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Mais uma medalha para os guerreiros da água

Postado por lucaspereira em 24 de julho de 2017 às 15:02 em Sem categoria | Nenhum comentário

Depois da prata no revezamento 4x100 metros nado livre para a equipe brasileira, hoje foi dia de mais uma medalha para o Brasil, no mundial de esportes aquáticos de Budapeste, na Hungria.

natacao 1 Mais uma medalha para os guerreiros da água [1]

O revezamento do Brasil não subia ao pódio desde os Jogos de Sydney em 2000

Nicholas Santos conquistou a prata na prova dos 50 metros borboleta, com o tempo de 22 segundos e 79 centésimos, apenas 4 centésimos atrás do britânico Benjamin Proud.

Uma medalha de prata com gostinho de ouro. Afinal de contas, ele quebrou mais uma vez o recorde de atleta mais velho a conquistar uma medalha em campeonatos mundiais em piscina longa.

Aos 37 anos, Nicholas já tinha quebrado este mesmo recorde dois anos atrás, em Kazan, na Rússia, quando também levou a prata nesta prova.

Mesmo não ganhando os 50 metros borboleta, ele continua sendo o líder no ranking da prova deste ano, com 22 segundos e 61 centésimos, tempo obtido no Maria Lenk.

Nada mal para um atleta que já está vivendo a reta final da carreira. Mas não dá pra descartar uma participação dele no próximo mundial, em 2019 na Coréia do Sul.

Fico feliz de ver que, mesmo com todos os desmandos e os escândalos que cercaram a CBDA antes do início da competição, as medalhas estão saindo.

Vale lembrar que a participação brasileira no Mundial chegou a ficar ameaçada, por causa de toda esta confusão.

Se contarmos com as três medalhas da incansável Ana Marcela Cunha na Maratona Aquática, já são cinco medalhas ao todo. E outras podem vir.

Bruno Fratus tem boas chances nos 50 metros livres. Além do João Gomes e Felipe Lima nas provas de peito.

Sem falar no revezamento 4 x 100 metros medley, onde o Brasil vem forte também.

Vale lembrar que esta é a menor delegação brasileira em mundiais dos últimos anos, com apenas 16 atletas.

Só pra se ter uma ideia, em 2015 foram 83 atletas representando o nosso país, e sete medalhas conquistadas.

Se a gente for colocar na balança o custo benefício desta delegação que está na Hungria, a participação é digna de aplausos.

Que bom que os dirigentes não conseguiram acabar com os esportes aquáticos no Brasil.

Agora é arrumar a casa e pensar no futuro.

O novo Presidente eleito da CBDA, Miguel Cagnoni, terá muito trabalho pela frente.

Que ele honre os votos que recebeu.

Até a próxima.

 

 

 

 

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