Mãe. Manhêeee! Mama. Mamãe. Mamy.

Será que alguém já parou pra contar quantas vezes se fala esta palavra mágica numa vida inteira?

A mãe da gente é o colo mais perfeito, a palavra mais sincera, a comida mais gostosa.

A minha é tudo isso e muito mais.

É poderosa mesmo, pois pra ela basta confiar em Deus (que é Quem manda) e Ele sempre manda o que é melhor pra gente, assim ela diz com muita fé e eu acredito.

Imagine isso tudo que a mãe é, só que ainda mais especial. Pois mãe de atleta é um talento a parte. Mãos que curam, beijos que matam saudades, ombros largos que servem de escudo contra as pedras do caminho.

E o que é comum a todas, muitas histórias que com a idade ficam cada vez mais conhecidas, mas a gente continua a escutar.

Minha sorte é tão grande (e Deus tão bom) que ganhei outra mãe nesta vida e com ela outra avó, por parte de marido. Como opção de vida tentei reproduzir esta experiência tão positiva e fui agraciada com Manu (10) e José Afonso (6), me pergunto diariamente se não tem outra palavrinha que eles gostem mais de pronunciar aos quatro ventos, além de mãe, manhê.

Às minhas irmãs-cunhadinhas, todas mães lindas, dedicadas, amorosas e super mulheres.

Um super beijo a todas as mães do mundo um lindo dia das mães, cheios de amor e paz. E à mãe de Deus, Nossa Senhora, as bençãos do céu e todo o vosso amor de mãe.

Fraude antiga, punição tardia, porém exemplar

Li no R7 que esta semana foi confirmada a adulteração da idade de Dong Fangxiao nos Jogos Olímpicos de Syndey 2000, retirando assim a medalha de bronze da equipe Chinesa de ginástica artística feminina realocando ao quarto colocado Estados Unidos. Dong, nasceu em 23 de janeiro de 1986 e, portanto tinha 14 anos à época e não 16 conforme a regra da idade mínima para Jogos olímpicos de acordo com a falsa data de nascimento apresentada.

Como conseqüência da violação às regras internacionais, a ginasta Chinesa foi desqualificada de todos os seus resultados perdendo seus diplomas individuais também, de sexta e sétima colocada no solo e no salto respectivamente, décima quinta nas barras, quadragésima oitava na trave e vigésima quinta no individual geral.

Bem este fato não é novo na ginástica. Houve uma geração inteira que colocou pulgas atrás de muitas orelhas, principalmente pela característica exacerbada de miniaturização das ginastas, numa época em que a ginástica produziu grandes ginastas, não em estatura, mas em técnica mais que perfeita. A Federação Internacional de Ginástica sempre preocupada com o bem estar geral dos praticantes acima da própria evolução da modalidade, tomou providencias neste sentido e continua a tomar sempre que julga necessário.

No meu ponto de vista atuação legítima e correta da FIG e do COI no sentido de fiscalizar a ética esportiva e corrigir os erros, muito digno para toda a comunidade esportiva. Independente de algum viés político, que até poderia existir mas desconheço neste caso.

Desta decisão nem atleta nem a Federação Chinesa apelaram.

Uma coisa apenas continua a espantar, é a capacidade dos Chineses, em especial o enorme potencial desta Chinesinha de se mostrar ao mundo, embora uma menininha, como logrou tão cedo uma técnica perfeita e ginástica de gente grande, muito grande, a ponto de compeitir não em igualdade de condições mas em superioridade. Mérito dos Técnicos, mérito dela própria. Mas como sabemos e de forma politicamente correta os fins jamais justificam os meios.

Saudações olímpicas!

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A cultura esportiva precisa falar mais alto em nosso país

Diego Hypolito A cultura esportiva precisa falar mais alto em nosso país

Mauricio Dueñas/EFE

Ficamos felizes com o resultado dourado de Diego Hipólito, na etapa de altíssimo nível da Copa do Mundo de Ginástica, neste mês de abril. Ele se supera a cada prova, impressionante a sua garra. E que solo ele fez! A nota de partida imbatível e uma nota final altíssima beirando os 16.00 pontos.

Além dele, brilhou novamente a estrela da venezuelana Jessica Lopes - a campeã sul-americana que acompanhamos pela Record.

 A cultura esportiva precisa falar mais alto em nosso país

Foto: Nilson Medeiros

Aliás, embarcaram todos juntos daqui do Rio direto para Paris, incluindo o treinador brasileiro Nilson Medeiros e muitas outras feras: chineses, franceses, russos e ingleses, que estão a todo vapor para o Campeonato Europeu que acontece ainda este mês.

Um detalhe que pouco se comenta (e particularmente me encanta) é ver o público presente. Cerca de 13 mil pagantes abarrotaram o Palais Omnisport of Paris-Bercy.  Um esporte fascinante como a ginástica é verdadeiramente reconhecido pela sua exuberância e arrojo. Mas, além das virtudes naturais do esporte - que por si só, arrastam multidões e fãs, especialmente na Europa, berço do Esporte Moderno -, a cultura esportiva fala ainda mais alto. Se não é a ginástica, é o basquete, vôlei, judô ou qualquer outro torneio esportivo, que nem precisa ser internacional. E não só na Europa: num campeonato universitário americano, a quantidade de público é impressionante.

Isso demonstra o interesse das pessoas pelo esporte, pela cultura esportiva, pelo prazer de assistir e torcer. Pela oportunidade do entretenimento e do aprendizado. E ao invés de ficar em casa ou ir sempre aos mesmos lugares, está ávida por conhecer o que há ou quem há de novo nos esportes. Gostaria muito de ver esta cultura aqui pelas nossas terras. Faço votos que possamos trabalhar esta consciência e este hábito de não somente ir aos estádios, ginásio ou quadras, mas também saber o que fazer, como se portar e principalmente como torcer.

 A cultura esportiva precisa falar mais alto em nosso país

Foto: Nilson Medeiros

Parabéns Diego e equipe brasileira!

Clique aqui para ver os resultados da etapa da Copa do Mundo de Paris, etapa abril 2010

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Resenha dos Jogos

Neste sábado, véspera da Páscoa, estive no Clube de Regatas do Flamengo e encontrei as estrelas brasileiras dos Jogos Sul-Americanos. Tive o prazer de reencontrar a recém campeã sul-americana, a Venezuelana Jéssica Lopes (24), que também conquistou mais três medalhas de ouro em aparelhos individualmente.

Seu treinador é o brasileiro Nilson Medeiros, que foi assistente do Flamengo e da seleção brasileira na minha época. Reencontrei também os treinadores do Flamengo e da seleção feminina Viviane Cardoso e Ricardo Pereira e conversei com Renato Araújo, técnico de Diego Hpólito e Victor Rosa, que manterá um blog exclusivo com as informações sobre a ginástica masculina. Vamos conferir.

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Todos foram unânimes em confirmar o altíssimo nível das instalações dos Jogos na Colômbia, especialmente os ginásios de ginástica.

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O único senão foi que, de maneira geral, a Colômbia se preparou muito bem para estes Jogos que curiosamente foram realizados no primeiro semestre, diferentemente das edições anteriores.

De algum modo, isso pode ter afetado a participação do Brasil, já que este é período de início de temporada dos treinos, havendo a necessidade de acelerar essa etapa para não prejudicar a fama de favorito do Brasil.

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Uma ótima semana a todos!

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Estreia com muitos ouros, pratas e bronzes para o Brasil

Estou muito feliz com minha estreia na Record. Primeiro porque a acolhida foi excepcional, e pude reencontrar alguns amigos de outras olimpíadas, como Álvaro JoséOscar, Virna, Márcio de Castro, Julio, Renata, dentre outros. Segundo, choveu medalha para os ginastas brasileiros em Medellín, nos Jogos Sul-Americanos da Colômbia!

Há quem tente desmerecer este evento afirmando que o nível é baixo e que na maioria dos esportes não há adversários para o Brasil. Até concordo em partes mas, ainda assim, mesmo nas provas em que o Brasil se mostra historicamente favorito, há participação empenhada de toda a equipe brasileira. Esta condição fica ratificada e parece-me de suma importância para a contínua evolução dos atletas brasileiros de um modo geral. E não só atletas, mas também técnicos, árbitros e dirigentes.

diego Estreia com muitos ouros, pratas e bronzes para o Brasil

Diego Hypólito (Mauricio Dueñas / EFE)

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Seleção Brasileira de Basquete (Raúl Arboleda / AFP)

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Seleção Brasileira de Handebol (Washington Alves / COB)

Segundo o Presidente da ODESUR, nosso conhecido Dr. Nuzman, esta edição dos Jogos, a exemplo do Pan 2007, renovou o patamar de excelência do evento.

Embora com a segunda colocação no quadro de medalhas, devemos considerar nossa posição de desenvolvidos perante los hermanos vizinhos como missão de estímulo ao crescimento, ao mesmo tempo em que mantemos nossa chama acesa, sem dormirmos no ponto.

Na ginástica, em especial, percebemos hoje que, assim como incrementamos nossos incentivos ao longo dos anos e conquistamos resultados expressivos no cenário mundial, outros países como Colômbia e Venezuela, e até mesmo o Chile, também o fizeram, e notam que podem fazer mais. O mundo não para, a ginástica segue em frente e o Brasil, sempre em busca de alçar vôos maoires, vai rumo a 2012!

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