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Ciranda. Andrés sofre em praça pública com fritura na CBF. Por isso, solta a língua. E, assim, só ajuda Marin a justificar mais cedo o pé que quer dar nele

trombone Ciranda. Andrés sofre em praça pública com fritura na CBF. Por isso, solta a língua. E, assim, só ajuda Marin a justificar mais cedo o pé que quer dar nele

Leio no confrade Cosme Rímoli texto sobre o inferno astral de Andrés Sanchez na diretoria de seleções da CBF.

 

De um lado, órfão da proteção de seu mentor, o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira.

 

Do outro, atropelado pela ambição do amigo de fé Ronaldo Fenômeno de ser presidente da CBF em 2015, ano em que ele, Sanchez, tentaria substituir o já substituído Teixeira.

 

E, por baixo, sentindo cada vez mais próximos o bafo quente, a ponta do sapato e a forca feita de cordão de medalha do presidente da entidade, José Maria Marin, que, como reforça Rímoli, teria o desejo de trocá-lo por Raí.

 

No Rio de Janeiro, tudo isso é o que se diz nas internas da CBF e no ambiente esportivo.

 

Sanchez está perdidão no cargo, peixe fora d'água, sem ambiente e conversas com Marin.

 

E deixa aparecer claramente, para qualquer um que queira ver sem fazer esforço, todo o seu sofrimento e incômodo pela situação.

 

Fritura e esvaziamento, para que daqui a pouco fiquem claras as justificativas para que Marini lhe dê um pé... bem, aquilo que o Jerominho da Fifa gosta de aconselhar a organizadores e governos, vocês sabem bem.

 

E como se tudo isso não bastasse, vem Sanchez, como mostra agora nosso R7,  e espeta publicamente justamente o cara que representa o produto recente de seu próprio trabalho e, teoricamente, ajudaria a justificar sua permanência: o técnico da Seleção, Mano Menezes.

 

Veja o que Sanchez falou:

 

- (Mano não está agrandando) a ninguém... Nem o Mano está se agradando. Lógico que ele sabia das dificuldades que teria em um ano e meio. Ele agora vai pôr em prática o que já viu que precisa ser feito até a Copa do Mundo.

 

E complementou:

 

- Infelizmente, no Brasil o futebol vive de resultado. Hoje, dão uma valorização ao treinador fora do normal, como se ele fosse a salvação do mundo. O Mano erra e acerta como todas as pessoas. Ele sabe, todos nós sabemos, que é preciso fazer uma boa Olimpíada. Ganhar? Infelizmente, num detalhe você perde um campeonato. Mas tem que fazer uma coisa muito melhor do que o que foi feito até agora. Mas não é por ser medalha de ouro, prata ou bronze que ele vai ser trocado ou não. Se for trocado, será pelo dia a dia que ele vem fazendo. Não vai ser por um campeonato.

 

O sofrimento de Andrés Sanchez com as pressões que sofre desde a queda de Teixeira estão claras, expostas em praça pública.

 

Todo mundo percebe.

 

O problema é que, se ele não controlar o destempero, a língua solta e o sangue quente, poderá dar ao atual presidente da CBF tudo o que ele precisa para ejetá-lo do cargo ainda mais cedo.

 

E dar uma boa justificativa disso para Ricardo Fui Mas Ainda Mando Teixeira.

 

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