O novo técnico do Vasco

Escrevi aqui na semana passada que nenhum treinador que estivesse empregado aceitaria trabalhar no Vasco, com o elenco e a presidência que o clube tem hoje.

Pois bem, Milton Mendes estava fora do mercado.

Seu último trabalho foi com o Santa Cruz, quando pediu demissão em agosto de 2016, após uma derrota para o São Paulo.

Depois de um bom início, quando foi campeão da Copa do Nordeste e do campeonato pernambucano, o trabalho desandou.

Deixou a equipe na penúltima posição na série A do campeonato brasileiro.

Muitos críticos acreditam que ele foi um dos responsáveis pelo rebaixamento do time pra segundona.

Sinceramente, não acompanhei o trabalho dele pra saber se foi o principal responsável pela queda de produção da equipe no brasileirão.

Mas depois da saída, vieram a público algumas críticas sobre o estilo dele em lidar com os jogadores.

Alguns chegaram a declarar que a equipe sentiu muito os problemas de relacionamento com o elenco.

Fato é que não foi uma convivência tranquila. Até funcionários do clube se queixaram do temperamento explosivo de Milton Mendes.

milton mendes O novo técnico do Vasco

Milton Mendes adota o estilo disciplinador

Será que ele era a melhor opção pro Vasco se reerguer nesse momento?

Ou a falta de opções ou nomes que aceitassem comandar o time, pesaram na escolha?

A questão financeira também tem que ser levada em consideração.  Ele vai custar muito menos pro Vasco do que os medalhões. Mesmo os que estão desempregados.

Sei não...

Vamos ver se ele vai ter tempo de mostrar o seu trabalho no Vasco.

Com a torcida impaciente e frustrada e Eurico Miranda na presidência, o ambiente de trabalho não vai ser nada tranquilo.

Longe disso.

 

 

 

Favas contadas

Acho que a diretoria do Vasco já tinha errado ao contratar o Cristóvão Borges para esta temporada.

O último bom trabalho do treinador, foi exatamente no Vasco em 2011, após o problema de saúde com Ricardo Gomes.

Ele era o auxiliar e assumiu o time já formado e construído.

Mesmo assim, teve o mérito de continuar com a boa campanha do time no brasileirão, terminando como vice-campeão. Na ocasião, ele foi eleito o melhor treinador do brasileirão daquele ano.

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Cristóvão caiu após a eliminação para o Vitória na Copa do Brasil

Depois disso não faltaram oportunidades. Praticamente todas elas não aproveitadas.

Ficou menos de um ano no Bahia em 2013, encerrando seu trabalho com 14 vitórias, 13 empates e 15 derrotas. Pelo menos o time não caiu, terminando a série A em décimo segundo lugar.

Em 2014, substituiu Renato Gaúcho como treinador do Fluminense. Apesar da eliminação na Copa Sul-Americana para o Goiás e para o América de Natal na Copa do Brasil, com direito a goleada no Maracanã, prosseguiu no cargo e terminou o ano em sexto lugar no campeonato brasileiro.

O ano seguinte foi pífio para o técnico no tricolor, que foi demitido após péssima campanha no campeonato carioca.

Mesmo assim, ele teve mais uma grande oportunidade, ao substituir Vanderlei Luxemburgo no Flamengo. Foram apenas 18 jogos no comando do rubro-negro e um pedido de demissão após a eliminação para o Vasco na Copa do Brasil.

Em outubro desse mesmo ano (2015), ele acertou com o Atlético PR, treinando o terceiro time diferente na temporada.

O trabalho dele no clube paranaense não durou nem 6 meses.

Mesmo com uma sequência de resultados ruins, ele foi o escolhido pelo Corinthians para substituir o Tite.

Foi uma contratação cercada de desconfiança pela torcida.

Ela tinha razão. Menos de 3 meses depois, ele saiu após mais um fracasso, na derrota para o Palmeiras. Foram 7 vitórias e 6 derrotas em 18 jogos dirigindo a equipe.

Eurico Miranda apostou que ele ia repetir o grande trabalho de 2011 ao voltar para o Vasco. Mas a aposta foi errada.

Claro que não dá pra culpar só o trabalho do treinador. O time do Vasco é muito ruim, o elenco é fraquíssimo e o time é forte candidato a cair novamente este ano.

Muitos nomes estão na pauta para substitui-lo. O clube vai ter que tentar um treinador que esteja fora do mercado atualmente.

Ninguém que esteja empregado vai cometer a loucura de assumir o Vasco com esse elenco. Sem falar em ter que aturar Luiz Fabiano como atacante e Eurico Miranda como Presidente.

Mas, o que não falta é treinador desempregado por aí.

Vanderlei Luxemburgo, Ricardo Gomes, Celso Roth, Oswaldo de Oliveira e Adílson Batista são alguns desses nomes.

Quem é que vai querer pegar esta batata quente?

 

 

 

 

Melhor para os brasileiros

Ninguém poderia imaginar que o San Lorenzo seria, de longe,  o time mais fraco do grupo 4 da Libertadores.

Campeão em 2014, todo mundo esperava que ele fosse um dos candidatos à vaga nas oitavas.

Mas, depois da goleada sofrida para o Flamengo no Maracanã e a derrota em casa para o Atlético, o time está mais para saco de pancadas.

Mesmo com apenas duas rodadas disputadas, já podemos descartar qualquer chance de classificação.

Quem mostrou força foi o Universidad Católica, que empatou fora na estreia em Curitiba e ganhou em casa do Flamengo.

Só que o resultado lá no Chile, não diz como foi o jogo.

No primeiro tempo o Flamengo pecou nas finalizações. Acabou levando um duro castigo no segundo.

Uma derrota que pode complicar a vida do rubro-negro no grupo.

Se a conta é de conquistar 10 pontos para classificar, o Flamengo tem a obrigação de ganhar do próprio Universidad e do Atlético em casa.

A boa notícia é que o grupo tem o San Lorenzo.

Se o Atlético ganhou lá, o Flamengo também tem condições.

O cenário ideal seria os dois brasileiros passarem. Mas pra isso eles vão ter  a obrigação de tirar pontos do time chileno.

Até a próxima.

 

 

Três pontos na conta

Apesar de toda a tradição do Estudiantes na Libertadores, confesso que me surpreendi com a boa partida que os argentinos fizeram diante do Botafogo, pela fase de grupos, no estádio Nilton Santos.

O time começou até melhor que os donos da casa. As primeiras boas oportunidades foram do Estudiantes.

Para uma equipe que praticamente fazia seu primeiro jogo oficial no ano, foi uma bela atuação.

Surpreendentemente, o Botafogo não pressionou a saída de bola no campo do adversário, deixando os argentinos jogarem até com certa tranquilidade.

Mas a partir da metade do primeiro tempo, os donos da casa começaram a impor um ritmo mais forte e marcar presença no campo de ataque.

Aí começaram a surgir boas oportunidades, principalmente nas bolas paradas.

O belo gol de Roger numa meia bicicleta levou ao delírio os 30 mil torcedores que foram ao Engenhão e foi importante para a equipe virar o intervalo com a vantagem.

Mesmo tendo levado um gol de falta logo no início, o Botafogo voltou melhor para o segundo tempo.

Tanto é que a equipe sobrou fisicamente e demonstrou a garra e a tranquilidade que marcaram os bons resultados do time na fase mata-mata da Libertadores.

O Glorioso fez o segundo (mais uma vez com Pimpão decidindo) e poderia ter vencido com um placar mais elástico.

De qualquer forma, valeu pelos três pontos em casa.

Nessa fase de grupos da competição, a conta a ser feita é de nove pontos nos três jogos em casa, e mais um, com um empate fora.

Dez pontos já seriam o suficiente para a classificação. Então, a primeira parte já foi cumprida pelo Botafogo.

Se continuar jogando desse jeito, o time carioca vai conquistar uma vaga, mesmo em um grupo que ainda tem o atual campeão Atlético Nacional, e o Barcelona do Equador.

O próximo compromisso acontece somente no dia 13 de abril, fora de casa, contra os colombianos. Uma semana depois, sai novamente para enfrentar o Barcelona.

Se abocanhar um ou dois pontos nessas duas partidas já tá bom demais.

Até a próxima.

 

 

Será que vale a pena?

O assunto Bruno vem ganhando cada vez mais espaço na mídia e entre os torcedores.

O fato dele ter conseguido sair da prisão tendo cumprido apenas 6 anos de sua pena (seria de 23) causou revolta.

Mas ainda há a turma que defende a tese de que ele já pagou pelos seus erros e merece uma segunda chance.

Eu até acredito que ele não tem que apodrecer na cadeia. Se ele cumprir a pena toda, o que está muito longe de acontecer.

O mais bizarro desta história toda, é que o advogado conseguiu libertar o cliente porque o caso dele ainda não teve um julgamento definitivo!!

Como assim?!

Já se passaram quase 7 anos do caso e ainda não houve um julgamento em última instância???

Um absurdo que retrata bem como a justiça brasileira é lenta e muitas vezes inoperante.

Baseado nisso, o Bruno tem o direito de esperar em liberdade pela conclusão do caso.

E logicamente ele vai querer voltar ao futebol, que era a sua profissão  antes da vida na cadeia.

Vários clubes manifestaram interesse na contratação do goleiro, mas diante da repercussão altamente negativa na imprensa e nas redes sociais, só sobrou mesmo o Boa Esporte, de Varginha, em Minas Gerais.

Apesar de toda a pressão dos patrocinadores, que estão deixando o clube, o vice de futebol Rildo Moraes, garantiu que Bruno vai ficar.

Na minha leitura, mesmo perdendo apoio e patrocinadores, o inexpressivo clube mineiro vem ganhando holofotes e manchetes todos os dias.

A repercussão do caso, faz com que muita gente (inclusive eu), fale ou escreva sobre o Boa Esporte diariamente.

Acredito que é exatamente isso que os dirigentes querem.

Toda vez que o time for jogar, dentro ou fora de casa, vai causar um rebuliço na cidade.

É um espaço na mídia garantido. E de graça.

Isso pra eles, vale mais do qualquer patrocinador pode pagar para um clube de pouca expressão no futebol brasileiro.

Resta saber se vai render frutos para o Boa no futuro.

Será que vale a pena o time ser vaiado e criticado em todos os lugares, em troca de fama?

Sim, porque é exatamente o que vai acontecer. A população da cidade de Varginha já fez um abaixo-assinado contra a vinda dele.

O próprio site do clube foi invadido por hackers que fizeram ameaças.

Sem falar que o Bruno fatalmente vai sofrer todo o tipo de preconceito, crítica, revolta e ira em todos os estádios onde jogar.

Com uma postura sempre arrogante e fria, ele mesmo parece não ligar muito pra isso.

bruno Será que vale a pena?

Sorridente, Bruno posa com a camisa do novo clube

Eu quero ver quando o assunto Bruno esfriar e parar de causar tanta curiosidade e assédio.

Aí só vai sobrar a mancha na história do clube, de ter trazido para o seu elenco um assassino que não cumpriu nem um terço da pena.

Até a próxima.

 

 

 

Vai ser um jogão

O tão aguardado reencontro vai acontecer no ano que vem!

Finalmente teremos o confronto das seleções principais de Brasil e Alemanha.

O jogo, que será um amistoso preparatório para a Copa do Mundo da Rússia, será realizado no dia 27 de março, no estádio Olímpico de Berlim.

Será o primeiro desde os 7 a 1 do Mineirão, em Belo Horizonte.

Quem pediu para enfrentar a Alemanha foi o próprio técnico Tite, que gostaria de testar a equipe contra as melhores seleções do mundo, antes do mundial.

Além disso, ele quer pegar seleções com estilo diferente do sul-americano. Com as eliminatórias em andamento e com poucas datas sobrando, o Brasil quase não vai ter esta oportunidade.

Não há dúvidas de que, pegar uma das favoritas da próxima Copa, faltando menos de três meses pro início da competição, vai ser um bom termômetro para saber em que nível o Brasil chega.

Só não me venham falar de revanche. Mesmo que o Brasil ganhe de goleada esse amistoso, não vai apagar o vexame.

Já disse isso e vou repetir. O único jeito de vingar aquela derrota vergonhosa, é ganhar de goleada (acima de quatro gols de diferença), em uma semifinal ou final de Copa do Mundo.

Como eu não acredito que isso vá acontecer, pelo menos não nos próximos anos, eu nem gosto de pensar nesses 7 a 1.

O negócio é focar na preparação para o mundial e fazer uma grande partida contra os alemães.

Até pra chegar na Copa com moral e confiança.

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A Alemanha, do técnico Joachim Löw, vai buscar o segundo título mundial consecutivo na Rússia

Agora, não deixo de pensar numa coisa.

Como as coisas mudaram hein!

Se o nosso treinador ainda fosse o Dunga, ele ia querer fugir com todas as forças de um confronto com a Alemanha pra não pagar outro mico.

Ou melhor, se ainda fosse ele, o Brasil nem saberia se em 2018 estaria classificado para a Copa...

 

 

 

Coisas que só acontecem com ele

Todo mundo está enaltecendo o Neymar e o Barcelona, após a épica classificação do clube na Liga dos Campeões.

Acho que os elogios são merecidos. Neymar realmente decidiu o confronto com dois gols e uma assistência importantíssima.

Mas, o fato é que foram três gols nos sete minutos finais da partida!

Algo inaceitável e inconcebível para o time adversário, mesmo enfrentando o todo poderoso Barcelona.

Faltou postura, equilíbrio emocional e uma atitude mais agressiva por parte dos franceses, cuja dupla de zaga é brasileira.

Thiago Silva e Marquinhos entram para a história negativa do PSG, ao levar uma virada dessas, depois dos 4 a 0 de Paris.

Por falar no Thiago Silva, vi uma entrevista do zagueiro brasileiro afirmando não estar envergonhado depois de tudo que aconteceu.

Ele preferiu exaltar a força do elenco do Barça, que tem Neymar, Messi, Suarez e companhia.

Eu até acho que eles tem méritos. Mas então, como o PSG conseguiu segurar 3 a 1 até os 42 do segundo tempo?

É inadmissível para qualquer grande equipe do mundo levar três gols dessa maneira.

Alguns podem até argumentar que o árbitro deu uma grande ajuda com dois pênaltis inexistentes.

Mesmo assim, tamanho apagão não se justifica.

Sinceramente, eu acho que o Thiago Silva deveria estar envergonhado sim.

Eu não seria maluco de dizer que o desastre aconteceu por causa dele.

Mas, já é a segunda goleada histórica que ele leva com camisas diferentes.

Sim, porque ele estava lá quando o Brasil sofreu o maior vexame da sua história.  Lembra?

O detalhe é que no jogo de ida, quando o time francês meteu 4 a 0, ele não jogou.

Seria uma mera coincidência?

Acho que o rótulo de fracassado está cada vez mais estampado na testa dele.

Tomara que o Tite lembre disso nas próximas convocações...

 

 

 

Muito longe do ideal

O dia internacional da mulher não deve ser visto só como uma homenagem ao sexo feminino.

No Brasil, por exemplo, é um dia para se debater e questionar o papel da mulher na sociedade de uma forma geral.

Uma data que lembre que elas estão muito longe de ter uma representatividade digna de um grupo que responde por mais da metade da população.

No Congresso Nacional, apenas 10,7 % dos deputados são mulheres. Entre os senadores, somente 14,8 %.

Tivemos apenas uma Presidente, que acabou sendo afastada do cargo.

O substituto, Michel Temer, acabou montando um ministério inteiramente masculino, pelo menos no início da gestão.

Depois da repercussão negativa, acabou dando um pequeno espaço para as mulheres pra não pegar mal com a opinião pública.

Infelizmente esse é o retrato do Brasil. Um país ainda extremamente machista e conservador.

Um lugar onde as mulheres ganham menos que os homens e são obrigadas a dar conta (muitas vezes sozinhas) das tarefas domésticas.

Uma parte delas ainda sofre com a violência doméstica, principalmente as de menor poder aquisitivo, que dependem financeiramente do companheiro e se veem obrigadas a aceitar essas humilhações.

Uma triste realidade que está muito longe de terminar.

No esporte, as mulheres também sofrem com menor premiação e reconhecimento do poder público.

Até arrumar patrocínio é uma tarefa muito mais fácil para os homens.

O futebol feminino é um grande exemplo dessa desigualdade aqui no Brasil.

Enquanto o campeonato brasileiro para os homens é supervalorizado, com cotas altas de TV e patrocínio, o feminino nem campeonato tem.

Na verdade, elas só são lembradas em época de Olimpíada ou Pan-Americano. Só a seleção tem algum espaço.

Nesse cenário, as nossas jogadoras são obrigadas a sair do país pra seguir carreira no esporte.

Sem falar em treinadoras e gestoras, que são figuras raras no esporte brasileiro.

Nos esportes coletivos, apenas a Emily Lima comanda uma seleção nacional. Assim mesmo, no já citado e combalido futebol feminino.

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Comandante do Judô feminino, Rosicleia Campos é um raro exemplo de treinadora de destaque nos esportes olímpicos

Nos cargos de gestão, a situação não é diferente.

Apenas uma Presidente de Federação: Luciene Resende, da Confederação Brasileira de Ginástica.

Enquanto a conquista desse espaço não acontecer, o dia da mulher vai continuar sendo uma data muito mais de reflexão do que de comemoração.

Até a próxima.

 

 

Fluminense mereceu

De um lado o Flamengo, que teve a chance de descansar e treinar durante toda a semana.

Do outro, o Fluminense, que viveu uma verdadeira odisseia com uma viagem longa para Sinop pela Copa do Brasil.

Teoricamente, quem deveria ter acelerado o jogo era o Flamengo. Mas não foi isso o que aconteceu.

O técnico Abel resolver ser ousado e escalou o time com três atacantes.

Com muita velocidade na troca de passes e saindo rápido para o contra-ataque, o Fluminense foi mais perigoso e mereceu sair pro intervalo com a vantagem.

O Flamengo apostou na maior posse de bola e nas bolas aéreas. Mas não foi tão eficiente.

Acho que a equipe rubro-negra decepcionou principalmente no segundo tempo.

Mais inteiro fisicamente, o time não conseguiu criar muitas oportunidades.

Foi surpreendido com o espírito de luta do tricolor, que mesmo desfalcado e cansado, segurou o adversário.

Mesmo assim, o Flamengo chegou ao empate no final com o gol de falta do Guerrero.

Mas, quis o destino que o Fluminense fosse mais preciso nos pênaltis e ficasse com o título.

Aliás, um título da Taça Guanabara que não vale absolutamente nada.

Pelo esdrúxulo regulamento do campeonato, nem vaga na final tem direito. Só na semifinal!

Mas valeu pela grande partida que os dois times disputaram. Foi sem dúvida o melhor jogo do ano.

Digno da tradição de um Fla-Flu.

Só faltou mesmo o Maracanã pra festa ser completa.

 

 

Diego Souza???

Saiu a lista de convocados do técnico Tite para os jogos contra Uruguai e Paraguai pelas eliminatórias.

A base foi mantida, com a espinha dorsal da equipe preservada.

As novidades foram o goleiro Ederson do Benfica, o meia Diego do Flamengo e o atacante Diego Souza do Sport.

Achei boa a escolha do Ederson, que só não esteve nos Jogos do Rio porque seu clube não liberou.

Diego vem jogando bem pelo Flamengo, time que brigou pelo título brasileiro no ano passado.

Além disso, entrou com muita vontade de mostrar serviço no jogo da amizade contra a Colômbia.

Até errou alguns lances, mas mostrou a categoria de sempre e boa visão de jogo em muitos momentos. Merece ser lembrado.

Vale lembrar que o Lucas Lima vinha sendo convocado mas caiu muito de produção. Diego é um bom substituto.

A terceira novidade é Diego Souza, que foi convocado no lugar de Gabriel Jesus.

Um bom jogador, não tenho dúvida. Mas não está na lista dos melhores atacantes brasileiros atualmente.

Até nos clubes daqui, encontramos muitos nomes que estão em melhor fase.

Até mesmo o Fred, que ganhou o apelido de cone e virou símbolo do fracasso da seleção na última Copa, vem fazendo muitos gols e está em melhor fase.

Jonas, que vem brilhando no futebol português e terá o maior salário da história do Benfica, é muito melhor do que ele.

Robinho do Galo é outro bom exemplo.

Sem falar que o Diego Souza está se aproximando do final da carreira e não seria uma opção para ganhar experiência na seleção.

Esse aí foi uma bola fora do Tite.

Até a próxima.

 

 

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