òtimo bloqueio de Diouf, 25-22.

 

Em situações assemelhadas, prevalece quem pegou embalo. O tie-break, de todo modo, se desenrolou degrau a degrau. Por causa de uma tolice do árbitro Jiang Liu, da China, que não apontou toque duplo de Garay, o Brasil escalou um, belo patamar, 8-4. Restava, meramente, segurar tal folga. Que, aliás, inclusive se amplou, 10-5. E 11-5, graças a um tiro sem pontaria de Bosetti.

 ATUALIZAÇÃO, Copa do Mundo de Voleibol: graças ao carismático Karch Kiraly no seu comando, os Estados Unidos arrebatam o ouro e fica com o Brasil o consolo do bronze.

 Paralela de Jaqueline, 13-6. À vista o consolo do bronze. Sheilla 14-7, o seu acerto de número 21. Foguete de Garay, 15-7. Diouf acumulou o absurdo de 31 pontos. Mas, como MVP, escolho a parformance vibrante de Sheilla, que somou 21.

 

De acorrdo com a FIVB, eis a escalação das principais da Copa: MVP absoluta, Kimberly Hill (EUA); cortadoras, além de Hill a chinesa Ting Zhu; centrais, Thaísa e Yang Junjing (China); Alissa Glass, levantadora dos EUA; Sheilla, oposto; e a líbero Monica Di Gennaro, da Itália (discordo, votaria em Camila Brait; a dona-da-casa, entretanto, precisaria exibir ao menos uma das suas garotas na relação dos destaques da Copa.

  

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Pena… Fomos no Vôlei…

Frustração. Terrível frustração. Uma fantasia linda que se esvaiu sem justificativa e sem explicaçâo. Adeus, garotas do Brasil.

 

É, adeus, depois do seu torneio mais bonito e caloroso.

 

Um desastre, absoluto, Estados Unidos 3 X 0, 25-18 29-27, 25-20. Praticamente sem chances. Querm imaginaria tal debacle?

 

Ah, expectativas semelhantes caracterizaram o desafio do sábado, dia 11 de Outubro, entre a seleção do País e o time dos EUA pela fase semi-final da Copa do Mundo de Voleibol que a Itália dona-da-casa organiza. Nem o Brasil e nem os EUA possuem, nas suas coleções de troféus, um único título desta competição. O Brasil disputou as duas últimas decisões mas esbarrou na Rússia e mal se consolou com a medalha de prata. Os EUA atingiram duas vezes a semi mas não conseguiram atingir a batalha pelo ouro.

 

Invicto já fazia onze pugnas na Copa, o Brasil havia desfrutado, no domingo, 5, um triunfo peculiar sobre os EUA. Acontecera na segunda etapa da competição, quando já estava garantido na terceira e seu treinador, José Roberto Guimarães, 60 anos, um inédito campeão olímpico pela equipe feminina e pelo elenco masculino, optou por escalar as suas reservas. Karch Kiraly, 53, outro inédito campeão olímpico, pelo vôlei de quadra e pelo vôlei de praia, escolheu uma mescla de atletas. Com Tandara e Natália, incríveis, o Brasil venceu, 3 X 0 (25-23, 25-22, 25-21).

 

O cotejo de hoje aconteceu no repletíssimo Fórum Mediolanum de Milão, quase 12.000 espectadores. Claro, o cotejo se iniciou um tento nervoso, bem desconcentradas as meninas de Zé Roberto depois que Dusan Hodon, o árbitro da Eslováquia, não apontou um erro no rodízio das norte-americanas. Mais frias, mais focadas, as pupilas de Kiraly tnham 8-6 no tempo técnico.

 

Pela primeira vez, desde a abertura da Copa, Zé Roberto revelou tensão e até gritou com as garotas. Faltavam, ao Brasil, os pontos de bloqueio – só ocorreu unzinho em 10-13. Daí, porém, cdiante das desalentadas verde-amarelas, as norte-americanas esticaram a sua vantagem e fecharam o set por tranquilos 25-18.

 

No set subsequente, o Brasil ganhou impulso e, de novo, acabou prejudicado por equívocos de Hodon e da árbitra de chão, a alemã Heina Craft, que concederam aos EUA uma pelota visivelmente desviada, fora, por seu bloqueio. Pior, surpresa, a impecável Camila Brait não repetia as suas performances anteriores. Muito pior, os dois apitadores, Hodon e Craft, irreparavelmente se atrapalhavam.

 

Uma comédia, que afetava o equilíbrio emocional das garotas do Zé, e até o próprio Zé. E pensar que o presidente da FIVB é um nativo de nosso País Tropical, um advogado de nome Ary Graça Filho, a quem Bernardo Rezende, treinador do masculino, acusou de complicar a sua vida na competição da Polônia.

 

Cá entre nós, detesto me revoltar. Mas, o Dusan Hodon deveria ser arremessado às galés. Três trocas de pontos, cruciais, pontos que seriam do Brasil e que ele concedeu aos EUA. Igualdade injusta, 23-23. Então, Hadun se regenera. Num instante complexo, passa o ponto ao Brasil. Jordan Larsson fracassa no saque. Mas, bobagem de Thaísa, EUA 27-26. Sufoco, Sheilla, 27-27. EUA 28-27. E o milagre não desponta, as norte-americanas arrematam, 29-27.

 

Evidentemente, ninguém imputaria somente ao precário dueto Hodon/Craft o azarume do Brasil. E Kiraly detonou Zé Roberto no terceiro set, quem acreditaria, EUA 25-20. Pena...

 

Vamos ao bronze, a partir das 12:00, horário do Brasil.

 

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