16
fevereiro

às 06:00

Carnaval

 Carnaval

Sou do tempo em que os bailes de Carnaval aconteciam nos clubes, as fantasias eram confeccionadas pelo próprio folião e era pura diversão e alegria.

Quando era criança, chorava porque não podia entrar no clube nas noites de Carnaval, porque não tinha idade.

Mas, quando foi possível e completei 18 anos, que podia brincar pra valer, o basquete já era mais do que uma paixão, era minha profissão.

A vida de atleta nos priva destes momentos do cidadão normal, o corpo é a ferramenta de trabalho e, infelizmente, uma noite sem dormir altera muito a performance.

Além disso, tem aquela velha história que diz que  tudo que é proibido é mais gostoso.

Eu adorava o Carnaval quando criança, mas o Carnaval mudou e eu mudei com ele.

Ainda bem que aproveitei a pureza das matinês infantis. Foi nesta época, que me tornei uma grande foliã.

Veja mais:
+ R7 BANDA LARGA: provedor grátis!

+ Curta o R7 no Facebook

+ Siga o R7 no Twitter

+ Veja os destaques do dia

+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
2
fevereiro

às 19:42

O que é importante no esporte

Esta semana eu li um texto muito bacana do jornalista Antero Greco, e ele abordava a disputa entre Nadal e Djoko. Falou da disputa acirrada, sem perder a elegância, a fidalguia e o respeito mútuo.

Uma das frases de esportista que mais me marcou, foi da ex-tenista e grande campeã, Martina Navratilova, ela  parafraseou o Barão de Coubertin, dizendo que o “importante é competir, pra quem jamais venceu” e isso é a pura verdade para quem faz esporte.

Quando aprendemos a  sentir  o prazer de ganhar, deixamos de lado o tal fair play.

E estes dois tenistas mostraram para o mundo de que forma podemos fazer o esporte, onde a alegria esta acima do dinheiro, e olha que tinha muita grana em jogo. Eles foram profissionais nas seis horas de disputa, mas se comportaram nas atitudes e no discurso de premiação como dois amigos que estavam se divertindo.

É difícil acreditar que ainda possam acontecer tragédias como a mais recente no Egito.

Nos faz refletir sobre, o quão destoante pode ser o comportamento humano em situações tão similares e próximas geograficamente.

Veja mais:
+ R7 BANDA LARGA: provedor grátis!

+ Curta o R7 no Facebook

+ Siga o R7 no Twitter

+ Veja os destaques do dia

+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
30
janeiro

às 16:05

Tia Wanda

Somos em quatro filhas: Cassia Maria, Maria Paula, Maria José e Maria Angélica. Todas jogaram basquete, mas apenas eu e a Maria Angélica (Branca), atuamos profissionalmente, as outras duas não suportaram a renúncia que o esporte impõe na vida daqueles que escolhem seguir o caminho de um atleta de alto nível.

Neste final de semana descobri que o DNA basqueteiro havia nascido bem antes de nós, com minha tia Wanda (primeira em pé da esquerda para direita), irmã da minha mãe,  em 1955.

magic Tia Wanda
Ela jogava pela equipe de Oswaldo Cruz, cidade do interior de São Paulo e minha terra natal.

Uniforme com estilo feito de cetim, com cinto, mas no pé o bom e velho bamba.

Veja mais:
+ R7 BANDA LARGA: provedor grátis!

+ Curta o R7 no Facebook

+ Siga o R7 no Twitter

+ Veja os destaques do dia

+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
26
janeiro

às 15:41

Preparação do basquete feminino

Minha passagem pelo basquete espanhol em 1989 deixou a desejar, naquela época, eles ainda buscavam a profissionalização e eu vivia no Brasil um cenário bem diferente. Eu me lembro que a seleção espanhola participou da competição nacional naquele ano com a proposta de ter uma seleção permanente e ativa.

A seleção participava, mas não levava, ou seja, não seria a campeã. Com este trabalho, a seleção espanhola tinha como objetivo principal a Olimpíada de Barcelona de 1992.

Hoje o basquete espanhol é um dos mais respeitados da Europa.

Esta introdução é para expressar minha opinião em relação a preparação do basquete feminino brasileiro para 2016. Precisamos com urgência colocar nossas meninas no caminho visando uma boa participação na Olímpiada do Brasil e correr contra o tempo.

Neste momento talvez a melhor saída é seguir o caminho da Espanha: Muito sacrifício para uma feliz recompensa!

Veja mais:
+ R7 BANDA LARGA: provedor grátis!

+ Curta o R7 no Facebook

+ Siga o R7 no Twitter

+ Veja os destaques do dia

+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
12
janeiro

às 16:15

Lições de Marcos

Marcos Camisa 12 Despedida Gazzeta 700x450 Lições de Marcos

Sou palmeirense, mas não tenho hábito de acompanhar as partidas no estádio e não me considero uma torcedora fanática. Acompanhava o Marcos de longe e era uma admiradora da sua fidelidade ao time, paixão pelo que fazia e pra mim a maior qualidade dele era a sinceridade.

Sei quanto é difícil ser sincero no esporte e quanto pagamos um preço alto por isso.

Infelizmente chegou o momento da despedida e olha que estamos numa sequência de perdas irreparáveis, mas ser atleta tem este diferencial, a maturidade e experiência são descartáveis.

As declarações de Marcos na coletiva para anunciar a aposentadoria, deixou alguns ensinamentos para o começo do ano, momento de reflexão e quando prometemos mudanças do nosso comportamento.

Este caipira lá de Oriente, cidade do interior de São Paulo bem próxima de onde eu nasci, colocou pra fora seu estilo de vida. Nos mostrou que a vida é muito mais simples e esta simplicidade pode fazer o nosso dia a dia mais alegre, que menos é sempre mais e que toda a notoriedade que teve como jogador de futebol, não fez perder a essência do que aprendeu com sua família.

Berço é tudo.

Seja feliz!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
23
dezembro

às 11:39

Obrigada e boas festas!

Tempo de reflexão e analisar o ano de 2011 para o basquete feminino.

O lado bom foi a classificacao para Londres 2012. Certo que a fragilidade dos adversarios foi gritante, mas não importa. Está na sumula que ganhou e classificou.

O ponto negativo foi deixar a grande chance, depois de 20 anos, de ser campeão panamericano. A medalha de bronze é valiosa, indiscutével, mas outra oportunidade como esta vai demorar para acontecer.

Por último, a danca de técnicos: nos últimos dois anos foram três treinadores. Atípico nos esportes olímpicos, mas comum nas equipes de futebol.

A indicação do técnico Tarallo foi uma grande surpresa, mas se a escolha está focada na preparação da equipe para 2016, eu dou maior apoio e acho um bom nome.

Ter humildade para rever e mudar durante a trajetória faz parte, não dá mais para fazer experiências. Se for preciso, é hora de esquecer resultados e fazer uma preparação  bem planejada.

Eu acredito na força dos clubes, que sempre foram o alicerce dos grandes resultados do basquete feminino brasileiro.

Feliz 2012!

Até lá...

Veja mais:

+ R7 BANDA LARGA: provedor grátis!
+ Curta o R7 no Facebook

+ Siga o R7 no Twitter

+ Veja os destaques do dia

+ Todos os blogs do R7

 

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
16
dezembro

às 06:00

Será que o Neymar deveria ou não ter ido para Europa?

neymar Será que o Neymar deveria ou não ter ido para Europa?

Vamos  aguardar a próxima partida entre Santos e Barcelona para fazer uma avaliação do nível do futebol espanhol e o brasileiro.

Eu acho que ele perdeu o bonde, apesar de ter 19 anos. Escolheu  os inúmeros contratos de publicidade ao invés de jogar campeonatos fortes, atuar em clubes que estão solidificados e com gestões onde o futebol é de verdade uma empresa.

Não desmerecendo o futebol brasileiro e nem a visão que a nova diretoria do Santos tem em relação ao futebol, eu acredito que seria um salto estar ao lado de tantas feras, como o time do Barcelona, para a evolução deste menino como atleta.

Veja mais:
+ R7 BANDA LARGA: provedor grátis!

+ Curta o R7 no Facebook

+ Siga o R7 no Twitter

+ Veja os destaques do dia

+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
15
dezembro

às 18:49

Ênio Vechi

O treinador Ênio Vechi,  que foi contratado para realizar um trabalho com a seleção feminina de basquete até Londres, foi dispensado.

Na época achei precipitado o nome dele para assumir a seleção, mas a diretora Hortência demonstrou fora das quadras também ter as mesmas habilidades que tinha como atleta.  Finalizadora, decisiva e que, para atingir seu objetivo, que sempre foi vencer, teve  a coragem de mudar uma estratégia durante o transcorrer da partida.

Não sei quem será o escolhido, mas se a intenção é trabalhar com um nome que faça um trabalho para 2016, eu apoio a decisão. O basquete feminino precisa da experiência de um treinador que já percorreu e conhece como a palma da mão o mundo do basquete feminino internacional. E eu respeito  a intuição da Magrela.

 

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
4
dezembro

às 13:59

Descanse em paz, Sócrates

Nesta semana participei de um evento e tive a honra de escutar Dr. Sócrates que falou sobre cidadania, família e  futebol. Enquanto ele falava eu pensava: "nossa que privilégio escutar este cara". Uma clareza sobre o papel do esporte na sua vida e o que poderia ser para os jovens.

socrates Descanse em paz, Sócrates

Falou da paixão que tinha pela leitura e o responsável por isso foi seu pai, um funcionário público e auto didata. As lembranças da infância e a importância do esporte em sua vida e um dos momentos marcantes eram os encontros na casa dos amigos e depois dos rachas de futebol, quando eles dividiam um prato de comida.

Disse que jamais foi um modelo de atleta e que não gostava de treinar. Falou também de um amigo que dizia que ele nunca foi jogador, afinal chutava pra trás, sua marca registrada, os toques de calcanhar. Não é verdade, Sócrates, você deixou um legado fantástico pela sua elegância em campo, sua inteligência e consciência do papel que  tinha enquanto atleta.

Descanse em paz.

Veja mais:
+ R7 BANDA LARGA: provedor grátis!

+ Curta o R7 no Facebook

+ Siga o R7 no Twitter

+ Veja os destaques do dia

+ Todos os blogs do R7

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
Ir para a home do site
Todos os direitos reservados - 2009-2011 Rádio e Televisão Record S/A