O vôlei brasileiro merece

Achei maravilhosa a idéia de saborear um pouco mais o ouro olímpico do vôlei masculino.

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Serginho ganhou 4 medalhas olímpicas, 2 de ouro e 2 de prata

Todos queriam ver em quadra um pouco mais o líbero Serginho, que está se despedindo da seleção.

E não será qualquer quadra não.

Nos próximos dia 3 e 4 de setembro, a arena da Baixada em Curitiba e o estádio Mané Garrincha em Brasília, vão sediar o desafio do ouro.

Serão dois amistosos contra Portugal, que prometem atrair um grande público.

Se os jogadores de vôlei estão acostumados a darem um espetáculo para dez mil pessoas no máximo, agora eles estarão se apresentando para mais de 50 mil pessoas, em estádios de futebol.

Me faz lembrar aquela famosa partida que a geração de prata jogou contra a antiga União Soviética, no Maracanã, em 1983.

Na época, 95 mil pessoas ignoraram a chuva e viram Bernard, William, Amauri, Montanaro,  Renan e o próprio Bernardinho vencerem por 3 a 1.

Esta geração de 2016 merece todas as honras também.

Após uma fase de classificação difícil, onde sofreu duas derrotas, a equipe engrenou e foi tricampeã olímpica com direito a vitória por 3 a 0 tanto na semifinal como na decisão.

Será realmente um espetáculo imperdível!

Até a próxima.

 

Balanço olímpico

Passados dois dias do encerramento dos Jogos do Rio, gostaria aqui de fazer um balanço da participação brasileira nas olimpíadas de casa.

A meta de alcançar mais de 20 medalhas e de ficar entre os 10 primeiros no quadro de medalhas não foi alcançada, mas tivemos a melhor participação da história. Também, se não tivéssemos, sairíamos com uma frustração muito grande.

Mas, afinal de contas, foi boa a campanha do Brasil?

Na minha opinião, foi um pouco decepcionante. Digo um pouco, porque poderia ter sido pior. Acredito que acumulamos mais frustrações do que alegrias.

A maior surpresa: Sem dúvida a conquista do ouro no salto com vara, com direito a recorde olímpico, fez de Thiago Braz a maior surpresa brasileira dos Jogos. Ninguém apostava as fichas nele, muito menos o francês Renaud Lavillenie, que teve de ouvir vaias durante a competição e no pódio, após desdenhar do brasileiro.

 Balanço olímpico

O salto com vara nos trouxe a maior surpresa

A maior decepção: Bom, infelizmente neste quesito apresentamos diversas opções. A lista é grande e tenho certeza que a maioria vai concordar comigo.

Pra começar temos o vôlei feminino, que começou muito bem, mas caiu nas quartas diante da China. Sinceramente acreditava numa medalha, só não sabia de que cor ela seria.

Fabiana Murer mais uma vez saiu de uma olimpíada sem nem chegar perto de uma medalha. O pior é que ela nem pra final foi, sem conseguir saltar 4,55 metros, errando todos os saltos. O problema agora foi uma hérnia de disco que acabou servindo como justificativa. Vale lembrar que em Julho ela havia saltado 4,87 metros, quebrando o recorde sul-americano da prova. Se repetisse este resultado, ela teria ficado com o ouro no Rio. Infelizmente cheguei à conclusão de que olimpíada não faz bem para a Fabiana.

 Balanço olímpico

Mas também nos reservou a maior decepção

O Judô sempre foi o carro chefe de medalhas em Jogos olímpicos. A expectativa era de pelo menos umas cinco medalhas. Portanto, não dá pra negar que um ouro e dois bronzes foi um resultado que deixou a desejar. O país ficou apenas na quinta colocação no quadro de medalhas da modalidade, perdendo inclusive para a Itália, que tem muito menos tradição.

Apesar da prata com Agatha e Bárbara, esperava mais do vôlei de praia feminino nas olimpíadas.

Outra tristeza foi o handebol, principalmente o feminino. Foi muito bem na primeira fase, mas depois caiu feio diante da Holanda.

Muita gente mencionou a natação como decepcionante. Sinceramente, eu não esperava nenhuma medalha da modalidade no Rio.

A maior alegria: O ouro no futebol masculino foi a grande conquista do país no Rio. Após quatro finais olímpicas, finalmente a seleção saiu da fila e conquistou o título numa final diante da Alemanha com Maracanã lotado. Foi o melhor momento dos Jogos.

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Ele nos deu a maior alegria!

Não posso deixar de citar o desempenho espetacular do vôlei masculino, que não chegou muito acreditado nos Jogos, começou mal a competição com duas derrotas, mas deu a volta por cima e atropelou os adversários na reta final, com direito a 3 x 0 na Itália na grande final. Serginho e companhia mereciam este título após duas pratas seguidas.

As três medalhas do Isaquias Queiroz na canoagem não chega a ser uma surpresa. Ele estava muito bem preparado para os Jogos. Mas, sem dúvida, o colocam num outro patamar após o Rio 2016.

Faço aqui uma menção honrosa às cerimônias de abertura e encerramento das olimpíadas. Foram espetáculos belíssimos e que nos encheram de orgulho. Parabéns pelo trabalho realizado!

Até a próxima.

 

 

 

Os pênaltis mais importantes

Me sinto um privilegiado na carreira.

Tive a oportunidade de narrar na TV dois dos pênaltis mais importantes da história do futebol brasileiro.

O primeiro deles já vai completar dez anos no ano que vem.

O milésimo gol do baixinho Romário, no campeonato brasileiro de 2007 contra o Sport em São Januário, ficou marcado pra sempre como um dos momentos mais importantes da minha história como narrador esportivo.

O outro pênalti inesquecível e que vai marcar para sempre a minha profissão, foi bem mais recente.

No último sábado, o Brasil inteiro parou na frente da TV, para acompanhar a cobrança do Neymar que poderia dar o tão sonhado ouro inédito.

E foi numa super final contra a Alemanha em pleno Maracanã lotado.

Tive a chance de narrar este momento histórico, através do microfone da Record, na companhia do Fábio Porchat e do Ricardo Martins, que gravou um vídeo justamente mostrando o momento do gol e da conquista. Confira no link abaixo, como estávamos muito tensos, mas explodimos de alegria depois da cobrança.

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Até a próxima.

 

 

Despedida sem medalha

Confesso que eu nunca cheguei a acreditar muito em um bom resultado da seleção feminina de futebol nos Jogos do Rio.

Depois de duas pratas olímpicas em Atenas e Pequim, a equipe começou a dar sinais de que que a fase boa tinha passado.

O time não passou das oitavas no último mundial e não chegou nem nas semifinais em Londres, quatro anos atrás.

Só que depois do início arrasador, com vitórias mais do que convincentes contra a China e a Suécia, fiquei muito esperançoso de que, dessa vez, a equipe poderia chegar mais longe. Pensei até na possibilidade do ouro inédito.

Fiquei frustrado, assim como todos os brasileiros, com a despedida sem medalha.

Acho que as meninas mereciam sorte melhor.

Essa geração, com Marta, Formiga e Cristiane pode ter dado adeus ao sonho do título olímpico.

A impressão que deu, foi que o Brasil esgotou seu estoque de gols nos dois primeiros jogos. Acabou faltando para a reta final.

A equipe chegou a ficar três partidas sem marcar. Contando ainda com duas prorrogações!

Foram 330 minutos sem balançar as redes!

E olha que o Brasil foi superior nesses três jogos. Teve mais posse de bola, finalizou mais, mas não conseguiu criar boas oportunidades.

Esse foi o principal defeito da nossa seleção. A equipe não conseguia ser perigosa. Finalizava mal, não tinha chegada na linha de fundo e não marcava presença na área.

Vimos uma seleção cansada e abalada psicologicamente na disputa do bronze contra o Canadá, que acabou merecendo a vitória.

Ficou aqui o gostinho de quero mais.

Sair dos Jogos sem nenhuma medalha foi um castigo muito grande para uma equipe que mostrou luta e garra durante toda a competição.

Agora fica a torcida pelos homens neste sábado. A partir das 17:30h ao vivo na Record.

Estarei narrando ao lado do Ricardo Martins e da participação especial do Fábio Porchat.

Vem com a gente!

Falta de assunto

Os Jogos olímpicos ainda não começaram. Falta praticamente uma semana. Na próxima quarta-feira, já começam as partidas do futebol feminino da primeira fase.

Acho que, até pela ansiedade pelo início da competição, a imprensa brasileira, de uma forma geral, está tentando arrumar assunto que atraia a atenção das pessoas.

O caso dos problemas com a vila olímpica é bem representativo desta falta do que falar.

Problemas estruturais sempre acontecem em qualquer vila olímpica. O local é novo, nunca foi utilizado. Problemas elétricos e hidráulicos são passíveis de acontecer.

Em Londres, algumas delegações também enfrentaram problemas que logo foram resolvidos.

O local onde está a vila dos atletas no Rio é muito bonito e agradável. E vem arrancando elogios também, só que com menos exposição da imprensa.

Mas aí todos preferem ver as fotos da delegação holandesa comprando rodos para limpar os quartos...

E não é só da vila que falam não. Os assuntos mais debatidos e frequentemente tocados são zika vírus, violência e problemas no transporte.

Será que o Rio está tão mal preparado assim pra receber uma olimpíada?

Prefiro esperar até a competição começar para dar uma opinião mais profunda e real de como está a situação na cidade olímpica.

Até a próxima.

 

Cortes no vôlei foram justos

Bernardinho acertou ao não colocar a amizade acima do bem da equipe.

Todos nós sabíamos que o Murilo só iria para os Jogos do Rio, pela consideração que o treinador tem com ele.

Portanto, pra mim, não foi surpresa nenhuma o corte do ponteiro, que já há muito tempo não tem condições de jogar em alto nível na seleção.

Por mais que ele tenha moral e liderança com o grupo, ele continua sendo um jogador e não da comissão técnica. Sem contar que Maurício Borges e Douglas Souza estão em melhor condição física e técnica.

A situação do Serginho é diferente. Ele sempre esteve no mesmo nível do Tiago Brendle, mas tem a seu favor a experiência olímpica. Não dava pra tirar o Serginho dos Jogos, mesmo que ele não seja mais o melhor líbero do mundo. Se o Tiago estivesse muito melhor do que ele eu até entenderia, mas não é o caso.

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Serginho foi confirmado e, ao que tudo indica, será o porta-bandeira na cerimônia de abertura

Sobre o corte do Isac, não houve nenhuma surpresa. Éder estava melhor do que ele e mostrou isso na Liga Mundial de Vôlei. Maurício Souza nem se fala, vem atuando em altíssimo nível e foi considerado o melhor central da competição.

No feminino, o técnico José Roberto Guimarães cortou a líbero Camila Brait, a oposta Tandara e a levantadora Roberta.

Roberta já era um corte praticamente certo. Desde o momento em que o treinador resolveu esperar a Fabíola ter o seu filho, ele já dava sinais de que queria a experiência dela no grupo. Zé Roberto quer duas levantadoras acostumadas a jogos importantes, então vai com Dani Lins e Fabíola.

Tandara, que conquistou o ouro em Londres, não teve um ciclo olímpico dos mais tranquilos até chegar 2016. Foi atrapalhada por inúmeras contusões que tiraram dela a principal característica: a força física. Vale lembrar que ela não participou da fase final do Grand Prix por causa de um estiramento muscular.

Diante disso, Zé Roberto optou por levar somente a Sheilla como oposta de origem. Adenízia, que é central, pode ser improvisada na posição se houver necessidade.

Fiquei com pena da Camila Brait, a terceira cortada. Não que ela estivesse jogando mais do que a Léia. Pelo contrário, pelas excelentes atuações da Léia no Grand Prix, ela acabou ficando com a vaga de líbero por méritos.

Mas esse é o segundo corte da Brait às vésperas de uma olimpíada.  Vale lembrar que ela chegou a viajar pra Londres, mas acabou ficando de fora do grupo.

Até a próxima.

 

Base do Pan mantida

O técnico Vadão, da seleção feminina de futebol, não apresentou surpresas na lista divulgada para a disputa dos Jogos Olímpicos.

As veteranas Marta, Formiga e Cristiane serão as líderes de um elenco que já joga junto há muito tempo.

Basta dizer que a Marta, de 30 anos, vai para a sua quarta olimpíada, tendo conquistado duas pratas em 2004 e 2008.

 Base do Pan mantida

Marta já foi eleita 5 vezes a melhor do mundo

Não sei se será a última participação olímpica dela, mas, com certeza, será a maior chance de conquistar o sonhado ouro, com a torcida jogando junto.

Formiga é a única jogadora que participou de todas as cinco edições olímpicas do futebol feminino até hoje, desde Atlanta em 1996.

Aos 38 anos, mas ainda com muito fôlego, ela será a mulher brasileira com o maior número de participações em olimpíadas, superando a Fofão, do vôlei.

Vadão já vem treinando há algum tempo com cinco integrantes do grupo, que estão sem clube e fazem parte da seleção permanente.

São elas as goleiras Bárbara e Aline, a zagueira Bruna Benites, e as meias Formiga e Thaisa.

Quatro atletas jogam na China, exatamente o primeiro adversário do Brasil nas olimpíadas. Com certeza, elas vão passar boas informações pro Vadão.

O time base será muito parecido com aquele que conquistou o ouro no Pan de Toronto no ano passado: Bárbara, Fabiana, Mônica, Rafaelle e Tamires; Thaísa, Formiga, Andressinha e Marta; Cristiane e Andressa Alves.

Desse grupo, apenas a Marta não estava no Canadá.

Boa sorte para as nossas meninas!

Até a próxima.

 

 

Vai ser bom para a seleção

O Bayern de Munique informou à CBF que Douglas Costa não vai poder disputar os Jogos Olímpicos porque não se recuperou de uma lesão na coxa esquerda.

Com a notícia, sobrou uma vaga acima dos 23 anos para se juntar ao grupo.

Pela pré-lista divulgada, os outros dois nomes acima dos 23 anos são Renato Augusto e Thiago Silva. Então, presume-se que o ex-corintiano será convocado no lugar do atacante.

Acredito que essa troca vai ser boa pra seleção nas olimpíadas.

Já tinha escrito aqui que o time estava com muitos atacantes. Além disso, Neymar e Douglas Costa teriam que ser os titulares. Não fazia sentido levar um jogador acima dos 23 anos pra ficar na reserva.

Com isso, Gabriel Jesus, Gabigol e Luan teriam que sentar no banco ou entrar numa formação bem ofensiva do técnico Rogério Micale, onde ele colocaria três atacantes.

E olha que os três citados acima, estão vivendo um ótimo momento em seus clubes.

Por isso, ter no elenco um jogador de criação, e que faça a bola chegar lá na frente, é uma boa.

Tá certo que, depois que deixou o Corinthians, Renato Augusto não vem repetindo as boas atuações na seleção.  Acho que a China não anda fazendo tão bem pra ele, como vimos na Copa América.

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Renato Augusto atualmente defende o Beijing Guoan

Mas na seleção sub-23 a história pode ser outra. A experiência e o talento dele podem ser fundamentais em um grupo que só tem o Felipe Anderson no setor. E se ele se machuca?

Sem falar que, com a ausência do Douglas Costa, abre-se uma vaga lá na frente para ser o companheiro do Neymar. Uma baita motivação para a garotada boa de bola que nós temos.

Até a próxima.

 

Tudo para estar nos Jogos Olímpicos

Alguns jogadores convocados para os Jogos do Rio estão sofrendo pra confirmar presença na competição.

É o caso do zagueiro Marquinhos e do meia Felipe Anderson.

Marquinhos foi convocado para a Copa América e quer ir para as olimpíadas de qualquer jeito. O Paris Saint Germain alega que o jogador já ia se reapresentar mais tarde que os companheiros por causa da competição lá nos Estados Unidos. Se o liberasse para os Jogos também, ele iria perder toda a pré-temporada, que já começou no clubes francês.

O jogador já deu declarações ameaçando até deixar o PSG caso ele seja proibido de ir para o Rio. Atualmente Marquinhos não vem tendo muito espaço no time, que já tem os brasileiros Thiago Silva e David Luiz para a zaga.

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Marquinhos jogou 2 partidas na Copa América

Ele inclusive vem sendo improvisado na lateral para entrar nas partidas.

Felipe Anderson deu uma entrevista para o programa Esporte Fantástico, que vai ao ar neste sábado, dizendo que vai disputar os Jogos Olímpicos mesmo que a Lazio não o libere. Ele afirma que não vai se reapresentar, mesmo que o clube o obrigue.

Agora que o argentino Marcelo Bielsa não será mais o treinador da equipe italiana, as chances dele diminuíram. Isso porque Bielsa já foi campeão olímpico em Atenas 2004 e seria mais fácil ele entender o desejo do jogador.

Por outro lado, com a possível transferência dele para o Manchester United, Felipe Anderson não quer perder a vitrine que é uma Olimpíada. Quanto mais se a seleção ganhar o ouro.

Agora, o que não dá pra entender é porque esses problemas estão acontecendo. A CBF e a comissão técnica não consultaram os clubes antes da convocação?

Vale lembrar que nenhum clube é obrigado a liberar atletas para as olimpíadas.

Até a próxima.

Um resultado que nos enche de esperança

Mais uma vez a nossa única esperança de medalha do atletismo mostrou sua força.fabiana jpeg Um resultado que nos enche de esperança

Fabiana Murer quebrou o seu próprio recorde no Troféu Brasil deste fim de semana, saltando 4,87 m.

Desde 2010, quando saltou 4,85m, ela não conseguia superar este resultado.

Depois de 6 anos de uma longa espera, Fabiana nos deu a certeza de que ela chegou no auge da forma, faltando um mês para o início das olimpíadas.

O resultado foi a melhor marca do ano em pista aberta, superando a grega Ekateríni Stefanídi, com 4,86 e a campeã mundial Yarisley Silva, que tem 4,84 m.

Se conquistar este salto nos Jogos do Rio, certamente estará no pódio olímpico. Vale lembrar que em Londres 2012, o salto da medalha de ouro foi de apenas 4,76 m, da americana Jennifer Suhr.

Naqueles Jogos, a brasileira não ultrapassou os 4,50 m e acabou eliminada na primeira fase. Um resultado frustrante para uma atleta que chegava como candidata à medalha.

Agora, a nossa principal saltadora tem a chance de provar que não treme quando compete em olimpíadas. Com o apoio da torcida, acredito que agora a história será diferente. Ela quer muito encerrar a carreira com uma medalha olímpica.

Murer ainda vai disputar duas etapas da Diamond League antes de competir nos Jogos do Rio. O negócio é se cuidar pra não sofrer nenhuma contusão e chegar inteira no Rio.

 

 

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