Faltam 100 dias! A tocha olímpica já está chegando!

Hoje tive o prazer de fazer um flash ao vivo durante o Balanço Geral da TV Record, apresentado pelo amigo Reinaldo Gottino, da cerimônia de passagem da tocha olímpica para os Jogos do Rio.

A chama olímpica foi acesa seis dias atrás em Olímpia, no berço dos Jogos. Nesse período, passou por treze cidades gregas, até chegar hoje ao Estádio Panathinaiko, em Atenas, onde aconteceu o evento.

Vale lembrar que o esse Estádio respira história olímpica. Foi lá que tivemos a abertura dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, em 1896. Ele foi todo construído em mármore branco e ajudou a criar um clima de momento histórico na cerimônia.

Foi lá que o Vanderlei Cordeiro de Lima completou a maratona dos Jogos de Atenas em 2004, lembra? Ele foi agarrado por um ex-padre quando estava perto de entrar no Estádio, mas mesmo assim completou a prova e terminou com o bronze, entrando pra sempre para a história das olimpíadas.

Pois bem, voltando ao assunto da tocha olímpica, agora ela está em mãos brasileiras. A chama olímpica vai pernoitar na sede da Embaixada Brasileira na Grécia. De lá, vai para a sede da ONU em Genebra e depois na sede do COI em Lausanne, na Suíça.

A chegada em solo brasileiro se dará na próxima terça-feira em Brasília. A tocha olímpica vai visitar 343 cidades em nosso país, e será conduzida por 12 mil pessoas, até chegar no Maracanã, no dia 05 de agosto.

O clima de olimpíada já está no ar! Como o tempo passa rápido hein! Faltam apenas 100 dias para a cerimônia de abertura.

Vamos torcer para que essa chama olímpica nos traga sorte e boas energias. Que o espírito olímpico se faça presente no Brasil inteiro, principalmente no Rio, onde a maior festa do esporte mundial vai acontecer.

Até a próxima.BR7 RE BG TOCHA OLIMPICA 570kbps 2016 04 278471d801 b5c9 4d52 b25b 6fa035fe2aaf thumb Faltam 100 dias! A tocha olímpica já está chegando!

 

 

 

Futebol masculino já terá dificuldade nas quartas-de-final

Acredito que a seleção brasileira se deu bem no sorteio dos grupos para os Jogos do Rio.

Principalmente pela ordem dos confrontos na primeira fase.

A equipe estréia contra a Africa do Sul na véspera da cerimônia de abertura. O jogo será no Mané Garrincha em Brasília.

Vale lembrar que o Brasil enfrentou exatamente a seleção sul-africana no último amistoso e venceu com certa facilidade por 3 a 1.

Essa será somente a segunda participação da Africa do Sul em olimpíada. Eles ficaram com a terceira colocação na Copa africana de nações sub-23, atrás da Nigéria e da Argélia.

Não o considero um adversário perigoso. Até porque o grupo brasileiro já conhece o time e deve passar sem sustos.

Depois, o adversário será o Iraque, também no Mané Garrincha, no dia 07. Os iraquianos conquistaram a quarta posição nos Jogos de Atenas em 2004. Mas, depois disso, ficaram de fora das duas últimas edições olímpicas.

Eles terminaram em terceiro no campeonato asiático sub-23, atrás de Japão e Coréia do Sul. Fizeram um jogo duro, mas perderam pro Japão na semifinal. Depois, derrotaram o Qatar, dono da casa, na disputa de terceiro lugar.

A Dinamarca não deve ser um adversário perigoso na caminhada do Brasil. Até porque a nossa seleção já deve chegar classificada para este confronto. A partida acontece na Nova Arena Fonte Nova, em Salvador, no dia 10 de agosto.

Os dinamarqueses garantiram a vaga chegando à semifinal do Campeonato Europeu sub-21 do ano passado, quando foram goleados pela Suécia por 4 a 1.

O Brasil, passando em primeiro, vai enfrentar o segundo colocado do grupo B, o grupo da morte, nas quartas.

Suécia, Colômbia, Nigéria e Japão, prometem a disputa mais equilibrada de todos os grupos.

Portanto, acho que o torneio vira uma pedreira para o Brasil já nas quartas-de-final. Qualquer um dos quatro times são adversários perigosos. A Suécia é a atual campeã européia, o Japão campeão asiático, enquanto que a Nigéria é o campeão africano.

O grande duelo do grupo C será entre o México, atual campeão olímpico, e a Alemanha. Coréia do Sul e Fiji completam a chave.

O grupo D tem Argentina e Portugal como favoritos às duas vagas, junto com Argélia e Honduras.

Nenhuma das duas seleções terão suas principais estrelas nos Jogos. O duelo Messi x Cristiano Ronaldo não vai acontecer.

Já a CBF não abre mão de ter o Neymar.

Só este fato já mostra como o futebol brasileiro está levando a sério a olimpíada disputada em casa. Todos acham, com razão, que essa é a grande oportunidade para conquistar esse título inédito.

Até a próxima.

 

 

Os 12 do Bernardinho

O técnico Bernardinho anunciou a primeira lista da seleção masculina que vai disputar a Liga Mundial e os Jogos Olímpicos do Rio.

Digo que é a primeira lista porque foram chamados 18 jogadores e só 12 vão pra olimpíada. Além disso, três jogadores  que não estão nessa relação vão ser observados. São eles: Leandro Vissoto, Maurício Borges e Dante.

Na minha opinião, a lista não apresenta nenhuma surpresa, mas existe um certo desequilíbrio nela.

Alguns jogadores estão em um nível bem abaixo de outros e eu não vejo condições desses atletas participarem da olimpíada.

 Os 12 do Bernardinho

Bernardinho só deve definir o grupo alguns dias antes da olimpíada

Vamos aos convocados:

Centrais: Éder (Cruzeiro), Isac (Cruzeiro), Lucão (Modena-ITA), Maurício Souza (Campinas) e Sidão (Sesi).
Levantadores: Bruno (Modena-Itália), William (Cruzeiro) e Raphael (Taubaté)
Opostos: Evandro (Sunbirds-Japão), Wallace(Cruzeiro) e Wallace Martins (Campinas)
Líberos: Serginho (Sesi) e Tiago Brendle (Taubaté)
Ponteiros: Murilo (Sesi), Lucarelli (Taubaté), Lipe (Taubaté) , Lucas Lóh (Campinas) e Douglas Souza (Sesi)

 

Entre os centrais, eu levaria o Lucão, o Maurício Souza, que vive um grande momento no Campinas e o Isac, campeão da Superliga pelo Cruzeiro. O Sidão, apesar de toda a história que tem com a seleção, vem se recuperando de cirurgia e dificilmente estará no mesmo nível desses três em agosto. O Éder também é bom jogador, mas não teria vaga na minha seleção.

Bruno e William serão os dois levantadores. William jogou muito na Superliga e será uma boa sombra para o Bruninho. Raphael vai cair fora no final.

Os dois Wallaces vão ser os opostos. Evandro é o favorito para ser cortado.

Os líberos foram muito bem escolhidos. Serginho, por toda a sua história na seleção e pela sua liderança com os companheiros, foi corretamente convocado. Mas, pra mim ele será reserva do Tiago Brendle, que vive um momento espetacular e é um dos melhores líberos do mundo.

Na posição de ponteiro, eu não convocaria o Lipe, por estar um nível abaixo dos outros. Lucas Lóh tem muita força e pode ser uma boa opção. Eu levaria também o Douglas Souza. Já o Murilo, acho que ele já não é mais aquele jogador de anos atrás. Pra mim, ele perderia a vaga para o Lucarelli.

Portanto, acredito que os doze que vão representar o Brasil no Rio são: Lucão, Isac, Maurício Souza, Bruno, William, Wallace, Wallace Martins, Serginho, Tiago Brendle, Lucarelli, Lucas Lóh e Douglas Souza.

É um grupo forte e tem tudo pra brigar por um lugar no pódio no Rio. Se vai ganhar o ouro aí já são outros quinhentos...

Até a próxima.

Surpresa no handebol masculino

O handebol masculino vive um momento de muito equilíbrio. Principalmente entre os países europeus.

Tanto é que a Espanha, campeã mundial em 2013, está fora dos Jogos do Rio.

Vale lembrar que os espanhóis não ficavam de fora de uma olimpíada desde Moscou em 1980.

De lá pra cá, participou de todas as edições, com direito a três medalhas de bronze, em 1996, 2000 e 2008. Em Londres 2012 eles mais uma vez foram longe e chegaram às quartas-de-final.

No mundial de 2015 a Espanha terminou em quarto lugar.

Diante de todos esses recentes bons resultados, a expectativa era de que a vaga para o Rio viria com tranquilidade.

Mas a Eslovênia, que ficou apenas em décimo quarto no último campeonato europeu, ficou com uma das vagas do grupo um junto com a Suécia, que superou a Espanha apenas por um gol de saldo. As três seleções tiveram duas vitórias e uma derrota.

No grupo dois do pré-olímpico europeu se classificaram Polônia e a zebra Tunísia. No três, Dinamarca e Croácia.

Depois da definição das vagas européias no fim de semana, já temos as doze equipes classificadas para a olimpíada.

Assim como no feminino, a chave olímpica mais parece um campeonato Europeu com alguns intrusos.

São oito seleções do velho continente, além de Brasil, Argentina, Catar e Egito.

No próximo dia 29 de abril acontece o sorteio das chaves. Serão dois grupos de seis equipes na primeira fase. Os quatro melhores de cada grupo se classificam para as oitavas.

A seleção brasileira não é uma das favoritas a chegar no pódio. Mas, com o apoio da torcida pode surpreender. Pelo menos a esperança é essa.

No último Mundial, o Brasil perdeu para Catar, Eslovênia e Croácia. No de 2013, para França e Alemanha.

Vitória, contra esses times, só sobre Argentina e Tunísia.

Até a próxima.

 

 

Dois campeões olímpicos fora do Rio

Dois gigantes da natação mundial estarão fora dos Jogos do Rio. E por motivos diferentes.

O primeiro é o sul-coreano Tae-Hwan Park. Campeão olímpico em Pequim 2008 nos 400 metros nado livre, ele foi pego no exame anti-doping em março do ano passado e pegou 18 meses de suspensão.

Daria tempo pra voltar ainda para disputar os Jogos, mas o Comitê Olímpico Coreano proíbe os atletas suspensos por doping de disputar competições internacionais por mais três anos, após final do prazo.

A imprensa coreana e a próprio Park tentaram convencer os dirigentes coreanos a perdoá-lo e não dar a pena extra.

Mas não houve redução do castigo e o nadador já está oficialmente fora da olimpíada.

O outro ídolo da natação que não vem pro Rio é o japonês Kosuke Kitajima.

0019b91ec8450a0e2f4e452 Dois campeões olímpicos fora do Rio

Kitajima ganhou no total 7 medalhas olímpicas

Dono de quatro medalhas de ouro em Jogos Olímpicos, nos 100 e 200 metros peito, Kitajima anunciou hoje a sua aposentadoria das piscinas após ficar somente em quinto lugar na seletiva japonesa dos 200 metros peito.

Após o resultado que o tirou do sonho de mais uma participação olímpica, o maior nadador japonês da história se mostrou conformado dizendo que sabia que sua carreira se encerraria no Rio em agosto, ou esta semana em Tóquio.

Com 33 anos de idade, ele também falhou na seletiva dos 100 metros nado de peito dois dias antes.

Um triste final para um tetracampeão olímpico que ainda ganhou mais dois ouros em mundiais e tem um currículo extraordinário no esporte.

Com certeza a natação do Rio 2016 vai ficar mais pobre.

Até a próxima.

 

Quem seria o melhor porta-bandeira?

Faltando menos de quatro meses para o início dos Jogos Olímpicos do Rio, somente três das mais de duzentas delegações definiram seus porta-bandeiras para a cerimônia de abertura, que acontece no dia 05 de agosto, no Maracanã.

Nessas primeiras escolhas, as mulheres estão com tudo e saíram na frente.

O Irã, que historicamente sempre rebaixou as mulheres a um segundo plano, elegeu a arqueira Zahra Nemati sua porta-bandeira. Nemati foi a primeira mulher de seu país a subir no pódio tanto nos Jogos Olímpicos como Paralímpicos. Ela era atleta do taekwondo, até que em 2014 sofreu um acidente que a deixou sem os movimentos das pernas. A partir daí ela descobriu o tiro com arco.

Kosovo também optou por uma mulher para carregar sua bandeira. A judoca Majlinda Kelmendi, campeã mundial em 2013, exatamente no Rio, terá esta responsabilidade.

A Dinamarca resolveu homenagear uma tenista. Caroline Wozniacki, que já foi número um do mundo e tem mais de 20 títulos na carreira, foi a escolhida.

Outras nações estão prestes a tomar a decisão de quem vai estar liderando o país na cerimônia de abertura.

Uma delas é a Espanha. O Presidente do Comitê Olímpico do país, Alejandro Blanco, já mencionou em algumas entrevistas que gostaria muito de ver Rafael Nadal carregando a bandeira. O tenista, que é um dos maiores nomes da modalidade em todos os tempos, disse que vai ficar muito feliz se for o escolhido. A decisão ainda não foi tomada oficialmente, mas o nome do ex-número 1 do mundo deve ser anunciado em breve.

E o porta-bandeira do Brasil?

Bom, o Comitê Olímpico Brasileiro já anunciou que o escolhido vai ser um campeão olímpico.

Esse critério já restringe bastante os candidatos a tão sonhada honra de ser o protagonista do país-sede da olimpíada. Vamos a eles:

Robert Scheidt - Único campeão olímpico já confirmado da delegação brasileira. Mas não seria o meu escolhido porque já carregou a bandeira do Brasil em Pequim 2008.

Cesar Cielo - É um bom nome, mas ainda não está confirmado. Vai ter que melhorar muito o seu desempenho no Troféu Maria Lenk, pra assegurar a vaga. Não é um dos meus favoritos.

Rodrigo Pessoa - Está concorrendo, pois foi ouro em Atenas 2004. Mas ele também já teve essa honra na última edição, em Londres. Não seria o meu escolhido.

Arthur Zanetti - Campeão em Londres, tem boas chances de ser o escolhido. Mas, como é muito jovem, vai ter outras participações olímpicas para ser o nosso representante. Quem sabe com o status de bicampeão olímpico.

Sarah Menezes - Assim como Zanetti, foi campeã em Londres, mas não acho que tenha boas chances. Acredito que corre por fora. Não seria a minha escolhida.

Meninas do vôlei - Thaísa, Jaqueline, Fabiana e Sheilla. Todas elas tem dois títulos olímpicos e estão no páreo. A minha favorita é a Sheilla, que foi protagonista das duas conquistas e merece a homenagem.

Serginho - O líbero da nossa seleção, é o meu preferido. Foi campeão olímpico em Atenas 2004, e ainda ajudou na conquista de duas pratas, em Pequim 2008 e Londres 2012. Aos 40 anos de idade, ele ainda conquistou dois títulos mundiais e, na minha opinião, é o melhor líbero do voleibol em todos os tempos. Por ser um atleta carismático e querido entre os companheiros, ele tem que ficar com essa honra. O tão vitorioso vôlei brasileiro agradece.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Quebra-Cabeça de Zé Roberto Guimarães

Saiu a primeira lista do vôlei feminino para os Jogos do Rio.

O técnico José Roberto Guimarães convocou 19 jogadoras, e terá que cortar sete até o início da Olimpíada.

Achei a lista muito grande. Muitas jogadoras vão ficar de fora na reta final.

Isso reflete o grande número de dúvidas e problemas que o Zé Roberto tem no atual elenco brasileiro.

Pra começar, ele chamou a levantadora Fabíola, que está grávida, mas só vai ter o filho em maio. Mesmo assim, ele torce que ainda tenha tempo hábil para jogar no Rio.

Acho um exagero contar com uma atleta nessa situação. Ela estará ainda na licença maternidade quando terá que voltar a treinar. Pra mim, ela não tem condições físicas e psicológicas de compor o grupo.

A inclusão do nome da Fabíola mostra que o Zé Roberto teme contar com levantadoras muito novas e inexperientes numa olimpíada.

Tirando a Dani Lins, que será a titular, as outras duas levantadoras são muito inexperientes. Apesar do talento inegável de Naiane e Roberta, não dá pra confiar que as duas vão segurar uma pressão olímpica.

E se a Dani se lesionar durante o torneio? O Brasil pode ficar muito desguarnecido numa posição crucial como a de levantadora.

Outra posição em que a seleção está muito vulnerável é a de oposta.

Sheilla não vive um bom momento há algum tempo e quase não vem atuando na Turquia. Todos esperam que ela volte a fazer a diferença e cresça durante os Jogos.

A Tandara tem muita força e porte físico, mas se mostra muito instável em quadra.

A Monique, na minha opinião, é uma boa jogadora de clube. Mas não a vejo virando as bolas e sendo decisiva em partidas duras contra as melhores seleções do mundo.

A seleção ainda está enfrentando problemas de contusão. Jaqueline tem um problema pulmonar e a líbero Léia, sofreu uma grave contusão muscular durante a Superliga.

Portanto, na posição de ponteira, só contamos com a Natália que vive uma grande fase. Fernanda Garay é só pra compor o grupo. Gabi e Mari Paraíba devem ser cortadas.

Entre as líberos, somente Camila Brait está cem por cento. Ainda mais depois da despedida da Fabi da seleção.

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Zé Roberto deve definir o elenco só na Vila Olímpica

Com todos esses problemas, Zé Roberto Guimarães já avisou que só vai anunciar os cortes alguns dias antes da olimpíada começar.

Não tenho dúvidas de que ele vai quebrar a cabeça para decidir quem vai ter a responsabilidade de buscar o tricampeonato olímpico, jogando diante da torcida brasileira.

Até a próxima.

 

Se fosse no Brasil…

O nadador francês Yannick Agnel é o atual campeão olímpico dos 200 metros livres e seria um dos grandes favoritos ao bicampeonato no Rio.

Seria.

O sonho do bicampeonato na prova foi por água abaixo. Tudo por causa de uma falha no sistema eletrônico na piscina onde foi deputada a seletiva francesa.

Agnel claramente bateu na parede da piscina em segundo, muito na frente do terceiro colocado, Jordan Pothain. Só que o placar eletrônico mostrou o francês em terceiro, com Jeremy Stravius e o próprio Pothain na frente dele.

A falha na marcação do tempo e do resultado, causou muita indignação no atleta, já que, somente os dois primeiros da seletiva garantem a vaga olímpica.

Revoltado, Yannick Agnel disse: "Pensei que já havia visto de tudo na minha carreira, mas isto é terrível".

Ele não descarta uma ação junto ao Comitê Olímpico Francês e à Corte Arbitral do Esporte (CAS), para reverter o resultado.

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Agnel faturou dois ouros em Londres

Imagina se esta falha acontece aqui no Brasil, tirando, por exemplo, o Cielo da Olimpíada.

Todo mundo ia falar que o país é uma bagunça mesmo. Que nada aqui funciona direito.

Vale lembrar que Agnel ainda tem chances de disputar os Jogos do Rio na seletiva dos 100 metros livres e nos revezamentos 4x100 e 4x200 metros nado livre.

Até a próxima.

 

Craque do basquete vai se despedir da seleção no Rio

manu ginobili 300x211 Craque do basquete vai se despedir da seleção no RioUm dos maiores nomes do basquete mundial escolheu os Jogos do Rio para se aposentar da sua seleção.  E não é a seleção brasileira não.

Trata-se de Manu Ginobili,  considerado o ícone da geração mais vitoriosa do basquete argentino.

Ele foi um dos grandes responsáveis pela conquista da medalha de ouro na olimpíada de Atenas em 2004, quebrando uma hegemonia de 16 anos dos americanos. Quatro anos depois, em Pequim, mais uma medalha olímpica, mas dessa vez de bronze. Sem falar no vice-campeonato mundial em 2002.

Ginobili é um super astro da NBA na atualidade, jogando a décima terceira temporada pelo San Antonio Spurs. Ao lado de nomes consagrados como Tony Parker e Tim Duncan, ele já conquistou quatro títulos da principal liga de basquete do mundo.

O argentino estará com 39 anos quando começarem os Jogos. Chegou a pensar em não disputar mais uma olimpíada, mas a paixão pelo basquete falou mais alto.

Quando recebeu a notícia de que ele jogaria também no Rio, o técnico Sérgio Hernandez não escondeu a felicidade. Contar com Ginobili  é a garantia de que a equipe será muito competitiva e vai brigar por medalha.

Bom pra Argentina, ruim para o Brasil, que vai encarar os Hermanos na primeira fase.

Mas, acho que não devemos pensar nisso. Ter um jogador da categoria de Emanuel Ginobili no Rio é motivo mais do que suficiente para comprar o ingresso e aprender um pouco mais com ele.

Os fãs de basquete do mundo todo agradecem.

Até a próxima.

 

 

 

 

 

 

Handebol feminino vai depender muito da torcida

O handebol feminino já conhece todas as seleções que estarão nos Jogos do Rio.

O pré-olímpico mundial definiu as seis vagas restantes para o torneio.

Holanda, Romênia, Suécia, Rússia, Montenegro e França se juntam a Brasil, Espanha, Noruega, Angola, Coréia do Sul e Argentina, na lista das doze participantes.

Oito das doze equipes vem da Europa. É quase um campeonato europeu com alguns intrusos. E olha que Argentina e Angola são duas seleções abaixo do nível das demais.

Portanto, Brasil e Coréia do Sul vão buscar quebrar a hegemonia do velho continente na competição.

Tirando a bicampeã olímpica Noruega, que parece estar num degrau acima das demais equipes, todas as outras vão brigar de igual pra igual.

A seleção brasileira terá muito trabalho para conquistar um lugar no pódio.

As três derrotas do último fim de semana, para Alemanha, que nem está na olimpíada, Noruega e Espanha, mostram que a torcida vai ter que fazer a diferença num torneio tão difícil.

Tomara que o Brasil tenha sorte no sorteio das chaves que será realizado no dia 01 de maio.

Até a próxima.

 

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