DE PAI PARA FILHO, UMA HISTÓRIA OLÍMPICA!

DE PAI PARA FILHO, UMA HISTÓRIA OLÍMPICA!

Neste vídeo de 21 minutos, Tatá Muniz é entrevistado por seu filho, Octávio Muniz Wense e conta história de suas passagens cobrindo os Jogos Olímpicos. Produção da 2G Conteúdo.

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OS REPÓRTERES DE RÁDIO E AS NORMAS DA CBF!

Volto ao tema tratado na coluna anterior, qual seja, as tais "normas" (sic) ditadas pela CPF (argh!) sobre a conduta dos repórteres de rádio nos jogos do Brasileirão.

Foram muitas manifestações nestes últimos dias, destaco principalmente a dos companheiros Wanderley Nogueira, Afonso Alberto e Flávio Araújo.

Bem, primeiro tratemos do que DEVE ser feito.

DEVEM ser revogadas, de imediato, estas normas policialescas.

DEVEM ser chamadas para uma reunião pessoas que representem nossa classe e que NÃO DIGAM SÓ AMÉM como foi no dia em que este "código" (sic) foi definido!

Que se convoque as duas associações nacionais, as quatro do meu estado, São Paulo e as demais de todos os estados cujos clubes estão envolvidos na Série A, através de seus presidentes e/ou representantes.

DEVEM ser chamados profissionais de Direção, não só das rádios (as principais do país) mas como os responsáveis pelos Departamentos de Esportes destas.

DEVEM ser chamados jornalistas de renome e que atuam no trabalho de reportagem de campo e aqui cito alguns, mas outros poderiam ir; Wanderley Nogueira por São Paulo, Cláudio Perrot pelo Rio de Janeiro, Roberto Abras por Minas Gerais, etc.

Isto sem contar que tem que estar presentes o articulador destas ideias (que ele se apresente!), os homens do Comitê de Imprensa da CBF, o Diretor de Competições da dita cuja, o representante dos treinadores e o representante dos jogadores de futebol.

O Governo tem que participar, afinal, as regras da Lei Pelé, do artigo 90-F e a própria Constituição Federal estão sendo vilipendiados.

E por fim, tem que estar presente a DETENTORA DOS DIREITOS, a Globo Esportes.

Todos reunidos devem trabalhar para; primeiro, montar uma comissão de estudos // segundo, criar um código de conduta que será adotado à partir de 2017 // terceiro, discutir as regras claras para AQUISIÇÃO DE DIREITOS por parte das rádios/web rádios/portais de internet/aplicativos/jornais/revistas (e nem sempre adquirir direitos é pagar com dinheiro, existem outras formas de montar um bom acordo).

Assim vamos chegar à uma conclusão, definitiva, justa, correta, duradoura - o resto é papo furado e conversa jogada fora!

Tenho dito.

 

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TER OU NÃO TER? EIS A QUESTÃO… DOS DIREITOS.

Acabo de chegar de Brasília-DF, onde, a convite da Associação dos Cronistas Desportivos de Pernambuco – ACDP (da qual sou sócio número 134), do Presidente Iranildo Silva, participei do 42º Congresso da ABRACE – Associação Brasileira de Cronistas Esportivos.

Foram quatro dias de ótima convivência com companheiros jornalistas/radialistas/cronistas de 19 estados da federação.

Além das praxes de apresentação de contas (aliás, a ABRACE está com apenas 15 mil em caixa até 12/2016) foram vários debates sobre o tema que nos aflige neste instante que são as novas regras estabelecidas pela CBF, por pedido de clubes/treinadores/jogadores, sobre os novos protocolos para o rádio e seus repórteres – sim, o RÁDIO e seus REPÓRTERES exclusivamente para esses, mesmo que digam ao contrário.

Basicamente, para não me estender em regras, repórteres do RÁDIO, exclusivamente ESTES, não podem mais entrevistar, no perímetro externo do campo, jogadores e treinador antes da partida – são obrigados a repetir esta ação no intervalo – só podem “algo”, pós-jogo, fora das quatro linhas obviamente, em local determinado e pós-TV’s detentora de direitos. E tem mais, ao vestir seu colete, seja quantas horas forem antes do jogo, é obrigado, o REPÓRTER de RÁDIO a seguir para um local específico, atrás do gol, balizado por grades, e lá ficar... todo tempo!

Quem criou estas regras, tinha objetivo específico – minar a “resistência” daquela parte da imprensa esportiva que ainda, veja bem, ainda pode ser combativa.

São os repórteres, predominante os de rádio, poucos é verdade, que ainda desafiam em suas críticas a “autoridade” (sic) desta gente.

Ao tomar esta atitude, a CBF, atendendo aos reclamos da dona dos direitos, fere de morte a nossa profissão e acaba com uma das mais brilhantes funções desenvolvidas no nosso meio.

Na minha visão cabe a luta, até porque penso que no extrato desta história, a determinação transgride regras, inclusive algumas estabelecidas na Constituição Federal.

Como disse o Presidente Iranildo Silva, candidato à Presidência da ABRACE no próximo ano (comigo de vice) exclusividade dos DIREITOS DE TRANSMISSÃO é uma coisa, monopólio sobre o DIREITO DA INFORMAÇÃO é outra.

Sei que muitos vão lançar mão do argumento de que “só aqui, neste país, é que repórter ainda fica em campo”... sim, é só aqui mesmo, é parte da nossa cultura, algo que acontece há quase 100 anos e que, com regras (é óbvio), tem que ser respeitado!

E nessa linha, para não dizer que só aponto eventuais falhas ou só emito críticas, acho que o caminho é que o rádio participe no rateio dos direitos dos campeonatos, exatamente como se faz na Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, por exemplo. E nem sempre “adquirir direitos” é fazê-lo com dinheiro, existem outras formas e posso mostrar quais, a qualquer tempo, desde que seja instado a isto.

Vejo demissões “pipocando” no país inteiro por conta desta medida. Muitas emissoras, que já não mandam ninguém, além do repórter, para seus jogos, vão começar a demitir em massa, como recém foi feito com a tradicionalíssima equipe de esportes da Rádio Liberdade de Caruaru, que encerrou seu departamento nesta data.

Se o futebol, especificamente ele, é o que é... ou o que sobrou ? ...deve muito ao rádio. Eu vim do rádio, do pé-na-grama, da reportagem... meu pai idem...se sou o que sou hoje devo a esta atividade que não pode simplesmente acabar.

Lembremos que a modernidade está aí para nos ajudar, e não ceifar empregos e profissões... fosse assim, desde a invenção do e-mail não haveria mais carteiros!

As associações nacionais (ABRACE/ACEB), as associações locais (no caso de meu estado ACEESP/ACESAN/ACEISP) não podem compactuar com isto, elas existem para “nos defender”, defender os cronistas esportivos – temos que cobrar posições conscientes de ambas, porém posições duras, para reaver, ao menos em parte, direitos que por tradição são nossos.

E tenho dito!

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FAZ 10 ANOS QUE CRIAMOS UMA REVOLUÇÃO!

Lendo os arquivos do companheiro Edú César, do site www.papodebola.com.br me deparei com algo que me lembrava, mas não estava na minha "pauta".

Há dez anos - não você não leu errado - há dez anos nós, eu e meus parceiros, colocamos na internet, em "live streaming", o sinal do NSC, o National Sports Channel, exatamente como ele trafegava na TV/no ar.

Era uma época, como devem recordar os mais velhos, que não havia a banda larga de hoje, a fibra óptica ainda "engatinhava", enfim, tínhamos (em alguns locais ainda temos rsrsrs) a banda larga movida "à lenha" rsrsrs...

Foi um negócio de maluco, assim; descíamos o sinal do satélite por uma parabólica de 6 metros que ficava no telhado da SPTelefilm (do João Carlos Serres) na Vila Olímpia.

De lá, por fibra óptica, jogávamos o sinal do ar, exatamente como ele era, para a Streamworks (do Marcelo Cavicchiolli) e de lá, processado para até 300 "viewers", no mesmo frame de segundo, mandávamos o NSC pela internet ao mundo inteiro.

Na época, fizemos história!

Sim, história, afinal, o NSC foi o precursor de todos os demais canais neste aspecto - nem SporTV, nem ESPN e nem BandSports tinham esta tecnologia nesta época - e a Fox e o EI nem existiam ainda...

Muitos, como meu "affiliate sales", amigo e parceiro, Marcelo Assumpção me chamaram de "louco", afinal, como poderia distribuir grátis, via internet, algo que era produto para a TV paga.

E eu sempre discordei, sempre imaginei que fora da plataforma de internet nada seria possível em termos de alcançar o mundo.

Concomitante à isto, já em 2006, através de parceiros como a Erickson e a dinamarquesa Responsfabrikken, caminhamos para o desenvolvimento de uma das primeiras plataformas para colocar, on-line, o sinal de vídeo/áudio do NSC nos celulares (atuais smartphones) - chegamos até a testar, mas a falta da banda larga na telefonia móvel nos retardou a implementação.

O NSC, nós, eu e os parceiros, fomos pioneiros nisso - e não há dúvida - ninguém fez isso no Brasil antes da gente, nem Globo, nem ninguém! Esse troféu é nosso...

Que o diga o ex-zagueiro, campeão do mundo pela Seleção Brasileira, Roque Júnior, que já em 2007, da sala de sua casa na Alemanha (pergunte ao Acaz Felleger!), assistiu um jogo da Copa São Paulo de Juniores daquele ano, ao vivo, direto de São José dos Campos-SP, à cores e com som digital - lógico, com a transmissão do NSC.

Aí se tivéssemos dinheiro...e investidores!

 

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EU NASCI…HÁ 52 ANOS ATRÁS!

"E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais"

Sábias palavras do poeta Raul Seixas...

Sei que NADA NA VIDA É POR ACASO...

Sei que não se deve confiar 100% em ninguém...

Sei que Deus existe...

Sei que é bonito pedir desculpas, dizer obrigado e dar licença aos mais velhos...

Sei que a gratidão é a base de todos os sentimentos, acima e antes de qualquer outro...

Sei que a família é, é mesmo, o berço de tudo...

Sei que pai e mãe, e não necessariamente nesta ordem, são "intocáveis"...

Sei que filhos são eternos...

Sei que não há outro caminho na vida, de gente de bem, a não ser o trabalho...

Sei que mentir é feio...

Sei que não faço para os outros o que não desejo que façam para os "meus"...

Sei que a vida dá volta, o "em baixo! de hoje pode ser o "em cima" de amanhã, cuidado!

Sei que cuidar da saúde é fundamental...

Sei que a vida começa depois dos 50...uhuuuu!

Sei que amigos, os de verdade, são para sempre...

Sei que nem tudo que se quer, se pode ter...

Sei que fraternidade, solidariedade, respeito, amizade e generosidade são requisitos da minha vida...

Sei que ter piedade pelos outros é um sentimento nobre...

Sei respeitar a hierarquia...

Sei que "casa", é solo sagrado/inviolável...

Sei que amar é um caminho sem volta...

Sei que tenho que aprender muita coisa ainda...

Sei que sou capaz de...

Sei que nada sei...

"Eu nasci, SOMENTE há 52 anos atrás"!

Parabéns prá mim...obrigado, Eu.

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EQUIPE LÍDER AGORA EM FM – TROPICAL 107,9

Foram 15 meses de ótimo trabalho e muitas conquistas, mas chegou a hora do "up-grade".

A Equipe Líder, que é comandada pelo narrador/apresentador/repórter Alexandre Barros, está deixando, nesta data, a Rádio Capital AM 1040 kHz e migrando para a TROPICAL FM 107,9.

É um caminho natural!

O fim do rádio AM se aproxima, o universo de ouvintes na cidade de São Paulo tem caído vertiginosamente e as intempéries e obstáculos naturais de uma metrópole que só cresce tem dificultado a recepção do rádio AM em aparelhos portáteis/residências e carros.

Ao contrário, o FM só cresce em SP - o universo, segundo o último IBOPE, é 20 vezes maior do que o do rádio AM.

Em quinze meses de trabalho a Equipe Líder colocou a rádio AM, então sua parceira, em primeiro lugar diversas vezes a a deixa, neste momento, na briga pela liderança do futebol AM de SP.

E mais, não foi só o mercado publicitário que reconheceu o trabalho da Equipe Líder - a crônica especializada também, afinal foram 6 (seis) Troféus FORD-ACEESP (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo) recebidos em dezembro/2015 - o troféu é o "Oscar" da categoria dos jornalistas esportivos.

À partir de 1/4 a Equipe Líder inicia seu caminho, agora em FM, para pleitear/brigar pela liderança no segmento.

Serão transmissões esportivas sempre que houver futebol, pouco importando data/hora, programas esportivos sempre às 6 da tarde e boletins esportivos durante a programação.

A TROPICAL FM 107,9 está entre as 15 maiores rádios FM, em audiência, na cidade de São Paulo e com sua nova programação popular quer alcançar ainda mais sucesso.

Você ouve a TROPICAL FM 107,9 pelo rádio (alcançando inclusive toda região metropolitana e algumas cidades do interior de SP - até 100KM), pela internet no www.radiotropicalfm.com e nos smartphones/tablet´s, bastando para isso baixar o aplicativo em sua loja virtual.

E vamos lá, novo desafio - eu particularmente agradeço o Alexandre pela oportunidade e fico feliz em voltar ao FM paulista depois de 16 anos (última FM havia sido a Nova FM 89,7 com o projeto KSportsJá).

Vamos nessa, TROPICAL FM 107,9 - a rádio que é sempre mais você!

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MOMENTO DE MATAR SAUDADES!

Dizem que quem gosta de passado é museu!

Então...prazer, Museu! (rsrsrsrs)

Às portas de mais uma Olimpíada, abri o baú para lembrar que este ano faz 20 anos que passamos por Atlanta-96.

Na comemoração dos 100 anos dos jogos da era moderna.

O anúncio que publico é da Folha de São Paulo daquele ano que anuncia a grande cobertura da Bandeirantes e sua equipe.

É um tempo que não volta mais - dê uma olhada com atenção nos profissionais, nos números, enfim era a última grande cobertura da equipe do "Show do Esporte" antes da queda.

Depois desta cobertura a empresa desistiu do esporte, voltou atrás com a Traffic e o resto você sabe no que deu...

Mas vamos falar do se passou naquela edição dos Jogos.

Eu fui escalado para chefiar a equipe que cuidaria do futebol - o desastre se deu contra a Nigéria e ficamos com a medalha de bronze, em resumo é isso.

Mas o episódio que me marcou, marcou à todos do meio, me fez inclusive vencedor dos prêmios da minha categoria (foram 3 no total naquele ano) foi a estréia do Brasil e a escalação que Zagallo colocaria em campo contra o Japão (perdemos 1 a 0).

Eu tinha dois auxiliares, um cinegrafista e um coordenador, tinha uma casa alugada doutro lado do lago da concentração do Brasil, um up-link colombiano muito do mequetrefe contra uma Globo e sua equipe de mais de trinta profissionais.

No dia anterior do jogo, Zagallo estabeleceu a dúvida entre Juninho Paulista ou Rivaldo no meio campo.

Eu, por razões óbvias que acabei de apresentar, tive que recorrer a um recurso que me foi ensinado pelo papai.

Encostei nos dois jogadores e usando da minha proximidade com ambos, pedi e consegui gravar duas entrevistas com cada um.

Em cada uma delas os jogadores mostravam alegria por ter sido o escolhido de Zagallo e na outra, tristeza por ficar de fora. Enfim, fiquei calçado com as quatro possibilidades que iriam acontecer.

Horas antes do jogo de estréia, Zagallo anuncia Rivaldo, eu ligo pro Brasil, que já tinha as duas matérias prontas, e mando o Polari (Maurício Polari, falecido, ex-Diretor do SE) colocar no ar...

Abre o Show do Esporte daquele domingo, 10h e entra meu VT com o "escolhido" - quase deu demissão na concorrência (rsrsrs).

Em tempo; meu pai havia feito o mesmo com Pelé, no joga não joga, na Copa de 1962 quando gravou duas entrevistas com o Rei, uma ele fora e outra ele jogando...

Ideia boa que foi bem aproveitada!

Essa foi SÓ UMA das vezes que quase desempreguei concorrentes rsrsrs - contarei outras logo mais...abraços!

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ESTOU DE VOLTA E VOU FALAR DO QUE SEI!

Amigos, voltei.

É sempre assim, começa um ano de competições internacionais importantes pela Record e eu retorno ao dia-a-dia do blog.

Este ano é Olímpico e em 5 de agosto tudo se inicia no Rio de Janeiro, tomara seja um sucesso, tanto a cobertura da Record, como o evento.

Alguns me perguntam porque não sequencio o blog, mesmo após passado os Jogos-2016. Prometo que vou tentar...

Bem, o que me trás a esta coluna de retorno é um assunto do qual sou formado, pós-graduado e doutorado - direito esportivo para televisão.

E quero meter o bedelho no assunto do Brasileirão, à partir de 2019 e da disputa entre Globo x Esporte Interativo.

Um preâmbulo - vi o Esportivo Interativo nascer "antes de seu nascimento" rsrsrs...era 1999, e na minha platéia em Natal-RN, onde eu apresentava a fórmula (que é a atual) da Copa do Nordeste para o ano 2000 (a mando do chefe, Luciano do Valle), estava um garoto (que aliás faz aniversário hoje) representante da empresa de marketing que comandava um clube de futebol brasileiro.

Foi naquele dia que de alguma forma, mesmo inconsciente, o garoto despertou para o que o Nordeste poderia representar em termos televisivos. Passados os anos, eu mesmo criei e coloquei no ar o NSC - National Sports Channel, meu canal de TV por assinatura, que é 3 anos mais velho que o E.I. (2003 x 2006) e com ele, demonstrei como era possível "quebrar" barreiras e fazer futebol na TV, além da Globo! Certamente o garoto usou disso também para implantar seus sonhos...

Trazendo para o tempo atual, o EI é um sucesso, conseguiu alinhar ao seu lado grandes parceiros desde sempre - vide a EMBRATEL que lhe proporcionou o canal de satélite aberto que ocupou/ocupa - e mais recentemente, a TURNER que lhe transformou num gigante - parabéns ao "boss" e sua equipe ... revelo aqui uma ponta de amargor, gostaria de ter feito o mesmo com o NSC, não consegui, paciência!

Pois bem, vamos ao tema; ÓTIMO o Esporte Interativo ter entrado nesta briga...como afirmou recentemente o jornalista Sidney Rezende (recém demitido da Globo News) a empresa platinada não é a dona do futebol brasileiro - não mesmo - pode ser dona dos direitos neste instante, mas não para sempre...até hoje, enfrentou adversários que, por força de sua situação geográfica e/ou financeira, sucumbiram às pressões que ela, Globo, costuma fazer "por fora"...agora não, agora o adversário é um destemido canal de TV por assinatura que por conta da competência de seus dirigentes, ocupa neste instante a mesma plataforma das demais TV´s por assinatura, inclusive aquelas da Globosat...pegou pela frente um adversário estocado de dinheiro, com recursos muito maiores que os seus, afinal, a empresa-mãe tem sede no exterior...pegou pela frente uma emissora que conseguiu transformar aquilo que a Globo desprezou (vários campeonatos regionais, por exemplo) em produto luxuoso!

Agora é que eu quero ver...quatro times já fecharam com o EI, torço, sinceramente, que consigam mais equipes - dê no que dê, uma coisa é certa - ou abrem o bolso para cobrir as ofertas do EI ou vão ter que aprender a "dividir" - dividir é uma coisa que eles não gostam muito, eu sei, mas a situação vai acabar lhes impondo isso.

Quem ganha com a "briga"? Certamente o futebol brasileiro, este sim, refém de valores, datas, horários e condições que lhe são impostas desde sempre pelos mesmos...A casa caiu...

E tenho dito!

Em tempo; não sou, não fui e não tenho nenhuma ligação com o canal Esporte Interativo, obrigado.

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FELIZ 2016, ESTAMOS DE VOLTA!

Meus amigos, minha gente, feliz 2016 e que seus sonhos possam se realizar no ano que efetivamente começa. Aliás, passando para lembrá-los que à partir de 1/3/2016 volto regularmente à frequentar meu blog e atualizá-lo diariamente com comentários, opiniões e informações.Então nos veremos já, já...daqui a 18 dias estaremos juntos novamente. Até já!

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É FINITO! THE GAME IS OVER…

Terminou mais uma cobertura internacional, acabou mais um evento exclusivo, finalizou a cobertura do PAN DE TORONTO na Record neste domingo. Foram 20 dias intensos, de muitas emoções, muitas medalhas, muitas narrações, vários esportes e um grande aprendizado. Agradeço aos colegas da Record que, por mais uma vez, me receberam e trataram com toda educação e gentileza. Levo a saudade, já contando nos dedos os dias que faltam para o RIO-2016. Obrigado à você que nos acompanhou e à partir do dia 5/8 voltaremos às atividades regulares com o futebol da Rádio Capital, no Papo Final, sempre após os jogos – em São Paulo pelos 1040 kHz do AM, na internet www.capital1040.com e nos aplicativos para smartphones e tablets. Valeu pessoal, é vida que segue!

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