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	<title>Blog do Rogério Sampaio - Notícias sobre Judô - R7 &#187; judoca</title>
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	<description>Acompanhe no blog do Rogério Sampaio as principais notícias do mundo do Judô. Noticias, opinião, curiosidades e muito mais.</description>
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		<title>As meninas no caminho certo</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 16:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aasousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O judô feminino brasileiro não é mais uma surpresa. Pelos resultados obtidos em competições recentes, podemos afirmar que temos uma geração vencedora com capacidade para…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O judô feminino brasileiro não é mais uma surpresa. Pelos resultados obtidos em competições recentes, podemos afirmar que temos uma geração vencedora com capacidade para ir ainda mais longe e consolidar uma tradição em pódios olímpicos como temos no masculino.</p>
<p>As meninas estão no caminho certo. A primeira medalha em Olimpíada foi conquistada em Pequim-2008 e nosso potencial para Londres-2012 é enorme. Justiça seja feita, os bons resultados não começaram agora. Grandes nomes da geração passada, como Danielle Zangrando e Ednanci Silva, deram início a essa trajetória brilhante das meninas.</p>
<p><div id="attachment_266" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/00068362.jpg"><img class="size-full wp-image-266" title="Foto: Marcelo Ferrelli/Gazeta Press" src="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/00068362.jpg" alt="00068362 As meninas no caminho certo" width="450" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Danielle Zangrando </p></div></p>
<p><div id="attachment_261" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/ed450x338.jpg"><img class="size-full wp-image-261" title="Foto: Quinn Rooney/Getty Images" src="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/ed450x338.jpg" alt="ed450x338 As meninas no caminho certo" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Edinanci Silva </p></div></p>
<p>Foi muito gratificante assistir, ao vivo, o desempenho do nosso judô feminino, ontem, no primeiro dia de disputas do Grand Slam do Rio de Janeiro. Das quatro categorias disputadas, as brasileiras estiveram presentes em três finais. E o resultado foi o ouro inédito de Érika Miranda, na meio-leve, que entra para a história como a primeira brasileira a sagrar-se campeã em uma etapa do Grand Slam; e as pratas louváveis da ligeiro Sarah Menezes e da leve Rafaela Silva. Rafaela, aliás, estava com a vitória na mão, mas, talvez em consequência da ansiedade típica de jovens da idade dela, fez um ataque na hora errada, totalmente desequilibrada, e acabou levando um ippon, no contragolpe da romena Corina Caprioriu. Bronze no ano passado, Mariana Silva, da meio-médio, não conseguiu passar para a semifinal e ficou em quinto lugar.</p>
<p><div id="attachment_262" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><a href="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/EricaMirandaJudo-465.jpg"><img class="size-full wp-image-262" title="Foto: Rudy Trindade/ AE" src="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/EricaMirandaJudo-465.jpg" alt="EricaMirandaJudo 465 As meninas no caminho certo" width="465" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Érika Miranda</p></div></p>
<p><div id="attachment_263" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/sarah-menezes.jpg"><img class="size-full wp-image-263" title="Foto: Fernando Pilatos/Gazeta Press" src="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/sarah-menezes.jpg" alt="sarah menezes As meninas no caminho certo" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Sarah Menezes</p></div></p>
<p><div id="attachment_267" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/00371229.jpg"><img class="size-full wp-image-267" title="Foto: Rudy Trindade/ News Free/Gazeta Press" src="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2011/06/00371229.jpg" alt="00371229 As meninas no caminho certo" width="450" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Rafaela Silva</p></div></p>
<p>Não posso deixar de demonstrar minha preocupação com o masculino. Definitivamente, esperávamos mais. O meio-leve Leandro Cunha, atual vice-campeão mundial, não se classificou para as semifinais e ficou em quinto lugar, mesma posição conquistada por Alex Pombo e Luiz Revite. O que demonstra uma necessidade de renovação, com maior qualidade, entre os mais leves.</p>
<p>Hoje, já estão em ação agora, aqui, no Maracanãzinho, os principais nomes do judô brasileiro. Os destaques são Leandro Guilheiro, Tiago Camilo e Flávio Canto.</p>
<p>Campeão no ano passado, Hugo Pessanha e Daniel Hernandes, ouro em 2009,  têm a chance de conquistar o bicampeonato no Grand Slam do Rio de Janeiro nesse domingo. Rafael Silva também tem todas as condições para brilhar hoje.</p>
<p>Vamos torcer por mais medalhas. A Record News transmite as finais do Grand Slam, ao vivo, a partir das 16 horas.</p>
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		<title>A hora e a vez das meninas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 18:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aasousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde a década de 80, quando Soraya André e Monica Angellucci começaram a escrever a história do judô feminino brasileiro em competições internacionais, passando pela…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a década de 80, quando Soraya André e Monica Angellucci começaram a escrever a história do judô feminino brasileiro em competições internacionais, passando pela conquista inédita de Danielle Zangrando, primeira brasileira a conquistar medalhas em um Mundial Sênior – foi bronze em Tóquio, em 1995 -, e pelas boas atuações de Ednanci Silva, as meninas do Brasil nunca haviam brilhado tanto nos tatames do mundo.</p>
<p>A conquista do bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, por Ketleyn Quadros, a primeira medalha de uma mulher brasileira em esportes individuais, foi um marco na história das nossas judocas. Muitas dizem que a visão real de Ketleyn no pódio de uma Olimpíada fez com que elas passassem a acreditar que esse era um sonho possível e isso, até hoje, tem impulsionado muitas judocas a se superarem nos treinamentos nos tatames dos clubes de Norte a Sul do Brasil.</p>
<p><div id="attachment_139" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2010/10/judocas-2.jpg"><img class="size-full wp-image-139" title="Ketleyn Quadros" src="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2010/10/judocas-2.jpg" alt="judocas 2 A hora e a vez das meninas" width="450" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</p></div></p>
<p><div id="attachment_141" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2010/10/judocas-1.jpg"><img class="size-full wp-image-141" title="Judocas" src="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2010/10/judocas-1.jpg" alt="judocas 1 A hora e a vez das meninas" width="450" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</p></div></p>
<p>Colecionando medalhas nos torneios do circuito internacional, durante todo o ano, as judocas brasileiras voltaram a ser destaque no Campeonato Mundial Sênior, no Japão, em setembro passado. Logo no primeiro dia, a gaúcha Mayra Aguiar garantiu presença na final da categoria meio-pesado e entrou para a história com uma medalha de prata. Na mesma competição, Sarah Menezes trouxe o bronze.</p>
<p>As brasileiras não estão para brincadeira, tanto que a nova geração superou o masculino e foi responsável pela conquista de todas as quatro medalhas brasileiras no Mundial Júnior, encerrado no último domingo: Mayra, vice-campeã mundial sênior, sagrou-se campeã mundial júnior, Águeda Silva e Eleudis Valentim trouxeram prata e Nathália Brígida ficou com o bronze. O brasileiro melhor classificado foi o peso pesado Daniel Sousa, com a quinta colocação.</p>
<p>Animadas pelas conquistas recentes, as brasileiras terão mais uma prova de fogo no próximo final de semana, quando disputarão o Campeonato Mundial Por Equipes, na Turquia. Unidas e confiantes, nossas meninas têm grandes chances de alcançar a primeira medalha na competição e entrar para a galeria de campeões da CBJ como a geração mais bem sucedida do judô brasileiro em todos os tempos.</p>
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		<title>Um por todos e todos por um</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 19:29:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de um ano repleto de competições, nas quais, embora estivessem representando a Seleção Brasileira, nossos judocas tiveram o privilégio e o desafio de lutar…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um ano repleto de competições, nas quais, embora estivessem representando a Seleção Brasileira, nossos judocas tiveram o privilégio e o desafio de lutar por medalhas individuais, onde era cada um por si na sua própria categoria, agora os maiores nomes do judô nacional defenderão seus clubes no Grand Prix Nacional Masculino Por Equipes, neste final de semana, em Salvador, e no próximo, em São Paulo.</p>
<p>Sábado e domingo passado foi a vez da nova geração campeã do judô feminino brasileiro despertar as emoções dos amantes da modalidade, na final do GP Nacional, em Porto Alegre. Na decisão do título, o maior destaque ficou por conta da peso pesado Rochelle Nunes, da Sogipa, que superou a mexicana Vanessa Zambotti, atual campeã dos Jogos Pan-Americanos, por ippon. Detalhe: Vanessa, que defendeu a Universidade Castelo Branco, do Rio de Janeiro, é 40 quilos mais pesada que Rochelle e vencia a luta por wazari. Na classificação geral, a Sogipa ficou com o bi e a Universidade Castelo Branco foi vice. O que comprova o crescimento do judô feminino carioca nos últimos anos. Foi, sem dúvida, um grande evento.</p>
<p>O GP Masculino que começa amanhã, sexta, é uma oportunidade para que os amantes do judô possam acompanhar o desenvolvimento dos grandes judocas nacionais num grande evento. E olha que ver as feras dos tatames, ao vivo, no Brasil, é uma conquista recente, fruto de um calendário que, como em todas as modalidades, é “inchado”, mas muito bem organizado.</p>
<p>Nomes consagrados como Carlos Honorato, do São Caetano, e Luciano Corrêa, do Minas Tênis Clube, além de alguns dos judocas que disputaram o Campeonato Mundial do Japão, como o santista Bruno Mendonça, da AJ Rogério Sampaio/Telefônica, estarão no GP Nacional. Ao todo serão 12 equipes.</p>
<p>Vale destacar que o GP Nacional antecede o Campeonato Mundial Por Equipes, que acontecerá entre os dias 29 e 31 deste mês, em Istambul, na Turquia. E essa será uma boa chance para observar as particularidades da competição por equipes, que tem um fator emocional diferente: a luta continua sendo individual, mas os atletas competem por si e pelos outros e, por isso, aprendem a se utilizar mais da estratégia buscar o resultado mais interessante para a equipe. É um por todos e todos por um!</p>
<p>Fique ligado!!!</p>
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		<title>Apoio na medida certa</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 15:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para se formar um profissional altamente qualificado para o mercado de trabalho, faz-se necessária uma estrutura ideal para o desenvolvimento correto da carreira, o que…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2010/09/judo-crianca-blog.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-119" title="86495101" src="http://esportes.r7.com/blogs/rogerio-sampaio/files/2010/09/judo-crianca-blog.jpg" alt="judo crianca blog Apoio na medida certa" width="450" height="326" /></a></p>
<p>Para se formar um profissional altamente qualificado para o mercado de trabalho, faz-se necessária uma estrutura ideal para o desenvolvimento correto da carreira, o que inclui o imprescindível apoio da família. Da mesma forma, o bom andamento da carreira de um atleta depende muito da participação e do incentivo dos pais. Ainda mais num esporte individual, como o judô, no qual a iniciação ocorre por volta dos seis anos de idade.</p>
<p>Desde pequeno, o judoca conta com os pais para levá-lo e buscá-lo dos treinos, para acompanhar as aulas, bancar as despesas das competições e demonstrar interesse pela sua atividade. Nos primeiros passos, todo mundo precisa de alguém que sinalize que aquilo que se está fazendo é importante.</p>
<p>O grande problema, no entanto, é encontrar os limites, a medida ideal para esse apoio. No próximo final de semana, dias 2 e 3 de outubro, equipes formadas por adolescentes brasileiros estarão no Panamá, disputando os Campeonatos Pan-Americano nas categorias Sub-13 e Sub-15. Longe de casa, fora do seu país - para muitos pela primeira vez -, esses judocas vão depender muito da segurança e da autoconfiança semeada pelos pais na vida deles.</p>
<p>Quando o esporte começa a tomar proporções maiores na vida desses jovens, os pais têm que estar atentos para não transformar a torcida em pressão e, principalmente, para não alterar seu comportamento em relação aos filhos de acordo com os resultados obtidos na disputa. Não são raros os casos em que os pais torcedores, motivados pela alegria da vitória, levam seus filhos para comemorar numa pizzaria, após a competição. E isso não tem nada de errado. A história se complica, quando o mesmo filho luta e perde. Nesse caso, ele volta para casa direto, sem festa nem folia, sem pizza nem que seja só para matar a fome. Os pais têm que considerar que as crianças são muito sensíveis a essas variações de comportamento. É preciso saber apoiar na medida certa.</p>
<p>Assim como eu, você, que acompanha o esporte, deve ter exemplos de pais que se movimentam de maneira desesperada nas arquibancadas durante as competições. O pior é que, para muitos, o desespero é comum tanto nas vitórias quanto nas derrotas. Atletas precisam de apoio, mas a torcida dos pais pode ser discreta.</p>
<p>E quem disse que pai de atleta tem que marcar presença em tudo, como mãe de miss? Muitas vezes, essa torcida pode ser à distância. Quando der para acompanhar ótimo, quando não for possível estar no local da disputa, não há motivo para crise. Um atleta profissional deve exercer suas atividades como um trabalho. E os profissionais das mais variadas áreas, com exceção de raríssimos casos, nunca contam com a presença dos pais nos seus momentos de conquista mais brilhantes.</p>
<p>E o que dizer das mães fundadoras das torcidas organizadas, que, sozinhas nas arquibancadas, acabam chamando mais a atenção do que seus filhos nas áreas de competição? Esse tipo de manifestação espalhafatosa acaba infantilizando o atleta, levando a uma falta de amadurecimento emocional e dificultando o fortalecimento da sua imagem como um profissional do esporte. E essa imagem enfraquecida acaba dificultando também a conquista de um patrocínio. Afinal, que empresa quer ter como garoto-propaganda o “filhinho da mamãezinha”?</p>
<p>Um bom exemplo de pais que apóiam na medida certa são os pais do medalhista olímpico Flávio Canto. Eles estão presentes a quase todas as competições, mas só os identifica quem já os conhece. E o resultado dessa torcida sem alarde o  mundo inteiro já sabe.</p>
<p>Dar apoio à distância deixa espaço para que o atleta se desenvolva emocionalmente. As dificuldades existem em todas as atividades e só crescemos quando nos dispomos a enfrentá-las. Pais não podem, e não devem, se colocar entre os filhos e os desafios, servindo de escudo na tentativa de protegê-los. O caminho da vitória passa pelas dificuldades, pela solidão da derrota e pelas frustrações dos sonhos não realizados. Um campeão também é formado por muitos momentos de dor e os pais que querem ver seus filhos no degrau mais alto do pódio da vida têm que entender isso.</p>
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