Carnaval
Sou do tempo em que os bailes de Carnaval aconteciam nos clubes, as fantasias eram confeccionadas pelo próprio folião e era pura diversão e alegria.
Quando era criança, chorava porque não podia entrar no clube nas noites de Carnaval, porque não tinha idade.
Mas, quando foi possível e completei 18 anos, que podia brincar pra valer, o basquete já era mais do que uma paixão, era minha profissão.
A vida de atleta nos priva destes momentos do cidadão normal, o corpo é a ferramenta de trabalho e, infelizmente, uma noite sem dormir altera muito a performance.
Além disso, tem aquela velha história que diz que tudo que é proibido é mais gostoso.
Eu adorava o Carnaval quando criança, mas o Carnaval mudou e eu mudei com ele.
Ainda bem que aproveitei a pureza das matinês infantis. Foi nesta época, que me tornei uma grande foliã.
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