Publicado em 18/07/2011 às 13h28
Paciência meninas
Uma possível vitória diante dos EUA no ultimo dia 10 teria mascarado toda a fragilidade enfrentada pelo nosso futebol feminino. No retorno ao Brasil as meninas foram corajosas e cobraram o apoio necessário para representar de maneira digna o nosso país.
Por enquanto, foram só promessas, mas a realidade é dura e até insana. A chegada da seleção de futebol feminino me fez recordar o inicio de carreira da minha geração e da Hortência.
Passamos pela mesma situação e mesma angústia de saber do enorme potencial e as chances que tínhamos de estar entre os melhores, mas muitas vezes chegamos por dedicação própria e o comprometimento dos clubes.
Meninas, tenham a paciência de um budista e continuem fazendo a parte que cabe a cada uma de vocês. Vai chegar o momento desta geração, ter o reconhecimento e todo o apoio que merecem.
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Publicado em 09/06/2011 às 18h36
Guadalajara e Olimpíadas 2016
Ontem (8) no Jornal Record News falei sobre o Pan de Guadalajara e Olimpíadas de 2016.
Confiram!
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Publicado em 22/10/2010 às 19h34
Conheça um projeto voltado exclusivamente para os atletas brasileiros
Foi lançado, nesta semana, o Programa Petrobras Esporte & Cidadania, com o objetivo de contribuir para o aprimoramento de atletas potencialmente olímpicos e de alto nível.
Este é um dos maiores e inovadores projetos de patrocínio voltado exclusivamente para o atleta brasileiro e contempla cinco modalidades esportivas que, historicamente, são carentes de patrocínios, mesmo tendo nos trazido um grande número de medalhas. Tais modalidades são: Boxe, Esgrima, Taekwondo, Levantamento de Peso e Remo.
A equipe de profissionais do Instituto Passe de Mágica fará uma gestão diferenciada e integrada junto à Petrobras e às cinco confederações. Os recursos serão geridos pelo Instituto com transparência e rigor, mediante acompanhamento, supervisão e avaliação de metas e resultados e terá o suporte de auditorias especializadas.
O programa é ambicioso por envolver 196 profissionais, 110 atletas e 86 especialistas. Os atletas vão poder treinar e competir com comissões técnicas exclusivas, equipes multidisciplinares (médicos, psicólogos, fisioterapeutas e nutricionistas) e núcleos de Administração, Apoio Logístico e Suporte Tecnológico.
Os atletas, além da bolsa-auxílio mensal, serão beneficiados com convênios médico e odontológico, seguro de vida e acidentes, bolsa de estudos, alimentação e transporte. Eles participarão de 71 competições internacionais e de capacitação técnica no exterior, sendo que cada atleta será submetido, anualmente, a dois testes antidoping.
A infra-estrutura operacional está garantida por investimentos em acessórios, materiais e equipamentos esportivos de padrão internacional, para que os treinamentos estejam em patamares equivalentes aos dos países mais evoluídos do mundo.
O que queremos com este projeto é que os atletas tenham todos os meios, condições, infra-estrutura e tranquilidade para se dedicar, com exclusividade, às suas modalidades.
Repito que o foco vai ser, sempre e sempre, o atleta. Tudo vai girar em torno dele para que esteja qualificado tecnicamente, com intercâmbio internacional e experiência para as grandes competições. Os resultados serão consequência de um trabalho cientificamente planejado e sem improvisos, empirismo ou quebra-galho.
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Publicado em 08/09/2010 às 15h15
Basquete do Brasil tem muito para evoluir nos próximos anos
Faltou pouco para os meninos do basquete do Brasil vencerem a Argentina. Que pena! Era muito importante a classificação para a próxima fase, mas já deu para perceber outra postura da equipe, principalmente na defesa.
Os jogadores brasileiros que atuam hoje na NBA comprovam que o basquete americano tem seu preço: os salários são incomparáveis, mas a evolução técnica perde. Nos jogos da NBA eles não têm a pressão de decisão, são apenas coadjuvantes e quando vestem a camisa verde e amarela não conseguem assumir a liderança: enquanto Huertas e Splitter assumiram o jogo, foi possível notar em Leandrinho e Varejão a ausência de decisão nos momentos cruciais da partida.
O que ficou bem claro é que o comando é outro e temos muito para evoluir nos próximos anos. Precisamos ter estes meninos jogando juntos durante o ano, só assim o entrosamento será total, pois, infelizmente, o basquete não tem uma Liga Mundial como o voleibol.
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