29

mar

às 19:30

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canoagem A maior medalhista dos Jogos

Naiane Pereira, de 26 anos, poderá ter problemas com excesso de bagagem quando embarcar de volta ao Brasil após os Jogos Sul-Americanos. E não é porque ela abusou das compras aqui na Colômbia e sim porque abusou das medalhas. Ao todo, a gaúcha de 27 anos subiu ao pódio oito vezes na canoagem, o que a tornou a atleta com mais medalhas dos Jogos.

Foram quatro de ouro, além de uma prata e três bronzes. Na manhã desta segunda-feira ela chegou mais duas vezes em primeiro lugar, nas provas de K-2 e k-4 200m, encerrando sua brilhante campanha.

As provas de canoagem são divididas em C (Canoa) e K (Caiaque), nas distâncias de 200m, 500m e 1000m individual, em duplas e em quartetos.

Naiane já tinha conquistado seis medalhas até o dia de hoje. Nas provas de k-4 500m e 1000m, em que levou o ouro, no k-2 500m em que foi prata, e outros três bronzes: K-1000m, K-1 500m e k-2 1000m. 

Ela foi o grande destaque brasileiro da canoagem, modalidade que teve um desempenho brilhante. Foram, ao todo, 16 medalhas de ouro em 24 provas realizadas na represa de Guatapé, pouco mais de 1h30 distante do centro de Medellin.

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29

mar

às 17:51

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A atleta brasileira Joanna Maranhão, 6 medalhas ( 5 ouros e um bronze) em Medellin, um dos destaques da natação, será a porta-bandeira da seleção brasileira na cerimônia de encerramento dos Jogos Sul-Americanos Medellín. A festa será realizada amanhã, dia 30, a partir das 19 horas (21 horas no Brasil). Em vez da tradicional cerimônia em local fechado o encerramento será um desfile das delegações por uma das principais avenidas de Medellin, a Avenida San Juan. A idéia é integrar o público e os atletas na despedida.

joanna maranhão1 Joanna Maranhão, a porta bandeira

Joanna, que em três dias de competição faturou medalhas de ouro nos 200m borboleta, 200m medley, 400m livre, 400m medley e no revezamento 4x200m e a de bronze nos 800m livre, ficou feliz com o convite. "Esta é a primeira vez que tenho essa honra, para mim será muito emocionante".

A delegação brasileira competiu com 562 atletas em Medellin, o principal evento do ano na preparação dos atletas para os  Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. A próxima etapa do ciclo olímpico será no ano que vem, no Pan-Americano de Guadalajara, no México.

Marco Nascimento

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29

mar

às 16:06

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Aqui na Colômbia, quando uma disputa está muito complicada para os donos da casa, a torcida incentiva seus atletas com o grito, "Sí, se puede" (sim, podemos!).

E é com esse grito que o Brasil entra no penúltimo dia dos Jogos Sul-Americanos. Até agora, 13:40 (15:40 em Brasília), o Brasil tem 117 ouros, sete deles ganhos na canoagem na manhã desta segunda-feira, enquanto os colombianos estão com 138. São 21 medalhas de ouro  de diferença, e ainda temos 41 títulos em disputas.

 Brasil na liderança: sí, se puede!

Brasil no pódio: mais de 100 vezes em Medellin

Hoje serão 10 ouros na natação, seis no taekwondo, seis na Ginástica Rítmica, dois no esqui aquático, cinco no levantamento de peso, um no nado sincronizado, um no vôlei,dois na esgrima e um no basquete. Amanhã, último dia de competição, teremos a final do handebol masculino, em que o Brasil é favorito, e mais seis provas do esqui aquático.

Se mantivermos a média de medalhas na natação, hoje o Brasil tem chances de conquistar mais oito ouros. Na Ginástica Rítmica o Brasil liderou as seis provas classificatórias e tem tudo para garimpar seis douradas. No nado sincronizado e no vôlei, o Brasil entra como favorito nas finais. No taekwondo, estamos em cinco semifinais e podemos repetir os cinco primeiros lugares de ontem.

Se estes títulos se concretizarem, a final da prova de esgrima por equipes hoje, na categoria espada, será muito importante, já que Brasil e Colômbia se enfrentam pelo ouro. No esqui aquático, o Brasil é favorito ao título com o campeão pan-americano de wakeboard Marcelo "Marreco".

Nossa pedra no sapato é o levantamento de peso. São cinco ouros em disputa e os colombianos são favoritos em três categorias. Na categoria superpesado masculino, Fernando Saraiva, nosso jovem atleta de 20 anos, tem chances reais de tirar o favoritismo do anfitrião.

Está muito complicado para o Brasil chegar à frente da Colômbia no quadro de medalhas, mas há chances matemáticas. Agora, resta torcer. Sim, podemos.

Guilherme Costa

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28

mar

às 10:28

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Por Adalberto Leister Filho

karina doping 1 Medellín tem primeiros dois casos de doping

Karina Villazana Álvarez (AFP)

O comitê antidoping dos Jogos Sul-Americanos encontrou hoje os dois primeiros casos de doping dos Jogos Sul-Americanos. Foram flagrados dois competidores do atletismo, a peruana Karina Villazana Álvarez e a boliviana Ana Mariana Sánchez Delfin.

Karina teve metabólitos de cocaína encontrados em sua urina. Embora não represente melhora de performance, a cocaína faz parte da lista de substâncias proibidas pela Wada (Agência Mundial Antidoping) por ser uma droga social.

A fundista peruana havia conquistado o ouro nos 10.000 m e a prata nos 5.000 m. Ambas as medalhas foram cassadas. Nos 10.000 m o ouro passou para sua compatriota Iony Ninahuaman. A prata foi para a colombiana Aura María Rojas. O bronze foi para a brasileira Ana Brandão, que havia ficado em quarto lugar. Nos 5.000 m Ana Maria Rojas também ascendeu para a prata. Já a peruana Charo Quinto subirá ao pódio com o bronze.

Já o caso de Ana Mariana é mais delicado. A boliviana teve encontrado em sua urina norandrosterona, metabólito da nandrolona no organismo. A nandrolona, um esteroide anabólico, promove aumento artificial da potência e da massa musculares. Flagrada,  Ana Mariana está sujeita a uma punição de dois anos segundo as regras do Código Mundial Antidoping.

Desclassificada, a boliviana teve anulados seus resultados nos 400 m, 800 m e revezamento 4 x 400 m. Nessa última prova, Ana Mariana integrou a equipe boliviana, que ficou em terceiro lugar. Com sua eliminação, o bronze passará para a Argentina.

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28

mar

às 10:24

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Por Guilherme Costa

medellin 1 Colombiano mãos de tesoura

No apartamento 201 da torre 6 da Vila Sul-Americana se hospeda um personagem no mínimo curioso: o colombiano Julio César Cuenú, atleta da luta greco-romana que conquistou o bronze na competição na última sexta-feira (26), na categoria até 66kg. Mas não é isso que o transforma numa figura diferente.

Cuenú é o cabelereiro, ou o 'peluquero", como se fala por aqui, da delegação anfitriã dos Jogos.

A vida do personagem se divide entre a barbearia, onde trabalha há anos, aqui mesmo em Medellín, e os treinos de luta greco romana. Aliás, seus principais clientes são seus companheiros de delegação, não só  da luta, como também do atletismo, natação e até mesmo alguns técnicos e dirigentes.

Suas jornadas são longas, mas ele acredita que vale a pena se desdobrar para representar seu país e arrumar o cabelo de seus clientes. Acorda as 5h da manhã para a primeira parte do treinamento, que vai até as 8h30. Em seguida, segue direto para a barbearia até as 17h, para depois fazer a segunda parte do seu treino, até as 21h.

Está com 29 anos e seu principal sonho é ganhar uma medalha nos Jogos Pan-americanos de 2011, em Guadalajara, e participar dos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres.

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26

mar

às 15:50

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Depois da vitória, o justo descanso. Um dia após conquistar duas medalhas de ouro nas finais por aparelho, a repórter Adriana Araújo convidou o nosso bicampeão mundial do solo para relaxar no Parque Pies Descalzos, aqui em Medellín. Sem sapatos e muito a vontade, Diego Hypólito aproveitou a oportunidade para nos contar sobre o ciclo olímpico que se iniciou.

 Diego quer duas medalhas na Olimpíada de Londres

Diego com Adriana: descanso para os pés

E como não poderíamos deixar de perguntar, pela primeira vez ele revelou detalhes sobre a frustrada experiência em Pequim, em 2008. Segundo ele, antes de fazer a última passagem rumo ao ouro olímpico, ele sentiu algo diferente, percebeu que não conseguiria executar com precisão a mais fácil acrobacia de sua rotina: "Senti que não iria conseguir completar a série".

Para Diego, ficou a lição de que é preciso encontrar a medida certa entre a confiança e o fracasso. Aliás, essa é a grande dificuldade dos atletas de elite: saber perder e saber vencer. Hoje, Pequim é passado. Na cabeça e nos sonhos do nosso campeão o pensamento está em Londres, nas Olimpíadas de 2012. Lá, Diego quer disputar o solo e o salto sobre a mesa. Assim como nos Jogos Sul-Americanos, ele pretende deixar a capital inglesa com dois ouros por aparelhos.

O primeiro passo já foi dado. A nota de solo de Diego Hypolito em Medellin (15.825) valeria uma medalha de prata nas Olimpíadas de Pequim, em 2008. E no salto sobre a mesa, os 15.950 pontos seriam suficientes para levá-lo à final naquela olimpíada, que o deixou marcado pela queda.

Renata Callou Belchior

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26

mar

às 15:50

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Por Rodrigo Vianna

Entrevista com Bia e Branca Feres, as musas do esporte olímpico brasileiro

 Queremos o ouro!

Bia e Branca (ou Branca e Bia?)

Rodrigo Vianna: A preparação para essa apresentação. Quem vê de fora é como um balé e como um teatro.

Bia Feres: É um teatro e a nossa coreografia, que é a rotina técnica, o tema é a fábrica de brinquedo, então é caras e bocas do início ao fim. É superdivertido de fazer e de assistir.

Rodrigo: Tem a parte atlética também.

Branca Feres: Ah, com certeza, principalmente nesta rotina, que a gente investiu bastante no artístico, porque por ser uma rotina técnica normalmente essa competição é mais chata. E a nossa não, é muito legal e técnica. A gente mostra os elementos obrigatórios, que todos os países fazem, aí o juiz avalia. E a nossa parte é muito legal também. Então o juiz vê um artístico bom e um técnico também. Então vai ser muito bom para a gente. Acho que vai ajudar bastante.

Rodrigo: Vocês são confundidas pela técnica também?

Bia: Ah, somos. Mas ela até sabe de cabeça para baixo pelo dedão do pé, ela consegue ver quem é a Bia e quem é a Branca. Mas às vezes se confunde.

Rodrigo: Uma leva bronca no lugar da outra.

Branca: Ah, isso acontece sempre.

Rodrigo: Espero que aqui não venha a bronca, venha a medalha.

Bia: Ah, com certeza, se deus quiser, o Brasil vai trazer o ouro.

Entrevista com Naiara e Lara, finalistas olímpicas em Pequim, em 2008

 Queremos o ouro!

Naiara e Lara

Rodrigo Vianna: Chamou a atenção da gente aqui a música que vocês escolheram: moderna, uma batida até forte, né?

Lara Teixeira: Muito boa, a gente se empolga muito dentro d’água. A gente foi num show do Funk Como Le Gusta lá em São Paulo e a gente ficou assim, pô, vamos tentar fazer uma música assim na água. E eles deram a música para a gente. É um funk moderno e a gente se anima muito na água. É bem legal.

Rodrigo: Vocês têm uma parte atlética e artística, e também até o teatro?

Naiara Figueira: Tem uma pontuação para a parte artística também. Então a gente tem que investir no que o público gosta, no que os juízes vão gostar. A gente escolheu essa música porque é muito animada, a gente se sente muito bem dentro da água. Com isso a gente tenta passar para o público que a gente está bem lá, que a gente está se divertindo, para que eles se divirtam também.

Rodrigo: Uma dúvida que muita gente tem: quando vocês se apresentam, tem um coquezinho. Como é que o cabelo não solta dentro da água com tanto movimento?

Lara: A gente põe uma gelatina incolor e sem sabor, uma hora antes que fica grossa, dura. E aí só sai com água muito quente.

Rodrigo: Essa gelatina é de comer mesmo?

Lara: Isso, gelatina de comer, incolor e sem sabor. A gente põe no cabelo. Fica bem duro, bem grudado e aí não sai na água.

Rodrigo: Demora uns três dias para sair?

Lara: É, mais ou menos. Joga água bem quente que sai.

Rodrigo: Tem maquiagem dentro da água?

Naiara: Sim, tem maquiagem também. A gente faz uma maquiagem bem forte, para se ver de longe. Então a gente pinta os olhos bastante. Coloca blush, bem forte, vermelho, bastante. É toda uma produção.

Rodrigo: As meninas adoram, não é?

Naiara: É, ficam olhando, ficam loucas: “A gente quer ficar que nem vocês”.

Rodrigo: Vocês têm um bom retrospecto: finalistas do Mundial e medalha no Pan, não é isso?

Lara: É isso aí. A gente está com toda a força este ano, treinando muito para chegar aqui no Sul-Americano. É que nem uma Copa América no futebol. Então a gente quer ganhar um ouro aqui também.

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26

mar

às 14:09

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Hoje, começa a maratona do nadador brasileiro Thiago Pereira nas piscinas dos Jogos Sul-Americanos. Ele tentará conquistar seis ouros em apenas quatro dias de disputas da natação, aqui em Medellin.

 Thiago pode levar seis ouros na natação

Thiago: desafio é levar o Brasil a ganhar 30 ouros

Começam as provas de natação, na piscina do Complexo Aquático Anastacio Giradot. Serão 40 medalhas de ouro em disputa e o Brasil veio com uma seleção muito forte, com chances de pelo menos 30 medalhas de ouro. Teremos as finais das provas dos 50m borboleta, 200m costas, 100m peito, 200m livre e 800m livre masculino e 50m peito, 800m livre, 100m  borboleta, 1500m e revezamento 4x200m feminino.

É o começo da saga de Thiago. Há três anos, nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, ele ganhou seis provas e, busca repetir a dose, agora apenas contra atletas da América do Sul. Nadará os 200m e 400m medley, suas especialidade, os 200m costas, 200m peito e os revezamentos 4x100m e 4x200m livre

E o objetivo já começou a ser cumprido. Ele venceu a série eliminatória dos 200m costas agora pela manhã e é favorito absoluto para a final de hoje a noite, as 20h horário de Brasília.

Até a próxima segunda-feira, ele cairá na água 10 vezes,entre eliminatórias e finais, para nadar ao todo  2300m.

Nosso homem de ferro já provou no Pan de 2007 que consegue tirar de letra a maratona de provas. Você acompanha tudo o que acontece nas piscinas do Sul-Americano logo mais no Jornal da Record, às 20h10. Não perca.

Guilherme Costa

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25

mar

às 18:37

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Brasil e Uruguai numa final com bola rolando: o que vem a mente de um brasileiro?

 Final em Medellin: xô Maracanã!

1950... quem viveu sofreu e quem não viveu já cansou de escutar a história mais dolorida de nosso futebol.

Perdemos uma Copa do Mundo em casa porque comemoramos antes mesmo do jogo começar!

O tempo passou!

Sessenta anos depois uma outra final entre Brasil e Uruguai (não é uma Copa do Mundo, mas vale medalha de ouro)

e o futsal não quer cometer o mesmo erro do futebol!!

No sul-americano estamos invictos, 4 vitórias em 4 jogos, marcamos 26 gols e sofremos apenas 2.

Na primeira fase da competição enfrentamos o mesmo Uruguai e vencemos por 6 a 0, fora o baile.

Mas è bom não comemorar, lembrem-se do Maracanasso. No último treino o técnico Marco Sorato alertou: "No jogo da fase de classificação o principal jogador deles não estava presente".

Para piorar, nosso craque Falcão nem treinou hoje! Ficou tratando das dores na cocha esquerda, e se for para o jogo final não estará cem por cento. Ele me garantiu agora há pouco que vai jogar.

Não da para negar que somos favoritos ... Mas cautela é sempre bom... Vamos deixar a festa para quando o jogo acabar.

Daqui a pouco, no Jornal da Record, às 8 e 10 da noite, você acompanha os detalhes do treino de hoje aqui em Medellin. Até lá.

Bruno Piccinato

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25

mar

às 18:16

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Por Glenda Carqueijo

Hoje pela manhã, acompanhamos o primeiro treino das garotas brasileiras do nado sincronizado. A equipe verde-amarela desembarcou ontem à noite em Medellin e com pouco tempo de descanso já caíram na água para o treinamento.

O Brasil briga pela ouro por equipes, no dueto e no solo.

As gêmeas Bia e Branca, as musas da modalidade, competirão por equipes tanto na rotina técnica quanto na rotina livre.

gêmeas Brasil homenageia Chaplin

Bia e Branca: gêmeas e musas. Foto: Glenda Carqueijo

As outras integrantes do Brasil são: Giovana, Lara e Nayara, Michelle, Pamela, Lorena, Joseane e Gabriela.

Além de movimentos precisos, a escolha da música é fundamental para impressionar juízes e público.

nado sincronizado Brasil homenageia Chaplin

Rotina técnica: inspirada em Tempos Modernos. Foto: Glenda Carqueijo

Neste primeiro treino assistimos à coreografia da rotina técnica por equipes - quando as atletas precisam seguir uma ordem de elementos obrigatórios - inspirada no filme Tempos Modernos, de Charles Chaplin.

Já Lara e Nayara treinaram ao som da banda 'Funk como Le Gusta'. A escolha da música foi feita após a dupla assistir um show do grupo em São Paulo antes de viajar para Colômbia. A estreia da nova coreografia será aqui em Medellin.

Vale lembrar que as duas foram finalistas no último Mundial, disputado em Roma no ano passado, e também disputaram a Olimpíada de Pequim em 2008, terminando na 13ª posição.

Em Medellin, as principais adversárias das brasileiras são as venezuelanas.

O Brasil ainda terá a participação no solo, com Giovana Stephan.

No treino não dá para se ter tanta idéia da produção que estas garotas fazem para o dia da competição. No aquecimento touca, óculos e nada de maquiagem. Já no dia da exibição elas usam bastante maquiagem para chamar atenção de longe (ainda mais que por aqui a competição será disputada à noite): gelatina incolor -- sim, gelatina de comer --, para segurar o coque do cabelo e maiôs cheios de detalhes, como lantejoulas.

 Brasil homenageia Chaplin

Equipe brasileira do nado sincronizado: beleza e técnica. Foto: Rodrigo Vianna

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