Fluminense vai cair na real

Unimed e Fluminense romperam a parceria.

Uma hora o vínculo teria que acabar.

O relacionamento entre o presidente da entidade e a direção do clube ficou muito desgastada durante o ano.

Estava muito claro que a Unimed e o Fluminense já não falavam a mesma língua.

O dinheiro que o principal patrocinador colocava todos os meses no futebol tricolor sustentava uma equipe cara, mas que não trouxe os resultados esperados em 2014.

Tá certo que a parceria, que se iniciou em 1999, trouxe alguns títulos importantes para o time carioca, entre eles dois brasileiros.

Mas não dava pro Flu ficar pendurado na aba de uma empresa a vida inteira.

Tem que arrumar pessoas capacitadas pra fazer uma boa gestão e conseguir recursos financeiros necessários para arrumar a casa a partir de uma nova realidade.

Acho que o momento mais difícil será o ano que está por vir. Se o time sobreviver e permanecer na primeira divisão em 2015, tem tudo para se reestruturar e passar a não depender de um patrocinador master.

Está na hora dos tricolores se unirem e ajudarem o clube nesse momento de ruptura. Os dirigentes tem que fazer a parte deles e aliarem competência com muito esforço.

Aproveito para desejar um ótimo final de ano para todos que acompanharam o blog durante o  ano.

Assim como a temporada 2014, esse espaço vai dar um tempinho para as férias de final de ano, prometendo voltar com tudo em 2015.

Bom Natal e um Ano Novo cheio de saúde, paz e muito sucesso à todos.

Até ano que vem!

 

E o Brasileirão acabou…

Foram 38 rodadas de um campeonato brasileiro que deixou a desejar na parte técnica (como já vem acontecendo há alguns anos), mas reservou emoção até a última rodada.

O Cruzeiro mas uma vez foi campeão com sobras. Foi inclusive o recordista de pontos ganhos na era do brasileirão com 20 equipes.

Indiscutivelmente foi o time mais regular da competição. Mesmo caindo um pouco de produção na reta final, foi campeão com toda a justiça.

O São Paulo, que tinha um elenco mais recheado de grandes nomes, demorou pra engrenar na competição.

Ainda tentou buscar e chegou a estar somente quatro pontos atrás, mas não foi o suficiente. Acabou ficando com o vice-campeonato com dez pontos de diferença.

Inter e Corinthians vieram logo em seguida e fecharam o grupo da Libertadores.

Com a vitória fora de casa contra o Figueirense, o Inter não deu chances ao time paulista e entrou direto na fase de grupos do torneio.

O Corinthians terá que jogar a pré Libertadores contra um time colombiano e, se passar, pega um grupo forte, com São Paulo, San Lorenzo e Danúbio.

Mas, não há como negar que o Mano Menezes fez um bom trabalho, conquistando um quarto lugar no campeonato com um elenco apenas mediano.

Na minha opinião, Atlético MG, Fluminense e Grêmio possuem elencos melhores, e ficaram bem distantes do Corinthians na classificação.

Menos mal pro Galo que conquistou a Copa do Brasil e será o quinto representante brasileiro.

Dois mineiros na Libertadores 2015, mostram como o futebol do estado vive um momento fantástico.

O Palmeiras, mesmo jogando muito mal nas rodadas decisivas, conseguiu se safar. Acho que seria uma injustiça o time cair pra segundona logo no ano do centenário e com estádio novo.

Tá certo que o elenco é bem fraquinho, mas não é pior que o da Chapecoense e Figueirense, por exemplo.

Por falar dos times de Santa Catarina, ano que vem o estado terá mais representantes que o Rio de janeiro, com as subidas do Joinville e do Avaí.

E olha que o Criciúma terminou em último lugar, atrás até do Botafogo, de longe o clube mais bagunçado dentro e fora de campo. A queda do alvinegro eram favas contadas, diante da má gestão do presidente Maurício Assumpção e da crise financeira.

O pior é que ninguém consegue ver uma luz no fim do túnel. Se não houver um trabalho bem realizado, dificilmente o clube voltará para a primeira divisão já no ano que vem.

Foi um brasileirão cruel para os times baianos. A dupla Ba-Vi caiu e vai fazer o clássico regional na segundona na próxima temporada.

Agora o nordeste só terá o Sport como representante na série A em 2015. Desde 2003, quando se iniciou a era dos pontos corridos, somente em três oportunidades a região teve somente um clube na elite.

Foi um brasileirão que teve novas arenas (a maioria construída para a Copa) elevando o nível da competição, pelo menos fora de campo. Nunca tivemos tantos estádios bonitos em nosso país.

Tomara que em 2015, esses palcos maravilhosos façam melhorar o nível do nosso futebol dentro de campo também.

 

 

 

 

Ceni perde a chance de sair por cima

Já tive oportunidade de dar a minha opinião várias vezes aqui no blog sobre o goleiro Rogério Ceni.

Pra mim ele é o maior ídolo da história do São Paulo. Um baita goleiro e que ajudou muito o clube em várias conquistas importantes.

Mas, no meu ponto de vista, ele já deveria ter se aposentado.

Mesmo tendo ótima colocação, falta a velocidade e o reflexo do passado.

Tá certo que ele fez boas defesas ao longo de 2014. Só que as manchetes sobre falhas cometidas foram mais frequentes.

Sinceramente, eu duvidei muito desse papo de aposentadoria.

Nem se ele tivesse conquistado a Sul-Americana, ele tomaria essa decisão.

Disputar mais uma Libertadores na carreira, foi uma tentação muito forte.

É o típico caso do atleta que gosta tanto da rotina de jogos, treinos e concentrações, que não consegue perceber o momento certo para deixar o futebol.

Não estou torcendo contra, mas estou prevendo um 2015 complicado pra ele.

E pensar que, com as grandes atuações das últimas partidas desse ano, ele poderia encerrar a carreira só com boas recordações...

De qualquer maneira, desejo boa sorte ao Rogério Ceni.

Certo ou não, meu pensamento é que devemos apoiá-lo nessa decisão.

 

 

Foi mais fácil do que se esperava

O Mineirão longe de estar lotado já trazia um clima favorável ao galo.

Parecia que os cruzeirenses já estavam satisfeitos com o que conquistaram em 2014.

O time também estava nesse ritmo pouco interessado.

Quem entrou com o verdadeiro espírito de decisão foi o Atlético.

Tanto é que a equipe foi bem superior no primeiro tempo.

Foi mais veloz, finalizou mais e perdeu as melhores chances.

Mesmo quando o Luan teve que sair, Maicosuel entrou bem e manteve o ritmo forte.

Tardelli e Dátolo davam muito trabalho pra defesa adversária e toda hora chegavam com perigo.

O gol era uma questão de tempo e saiu ainda na primeira etapa.

Seria muito difícil tirar esse título dos atleticanos, mesmo com toda a torcida contra.

O segundo tempo foi mais tranquilo ainda. Coube ao Atlético somente administrar a vantagem.

Em nenhum momento o Cruzeiro assustou. Era uma equipe sonolenta e sem  inspiração. Bem diferente do temido campeão brasileiro antecipado que estamos acostumados a ver.

Para os mineiros, que comandaram o futebol brasileiro esse ano, houve um equilíbrio. Cada um ficou com um título nacional.

Depois de comemorar uma conquista no domingo, o Cruzeiro termina o ano com um vice nas costas.

O rival Atlético, merecidamente, riu por último no final do ano.

Parabéns Galo!

Parabéns ao futebol mineiro por um 2014 irretocável.

Até a próxima.

 

São Paulo e Corinthians garantem vaga. Timão tem motivos pra comemorar

O tetra do Cruzeiro veio em uma partida tensa e difícil.

O clima de festa antes da bola rolar parece ter anestesiado os jogadores.

Veio o primeiro gol e parecia que a vitória ia fluir naturalmente.

Mas o Goiás empatou e vendeu caro o resultado.

Mesmo depois de fazer o segundo a equipe continuou sofrendo com o nervosismo e os apagões da defesa.

Mesmo assim, o título veio com duas rodadas de antecipação.

Mais tranquilo, o time agora tem outra conquista pra ganhar na próxima quarta.

Será que vai dar? Ou o clima de comemoração vai trazer um perigoso relaxamento ao grupo?

Isso só vamos saber na quarta.

Se o título da Copa do Brasil também vier, e encima do maior rival, pode-se dizer que 2014 será o melhor ano da história celeste.

São Paulo e Corinthians também tem motivos pra comemorar a vaga na Libertadores.

Pelo elenco que tem, era uma obrigação do tricolor.

No caso do Corinthians, não dá pra tirar o mérito do Mano Menezes.

O elenco não é tão forte assim pro time estar brigando ainda pra ser vice-campeão.

Se o Inter derrotar o Palmeiras no próximo sábado, garante a quarta vaga.

Resta saber se o G5 também vai à Libertadores.

Aí o próprio Atlético tem chance de uma vaga via brasileirão. Grêmio e Fluminense estariam ainda no páreo.

Mas não acredito mais nos dois tricolores. A queda de rendimento na reta final do campeonato vai custar a Libertadores.

Na briga lá embaixo, Criciúma, Botafogo e Bahia já caíram.

Chama a atenção como o time baiano vem sendo prejudicado pela arbitragem nessas rodadas decisivas.

Os erros na derrota para o Atletico PR foram grosseiros. Prefiro acreditar que não houve má intenção.

Vitória, Palmeiras e Coritiba brigam para escapar da vaga que restou.

Apesar de estar um ponto na frente do rival, a tabela pode complicar a vida do Palmeiras.

Mas ainda acredito que o time paulista escapa. Mesmo se perder pro Inter, a equipe ainda tem uma partida em casa contra o Atlético PR pra definir a sua vida.

O Vitória precisa ganhar do Flamengo e do Santos nas duas últimas rodadas pra se livrar. Sinceramente, não estou confiando que isso vai acontecer.

Até a próxima.

 

O que aconteceu com o Botafogo?

É com muita tristeza que eu vou escrever essas linhas sobre mais um rebaixamento do Botafogo.

Sim, porque só um milagre, junto a uma combinação de resultados quase impossível, vai segurar o clube na primeira divisão.

Pra mim o rebaixamento já está decretado.

A equipe perdeu jogos importantes e não teve forças pra conquistar pontos decisivos na reta final da competição.

De quem é a culpa?

Na minha opinião, o grande responsável por mais esse tombo chama-se Maurício Assumpção.

Acredito que o presidente do clube, mesmo sem a intenção, se esforçou para que a situação chegasse nesse ponto.

O mais curioso é que, quando ele chegou ao clube, em 2009, todos viram com bons olhos o fato dele ser dentista.

Ser um homem fora do meio sujo e hipócrita do futebol, parecia ser um bom sinal. Ele veio com o status do cara que ia arrumar a casa.

E não podemos dizer que o trabalho dele foi ruim. Pelo menos até 2013.

A chegada do Seedorf trouxe de volta a figura do ídolo no clube, coisa que não acontecia desde a época de Túlio e Gottardo.

Foi com ele na administração, que o Botafogo voltou a disputar uma Libertadores, após 17 anos de ausência.

Mas, o que começou bem terminou de forma melancólica.

2014, sem dúvida é um ano pra ser esquecido pelos botafoguenses.

Seedorf foi embora e o time que disputou a Libertadores era muito limitado. Muito abaixo do que uma competição internacional pedia.

Além do fato de se ter um técnico inexperiente no comando. Convenhamos que não dava pra esperar grandes coisas do trabalho do Eduardo Húngaro.

A derrota de três a zero para o San Lorenzo, fora o baile, era só o aperitivo do ano turbulento que estava por vir.

A pior campanha da história no campeonato carioca foi minimizada, pelo fato de a equipe estar disputando simultaneamente o torneio continental.

Veio o brasileirão e os problemas só aumentaram.

O time aos poucos foi desmontado. Jovens valores foram embora e contratações equivocadas ajudaram a piorar a situação.

A dispensa de quatro jogadores, entre eles a de Emerson Sheik, foi a última grande mancada.

Sabe aquela história do "ruim com eles, pior sem eles"? Pois é...

Escrevi na época que o presidente Maurício Assumpção estava dando o empurrão que faltava para a derrocada alvinegra.

Sem falar no relacionamento tenso e sem diálogo entre jogadores e diretoria.

Claro que a falta de recursos e os salários atrasados ajudaram a agravar a crise.

Mas não dá pra botar na conta do elenco esse rebaixamento.

O grupo de jogadores é fraco e não podia ter sido tratado com tanta falta de bom senso.

Existem momentos na vida que não se pode dar murro em ponta de faca. Faltou jogo de cintura e habilidade à atual gestão em lidar com essas dificuldades.

Portanto, o mesmo presidente que elevou a auto estima dos torcedores, deu o maior desgosto possível aos seus apaixonados.

Uma queda que já vinha se anunciando faz tempo.

O pior é que está complicado ver a luz no fim do túnel para o ano que vem.

As eleições de amanhã vão dar um fim ao mandato de Maurício Assumpção no clube.

A esperança é que, o novo mandatário consiga juntar os cacos para buscar a volta à elite já em 2015.

Força Botafogo!

 

 

 

 

Volta pra casa em grande estilo

allianz parque arena palmeiras g 20130520 Volta pra casa em grande estilo

Foram quatro anos de espera pra finalmente voltar a sentir o gostinho de ver jogos na sua casa.

Esse é o sentimento  do torcedor do Palmeiras, que hoje à noite finalmente terá a chance de entrar no novíssimo estádio.

O Allianz Arena, como ele será chamado, faz jus a toda essa expectativa.

Na minha opinião é o estádio mais bonito e moderno do Brasil.

Não é enorme, o que é um ponto positivo. Pode receber confortavelmente um pouco mais de 43 mil espectadores.

Não existem pontos cegos. De qualquer lugar, dá pra se ter uma boa visão do campo. Além disso, as arquibancadas ficam próximas à lateral do gramado.

Portanto, a proximidade junto com a boa acústica da arena, vão dar aos palmeirenses uma experiência única de transformar o Allianz num verdadeiro caldeirão.

Não aqueles caldeirões feios e sem estrutura que os brasileiros estão acostumados a ver. Mas uma casa moderna, aconchegante e confortável.

Vai ser muito bom pra elevar a auto estima do palmeirense, que anda meio em baixa, por conta do sufoco dos últimos anos.

Que a nova arena ilumine o clube a voltar a ser grande também no campo. Que o elenco seja compatível com a grandiosidade da instituição e do novo estádio.

Hoje à noite contra o Sport, acredito que o time não vá fazer feio igual ao Corinthians, que perdeu na estreia no Itaquerão para o Figueirense.

Será uma partida nervosa, até porque a vitória é fundamental pra espantar o perigo de um novo rebaixamento.

Mesmo com esse clima de tensão no ar, acredito na vitória do Palmeiras.

Que os deuses do futebol façam com que essa noite de abertura oficial do Allianz Parque seja marcante.

O clube e a imensa torcida merecem.

Reclamação do Thiago Silva não tem sentido

Thiago Silva não gostou de perder a faixa de capitão e deu entrevista falando que estava triste com o Neymar e com o Dunga.

Parece piada, mas não é.

O cara realmente teve coragem de cobrar publicamente uma satisfação do motivo dele ter deixado de ser o xerife da seleção.

E logo do único jogador que é unanimidade no time, e do treinador.

Bom, pra início de conversa, acho que ele não merece essa braçadeira.

Na minha opinião, o principal defeito do Thiago é a falta de estabilidade emocional para encarar os momentos em que um líder tem que entrar em ação.

Ele, decisivamente, não tem esse espírito. Vide o que aconteceu na Copa.

Nem titular absoluto da equipe ele é mais.

David Luiz e Miranda estão formando uma dupla de zaga que vem ganhando a confiança de todos.

Diante desse retorno conturbado à equipe, acho que a titularidade ficou mais longe.

Digo mais. Acredito que ele agora vai ter que realmente estar numa grande fase para merecer outras convocações.

Se não estiver muito bem, na dúvida, o Dunga vai dar preferência a outro jogador que não levante polêmicas.

Vamos aguardar as próximas convocações pra ver qual vai ser a postura do Dunga diante desse fato desagradável para o ambiente da seleção.

 

Vitória atleticana foi justa. Mas arbitragem ajudou

Vitória justa do Galo na primeira partida da decisão.

Coletivamente a equipe estava melhor. Fisicamente nem se fala. O time correu e se empenhou muito mais em campo.

Luan mais uma vez estava em noite inspirada. Como esse cara joga hein! E tem estrela.

Dátolo também teve grande atuação. Diego Tardelli teve uma boa chance de fazer três a zero e praticamente definir o título. Mas parou nas mãos do Fábio.

O Cruzeiro se limitou a buscar o gol nas bolas aéreas. Mas os chuveirinhos não funcionaram e a rigor a equipe teve poucas chances de marcar.

Mas não dá pra ignorar os erros da arbitragem, que foram decisivos para a definição do placar de dois a zero.

No primeiro gol atleticano, marcado pelo Luan, ele estava claramente adiantado e o assistente não viu.

Sobre o pênalti reclamado pelos cruzeirenses, achei que realmente houve.

Depois que a bola quica no gramado, o Dátolo toca com o braço na bola. E o braço nem estava colado ao corpo não.

Achei que ele dá uma rápida e sutil levantada no braço pra mudar a trajetória da bola.

De qualquer maneira, não adianta para o time celeste ficar reclamando.

Agora é pensar no jogo da volta que só acontece daqui a quinze dias.

Até lá, o Cruzeiro já deve ter decidido a sua sorte no brasileirão. Vai entrar mais focado e descansado para tentar reverter a situação.

Enfrentar um time como o do Cruzeiro, em um Mineirão lotado só de cruzeirenses, não vai ser nada fácil para o Atlético.

Será que o time vai tomar do próprio veneno e levar de 4 a 1, depois de sair na frente?

Vamos aguardar o próximo capítulo.

 

 

A volta do Eurico é uma boa?

Confesso que fiquei triste quando soube que o Eurico Miranda havia ganhado a eleição e estava de volta à presidência do Vasco.

Acredito que ele só se elegeu por causa da catastrófica gestão do Roberto Dinamite nos últimos anos.

Com o grande ídolo no poder, o Vasco colecionou sucessivos fracassos e viu a série B virar uma realidade.

Na era Eurico o clube ganhou a antipatia de todos por causa do jeito truculento e inescrupuloso do seu mandatário.

Aí veio o Roberto e o Vasco tinha tudo pra ganhar admiração e credibilidade.

Mas o que era pra ser um sonho, virou pesadelo.

Os péssimos resultados dentro de campo, o colocaram como um dos piores presidentes da história do clube.

Sem o pulso necessário e titubeando em decisões importantes, Dinamite sofreu muito com os graves problemas financeiros e não soube tirar o Vasco do buraco.

Vi e ouvi muitos vascaínos esperançosos com a eleição do Eurico.

Segundo eles, por mais que não gostem da figura do cartola, agora o Vasco não será mais roubado pelos juízes. Vai ganhar respeito nos bastidores.

Sinceramente, acho muito pouco. Pra mim é um grande retrocesso a volta do Eurico Miranda.

Um clube do tamanho do Vasco, deveria corrigir os erros do passado e olhar para o futuro.

Não trazer de volta um cara que saiu de lá contestado, com um altíssimo índice de rejeição.

A eleição dele é muito mais uma atitude desesperada do que um caso pensado.

Será que alguém acredita que ele vai ser o salvador da pátria? Que vai atrair investimentos pro clube? Que vai resolver a crise financeira?

Não acredito.

Mas, para o bem do Vasco, vou torcer para que dias melhores cheguem para os lados de São Januário.

Até a próxima.

 

 

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