Desenvolvimento técnico é fundamental para as categorias de base

Em contagem regressiva para os Jogos Olímpicos de Londres, a Seleção Brasileira de Judô, masculina e feminina, está em fase de treinamento no exterior.

Mas a geração que promete brilhar na Olimpíada do Rio-2016 também está ação. Os judocas da Sub-20 participam de treinamentos e competições na Europa. E estão fazendo bonito. Nesse final de semana, os brasileiros conquistaram nada menos do que nove medalhas naEuropean Cup de Kiev. A seleção foi ouro com Tawany Silva (44kg), Gabriela Chibana (48kg) e Samantha Soares (78kg); prata com Guilherme Lócio (55kg) e Luis Nogueira (73kg); e bronze com Camila Barreto (52kg), Gustavo Assis (81kg), Jéssica Santos (63kg) e Pamela Souza (78kg).

Aqui no Brasil, os garotos e garotas da Sub-17 disputaram o Campeonato Brasileiro, no Espírito Santo. Foram campeões: Daniel Carginin (RS/50kg), Robson Penna (MT/55kg), Rodrigo Lopes (RJ/60kg), Brener Marcon (RS/66kg), José Basile (SP/73kg), Victor Correia (SP/81kg), Bruno Souza (RJ/90kg), Hugo Praxedes (SP/+90kg), Bruna Silva (SP/40kg), Larissa Farias (MS/44kg), Carolyne Hernandes (RS/48kg), Fernanda Freitas (PE/52kg), Ana Paula Prates (MS/57kg), Aline Silva (SC/63kg), Aine Schmidt (SP/70kg) e Carina Amaro (SC/+70kg).

Tenho atletas que treinam na Associação de Judô Rogério Sampaio em todos esses movimentos: Bruno Mendonça está com a seleção olímpica no Japão e Maria Suelen Altheman embarca, essa semana, para a Rússia. Beatriz Santos Oliveira, da Sub-20, continua em Kiev. Entre os juvenis, José Victor Romeu Basile sagrou-se campeão brasileiro e Gabriela Bittencourt ficou com o bronze.

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Competições como o Campeonato Brasileiro Sub-17 movimentam muita gente. Em Guarapari, competiram 270 judocas de 25 Estados. Exatamente pelo grande quantidade de atletas com potencial, nas Seleções de Base existe um afunilamento dos judocas que vão se destacando e passam a ser número um ou número dois do Brasil.

Todos sonham integrar a Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Mas o que é mais importante na formação desses atletas?

Embora muita gente destaque a preparação física, na minha visão, o mais importante nessa idade, é o desenvolvimento técnico, a busca pela perfeição técnica, o estudo dos fundamentos do judô, do fundamento de desequilíbrio, aprender a trabalhar com ação e reação do adversário, fundamentos de movimentação e postura e, logicamente, o desenvolvimento da questão do poder de superação e determinação, o que deve ser trabalhado desde cedo. Isso tudo é que vai formar um judoca diferenciado.

Preparação física é importante, mas não é tudo!

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A importância da família para o sucesso de um atleta

Talvez você não saiba, mas hoje, dia 15 de maio, é o Dia Internacional das Famílias. E família é algo sagrado. Todo mundo precisa de um porto seguro,  de um lugar onde se refugiar quando tudo parece dar errado, e de pessoas que comemorem, com sinceridade total, as suas vitórias e conquistas.

Muito se fala sobre o que é necessário para o sucesso de um atleta, o que é mais importante na formação de um campeão e, na maioria das vezes, a lista é composta por talento, aptidão física, poder de superação, persistência, paciência para se desenvolver tecnicamente, ter um grande professor e pertencer a um centro esportivo que dê a ele condições de crescimento. Mas, mesmo tudo com isso, será difícil conquistar grandes resultados se o atleta não tiver uma base familiar que possibilite que ele enfrente os desafios e, principalmente, que se erga novamente e aprenda com as várias derrotas. Afinal, são as derrotas que nos fazem progredir e melhorar.

Felizmente, apesar  de todas as dificuldades com patrocínio e dos inúmeros problemas de organização existentes na Confederação Brasileira de Judô na minha época de atleta, contei com um núcleo familiar excelente. Meu pai, minha mãe e minha irmã sempre ofereceram o equilíbrio emocional e todo apoio que eu e meu irmão, Ricardo, precisávamos para conquistar vitórias nos tatames.

Como diz o jargão de um comercial antigo, “não basta ser pai, tem que participar”. Não basta ter talento, para brilhar no esporte é fundamental ter parceiros na família.

Feliz Dia da Família!!!

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Feliz Dia das Mães!

Nessa fase pré-olímpica, quando atletas de todo o Brasil estão em contagem regressiva para realizar seu sonho de disputar uma Olimpíada e, quem sabe, voltar ao País com uma medalha no peito, eu quero prestar minha homenagem às mulheres sem nome e, muitas vezes sem rosto, responsáveis pela formação dos nossos atletas, olímpicos ou não: as mães.

Não importa o estilo, se é a mãe torcedora, que praticamente compete junto com o filho, torcendo, gritando e dando instruções da arquibancada; ou se é do tipo mais comedido, que vibra, torce e sofre em silêncio, é ela, a mãe, quem cria a estrutura indispensável para que todo o resto, treinos e competições, funcione.

Refeições prontas e servidas no horário certo, roupas de treinamento limpas e, principalmente, um ambiente emocionalmente equilibrado para que o filho atleta tenha condições ideais para praticar o seu esporte: essas e muitas outras são tarefas desenvolvidas, com naturalidade, pelas mães.

Quero agradecer a todas a mães brasileiras e deixar registrado o meu reconhecimento. Às mães de atletas, às mães atletas, às mães jornalistas que deixam seus filhos para acompanhar as competições que dão visibilidade aos atletas e às diferentes modalidades.

Quero agradecer à minha mulher, mãe dos meus filhos e, principalmente, à minha mãe, dona Neusa. Foi ela que seguiu as instruções do pediatra e me colocou para treinar judô; ela que me acompanhava nos treinos durante a infância, que insistiu comigo para que eu continuasse sendo um judoca, quando eu quis desistir; que se sacrificou, junto com o meu pai, para bancar as viagens de treinamentos e competições internacionais.

rogerio ok  Feliz Dia das Mães!

Nunca foi assunto na mídia, mas, pouco tempo antes de eu me tornar campeão olímpico, minha mãe gastava horas remendando os meus quimonos velhos...

Jovem, idosa, rica ou pobre, famosa ou se sentindo como uma mulher invisível, se você é mãe, hoje o dia é seu. Comemore! De minha parte, aceite um muito obrigado do tamanho da sua dedicação.

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O conhecimento não pode morrer!

 

Nos dois últimos finais de semana, tive a oportunidade de transmitir um pouco dos meus conhecimentos e da minha experiência no judô em clínicas ministradas em duas cidades do Nordeste: Crato, no Ceará; e Jupi, em Pernambuco. Crato fica colado a Juazeiro do Norte e Jupi é ao lado de Garanhuns.  

Eu me surpreendi com o número de praticantes de judô existentes nessas duas regiões. Para mim foram experiências extremamente enriquecedoras porque  pude conhecer a maneira como o judô se desenvolve fora dos grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro e gostei do que vi. 

Foi uma grande oportunidade de passar para jovens judocas e técnicos um pouco do muito que aprendi ao longo de mais de 40 anos de prática do judô no Brasil e com treinamentos, intercâmbios e competições internacionais de alto nível.

Acho muito interessante que medalhistas olímpicos como eu possam ter a oportunidade de transmitir sua experiência aos mais jovens. Eu mesmo gostaria de estar mais próximo dos praticantes de judô de muitas cidades Brasil afora que ainda não conheço. 

Ministrar clínicas é uma experiência enriquecedora não apenas para quem ouve, mas também para quem ministra. Estou amando essa nova fase da minha carreira e me preparando para conhecer novos lugares e novos amigos que, como eu, dedicam a vida ao judô. 

Tive a oportunidade de aprender muito na minha carreira no judô, e transmitir essa experiência é minha missão. Afinal, o conhecimento de um campeão não pode morrer!

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Uma equipe campeã em busca do pódio olímpico

Ontem, à tarde, foi apresentada, oficialmente, a Seleção Brasileira de Judô que irá a Londres. Finalmente, depois de um ciclo olímpico inteiro, puderam comemorar a vaga, pelo ranking olímpico da Federação Internacional de Judô, os seguintes atletas:

  • Ligeiro: Sarah Menezes (48kg / 2ª do ranking mundial) e Felipe Kitadai (60kg/11º)
  • Meio-leve: Erika Miranda (52kg / 3ª) / Leandro Cunha (66kg/4º)
  • Leve: Rafaela Silva (57kg/3ª) / Bruno Mendonça (73kg/10º)
  • Meio-médio: Mariana Silva (63kg/14ª) / Leandro Guilheiro (81kg/1º)
  • Médio: Maria Portela (70kg/8ª) / Tiago Camilo (90kg/6º)
  • Meio-pesado: Mayra Aguiar (78kg/1ª) / Luciano Correa (100kg/15º)
  • Pesado: Maria Suelen Altheman (+78kg/7ª) / Rafael Silva (+100kg/3º)

Dois atletas dessa lista, Bruno Mendonça e Maria Suelen Altheman, treinam na Associação de Judô Rogério Sampaio, em Santos, o que, para mim, é um motivo a mais para comemorar. Afinal, depois que conquistei o ouro em Barcelona, temos mantido uma tradição de ter representantes da academia que fundei, em 1993, em todas as edições dos Jogos Olímpicos, Pan-Americanos e Campeonatos Mundiais. Além deles, também passaram por lá, dos que estão na lista de convocados, Leandro Guilheiro e Mariana Silva.

Nos últimos quatro anos, a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) trabalhou com mais de 100 atletas, sendo 56 na Seleção Brasileira Permanente a cada ano, disputando inúmeros torneios do Circuito Internacional.

Como resultado, em 2011, o Brasil conquistou 169 medalhas, sendo 51 de ouro, 46 de prata e 72 de bronze. No Mundial da França foram cinco medalhas (duas pratas e três bronzes), sendo três no feminino. Alcançamos um recorde de medalhas de ouro conquistadas em Jogos Pan-Americanos: foram seis no México, contra as cinco de 1987 e 2003. O judô masculino conquistou seis dos sete ouros possíveis nos Jogos Pan-Americanos.

O trabalho da CBJ foi muito bem feito!

Estamos indo para a Olimpíada com uma equipe composta por atletas consagrados em Campeonatos Mundiais e Jogos Olímpicos. Temos chances enormes de quebrar o recorde de três medalhas conquistadas em Pequim. Eu aposto numa média de quatro a seis medalhas. Também estou convicto de que poderemos voltar a alcançar uma medalha de ouro, o que seria a coroação perfeita para todo o trabalho sério de preparação realizado pela Seleção Brasileira.

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É hoje!

De posse dos resultados do Campeonato da Oceania, que terminou ontem, à noite, na Austrália, a Federação Internacional de Judô divulga hoje o ranking final, que vai revelar quem são os 22 judocas, no masculino, e as 14, no feminino, que garantiram vaga e disputarão os Jogos Olímpicos de Londres.

Aproveitando o desembarque da equipe que foi ao Campeonato Pan-Americano do Canadá, a Confederação Brasileira de Judô fará um evento especial, no Aeroporto de Cumbica, às 15 horas, para apresentar, oficialmente, a Seleção Olímpica.

A grande expectativa ficará por conta dos titulares das categorias médio e meio-pesado. Depois de muitas contas e, considerando os descartes, Tiago Camilo, na médio, e Luciano Correa, na meio-pesado, deverão ficar com as vagas.  As excelentes performances de Hugo Pessanha e Leonardo Leite, numa espetacular disputa interna, valorizaram ainda mais as conquistas de Tiago e Luciano.

O Brasil chegará aos Jogos Olímpicos com a equipe completa e com muitos atletas entre os melhores do mundo, num retrospecto nunca antes alcançado. Tudo isso nos torna ainda mais confiantes na conquista de três a seis medalhas em Londres, sendo uma ou mais de ouro.

Boa sorte, Brasil!

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Só deu Brasil no Campeonato Pan-Americano

O Brasil teve uma participação histórica no Campeonato Pan-Americano de Montreal, neste final de semana. A conquista de 14 medalhas em 14 categorias é um feito inédito. Foram nove ouros, duas pratas e três bronzes.

Esse bom resultado é um fator muito positivo para os atletas nessa reta final a caminho dos Jogos Olímpicos de Londres, pois o bom desempenho na disputa continental, com certeza, vai aumentar a autoconfiança de todos os que estiveram lá e estar confiante é fundamental para um bom resultado na Olimpíada.

A nota triste fica, mais uma vez, por conta da arbitragem ruim, exatamente como aconteceu nos Jogos Pan-Americanos, meses atrás. A arbitragem insegura acaba gerando insegurança nos atletas e isso prejudica o rendimento dentro da área de competição.

O problema maior aconteceu durante a luta final da ligeiro Sarah Menezes. Na decisão, a 26 segundos do final, o árbitro central assinalou um yuko da cubana Dayaris Mestre Alvarez contra Sarah, que foi retirado. Quando a luta ia para o golden score, a arbitragem voltou atrás e devolveu o yuko para a cubana, que ficou com o ouro. Também como forma de protesto, a Comissão Técnica do Brasil decidiu não participar da disputa por equipes, que aconteceu no domingo.

Felizmente, Sarah não precisava da medalha de ouro para garantir sua presença em Londres e, como terceira colocada no ranking da Federação Internacional de Judô, Sarah sua posição entre as melhores do mundo, como cabeça-de-chave para o sorteio das chaves em Londres.

Resta-nos uma certeza: a arbitragem pan-americana precisa melhorar, e muito.

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Menos de 100 dias para Londres: hora de focar nos mínimos detalhes

Estamos a pouco mais de 90 dias para o início dos Jogos Olímpicos de Londres e há uma expectativa muito grande em relação a uma boa participação do judô brasileiro.

Na fase de preparação, o Brasil conquistou excelentes resultados em todos os torneios do circuito mundial de judô, que definiram as vagas para a Olimpíada. Agora, com a vaga assegurada, muitos questionam se o momento é mais propício para manter o treinamento que vem sendo feito ou se é hora de aumentar o ritmo. Não há uma receita pré-estabelecida.

Manter ou aumentar o ritmo na etapa final da preparação varia de atleta para atleta. Mas, não tenho dúvida de que é hora de focar ainda mais na participação nos Jogos Olímpicos.

A Olimpíada é uma competição que acontece a cada quatro anos e um bom resultado lá, subir ao pódio, voltar ao país com uma medalha, principalmente se for dourada, pode mudar a vida de um atleta.

O torneio de judô nos Jogos Olímpicos é decidido nos pequenos detalhes. Não falo nem de detalhes, mas dos mínimos detalhes. O componente emocional é muito importante, por isso, é hora de aumentar ainda mais o foco para que o nível de concentração aumente e atinja o ápice durante os Jogos.

Vale destacar que quando falo em aumentar o ritmo de treinamento não quero dizer treinar mais, mas chegar concentrado aos treinamentos, com a disposição redobrada para corrigir os erros.

É hora de dar ênfase maior àquilo que cada um tem de qualidade, seja luta de chão ou luta em pé. É hora de melhorar os pontos fracos e corrigir os erros.

O Brasil tem todas as condições de fazer uma participação histórica no judô dos Jogos Olímpicos de Londres, entre os dias 28 de julho e 3 de agosto. Para isso, será preciso atenção redobrada aos mínimos detalhes que diferenciam um campeão olímpico de um grande judoca.

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Lutando para ser cabeça-de-chave em Londres

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No fim deste mês, nos dias 28 e 29 de abril, a Seleção Brasileira de Judô disputará o Campeonato Pan-Americano, em Montreal, no Canadá. Será uma competição importantíssima, já que é o último evento que conta pontos para o ranking mundial da Federação Internacional de Judô (FIJ), que definirá a classificação dos atletas para os Jogos Olímpicos de Londres.

Mais do que o título e da medalha de ouro, subir no lugar mais alto do pódio no Campeonato Pan-Americano também representa somar pontos preciosos para o ranking. E, dessa vez, não mais para garantir a vaga olímpica, mas para brigar pelas primeiras posições do ranking, que garantem uma condição privilegiada no sorteio das chaves em Londres-2012. Os quatro melhores ranqueados de cada categoria sairão como cabeça-de-chave e isso não é pouca coisa. Os dois primeiros ficam “isolados” e só se enfrentam se forem para a final.

Esse Campeonato Pan-Americano e o Grand Slam do Rio de Janeiro, que acontecerá em junho, serão dois excelentes treinamentos para os atletas brasileiros. No Pan-Americano, no Canadá, estarão os cubanos, os americanos e os canadenses, judocas de excelente nível. Já no Grand Slam, os brasileiros vão enfrentar europeus e asiáticos. Tudo isso antes da Olimpíada.

Grandes emoções nos aguardam. Vamos torcer!

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Equipe olímpica será definida em 1º de maio

Já temos a certeza de que o Brasil terá, pela primeira vez, representantes nas 14 categorias em disputa nos Jogos Olímpicos de Londres. Porém, em duas categorias, -90kg e -100kg, a vaga continua indefinida.

Para os Jogos Olímpicos de Londres 2012, os 22 homens mais bem colocados na lista garantem vaga, enquanto, no feminino, as 14 melhores mulheres estarão presentes. Apenas um atleta por país poderá lutar em Londres. Sendo assim, caso mais de um judoca da mesma nacionalidade esteja dentro do critério de classificação, o próximo da lista ganha posição.

De acordo com o ranking da Federação Internacional de Judô (FIJ), Sarah Menezes (48kg), Érika Miranda (52kg), Rafaela Silva (57kg), Mariana Silva (63kg), Maria Portela (70kg), Mayra Aguiar (78kg), Maria Suelen Altheman (+78kg), Felipe Kitadai (60kg), Leandro Cunha (66kg), Bruno Mendonça (73kg), Leandro Guilheiro (81kg) e Rafael Silva (+100kg) estão com o passaporte carimbado para Londres.

00371226 Equipe olímpica será definida em 1º de maio

Com a vaga indefinida em suas categorias, Hugo Pessanha, que é sétimo colocado entre os pesos médios (-90kg) e o campeão mundial Tiago Camilo, que é o 9º no ranking, assim como os pesos meio-pesados (-100kg) Leonardo Leite, 16º do ranking, e Luciano Correa (17o) não disputarão o Campeonato Pan-Americano neste final de semana, em Montreal, no Canadá, por determinação da Confederação Brasileira de Judô, e terão que esperar até o dia 1º de maio para saber quem estará nos Jogos Olímpicos.

Apesar da aparente vantagem, Hugo Pessanha e Leonardo Leite ainda não têm certeza da sua ida a Londres. Isso porque pelo ranking da Federação Internacional de Judô, estabelecido na temporada de 2009-2010 (de maio a abril), os pontos adquiridos em competições naquele ano perdem 75% do valor até o fechamento da lista Olímpica, no próximo dia em 30 de abril. Os pontos de 2010-2011 valerão 50% do total e, a partir de maio de 2011 até abril de 2012, os pontos serão 100% computados. E essa conta é muito complicada!

A janela de classificação para as Olimpíadas de Londres vai até 30 de abril, e a Confederação Brasileira de Judô anunciará os integrantes da equipe olímpica no dia 1º de maio.

Vamos nos preparar para conhecer a tão esperada lista. Sejam quem forem dos representantes das categorias médio e meio-pesado o Brasil, certamente, estará muito bem representado. Em quem você apostaria?

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