Publicado em 29/04/2012 às 18:48
Se o dia for de Neymar, Peixe tritura todos no País. O problema é que todo dia parece ser de Neymar…
Marcelo Ferrelli / Gazeta Press
Este São Paulo 1 x 3 Santos é didático e cristalino para provar o quanto Neymar é um jogador diferente dos outros.
Para dar a dimensão da distância que separa o melhor jogador das Américas dos outros da elite do futebol do País e mesmo do continente.
Lucas, Ganso, Montillo, Riquelme, Oscar são craques, mas formam uma espécie de elite local do futebol americano.
Neymar não.
Está claramente deslocado - no caso, para cima.
Hoje, joga no time de Messi, Cristiano Ronaldo, Iniesta, Xavi, ou seja, na equipe dos melhores do mundo.
Por hipótese, retire Neymar deste jogo e verá uma partida absolutamente equilibrada, talvez até com iniciativas do São Paulo em maior quantidade e volume do que as do Peixe.
Ao final do primeiro tempo, com 2 a 0 no placar para o Santos, o São Paulo tinha mais posse de bola e havia chutado mais a gol.
Lucas não fez uma partida que pode ser colocada em as suas mais brilhantes, e sim uma de bom nível, com arrancadas,chutes perigosos e muita vontade de vencer.
Arrasado com os 2 a 0 contra ao final do primeiro tempo, chegou a ser consolado pelo amigo Neymar.
O São Paulo foi aguerrido.
Mas o Santos tem Neymar.
Que fez os três gols da vitória.
Mais do que nunca, Neymar foi a diferença.
Se Neymar estiver naqueles dias, o Santos nem precisa jogar bem para passar por cima de qualquer time brasileiro.
Foi o que aconteceu.
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Publicado em 08/03/2012 às 14:27
Neymar não fez pouco contra Inter.É que Messi fez toda a super-quarta parecer comum. Opine
O que o menino Neymar fez na vitória do Santos sobre o Internacional, por 3 a 1, na Vila Belmiro, pelo grupo 1 da Copa Libertadores da América, está longe de ser pouco.
Três gols, vários passes, muita velocidade, um festival de dribles, uma aula de controle de bola...
Enfim, uma belíssima atuação.
O problema é que, horas antes, no belo estádio Camp Nou (Campo Novo), em Barcelona, Espanha, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa, contra o Bayer Leverkusen, da Alemanha, clube bancado pela multinacional dos medicamentos que celebrizou a aspirina, o argentino Lionel La Pulga Messi, com seus cinco gols e uma atuação antológica na vitoria do Barça por 7 a 1, fez tudo o que aconteceu de bom nesta super-quarta (7), inclusive o show do craque santista na Vila, parecer pouco, muito pouco, muito comum.
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