Publicado em 30/03/2012 às 06h00
Contagem regressiva para Londres
Esta semana a Record apresentou sua programação para 2012, e como será a transmissão dos Jogos Olímpicos.
O clima do evento era todo voltado para as competições em julho, trazendo inspirações britânicas.
Eu encontrei com Mr. Bean e a dupla o Gordo e o Magro.
Já estou entrando no clima de Londres.
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Publicado em 12/07/2011 às 18h42
Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje
Até agora apenas três países estão classificados para o torneio de basquete feminino em Londres-2012. A anfitriã Grã-Bretanha, por ser país sede, a Rússia, pois é campeã do Pré-Olímpico europeu, e os EUA, por serem os últimos campeões mundiais.
Esta semana o Brasil começa sua preparação para este grande desafio. O técnico brasileiro, Enio Vecchi, convocou 22 jogadoras para os treinamentos, com início na próxima semana, visando o Pré-Olímpico das Américas, que acontece antes do Pan em Guadalajara. Mesmo com a ausência das jogadoras Erika e Iziane, que estão na WNBA e se juntam a seleção alguns dias antes da competição, o Brasil é o favorito.
A missão é importante, pois somente o título interessa neste Pré-Olímpico. Outro resultado, que não seja a primeira colocação, poderá colocar o Brasil em uma situação complicada, pois a próxima chance de buscar a vaga para Londres será a disputa de um Pré-Olímpico Mundial, o que passa a ser uma tarefa quase impossível para o nosso basquete feminino.
Considero fundamental concentrar todas as forças neste Pré-Olímpico das Américas, já que o basquete feminino, diferentemente do masculino, vem participando dos Jogos Olímpicos desde 1992.
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Publicado em 10/12/2010 às 16h16
Esporte e ciência
Motivados pela realização dos Jogos Olímpicos, alguns movimentos começam a acontecer. Talvez a mudança completa da estrutura esportiva do país exija mais tempo do que o previsto, mas não podemos deixar esta oportunidade passar.
A USP lançou semana passada um programa inteiramente voltado para o desenvolvimento tanto do esporte olímpico quanto do paraolímpico. O principal objetivo é inserir a Universidade nos Jogos Olímpicos de 2016, nos âmbitos técnicos, científicos e pedagógicos. O programa pretende desenvolver ações integradas para pesquisa, oferecendo suporte de treinamentos a atletas e atrelando a recuperação do espaço físico a ações para educação continuada de atletas e treinadores.
Esta aproximação do esporte com a universidade é fundamental, já que nas ùltimas décadas eles estiveram muito distantes. Não dá para pensar no esporte longe da parte científica.
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Publicado em 26/08/2010 às 15h31
Basquete de rua – Dinâmico e divertido
O Basquete 33 é a nova versão do 21, também conhecido como basquete de rua ou streetball. Já é realidade no Brasil e pode ser uma grande oportunidade para massificar o basquete brasileiro. O jogo é dinâmico, divertido e tem tudo para cativar os jovens, além de ter baixo custo para disseminar a prática por todo o país.
Descobri o basquete na escola, com 10 anos, porém me divertia nos jogos de 21 no clube da cidade onde nasci. Ficava lá por horas com amigos ou no arremesso solitário, para aperfeiçoar a mira.
Quando eu jogava profissionalmente, adorava chegar mais cedo para os treinos e encontrar alguém disposto a uma rápida disputa de 21 pontos. Diferente do basquete tradicional ele pode ser jogado entre dois atletas e nada mais.
Além disso, o Basquete 33, que foi acompanhado durante os Jogos Olímpicos da Juventude, é uma ótima atividade para melhorar alguns fundamentos do basquete, como jogo de um contra um, controle de bola e defesa atenta.
Esta novidade pode se tornar evento oficial da FIBA (Federação Internacional de Basketball) a partir dos Jogos Olímpicos de 2020 ou 2024, assim como o vôlei e futebol, que possuem outras modalidades como o vôlei de praia e futebol de areia.
Vamos torcer para que o Basquete 33 conquiste o Brasil!
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