Cultura técnica no basquete

A estrutura dos nossos treinadores, em especial do basquete, carece de incentivo e de intercâmbio. Temos bons técnicos em atividade, mas a dificuldade de renovação é equivalente ao de jogadoras.

Percebemos esta defasagem quando vemos técnicos ainda em atividade como Barbosa, Laís e Ferreto. Outros tantos potenciais deixados de lado, sem o menor pudor, tais como Maria Helena, Heleninha, Vendramini, Borracha, Paulo Bassul, Branca, Sergio Maroneze e mais.

Muitos destes técnicos estiveram à frente das Seleções, mas foram excluídos do  mercado. Certo que a demanda é pequena, mas se todos estivessem na ativa teríamos, pelo menos, mais 6 equipes na liga.

Pois é, dizer que não temos treinadores é um equívoco, talvez o que tenha faltado é trabalhar também as comissões técnicas em equipe.

Cada um destes citados têm suas qualidades individuais e estes talentos trabalhando juntos seria uma realidade fantástica.

Precisamos imitar também os americanos na forma como trabalham suas comissões técnicas, cada um contribuindo com seu melhor.

A gente chega lá!

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