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Fernanda Venturini está de volta

Será que uma mulher de 40 anos suporta viver novamente a mesma rotina?


Jogadoras talentosas como ela não nascem todos os dias, com todo respeito às jogadoras da nova geração.


A capacidade de enxergar o jogo, liderar e fazer a diferença é privilégio de poucos.


Entrar em forma talvez não seja o maior problema.


A minha dúvida é, se após estes anos fora da rotina de treinos, jogos, viagens e concentrações, ela conseguirá entender a cabeça da nova geração.


Uma geração que é muito diferente daquela em que Fernanda conviveu.


A velocidade das coisas é assustadora, vivemos a era dos iPods, iPads, iPhones e não podemos exigir desta geração o que ela não pode dar.


Apesar dos desafios, sei que este recomeço será de muito sucesso.


Desejo muita sorte no recomeço de vida e de rotina à Fernanda!


fernanda Fernanda Venturini está de volta


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PRECONCEITO

Começamos a última semana de forma triste, num ato injustificável de violência: a vida de muitas crianças foi interrompida por um indivíduo que até que se comprove o contrário, a grande causa, o motivo talvez seja o trauma pelo preconceito sofrido na infância.

Por outro lado, encerramos a semana com uma atitude linda de todo um time, que em apoio ao companheiro de equipe, demonstrou que o esporte pode e deve ser uma forma de manifestação positiva.

Michael, atleta de vôlei, alem da atitude corajosa, tocou em uma ferida em que o esporte ainda insiste em não discutir. As manifestações de preconceito devem ser banidas das quadras, campos, piscinas e etc.

As torcidas uniformizadas são punidas com frequência e ainda falta muito para que os torcedores de verdade se sintam confortáveis para acompanhar uma partida sem medo da violência.

O esporte tem a grande chance de ensinar muito com esta atitude, aqueles que já tem o preconceito tatuado na alma, talvez não, mas as novas gerações podem entender que a violência está também em nossas palavras e atitudes.

Michael, obrigada pela sua coragem, pela sua atitude cidadã. Você foi exemplo para um país inteiro, foi o porta voz de todos aqueles que já foram e são discriminados todos os dias.

Estamos com a alma lavada e com a sensação de que o mundo tem jeito, basta começar pelas crianças.

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