Clima de decisão

Já faz mais de um mês que o Flamengo teve uma atuação de encher os olhos da torcida.

Foi no dia 8 de março contra o San Lorenzo, quando o time goleou por 4 x 0.

Curiosamente foi pela Libertadores e jogando em um Maracanã lotado.

Esse mesmo cenário se repete hoje, quando o time enfrenta o Atlético PR, com todos os 50 mil ingressos vendidos.

Se juntarmos com o público não pagante, teremos certamente mais de 60 mil pessoas no estádio.

Um momento perfeito para o rubro-negro conquistar uma vitória e sair da incômoda terceira posição do seu grupo na Libertadores.

Mas, do outro lado teremos uma equipe que é bem mais sólida no setor defensivo que o San Lorenzo.

Depois do tropeço na primeira rodada, quando empatou com o Universidad Católica em casa, o time paranaense se recuperou com uma vitória fora de casa diante do San Lorenzo.

Líder do grupo 4 junto com o time chileno, o Furacão sabe que um empate esta noite é um bom resultado.

Até porque o próximo compromisso, daqui a duas semanas, é exatamente contra o Flamengo na Arena da Baixada.

O Atlético terá 3 desfalques para hoje à noite. O volante Otávio, lesionado, além do meia Felipe Gedoz e do atacante Pablo, suspensos.

Por sua vez, o Flamengo vem sofrendo com as contusões e não poderá contar com Everton e Rômulo.

Vale lembrar que o time carioca vem de 4 empates seguidos pelo campeonato estadual e não vem tendo boas atuações.

Podemos dizer que hoje é a primeira decisão do ano. Um empate em casa já pode ser considerado um desastre.

Expectativa de um jogo tenso hoje no Maracanã.

Até a próxima.

 

 

 

Jogo de alto risco

Hoje o Santos enfrenta a Ponte Preta pelas quartas-de-final do campeonato paulista.

No jogo de ida lá em Campinas, vitória do time da casa por 1 x 0.

Para se classificar, o Peixe terá que vencer por dois gols ou mais de diferença. Vitória por um gol, leva a definição para os pênaltis.

Diferente dos outros confrontos, em que Palmeiras, São Paulo e Corinthians eram os grandes favoritos, o duelo de hoje à noite promete ser muito difícil para um time que vem passando por altos e baixos no comando do Dorival Júnior.

Apesar da ótima campanha no brasileirão do ano passado, quando foi vice-campeão, o treinador santista está longe de ser uma unanimidade na Vila Belmiro.

Este ano a equipe vem sofrendo no Paulistão.

O clube é apenas o quinto colocado na classificação geral, atrás dos outros três grandes e da Ponte.

Sem falar que o time perdeu todos os três clássicos que disputou até agora. Já foram cinco derrotas em 13 jogos no total.

Números que fazem Dorival Júnior saber que, uma eliminação na noite de hoje, pode representar sua demissão.

O fato da partida ser no Pacaembu, sem nenhum impedimento da Vila, faz com que os mais bairristas critiquem a mudança de local.

Na minha opinião, o clube tem que mandar jogos importantes para o Pacaembu.

Primeiro porque o grande número de santistas que moram na capital paulista merecem esse presente, pelo menos de vez em quando. Tanto é que mais de 30 mil ingressos já foram vendidos para hoje à noite.

Segundo porque a média de público como mandante na Vila Belmiro é baixo, se comparado com os outros grandes.

O São Paulo, por exemplo, tem trazido a média de 32 mil presentes nos seus jogos no Morumbi. O Palmeiras tem 26 mil pessoas de média. O Corinthians, 20 mil.

Enquanto isso, o Santos tem apenas a média de 7 mil espectadores por partida. Muito pouco para um clube dessa grandeza.

De qualquer forma, será a primeira decisão do ano para o Santos. Uma partida que pode decidir também o futuro do atual treinador.

Até a próxima.

 

Ranking bizarro

O ranking mundial de clubes, é um ranking atualizado anualmente pela Federação internacional de História e Estatísticas de Futebol (IFFHS), e não tem qualquer vínculo com a FIFA.

Criado em 1991, ele leva em consideração todos os resultados obtidos durante os últimos 365 dias.

O ranking anual serve, posteriormente, para definir os melhores clubes de todos os tempos.

Sinceramente, não sei como é feita a contagem dessa pontuação, nem estou aqui pra contestar estes números.

Mas, acho estranho que o Atlético Nacional tenha ficado na frente do Real Madri, que foi campeão mundial de clubes, numa competição em que o time colombiano foi o terceiro colocado.

Alguns podem argumentar que o Atlético Nacional foi campeão da Libertadores.

Só que o Real Madri foi campeão da Champions League, que, convenhamos, é uma competição muito mais difícil e glamourosa que a da América do Sul.

A Liga dos Campeões deveria render mais pontos nesse ranking do que a Libertadores, alguém discorda?

Sem falar na lista dos clubes brasileiros.

Algumas situações bizarras foram encontradas, como por exemplo o Atlético Mineiro como o melhor time do país, na 13ª posição.

O Galo terminou o brasileirão, que é a competição mais importante do nosso país, em quarto lugar, atrás de Palmeiras, Santos e Flamengo.

Nem o campeonato mineiro ele levou, perdendo pro América na final!

Tudo bem, o time mineiro chegou na decisão da Copa do Brasil.  Mas o Palmeiras chegou nas quartas-de-final. Realmente não dá pra entender.

E o que falar do Palmeiras ter acabado o ano atrás do Atlético, Grêmio, São Paulo e Corinthians no ranking?

Como explicar o fato do rebaixado Santa Cruz, ter conquistado mais pontos no ranking do que Fluminense e Sport, que ficaram na série A?

São várias as perguntas para os critérios utilizados na soma dos pontos.

Acho, inclusive, que os clubes nem vão dar muita bola pra esse ranking.

Com exceção do Atlético Nacional, que conquistou um primeiro lugar inédito na sua história.

Abaixo, veja os dez primeiros na lista e a classificação dos brasileiros.

1. Atlético Nacional (Colômbia) 2. Real Madri (Espanha) 3. Barcelona (Espanha) 4. Paris Saint-Germain (França) 5. Shakhtar Donetsk (Ucrânia) 6. Bayern de Munique (Alemanha) 7. Borussia Dortmund (Alemanha) 8. Sevilla (Espanha) 9. Atletico de Madri (Espanha) 10. Juventus (Itália).

Atlético-MG (13º), Grêmio (34º), São Paulo (36º), Corinthians (44º), Palmeiras (45º), Chapecoense (94º), Flamengo (94º), Santos (132º), Coritiba (159º), Cruzeiro (168º), Internacional (201º), Atlético-PR (214º), Botafogo (221º), Ponte Preta (231º), Vitória (251º), Santa Cruz (263º), Fluminense (280º), Sport (280º) e Figueirense (303º)

 

 

Uma Sul-Americana mais robusta

Começa hoje para alguns clubes brasileiros a Copa Sul-Americana 2017.

Com novo formato, o torneio será disputado até dezembro, ocorrendo de forma concomitante com a Libertadores.

Prazo maior, mais clubes disputando. Este ano serão 54 clubes, 44 disputando a primeira fase e 10 que formam o grupo dos eliminados da Libertadores e entram direto na segunda fase.

Vale lembrar que o campeão da Sul-Americana tem direito a entrar direto na fase de grupos da Libertadores 2018.

Disputa ainda a Recopa Sul-Americana, a Copa Suruga Bank e a Supercopa Euroamericana do ano seguinte.

Sem dúvida, o torneio ganhou importância e atenção dos clubes brasileiros.

Não é a toa que o Fluminense resolveu voltar ao Maracanã exatamente na estreia contra o Liverpool do Uruguai.

Uma partida que promete ter um bom público. 26 mil ingressos foram vendidos antecipadamente.

Na teoria um jogo tranquilo para o Flu, já que enfrenta o 14º colocado do modesto campeonato uruguaio.

Outro que entra em campo nesta quarta é o Corinthians, para enfrentar o Universidad de Chile.

Será a primeira partida continental, desde a eliminação na Libertadores para o Nacional do Uruguai, em maio do ano passado.

De lá pra cá, muita coisa mudou. Tite saiu para brilhar na seleção brasileira.

Depois disso, o clube sofreu com os resultados ruins de Cristóvão Borges e Oswaldo de Oliveira.

Hoje o time terá Fábio Carille no comando pela vigésima vez.

A equipe vem oscilando muito, apesar de ter uma defesa sólida.  O ataque é a principal preocupação. Marcou apenas 18 gols nas últimas 17 partidas.

Mesmo assim deveremos ter mais de 30 mil pagantes hoje na Arena Corinthians, que verão o clube buscando um título inédito.

Se Corinthians e Fluminense começam levando bem a sério a competição, o São Paulo vai até a Argentina enfrentar o Defensa e Justicia com time misto.

Entre os poupados, contundidos e suspensos, serão 12 jogadores ausentes na partida desta noite.

Mesmo assim, diante da fragilidade do adversário, o tricolor é favorito não só para este jogo, como um dos candidatos ao título.

Só resta saber se o clube vai priorizar o torneio ou vai reclamar de ter de jogar muitas partidas ao longo do ano por causa da Sul-Americana.

Ponte Preta e Sport são os outros brasileiros que fazem a estreia esta semana.

A Ponte joga hoje contra o Gimnasia La Plata em Campinas, enquanto os pernambucanos entram em campo amanhã, diante do Danubio na Ilha do Retiro.

Se levarem a sério, os brasileiros podem fazer bonito no torneio.

Vamos torcer.

 

 

 

 

 

Ataque afiado

Bom saber que os atacantes que estão brilhando na seleção, fizeram a diferença também em seus clubes no fim de semana.

Neymar anotou seu centésimo gol pelo Barcelona. Foi no final do jogo é verdade, mas ele foi um dos destaques da goleada de 4 a 1 sobre o Granada.

Vale lembrar que ele chegou a 100 gols com a camisa do Barça mais rápido que o Messi.

Foi no jogo número 177 do brasileiro. O argentino só fez 100 gols na partida 188, ou seja, com 11 jogos a mais.

Não é a toa que a imprensa vem falando do interesse dos ingleses pelo Neymar. O Manchester United estaria disposto a pagar um valor nunca antes visto no futebol para ter o craque.

Neymar já deu o preço: um milhão e meio de reais por semana para sair do clube catalão. É muita grana!

Outro que vive uma grande fase é Phillippe Coutinho.

Ele foi fundamental na vitória sobre o Everton no campeonato inglês. Deu uma assistência e marcou um golaço arrancando do meio-campo.

Só falta o Gabriel Jesus se recuperar e voltar bem para que o trio da Copa 2018 esteja pronto.

Confesso que estou muito esperançoso que, pelo menos do meio pra frente, a seleção arrebente na Copa.

Até a próxima.

 

 

 

Mexendo em time que está ganhando

O aumento do número de vagas a partir da Copa de 2026 já é uma realidade.

Agora só depende de uma ratificação no Conselho da FIFA pra sair do papel.

De 32, o Mundial vai passar a ter 48 seleções. Um número que vai fazer o nível técnico da competição cair bastante.

Mas os dirigentes da entidade não estão preocupados com isso. O negócio é ganhar mais apoio político de todas a s Federações em todos os continentes.

O novo formato vai esvaziar completamente as eliminatórias.

Começando pela América do Sul, que de 4 vagas diretas, passará a ter 6 classificados automaticamente.

Com somente 10 seleções na disputa, fica claro que uma não classificação para uma Copa seria um vexame histórico, mesmo entre as equipes medianas, como Equador, Chile, Paraguai e Uruguai.

Chance para que as babas do Continente, como Bolívia, Peru e Venezuela, voltem a disputar uma Copa.

Por falar em baba, imagina a eliminatória da CONCACAF?

O pessoal da América do Norte, Central e Caribe, também terá direito a 6 vagas diretas.

Estados Unidos, México, Costa Rica e Honduras teriam a obrigação de passar.

Ainda sobrariam 2 lugares para Trinidad Tobago, Jamaica, Panamá, Haiti, El Salvador e Canadá. O que não falta é opção pra fazer vexame na Copa.

Sem falar na África, que foi a mais beneficiada. O continente sairá de 5 para 9 vagas diretas.

A Oceania passa a ter uma vaga permanente. Ou seja, a Nova Zelândia disputaria todas as Copas, já que a Austrália ficaria com uma das 8 vagas da Ásia.

A Europa terá o exagerado número de 16 seleções no Mundial. Um formato que acabaria definitivamente com o problema de alguns países tradicionais ficarem de fora da competição, por causa do atual sistema de disputa.

Os grupos da morte praticamente deixariam de existir, já que quase todos os os segundos colocados também se classificariam.

Além disso, teríamos um mini torneio, com 6 seleções, que valeriam mais duas vagas.

Tudo isso se resume a uma competição inchada, cheio de jogos desinteressantes e com eliminatórias esvaziadas.

Parabéns FIFA por mudar uma competição que era tão interessante e tradicional.

Vocês são gênios!

 

 

 

 

Oitava vitória na conta

O Paraguai começou o jogo como se esperava. Bem fechado na defesa e tentando jogar no erro do Brasil.

Diga-se passagem, apesar de ter apresentado uma defesa frágil até aqui nas eliminatórias, com 18 gols sofridos, a equipe conseguiu segurar bem o primeiro tempo.

Neynar, muito marcado, sofreu muitas faltas e não levou tanto perigo como na partida contra o Uruguai. Ainda bem que o panorama mudou na segunda etapa.

Mas o golaço do Philippe Coutinho valeu o ingresso. Assim como contra os uruguaios, ele mais uma vez foi um dos destaques da seleção.

Coutinho vai se firmando, com justiça, como um dos titulares absolutos do time para a próxima Copa.

Com ele, Neymar e Gabriel Jesus lá na frente, e as chegadas de Renato Augusto e Paulinho vindo de trás, o Brasil está muito bem servido no ataque. Todos eles são bons finalizadores.

No segundo tempo brilhou a estrela do nosso maior craque. Mesmo tendo perdido um pênalti inexistente, Neymar continuou infernizando a defesa paraguaia e buscando o gol a qualquer custo. Acabou sendo premiado com um gol espetacular.

Marcelo completou a oitava vitória seguida do maestro Tite.

Mais uma tranquila e incontestável.

E não é que a defesa se comportou bem, mesmo com o Thiago Silva entrando na segunda etapa?

É... as coisas com o Tite são bem diferentes mesmo. Que bom que com ele tá tudo dando certo.

 

 

 

 

 

 

 

Arbitragem desastrosa

Impressionante como o árbitro Luiz Antônio Silva Santos, que apitou Flamengo x Vasco, gosta de se meter em confusão.

Infelizmente ele foi o principal assunto de um clássico que foi bem disputado, mas não foi brilhante.

Não tenho aqui nenhum interesse em defender o Luiz Fabiano, longe disso.

Acho inclusive que ele foi expulso merecidamente.

Ele, como todos sabem,  já tem um histórico de destemperos dentro de campo. Nesse domingo, foi mais um exemplo disso.

O atacante não tinha nada que encarar o árbitro e chegar tão perto a ponto de tocá-lo.

Ele foi imprudente e irresponsável.

Mas o juiz não precisava dar aquela valorizada toda. Ele reagiu como se tivesse levado uma peitada ou um empurrão. Não foi o que aconteceu.

Sinceramente, nunca vi um cara do apito simular alguma coisa. Ontem foi a primeira vez.

A expulsão foi justa, mas, da forma como o Índio (como ele é conhecido) reagiu, ficou parecendo que ele forçou uma situação para expulsar o jogador do Vasco.

Depois disso, já nos acréscimos, cometeu um erro grave dando pênalti contra o Flamengo. A bola não tocou nem perto do braço do Renê.

Ele poderia até estar mal colocado e encoberto no lance. Mas, se ele não viu, não marca!

Na dúvida, ele jamais poderia marcar pênalti no lance.

Muitos disseram que foi pra compensar o equívoco da expulsão que prejudicou o Vasco.

Ou seja, uma atuação desastrosa que ofuscou totalmente o jogo.

Vale lembrar que não é a primeira vez que esse juiz se mete em polêmicas.

Pelo contrário, a carreira dele é recheada de problemas com jogadores e até treinadores.

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Índio já se meteu em confusões com Fred e até com o técnico Cuca

E ainda dizem que ele continua sendo um homem de confiança dentro da Federação do Rio, apesar de ter sido afastado!?

Isso é muito estranho...

 

Passeio em Montevidéu

Tite entrou pra história como o primeiro técnico de seleção brasileira a conseguir engatar sete vitórias seguidas.

Claro que a espetacular e indiscutível goleada de 4 a1 sobre o Uruguai, não foi só mérito dele.

Neymar esteve numa noite quase perfeita com um golaço e deixando tonta a defesa uruguaia.

Ele passeou contra os lentos zagueiros da Celeste.

Paulinho foi outro a ter uma noite inspirada com direito a 3 gols.

Philippe Coutinho se destacou também, não só pela habilidade, mas também pela sua colocação em campo. Pra mim, ele foi um dos melhores do primeiro tempo.

Ao contrário do Firmino, que não se encontrou na partida e errou praticamente tudo que tentou.

Marcelo me pareceu um pouco confuso e atrapalhado, principalmente depois da falha que originou o gol do Cavani.

Mas nada que tirasse a tranquilidade da equipe. Foi a primeira vez que a seleção do Tite saiu atrás no placar.

Voltando a falar do nosso treinador, é incrível como ele fez a seleção ganhar maturidade.

Mesmo atuando fora de casa, o Brasil teve 70 por cento de posse de bola e dominou completamente o jogo.

Sorte nossa ter um treinador de verdade e que já nos classificou para a Copa da Rússia no ano que vem.

Problema no ataque

Uruguai e Brasil se enfrentam amanhã em Montevidéu com ausências importantes nos seus elencos.

Se o Uruguai não conta com o atacante Luiz Suárez, o Brasil não terá Gabriel Jesus.

Claro que não dá pra comparar o status dois dois jogadores atualmente.

Suárez é uma estrela internacional que figura entre os cinco melhores do mundo atualmente.

Há quem diga que ele é mais importante para o Barcelona que o Neymar. Pelo menos, mais gols ele tem.

Gabriel Jesus começou muito bem no City, mas ainda está se firmando como um dos melhores atacantes do futebol europeu na temporada.

Acho que ele ainda tem um longo caminho pela frente, até chegar ao nível do uruguaio.

O problema é que o Brasil não tem um substituto à altura para a posição, depois da contusão do Douglas Costa.

Pelo menos não nessa seleção do Tite.

O treinador brasileiro confirmou Roberto Firmino na vaga.

Um bom atacante, mas que não serve pra ser o homem de referência na área, no esquema 4-1-4-1.

A outra opção seria avançar o Dudu pra atuar lá na frente.

Como a fase dele é muito boa, acho que deveria ter uma oportunidade no time.

Talvez não nessa quinta, num jogo difícil contra o Uruguai. Quem sabe num jogo mais tranquilo.

Diego Souza seria o último nome na lista de alternativas. Sinceramente, não acho que seja jogador de seleção.

Sei não, mas acho que o Gabriel Jesus, mesmo ainda não sendo um craque, vai fazer muita falta.

Até a próxima.

 

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