Publicado em 24/03/2012 às 06h00
Cultura técnica no basquete
A estrutura dos nossos treinadores, em especial do basquete, carece de incentivo e de intercâmbio. Temos bons técnicos em atividade, mas a dificuldade de renovação é equivalente ao de jogadoras.
Percebemos esta defasagem quando vemos técnicos ainda em atividade como Barbosa, Laís e Ferreto. Outros tantos potenciais deixados de lado, sem o menor pudor, tais como Maria Helena, Heleninha, Vendramini, Borracha, Paulo Bassul, Branca, Sergio Maroneze e mais.
Muitos destes técnicos estiveram à frente das Seleções, mas foram excluídos do mercado. Certo que a demanda é pequena, mas se todos estivessem na ativa teríamos, pelo menos, mais 6 equipes na liga.
Pois é, dizer que não temos treinadores é um equívoco, talvez o que tenha faltado é trabalhar também as comissões técnicas em equipe.
Cada um destes citados têm suas qualidades individuais e estes talentos trabalhando juntos seria uma realidade fantástica.
Precisamos imitar também os americanos na forma como trabalham suas comissões técnicas, cada um contribuindo com seu melhor.
A gente chega lá!
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