Publicado em 25/10/2011 às 09h00
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Estou me tornando um midiático sociável. Logo eu, que venho de um tempo em que os jovens faziam aulas de datilografia para aprender a digitar.
Além de estar no ar na TV, como comentarista da Record e de manter esse blog, aqui, no R7, há pouco tempo abri uma conta no Facebook e gostei muito da nova experiência. Gostei tanto que decidi também aderir ao Twitter.
Para quem quiser me seguir, o endereço é @sampaiojudo
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Publicado em 27/06/2011 às 15h57
Brasil na etapa paulista da Copa do Mundo de Judô
Ao todo foram 17 medalhas brasileiras durante os dois dias do evento e o primeiro lugar na competição. A boa colocação vai ajudar na busca por vagas nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Veja todos os resultados no vídeo, além da minha avaliação.
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Publicado em 26/03/2011 às 15h02
Definida a seleção brasileira de Judô
E a seleção brasileira de Judô para 2011 acaba de ser definida. Fiquei muito feliz em participar dessa festa do judô brasileiro porque a Seletiva é a maneira mais democrática para definir a equipe nacional. Tivemos uma grande competição aqui em Vitória.
Alguns favoritos, como a medalhista olímpica Ketleyn Quadros, confirmaram seu favoritismo e garantiram a vaga de primeiro reserva. Outros ficaram pelo caminho...
Mas o importante é que o judô brasileiro vem se fortalecendo com essa regra estabelecida em 1992, para a formação da equipe, de confronto entre os melhores e o melhor de três lutas para definir a vaga.
A nota triste desse sábado foi a contusão do bicampeão mundial João Derly, que sofreu uma lesão agora no joelho direito. O esquerdo, operado há mais de um ano, deixou o judoca fora dos tatames por 15 meses. Vamos torcer pela recuperação dele!
Os vencedores da Seletiva Final, em Vitória, foram:
Masculino - 60kg - Breno Alves (SP); 66kg - Luiz Revite (SP); 73kg - Moacir Mendes Júnior (RS); 81kg - Felipe Costa (SP); 90kg – Bruno Felipe Ferreira (RJ); 100kg - Renan Nunes (RS); +100kg - Walter Santos (RS).
Feminino - 48kg - Nathália Brígida MG); 52kg - Eleudis Valentim (SP); 57kg - Ketleyn Quadros (MG); 63kg - Katherine Campos (RJ); -70kg Maria Portela; - 78kg Samantha Soares (SP); +78kg Claudirene Cesar (SP).
Mesmo os atletas que não se classificaram em primeiro têm motivos para comemorar. Afinal, os quatro melhores de cada categoria terão a chance de participar do Grand Slam do Rio de Janeiro e da Copa do Mundo de São Paulo, os maiores eventos do circuito internacionais a serem disputados no Brasil neste ano.
Pelo que vi aqui hoje e pelo excelente nível dos judocas classificados para a seleção pelo ranking mundial da Federação Internacional de Judô, tenho certeza de que seremos bem representados nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, quando, mais uma vez, será reafirmada nossa rivalidade com os cubanos.
A seleção brasileira de Judô está definida. E que venham os Jogos Olímpicos de Londres.
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Publicado em 26/03/2011 às 11h56
Seletiva final: um show de judô
Estou em Vitória, no Espírito Santo, acompanhando a Seletiva Final para a formação da seleção brasileira de Judô 2011. As lutas já começaram e a competição está apresentando excelentes disputas.
Os atletas de maior destaque, como o bicampeão mundial João Derly e a medalhista olímpica Ketleyn Quadros, medalha de bronze em Pequim-2008, iniciaram sua participação com vitória.
Das três lutas programadas nessa primeira fase da seletiva, Ketleyn já venceu duas. Em seu primeiro combate, Derly derrotou, por ippon, o seu companheiro de clube Moacir Júnior. Andressa Fernandes, que representou o Brasil em Pequim, também já conseguiu uma vitória.
A competição continua e, daqui a pouco, eu conto tudo o que aconteceu.
Até!
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Publicado em 13/09/2010 às 20h14
Da reserva para o pódio
Em Tóquio, o Brasil superou o número de medalhas conquistadas em Campeonatos Mundiais. No total foram quatro: três de prata e uma de bronze. As duas últimas de Leandro Cunha, que se tornou o vice-campeão mundial entre os meio-leves, e de Sarah Menezes, terceira entre as ligeiros.
Grande conquista foi a de Leandro Cunha. Hoje, com 29 anos, o judoca do interior paulista foi, durante muito tempo, o segundo titular da vaga na categoria meio-leve. Primeiro, Leandro foi reserva do medalhista olímpico Henrique Guimarães. Depois, de 2005 a 2009, ele era o substituto natural do bicampeão mundial João Derly.
Embora tenha um excelente nível técnico, Leandro nunca conseguiu sobressair entre os atletas da Seleção, justamente por ser reserva. Mas, desde que assumiu como titular da vaga, Leandro Cunha obteve alguns bons resultados, como o ouro da Copa do Mundo de Belo Horizonte, em 2009. Sem grandes conquistas na atual temporada, ele ficou fora da lista de favoritos. Mas venceu na hora certa. Eu conheço bem essa história. Quando me tornei campeão olímpico, em Barcelona, muita gente nem cogitava meu nome para o pódio.
Leandro saiu da reserva para entrar na história do judô brasileiro. A medalha de prata é um resultado muito expressivo. Afinal, hoje ele integra o seleto rol de judocas que disputaram uma luta decisiva em Campeonato Mundial, coisa que pouquíssimos no nosso país conseguiram.
O vice-campeonato mundial do atleta do Pinheiros vem coroar uma carreira de superação e sacrifícios. Ele deixou de ser o segundo titular da vaga para se tornar o segundo melhor do mundo e isso não é pouca coisa. Com certeza, Leandro tem boas condições de brigar pelo ouro olímpico em Londres.
Queridinha do judô brasileiro, Sarah Menezes repete na Seleção Adulta as excelentes performances que já havia apresentado nas categorias de base. Ainda muito jovem, ela representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, e embarcou para o Japão como uma das esperanças brasileiras em Tóquio.
Formada no Piauí, no Nordeste, Sarah é a prova de que a descentralização na conquista dos pódios internacionais entre os Estados brasileiros já é uma realidade. Até bem pouco tempo, a maioria das medalhas de Mundiais e Olimpíadas eram conquistadas por judocas paulistas. Mas, felizmente, nos últimos anos, alguns atletas de fora de São Paulo obtiveram resultados expressivos. João Derly, do Rio Grande do Sul; Flávio Canto, do Rio de Janeiro, e, agora, Sarah Menezes, do Piauí conquistaram títulos importantes, superando maiores dificuldades em seu desenvolvimento. Os três são desbravadores. A vice-campeã mundial Mayra Aguiar segue os passos de Derly. O judô brasileiro anseia por ver novos campeões do Nordeste, do Rio de Janeiro, do Sul, do Norte e da região central do país. A modalidade só terá a ganhar com isso.
Parabéns aos nossos medalhistas!
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Publicado em 09/09/2010 às 19h58
Uma prata para entrar para história
O judô brasileiro acordou diferente nesta quinta-feira. Uma nova estrela surgiu na constelação dos grandes nomes do nosso judô feminino, na qual, até ontem, só brilhavam Danielle Zangrando, Ednanci Silva e Ketleyn Qaudros. Com apenas 19 anos, Mayra Aguiar merece a nossa reverência. Ser vice-campeã mundial é um título histórico. Parabéns!
A trajetória dessa jovem já esboçava uma conquista desse porte. Com pouquíssima idade, Mayra disputou uma Olimpíada, conquistou uma medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007; e dois bronzes, em 2006 e 2009, e uma prata, em 2008, em Mundiais Júnior. Esse ano, ela foi bronze no Grand Slam do Rio ouro na Copa do Mundo de Budapeste.
Acredito que a convivência de Mayra com o bicampeão mundial João Derly, com quem treina na Sogipa, certamente, a ajudou a acreditar que a conquista de uma medalha num Mundial era algo viável. Mayra também teve o privilégio de conviver, por um tempo, com Tiago Camilo, outro grande nome do nosso judô, que já foi eleito o melhor judoca do mundo. Compartilhar o tatame com grandes campeões é importante como estímulo para jovens atletas como Mayra, que, agora, deixa de ser promessa e é promovida à condição de grande campeã.
Para o judô brasileiro, o vice-campeonato de Mayra é de suma importância. Nosso judô feminino já teve outras representantes no pódio mundial, mas sempre no degrau mais baixo do pódio. A medalha de ouro, dessa vez, bateu na trave. Esse é um título importantíssimo para ela e também para toda a equipe brasileira que está no Japão. O grupo, com certeza, está animado e confiante em novas conquistas.
O feminino saiu na frente, vamos torcer para que outras medalhas venham. Na madrugada desta sexta-feira, nossas chances estarão nas mãos dos leves Rafaela Silva e Bruno Mendonça, e da meio-médio Mariana Silva. Coincidentemente, os três judocas integram projetos desenvolvidos por medalhistas olímpicos. Rafaela é do Instituto Reação, criado por Flávio Canto, no Rio de Janeiro; Mariana e Bruno são do Projeto Judô em Ação, idealizado e desenvolvido por mim na Associação de Judô Rogério Sampaio, em Santos. A presença dos três no Mundial prova a importância de campeões se preocuparem em transmitir seus conhecimentos e experiência às gerações futuras. No Japão, os discípulos dos campeões têm a chance de se tornarem campeões também.
Os três chegam muito bem cotados a esse Mundial. Bruno Mendonça é considerado a grande revelação do judô brasileiro e, esse ano, coleciona títulos importantes como os bronzes do Campeonato Pan-Americano e do Grand Slam de Moscou e o ouro da Copa do Mundo de São Paulo. Rafaela Silva tem 18 anos, foi campeã mundial júnior, em 2008; bronze no Grand Slam do Rio de Janeiro e ouro na Copa do Mundo de Madri, em 2009. Já Mariana vai lutar em casa. Ela morou cinco anos no Japão, tem muitos amigos por lá, e pode ser considerada uma japonesa que nasceu no litoral paulista, uma região onde o judô alcançou um bom nível de desenvolvimento. Ela foi bronze no Mundial Júnior, em 2009; bronze no Campeonato Pan-Americano e no Grand Slam do Rio de Janeiro. Com torcida a favor, pode se tornar o destaque da equipe brasileira.
Mesmo antes de entrar na área de competição, esses três jovens podem ser considerados vencedores. Os três lutaram e venceram diversas dificuldades, principalmente, em relação à estrutura e aos recursos financeiros. Espero que a luta deles fora do tatame seja coroada, nesta sexta-feira, com um lugar no pódio de Tóquio.
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Publicado em 09/08/2010 às 17h32
Família com judô no DNA
Ser esportista e ter na família alguém que fez sucesso no esporte pode ser um grande incentivo ou atuar com uma pressão insuportável. O excesso de cobranças e as comparações já aceleraram o final da carreira de muitos filhos de jogadores de futebol. Mas as exceções são muito comemoradas: no vôlei, o levantador Bruno segue a veia campeã do pai, o técnico Bernardinho, prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 84; e da atacante Vera Mossa. Nas pistas, Bruno Senna começa a trilhar o caminho do tio-herói, o tricampeão mundial Ayrton Senna. Da mesma maneira, os tatames do mundo vêm surgir uma grande promessa chamada Sophia Ishii Swain, uma jovem de apenas 15 anos, que acaba de conquistar o título do US Open, na categoria Sub-17.
Representante da terceira geração dos Ishii, uma família com judô no DNA, Sophia é filha da brasileira Tânia Ishii, campeã pan-americana, e do americano Mark Swain, campeão mundial e medalhista olímpico. O sobrenome Ishii é sinônimo de reverência no judô brasileiro e mundial. O patriarca da família, Chiaki Ishii, avô de Sophia, foi responsável pela conquista da nossa primeira medalha olímpica, bronze nos Jogos de Munique, em 1972. A família ainda conta com Vânia Ishii, campeã pan-americana e ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg.
Embora nunca tenha tido a chance de ver Sophia em ação, posso presumir que, se o judô for a sua opção de vida, ela terá um futuro brilhante. Minha aposta no alto nível técnico dessa jovem promessa se baseia no fato de que ela é filha de Tânia e Tânia, na minha visão, foi a judoca mais técnica que o judô feminino brasileiro já teve.
Vivendo e treinando na América, Sophia, em breve, terá que decidir que país representará nos Jogos Olímpicos: Brasil ou Estados Unidos. Não será uma escolha fácil. Mark Swain, pai de Sophia, entrou para a história por ser o primeiro judoca norte-americano a conquistar uma medalha de ouro num campeonato mundial, e representou os Estados Unidos em quatro olimpíadas. Vânia, a tia, e Tânia, a mãe, juntas, representaram o Brasil em três olimpíadas.
Mesmo que a escolha pareça óbvia, vale lembrar que os Ishii são uma família composta por cidadãos do mundo. Nascido no Japão, Chiaki Ishii adotou a nacionalidade brasileira para disputar grandes competições internacionais. Será que Sophia seguirá o exemplo do avô? Seria uma honra para o Brasil ser representado pela terceira geração dessa família campeã. A decisão está nas mãos de Sophia. Até lá, a dúvida fica no ar!
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+ Os melhores do mundo lutam por um só título no Mundial Por Equipes
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Publicado em 23/07/2010 às 15h44
Os melhores do mundo lutam por um só título no Mundial Por Equipes
Começou hoje a Copa do Mundo de Judô Por Equipes, em Belo Horizonte. Essa é a terceira grande competição internacional sediada pelo Brasil neste ano e, certamente, é uma boa oportunidade para que o amante do judô possa acompanhar lutas de alguns dos melhores judocas do mundo in loco.
Mesmo desfalcada de alguns dos grandes nomes do judô internacional, devido à proximidade do Campeonato Mundial, que acontecerá em Tóquio, em setembro, essa é uma competição de altíssimo nível. Alguns países não trouxeram suas equipes titulares porque muitos atletas enfrentam problemas com pequenas contusões e estão em fase final de preparação para o Mundial. A seleção brasileira, por exemplo, não contará com Leandro Guilheiro, mas, em seu lugar, Flávio Canto, que também está escalado para o Mundial, entrará no tatame em busca do título para a nossa equipe.
Esse Campeonato Mundial Por Equipes, cuja a fase eliminatória acontece neste final de semana, em Belo Horizonte, e as finais estão marcadas para Salvador, na semana que vem, é muito diferente da competição individual. Quando se disputa um título coletivo, a luta tática torna-se muito mais importante, já que uma derrota inesperada não repercute somente numa perda para o atleta, mas no desempenho de toda a equipe. A responsabilidade do judoca é muito maior em relação ao país representado por ele.
Embora não tão badaladas como as individuais, as competições por equipes já têm sido realizadas, há alguns anos, pela Federação internacional de Judô e devem se tornar ainda mais frequentes, já que existe um estudo para que a disputa por equipes seja incluída na programação oficial dos Jogos Olímpicos.
Estou na expectativa de assistir a boas lutas e comentar tudo pela Record. Se você puder vir a BH, não perca essa chance. Se não, ligue a TV e torça comigo pelos brasileiros!
Até!
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+ Concorrência que leva a excelência
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Publicado em 07/07/2010 às 16h16
Concorrência que leva a excelência
Antes de começar a nossa conversa dessa semana, queria ressaltar a repercussão da coluna sobre o Verdadeiro Papel do Técnico. Foram muitos os comentários. O interessante é que, na coluna anterior, eu havia levantado uma discussão sobre a necessidade de uma melhor preparação psicológica para os atletas. E o fator psicológico foi preponderante para a eliminação do Brasil na Copa da África do Sul.
Virando a página, quero falar um pouco de um dos maiores nomes do judô nacional, o Flávio Canto. Além de grande atleta, Flávio é muito boa gente e tem conseguido um feito raríssimo para judocas da idade dele. Aos 35 anos, ele não só voltou a conquistar bons resultados como também a lutar em alto nível.
Nas últimas cinco competições internacionais que disputou (Pan-Americano, Grand Slam do Rio, Copa do Mundo de Madrid, Copa do Mundo de Portugal e Grand Slam de Moscou), Canto conquistou duas medalhas de ouro e três medalhas de bronze, uma delas, no final de semana passado, na Rússia. Em todas essas competições, ele não só subiu no pódio, mas lutou muito bem, apresentando um excelente nível técnico.
Os resultados de Flávio, depois dos 30, me chamam a atenção para a importância de ter na mesma categoria outros atletas de alto nível, brigando pela posição de titular da Seleção Brasileira. Essa concorrência exige que todos os postulantes a número um da categoria no país se superem em cada treino, em cada competição.
Depois de brigar pela posição de titular entre os médios com Tiago Camilo, em 2004, Canto conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas. A concorrência estimula um maior esforço, um maior empenho e evita o comodismo de quem se julga o dono da vaga, sem ninguém que lhe faça sombra.
A existência de um adversário de altíssimo nível, como Flávio Canto, obrigou Tiago Camilo, que já havia conquistado a medalha olímpica de prata na categoria leve, em Sydney 2000, a se superar em 2007 e 2008. O resultado: Camilo sagrou-se campeão mundial e foi eleito o melhor judoca do mundo, em 2007, e garantiu mais uma medalha de bronze, dessa vez na meio-médio, na Olimpíada de Pequim, em 2008.
Hoje, Flávio Canto tem um adversário fortíssimo, que é o Leandro Guilheiro, e isso tem sido para ele um incentivo a mais para voltar a competir em alto nível. Que bom seria se tivéssemos dois ou três atletas fortes em cada categoria. O judô brasileiro ganharia muito com isso.
Fica a pergunta? O que precisa ser feito para que haja mais de um atleta competitivo na mesma categoria?
Até!
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