MayraAguiar judo Reuters05022012700x525 Mayra, Sarah e Rafael surgem como favoritos ao pódio em Londres

Mayra Aguiar vence Kayla Harrison/Reuters

O Brasil conquistou três medalhas no Grand Slam de Paris disputado no último final de semana. Mayra Aguiar ficou com o ouro, Sarah Menezes e Rafael Silva com prata. O tradicional evento francês, um dos mais importantes do Circuito Mundial é o último Grand Slam antes do encerramento da janela de classificação para as Olimpíadas de Londres 2012, programada para o dia 30 de abril.

Com o resultado de ontem, o peso pesado Rafael Silva, praticamente, garantiu sua vaga para Londres, já que, no último ranking da Federação Internacional de Judô (FIJ), ele já aparecia em quinto lugar, com cinco posições de vantagem em relação a Daniel Hernandes, que era o 10º.

Tanto Rafael, quanto Mayra e Sarah já haviam subido ao pódio no Masters Top 16 do Cazaquistão e esses resultados, além de garantir a eles uma posição confortável no ranking, os colocam como grandes esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos. Não se trata só de garantir presença na Olimpíada, mas de brigar pelo ouro na Olimpíada.

Na minha opinião Mayra, que foi campeão no Grand Slam de Paris e também no Masters, não apenas se apresenta como uma forte candidata ao pódio em Londres mas como uma das favoritas à medalha de ouro.

Em Paris, ontem, o ouro de Mayra veio com vitória por yuko sobre a americana Kayla Harrison, campeã mundial de 2010 e tradicional adversária, a 33 segundos para o fim da luta. Esta foi a nona vez que Mayra Aguiar e Kayla Harrison se enfrentam.

No confronto direito está 5 a 4 para a americana e a vitória sobre essa adversária fortíssima, fora do Brasil é muito importante para que Mayra adquira uma confiança ainda maior em si mesma.

Na categoria até 90kg, onde a disputa é acirradíssima entre Tiago Camilo e Hugo Pessanha, os dois judocas acabaram derrotados na segunda rodada. Tiago e Hugo foram bronze no Masters, há algumas semanas, e têm-se mostrado absolutamente iguais.

A definição da vaga deve ficar para o Grand Prix de Dusseldorf, ainda este mês, já que, segundo critérios da Confederação Brasileira de Judô, se a vaga não tiver sido definida, nenhum deles participará do Campeonato Pan-Americano, em abril, porque o Brasil só pode inscrever um atleta em cada categoria e não seria justo com nenhum dos dois a vaga ser decidida numa competição em que um deles estaria fora.

O vice-campeão mundial Leandro Cunha, que se recupera de uma cirurgia, perdeu na segunda luta. Apesar de não estar no melhor da sua forma, a participação em torneios como esse é fundamental para que ele ganhe ritmo de luta e autoconfiança antes da disputa dos Jogos Olímpicos.

Outro destaque do dia é o anúncio da aposentadoria do meu amigo Flávio Canto, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 e presidente do Instituto Reação, que revelou talentos como a vice-campeã mundial Rafaela Silva. Canto sempre foi uma grande figura dentro e fora dos tatames e, com certeza, vai continuar trabalhando em prol do nosso judô mesmo depois de se aposentar das competições.

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Neste sábado e domingo, 12 judocas da seleção brasileira disputarão o Grand Slam de Paris, torneio que mais distribuirá pontos para o ranking mundial e olímpico, até o fim da janela de classificação, programada para o dia 30 de abril.

A delegação é composta por Sarah Menezes (48kg), Erika Miranda (52kg), Ketleyn Quadros (57kg), Mayra Aguiar (78kg), Felipe Kitadai (60kg), Leandro Cunha (66kg), Tiago Camilo (90kg), Hugo Pessanha (90kg), Luciano Correa (100kg), Leonardo Leite (100kg), Daniel Hernandes (+100kg) e Rafael Silva (+100kg).

Leandro Guilheiro está em Paris para participar do treinamento de campo internacional, que acontecerá após a competição, mas não disputará o Grand Slam. Essa situação confortável de Guilheiro é consequência da sua excelente posição no ranking, onde ocupa o segundo lugar entre os meio-médios.

A medalha de ouro em Paris vale 300 pontos, a prata 180 e o bronze 80, e 594 judocas de 97 países estão inscritos no torneio, que é uma das últimas chances de somar pontos no ranking e garantir vaga para os Jogos Olímpicos.

Os brasileiros ainda terão chances de melhorar sua posição no ranking no Grand Prix de Dusseldorf, na Alemanha, ainda esse mês; e no Campeonato Pan-Americano, em Montreal, no Canadá, nos dias 28 e 29 de abril.

Para nós, as atrações especiais do Grand Slam de Paris serão a disputa interna entre Tiago Camilo e Hugo Pessanha, entre os médios; e Rafael Silva e Daniel Hernandes, entre os peso pesados.

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O resultado do Top Masters 16 do Cazaquistão foi de suma importância para que alguns atletas brasileiros melhorassem sua posição no ranking mundial da Federação Internacional de Judô.

Felipe Kitadai, Leandro Cunha, Hugo Pessanha, Rafael Silva, Rafaela Silva e Mayra Aguiar conseguiram melhores colocações. De acordo com o ranking divulgado essa semana, Leandro Guilheiro (2º), Sarah Menezes (3ª) e Mayra Aguiar (3ª) estão entre os quatro melhores do mundo, o que é tremendamente relevante para os Jogos Olímpicos. Isso porque os quatro melhores do ranking em cada categoria serão colocados no sorteio dos Jogos Olímpicos como cabeças-de-chave e isso é uma vantagem muito grande.

Tão importante quanto estar entre os cabeças-de-chave é ter a tranquilidade de já estar com a vaga garantida para Londres ainda no início da temporada.

Mas a boa posição no ranking não significa muito para atletas como Tiago Camilo, que é o quinto, e Hugo Pessanha, que é o sexto, entre os médios. Mesmo estando bem colocados no ranking, Camilo e Pessanha protagonizam uma briga intensa pela vaga olímpica.

A indefinição provocada pela briga interna pela vaga tem seu lado bom, já que a rivalidade acaba elevando o nível dos atletas. Mas, por outro lado, o esforço para carimbar o passaporte para a Olimpíada pode não permitir com que ele faça um trabalho focado exclusivamente para os Jogos.

O Grand Slam de Paris, que acontecerá nos dias 4 e 5 de fevereiro, e o Grand Prix de Dusseldorf, marcado para os dias18 e 19 de fevereiro, serão decisivos para a definição dessa vaga.

Vale lembrar que Tiago Camilo já viveu situação semelhante à atual em 2007, quando protagonizou uma disputa acirrada com Flávio Canto pela vaga da categoria meio-médio para o Mundial do Rio de Janeiro. Apesar do desgaste antes da disputa, Camilo se superou e conquistou o título de campeão mundial e o de melhor judoca do mundo na temporada. Não será surpresa se essa disputa com Hugo Pessanha o levar a atingir o mesmo nível de desempenho em Londres 2012.

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O Masters Top 16, realizado no último final de semana, em Almaty, no Cazaquistão, pode ser considerado como uma preliminar dos Jogos Olímpicos de Londres. O torneio reuniu os 16 melhores judocas do mundo em cada categoria e o Brasil conquistou nada menos do que duas medalhas de ouro e quatro de bronze.

O peso pesado Rafael Silva e a meio-pesado Mayra Aguiar subiram ao degrau mais alto do pódio. O médios Tiago Camilo e Hugo Pessanha, a leve Rafaela Silva e a ligeiro Sarah Menezes garantiram o bronze.

Como preliminar da Olimpíada, o resultado dos brasileiros foi maravilhoso! Ainda mais se levarmos em conta que Leandro Guilheiro, o brasileiro que ocupa a melhor posição no ranking mundial de Federação Internacional de Judô (FIJ) não esteve no Cazaquistão.

Diante dessas seis medalhas numa competição tão importante quanto o Masters, a gente pode prever uma boa participação brasileira nos Jogos Olímpicos. Particularmente, me animo a acreditar que o Brasil poderá voltar a conquistar uma medalha de ouro olímpica. Afinal, já faz 19 anos desde a minha conquista em Barcelona.

As medalhas de ouro distribuíram 400 pontos, a prata 240 e o bronze 160 pontos. Depois deste final de semana, vários judocas melhoraram sua posição no ranking e alguns brasileiros, praticamente, garantiram sua presença em Londres.

Com o ouro, o peso pesado Rafael Silva, que vinha numa disputa apertada com Daniel Hernandes, pode respirar mais aliviado. O mesmo não aconteceu entre os médios, onde Tiago Camilo e Hugo Pessanha também brigam ponto a ponto pela vaga. Os dois conquistaram o mesmo resultado, a medalha de bronze, e o titular para a Olimpíada continua indefinido. O Grand Slam de Paris e o Grand Prix de Dusseldorf, em fevereiro, serão decisivos para esses dois judocas brasileiros.

Enquanto o masculino já está voltando para o Brasil, as meninas permanecerão até o final do mês na Europa. Essa semana, elas participam de um treinamento de campo em Roterdam, na Holanda e, no próximo sábado e domingo, disputarão a Copa do Mundo da Bulgária, em busca de mais pontos para o ranking mundial.

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A seleção brasileira de judô embarcou neste domingo, dia 8 de janeiro, para o Cazaquistão, onde disputará o Masters Top 16, no próximo final de semana. A competição, que abre o ano olímpico, será uma prévia do torneio de judô da Olimpíada Londres, já que é restrita aos 16 melhores judocas do mundo em cada categoria.

O Brasil será representado por Felipe Kitadai (60kg/16º colocado no ranking), Leandro Cunha (66kg/7º), Bruno Mendonça(73kg/14º), Tiago Camilo (81kg/4º), Hugo Pessanha (90kg/10º), Rafael Silva (+100kg/6º), Daniel Hernandes (+100kg/10º), Sarah Menezes (48kg/3ª), Erika Miranda (52kg/6ª), Rafaela Silva (57kg/7ª), Mariana Silva (63kg/16ª), Mayra Aguiar (78kg/4ª) e Maria Suelen Altheman (+78kg/10ª).

Com vaga praticamente garantida para os Jogos Olímpicos, os participantes do Masters Top 16 brigarão pelos pontos em jogo na competição, com o objetivo de consolidar sua posição como titulares para a Olimpíada.

À medida que os Jogos se aproximam, a disputa se torna mais acirrada: apenas os 22 melhores entre os homens e as 14 melhores entre as mulheres estarão em Londres. No Masters Top 16, a medalha de ouro vale 400 pontos, a prata 240 pontos e o bronze 160 pontos.

Entre os brasileiros, alguns ainda precisam somar pontos no ranking para garantir presença em Londres, e os 400 pontos do Masters é o objetivo de todos. Afinal, quanto antes garante a vaga, mais tranquila é a preparação do atleta para a Olimpíada. E, quanto mais tranquilo e melhor preparado, maiores são as chances de subir ao pódio olímpico.

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Quinze atletas da seleção brasileira de judô estão no Japão para a disputa do Grand Slam de Tóquio. São eles: Sarah Menezes (48kg), Erika Miranda (52kg), Rafaela Silva (57kg), Mayra Aguiar (78kg), Breno Alves (60kg), Felipe Kitadai (60kg), Bruno Mendonça (73kg), Leandro Guilheiro (81kg), Flávio Canto (81kg), Hugo Pessanha (90kg), Tiago Camilo (90kg), Luciano Corrêa (100kg), Leonardo Leite (100kg), Rafael Silva (+100kg) e Daniel Hernandes (+100kg).

Nesta sexta-feira, já lutaram Kitadai, Breno Alves, Sarah Menezes e Erika Miranda, que, infelizmente, não chegaram ao pódio. Amanhã, lutam Rafaela Silva, Bruno Mendonça, Flávio Canto, Leandro Guilheiro, Tiago Camilo e Hugo Pessanha.

Embora a medalha de ouro valha os mesmos 300 pontos de qualquer Grand Slam, a disputa em Tóquio tem um peso diferente pelo fato de o Japão ser o berço do judô mundial.

Encerrar a temporada subindo ao pódio, conquistando uma boa pontuação para o ranking e sendo consagrado no país onde o judô nasceu é um sonho para todo judoca.

A disputa continua até domingo. Vamos torcer pelos brasileiros!

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Seleção Brasileira 1980 700x525 Sócrates nos deixa um pouco órfãos

Ainda estou triste pela morte do Dr. Sócrates. Ele foi uma das estrelas da seleção de 82, uma seleção mágica que deixou mais saudades até do que outras que conquistaram a Copa do Mundo.

Aquela foi uma seleção especial porque era composta por pessoas diferenciadas, tanto como profissionais do futebol quanto como pessoas. E Sócrates brilhava entre essas pessoas especiais.

Ele era um atleta diferenciado em todos os sentidos. Tecnicamente, era um jogador que enchia os olhos de quem ama o futebol. E ser referência no Brasil num esporte que é tão rico em genialidade, por si só, é um grande feito para qualquer atleta.

Mas Sócrates também se destacava por sua participação política, o que é uma raridade. Geralmente, o atleta, quando está no auge está centrado na sua carreira, acaba deixando de se envolver em discussões políticas que são fundamentais para o futuro do esporte e, mais importante ainda, para o destino da nação.

Sócrates não se deu ao luxo de ficar calado nos tempos da ditadura e fez questão de usar sua influência com ídolo de multidões na Campanha Diretas Já, em 1984.

A atuação política de Sócrates nos deixa a lição de que, mesmo no auge, o atleta pode, e deve, dedicar-se às questões políticas do esporte e do país.

Com sua morte, Sócrates junta-se a outros grandes nomes do nosso esporte que acabam partindo de maneira prematura, como João do Pulo e Ayrton Senna, só para citar alguns.

O futebol fica meio órfão sem Sócrates. Por suas características singulares, ele deixa um espaço vazio. Dessa vez, não há ninguém à altura para substitui-lo.

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O judô brasileiro termina o ano em alta. Conquistamos um número recorde de medalhas nos Jogos Pan-Americanos e, nas disputas dentro do Brasil o Grand Prix Nacional é um evento consolidado e extremamente animador.

Esse grande sucesso do nosso judô é resultado do bom trabalho, competência e profissionalismo de muita gente: dirigentes, atletas e técnicos do Brasil inteiro. Todos eles, como não pode deixar de ser, têm recebido seus merecidos créditos. Mas é muito importante destacar também a importância da arbitragem para a boa fase do judô brasileiro.

Pude acompanhar o nível fraco da arbitragem nos Jogos Pan-Americanos, com tristeza. Os erros dos árbitros no Pan prejudicaram, inclusive, os atletas brasileiros, como Mayra Aguiar. Tais erros decorreram do mau uso das imagens, que são geradas pela organização para a correção de qualquer erro e confirmação de pontos, e também pela aplicação indevida das punições. Em alguns momentos, os árbitros do Pan foram muito rápidos para assinalar punições, gerando intraquilidade nos atletas e rebaixando o nível dos combates, em consequência dessa insegurança.

Comparando o nível da arbitragem do Pan com a do GP Nacional, a diferença é gritante. O GP teve excelentes arbitragens, principalmente nas finais.

Destacando o excelente trabalho dos professores Édson Minakawa e Jeferson Vieira, que esteve nos Jogos Pan-Americanos representando a arbitragem brasileira, quero parabenizar a arbitragem brasileira.

Meu reconhecimento também ao professor José Pereira Silva, que é um profissional muito experiente, mas extremamente comprometido com o movimento da arbitragem. O professor Pereira é rigoroso, mas sempre mantendo o equilíbrio emocional, o que é fundamental em qualquer disputa, já que o atleta que perde costuma reclamar da arbitragem.

Numa competição por equipe como o Grand Prix Nacional, marcada pelo equilíbrio entre os participantes, a boa arbitragem e o equilíbrio emocional fizeram a diferença.

A final masculina do GP foi decidida na última luta e a precisão da arbitragem me chamou a atenção.

Parabéns aos árbitros brasileiros!

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A evolução do judô brasileiro é evidente. Além dos excelentes resultados obtidos pelos nossos atletas no circuito internacional, também nos deixa muito orgulhosos ver o alto nível de organização dos eventos realizados aqui.

No último final de semana, estive em São Paulo, participando da cobertura das finais do Grand Prix Nacional e me senti um privilegiado por fazer parte do evento. O GP apresentou finais eletrizantes, tanto no masculino quanto no feminino, que evidenciaram o alto nível do judô brasileiro.

O GP Nacional contou com alguns dos grandes nomes do exterior, que defenderam equipes brasileiras, como a cubana Idalys Ortis; e também com os principais judocas brasileiros, inclusive os que conquistaram medalhas nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Esporte Clube Pinheiros e Minas Tênis Clube se apresentaram como as grandes forças do judô nacional na atualidade, tanto que estiveram presentes nas duas finais. No masculino, o Pinheiros conquistou seu quarto título, se consolidando como o maior vencedor do GP Nacional em todos os tempos. Minas ficou em segundo e a Universidade Castelo Branco em terceiro.

Já no feminino, o Minas levou a melhor. As meninas do Pinheiros sagraram-se vice-campeãs e as da Associação de Judô Rogério Sampaio ficaram com a medalha de bronze.

Quero parabenizar a Confederação Brasileira de Judô pela excelente organização. O GP Nacional hoje é uma feliz realidade e, na minha opinião, um dos eventos interclubes mais bem organizados do mundo.

Atletas de altíssimo nível, organização perfeita e a transmissão ao vivo da Record News fizeram do GP um presente para os amantes do judô.

Meus parabéns também aos atletas de todas as equipes participantes. Sem eles, a competição não teria tido o brilho que teve.

Quem acompanhou, ao vivo ou pela TV, pode ver um evento vibrante até o último segundo. Um evento que exigiu dos atletas, equipes e comissões técnicas superação, técnica, estratégia e organização.

Parabéns a todos! Parabéns ao judô brasileiro!

Ai vão os resultados completos:

Classificação Feminina
1º: Minas Tênis Clube/MG
2º: Esporte Clube Pinheiros/SP
3º: Associação de Judô Rogério Sampaio/SP
4º: Sogipa/RS
5º: Universidade Castelo Branco/RJ
6º: Flamengo/RJ
7º: Kiai Kan/SP
8º: São Caetano/SP

Classificação masculina
1º: Esporte Clube Pinheiros/SP
2º: Minas Tênis Clube/MG
3º: Universidade Castelo Branco/RJ
4º: São Caetano/SP
5º: Sogipa/RS
6º: Associação de Judô Rogério Sampaio/SP
7º: SESC/BA
8º: Inhúmas/GO
9º: Flamengo/RJ
10º: Jequiá/RJ
11º: Santo André/SP
12º: FTC/BA

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Neste sábado e domingo, os amantes do judô têm uma ótima opção de programa: as disputas do Grand Prix Nacional Feminino e as finais do GP Nacional Masculino.

No sábado, a primeira fase do torneio feminino acontecerá no ginásio da Scania, em São Paulo. E as finais, tanto do masculino como do feminino, serão realizadas, no domingo, no EC Pinheiros, com transmissão ao vivo da Record News, a partir das 11h.

Na disputa por medalhas no GP Nacional Feminino estarão a atual bicampeã Sogipa/RS, São Caetano/SP, Pinheiros/SP, Flamengo/RJ, Castelo Branco/RJ, Minas Tênis Clube/MG, Kiai Kan/SP e Rogério Sampaio/SP.

Estrelas como Ketleyn Quadros, responsável pela conquista da primeira medalha olímpica do judô feminino brasileiro; Erika Miranda, Sarah Menezes, Mayra Aguiar, Maria Sulen Altheman e a medalhista olímpica e atual campeã dos Jogos Pan-Americanos, Idalis Ortiz, de Cuba, estarão em ação, no Pinheiros, nesse final de semana.

ketleyn quadros A vez das meninas no GP Nacional

Ketleyn Quadros

No masculino, a expectativa é de uma final memorável entre Minas Tênis e Pinheiros. Lutando em casa, o Pinheiros conta com quatro titulares da Seleção Brasileira – Leandro Guilheiro, Leandro Cunha, Tiago Camilo e Rafael Silva, além de Daniel Hernandes e outros grandes nomes – e é o favorito.

Luiz Revite, Alex Pombo, Nacif Elias, Hugo Pessanha e Luciano Correa, todos da seleção brasileira, defenderão o Minas Tênis.

Vencendo, o Pinheiros pode garantir o quarto título do GP Nacional e desempatar a disputa com a equipe de São Caetano.

Hoje, os dois times têm três títulos. Se for o campeão no domingo, o Pinheiros vai se isolar na liderança, com o maior número de vitórias da competição.

Ao vivo pela Record News, o GP Nacional é um programa imperdível.

A gente se encontra neste fim de semana.

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