Mais duas bombas sobre a CBF: nas eliminatórias da Rússia/2018, cotejos na quinta e na terça e a TV sem Futebol no domingo; além disso, a concentração das partidas em apenas dois estádios, com o consequente fim do puxa-saquismo aos cartolas regionais.

russia world cup 2018 Mais duas bombas sobre a CBF: nas eliminatórias da Rússia/2018, cotejos na quinta e na terça e a TV sem Futebol no domingo; além disso, a concentração das partidas em apenas dois estádios, com o consequente fim do puxa saquismo aos cartolas regionais.

 

Por causa da bagunça que impera na CBF sem rumo e sem paradeiro; por causa das acusações que desabam sobre José Maria Marin e Marco Polo Del Nero; por causa do humilhante desgaste do Futebol do País no cenário internacional, conforme asseverou Jamil Chade, correspondente do “Estadão” na Suíça e especialista em FIFA, na reveladora entrevista que concedeu ao colega Cosme Rímoli; a cada minuto surge uma notícia humilhante para o desmoralizado ludopédio daqui.

 

Numa mesma data a Conmebol, entidade que regula o esporte bretão na América do Sul, lançou duas bombas sobre a CBF. A primeira: no calendário das eliminatórias à Copa da Rússia/2018, a seleção verde-amarela deverá atuar em datas absolutamente incômodas e inesperadas: enfrentará o Chile, em Santiago, no dia 8 de Outubro, uma quinta-feira; enfrentará a Venezuela, em jogo programado para Fortaleza, no dia 13, uma terça. Além disso, a Conmebol (que também não é uma flor que se cheire) determinou o fim do rodízio de estádios ao qual a CBF se acostumou em anos recentes: prélios através de diversos Estados, para encantar a vaidade dos cartolas regionais.

 

A marcação dos cotejos de Outubro pegou a CBF como um cruzado de Éder Joffre no fígado de seu adversário. Por imaginar que pelejaria num domingo e numa quarta, como de hábito, a sua direção não estabeleceu uma rodada do Campeonato Brasileiro em 10 e em 11 de tal mês. Ou seja, a TV sem prélios a transmitir num final de semana. Danou-se, principalmente, a Rede Globo, embaralhada a sua grade comercial quatro vezes num período compacto.

 

Paralelamente, com a detonação do rodízio de estádios e a provável concentração das partidas do Brasil no Rio e em São Paulo, respectivamente o Maracanã e a Arena do Corinthians, encerra-se um venerando toma-lá-dá-cá que compele os cartolas regionais a apoiarem a administração da CBF na sua busca da manutenção do poder. A idéia da Conmebol: realizar as pugnas das eliminatórias, sempre, em estádios próximos a aeroportos de nível mundial. Ao menos uma vantagem para a seleção: não mais precisará fazer aqueles infames, exaustivos traslados de ônibus de capitais como Caracas, Bogotá, Quito, La Paz etcetera, até cidades menores, sem pistas de pouso convenientes.

 

Gostou? Clique em “Recomendar”, “Tuitar”, ou deixe a sua opinião fundamental em “Comentários”. Muito obrigado. E um abração!

Parabéns Cosme, parabéns Jamil

hqdefault Parabéns Cosme, parabéns Jamil

Jamil, na CPI do  Futebol no Brasil

 

Inusitadíssimo este meu texto de hoje, que se limita a uma homenagem e a um link.

Mas, não resisto, preciso elogiar e multiplicar a importância da brilhante entrevista de Cosme Rímoli, caríssimo colega aqui do R7, com Jamil Chade, correspondente do "Estadão" na Suíça e profundo conhecedor dos meandros da politicaria e da corrupção da FIFA e na CBC.

http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/como-a-corrupcao-chegou-ate-a-fifa-o-futuro-de-marin-de-marco-polo-da-cbf-uma-aula-sobre-os-sujos-bastidores-do-futebol-mundial-exclusiva-com-jamil-chade-setorista-do-estadao-na-suica-01092015/

 

Gostou? Clique em "Recomendar", em "Tuitar", ou deixe a sua opinião crucial em "Comentários". Obrigado. E um abração.

Um recorde de brasileiros na Champions League. E daí?

dunga selecao brasileira Um recorde de brasileiros na Champions League. E daí?

Quantidade não significa qualidade

 

A Uefa sorteou os grupos da primeira fase da Liga dos Campeões 2015/16. Dos 32 clubes que estão na disputa pelo título da principal competição de Futebol do planeta, 26 contam com jogadores brasileiros. Apenas seis agremiações não ostentam atletas do Brasil nos seus elencos (Malmoe-SUE, PSV Eindhoven-HOL, Bate Borisov-BLR, Dinamo Zagreb-CRO, Maccabi Tel Aviv-ISR e o estreante Astana, do Cazaquistão). No total, são 75 brasileiros, um recorde histórico, o maior número de estrangeiros na competição, muito a frente da Argentina, que conta com 37 representantes. Espanha e França, com 35 cada, aparecem na sequência imediata. Em números gerais, se contarmos aqueles que atuam nas suas próprias nações, a Espanha detém a primazia com 59 dispostos nos cinco clubes ibéricos da Champions.

Há mais jogadores do Brasil do que da Inglaterra (28) e da Itália (32) juntas. E atente para um detalhe muito interessante: essas duas plagas somam seis clubes na Copa. O Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, é o time com mais mais brasileiros no seu plantel (9), seguido por Benfica (7), Barcelona e Paris Saint-Germain (5), Chelsea, Juventus e Roma (4), Bayern Munique, Olympiacos, Porto, Real Madrid, Valencia e Wolfsburg, todos com três. O Atlético de Madrid, o Bayer Leverkusen, o Dinamo Kiev, o Galatasaray, o Gent e o Manchester City exibem dois brasileiros. O Arsenal, o Borussia Moenchengladbach, o CSKA Moscou, o Lyon, o Manchester United, o Sevilla e o Zenit , menos confiantes, contrataram um único importado daqui.

Essa quantidade não significa, necessariamente, qualidade – conforma atesta o triste descompasso da atual seleção verde-amarela em relação às congêneres de temporadas anteriores. Não duvido que Carlos Caetano Bledorn Verri, o treinador Dunga, obtenha, nas eliminatórias sul-americanas, a classificação à Rússia/2018. De todo modo, ah, ele sofrerá bastante. Eu posso apostar...

 

Gostou? Clique em “Recomendar”, em “Tuitar”, ou registre a sua opinião crucial em “Comentários”. Gratíssimo. E um abração

E o Brasil também titubeia no Judô…

 E o Brasil também titubeia no Judô...

Foi triste, para não dizer patética, a participação do Judô do Brasil em Astana, no Cazaquistão. Apenas duas medalhas de bronze, Érika Miranda e Vitor Penalber. E um fracasso absoluto nas disputas por equipes.

 

Detalhe: o Judô, depois de uma recente revolução liderada por seus atletas, é um dos esportes melhor administrados ao País. Nos últimos tempos, o Brasil já sucumbiu em duas outras modalidades em que costuma se sobressair nos Jogos Olímpicos: o Atletismo e a Vela.

 

E o certame do Rio/2016 está quase na cara...

 

Gostou? Clique em “Recomendar”, em “Tuitar”. Ou registre a sua crucial opinião em “Comentários”. Grato. Abração!

 

Lucas Lima, como o “Papagaio” Gérson…

 Lucas Lima, como o Papagaio Gérson...

Não me apetecem as comparações em relação ao passado, principalmente no departamento do Futebol. Mas, surge agora, e de repente, um caso que torna irresistível eu me lembrar do que já vi. Embora nem tão jovenzinho assim, já na casa dos 25 de idade, Lucas Rafael Araújo Lima, ex-Inter de Limeira, ex-Inter de Porto Alegre, ex-Sport do Recife, já se demonstrou um craque de verdade e já sugere que o Brasil dispõe de um novo Gérson.

 

Habilidade no controle da pelota, no comando de uma tabelinha, no passe curto, no lançamento em profundidade, na infiltração, enfim um armador completo. E com que satisfação eu resgato essa palavra, “armador”. Não me recordo de valorizá-la desde os idos em que dividia os microfones de comentário com o Gérson “Papagaio” na Band, lá pelos anos de 80 e 90.

 

Afortunadamente, o Sr. Carlos Caetano Bledorn Berri, o Dunga, treinador da seleção do País, viu o Santos de Lucas Lima superar o Corinthians, em Itaquera, 2 X 1, na noite de quarta-feira. Que o Dunga, por favor, não encurte o tamanho de Lucas Lima.

 

Gostou? Clique em “Recomendar”, em “Tuitar”, ou deixe a sua opinião fundamental em “Comentários”. Grato. Abração!

Página 1 de 13912345...Último