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“Ituano da Europa”, Atlético de Madri anula Messi e Neymar, vence Barça e vai à semi da Champions

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Atlético de Madri 1 X 0 Barcelona.

 

Atlético classificado para as semifinais da Champions League 2013/2014.

 

Vitória merecida de um time que, embora inferior tecnicamente e sem o seu artilheiro (o brasileiro Diego Costa), encarou um dos times mais temidos do mundo sem medo do rival e de ser feliz.

 

O Atlético jogou um primeiro tempo com muita personalidade, com uma marcação mista que envolvia pressão individual na intermediária do Barça e, depois, por zona a partir do meio de campo.

 

Enquanto isso, Tata Martino errava ao prender Neymar (na foto acima lamentando a eliminação logo após o apito final) na direita do ataque e Messi, bem marcado, se afastava da área para tentar alguma arrancada,. Só que o espaço vazio não existia na bem executada marcação mista do Atlético de Madri.

 

O time da casa teve a sorte de fazer seu gol logo aos cinco minutos do primeiro tempo.

 

E, depois,  no segundo tempo, a exemplo do rival catalão, adiantou sua marcação, como no início da partida, e fez o tic-tac do Barça, normalmente envolvente, tornar-se improdutivo.

 

Messi e Neymar foram figuras apagadas em campo.

 

Embora certo ao optar pela velocidade de Pedro na segunda etapa, o técnico do Barça, o argentino Tata Martino, acabou por facilitar a vida o Atlético ao tirar seu melhor - ou menos pior - jogador até então: o craque Andrés Iniesta.

 

No final, entre mortos e feridos, prêmio a Atlético de Madri, o time que, apesar de ter tocado menos e ficado com a bola em apenas cerca de um terço da partida, executou o seu plano de ação com maior objetividade e coragem.

 

O Atlético de Madri, o Ituano da Champions League, vai às semifinais da Champions com toda justiça.

 

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Da Série Perguntar Não Ofende:alguém que não ama Sport nem quer cutucar Fla trocaria taça do Módulo Verde pela do Amarelo de 1987? Combinemos…

flamengo campeao 1987 Da Série Perguntar Não Ofende:alguém que não ama Sport nem quer cutucar Fla trocaria taça do Módulo Verde pela do Amarelo de 1987? Combinemos...

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu ao Sport, por 4 votos a 1, a exclusividade do título brasileiro de 1987, contrariando decisão da CBF que o dividia com o Flamengo.

 

Na época, o Flamengo - de Zé Carlos; Jorginho, Leandro, Edinho e Leonardo; Andrade, Aílton e Zico; Renato Gaúcho, Bebeto e Zinho - disputou e venceu o chamado Módulo Verde, com os 16 melhores clubes do País.

 

E o Sport - de Flávio; Betão, Estevam, Marco Antônio e Zé Carlos Macaé; Rogério, Ribamar e Zico; Robertinho, Nando e Neco -  ganhou o Amarelo numa final com o Guarani.

 

A CBF determinava que os vencedores dos dois módulos se cruzassem para definir o campeão brasileiro, mas o Flamengo, cumprindo acordo feito antes com o Clube dos 13, não aceitou jogar com o clube pernambucano.

 

Embora com poucas chances jurídicas, o Flamengo poderá recorrer ao STJ ou ao STF.

 

Mas talvez fosse o caso de recorrer à Série Perguntar Não Ofende: algum torcedor do Fla, ou de qualquer outro time que não seja o Sport, trocaria o título vindo da campanha no Módulo Verde pela conquista do Sport sem o objetivo fosse provocar o clube da Gávea?

 

Vamos combinar...

 

No "universo" Brasil, Justiça de fato no esporte e tribunais de justiça vivem mesmo em planetas diferentes.

 

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Assista ao vídeo que motivou o Ituano a vencer o Santos na primeira partida da final do Paulistão

Acompanhe o vídeo apresentado aos jogadores do Ituano no vestiário do Pacaembu, no domingo (6), minutos antes da vitória de 1 a 0 sobre o Santos na primeira das duas partidas da final do Paulistão 2014.

O filme, de pouco mais de cinco minutos, tem como pontos fortes a ênfase dada pelo locutor às palavras mais motivadoras do texto e o esforço para fazer o grupo de Itu não se sentir menor, em termos pessoais e emocionais, do que o time da Baixada, um dos gigantes do futebol paulista e nacional.

Além disso, os autores do material  trabalham com um recurso batido de motivadores em finais: a teórica e subetiva falta de pouco a fazer (no caso, ter vantagem nos 180 minutos finais do campeonato) diante do que foi feito até aquele ponto na competição.

Confira (e depois opine, registre o seu comentário):

Dos milhões aos tostões: 26,2 mil deste Fla X Vasco não lotariam nem geral do Maraca nos bons tempos

maracana lotado divulgacao Dos milhões aos tostões: 26,2 mil deste Fla X Vasco não lotariam nem geral do Maraca nos bons tempos

  Maracanã lotado no Campeonato Estadual: isso será possível novamente?

 

 

O Flamengo 1 X 1 Vasco deste domingo (6), primeira das duas partidas da final do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro 2014, reuniu 26.242 torcedores, com 20.844 pagantes.

Uma mixaria vergonhosa.

Nos bons tempos, esse público não lotava sequer a geral do Maracanã, que tinha capacidade para 30 mil pessoas.

O Clássico dos Milhões virou o Clássico dos Tostões.

É ou não é para repensar o Campeonato do Rio e, de resto, todos os Estaduais?

Acompanhe os cinco primeiros e o vigésimo jogos entre os dois clubles com público:

1 - Flamengo 3 a 1 Vasco, 174.770, 4 de abril de 1976, Campeonato Carioca

2 - Flamengo 0 a 0 Vasco, 165.358, 22 de dezembro de 1974, Campeonato Carioca

3 - Flamengo 2 a 1 Vasco, 161.989, 6 de dezembro de 1981, Campeonato Carioca

4 - Flamengo 0 a 0 Vasco, 160.342, 19 de agosto de 1973, Campeonato Carioca (*)

5 - Flamengo 2 a 1 Vasco, 155.098, 1º de maio de 1968, Campeonato Carioca (*)

20 - Flamengo 3 a 2 Vasco, 115.943, 28 de outubro de 1979, Campeonato Carioca

(*) Rodada dupla.

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Guy Ramos, do Roda, patola Johannson, do AZ, em jogo na Holanda. Huuum… Deve ter doído, amigo…

O episódio ocorreu no jogo entre o Roda e o AZ, neste domingo (6), pela Liga da Holanda.

Confira o que Guy Ramos, do Roda (de amarelo), faz em Johannson (de vermelho), do AZ.

A imagem diz tudo.

Confira:

 

 

Multinacional de artigos esportivos abrirá sua primeira loja exclusiva de futebol no Rio

rio de janeiro Multinacional de artigos esportivos abrirá sua primeira loja exclusiva de futebol no Rio

 

A Nike vai abrir nos próximos dias, no Rio de Janeiro, sua primeira loja em todo o mundo voltada exclusivamente para o futebol.

O espaço terá traves e grama artificial.

O Brasil é o terceiro maior mercado mundial para esta multinacional de artigos esportivos.

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Jayme pode (e deve) ser amigo do elenco, mas em alguns momentos precisa dar dura no time do Fla. Não se ganha Liberta só com papinho e carinho

jayme alexandre vidal fla imagem Jayme pode (e deve) ser amigo do elenco, mas em alguns momentos precisa dar dura no time do Fla. Não se ganha Liberta só com papinho e carinho                                                                                                           Alexandre Vidal / Fla Imagem

 

 

O técnico do Flamengo, Jayme de Almeida (no primeiro plano na foto, antes de Vanderlei Luxemburgo), é um sujeito admirável em praticamente todos os aspectos aparentes de um ser humano.

É educado, fino no trato, sério, ético, honesto, dedicado aos familiares, equilibrado, conhecedor profundo de bola, dos jogadores e do clube.

O rubro-negro e seus torcedores devem a ele a maior parte do mérito pelo respeitável momento atual do clube.

Maior até mesmo do que o da atual diretoria.

Suas qualidades pessoais e profissionais são tão marcantes que o fazem surgir como um estranho, uma espécie de ET no mundo sujo, traiçoeiro, pouco inteligente, provinciano e antiético do futebol brasileiro.

Só que às vezes, no alto do seu comportamento polido, Jaime, talvez de forma inconsciente, na aposta de que faz o melhor, peca por não “apertar a corda” e cobrar erros e relaxamentos de sua equipe em momentos decisivos de partidas e competições.

De tão educado, muitas vezes deixa de cumprir uma das mais importantes obrigações dos comandantes: repreender o grupo, com seriedade e até energia, para corrigir rumos do que se anuncia problemático.

Assumir a necessidade de mostrar pulso firme, de bater o pau na mesa, dar dura nos jogadores ao menos nos momentos do jogo em que o barraco dá todas as pintas de que irá desabar se não houver acerto de rota.

Foi o caso, entre outros recentes, do segundo tempo da bela vitória do Flamengo por 2 a 1 sobre o Emelec, do Equador, nesta quarta-feira (2), em Guayaquil, pelo Grupo 7 da Libertadores 2014. A vitória ressuscitou o rubro-negro na competição e o deixou a uma vitória da classificação para as oitavas, com possibilidade de ser o líder da chave.

Apesar do ótimo resultado, com gol do excelente Paulinho aos 47 minutos do segundo, o Flamengo por pouco não complicou um jogo que, pelo que apresentou, poderia ter sido definido com facilidade.

No início da segunda etapa, o time brasileiro, com a vantagem de 1 a 0 no placar, recuou de forma perigosa e imperdoável.

Todos percebiam o time dando campo ao adversário, um bate-estaca danado.

A equipe brasileira acuada, espremida em sua intermediária, jogando perigosamente com vários erros de passe e sem articulação de contra-ataque a partir do meio-campo.

O empate era questão de tempo – como foi.

E depois, quem sabe, até mesmo a derrota, que eliminaria o rubro-negro da Liberta.

Bem, aí o Jaime, passados alguns minutos de sofrimento, vem e diz o seguinte:

- O time está recuado demais, dando muito espaço. Não estou gostando nada disso. Precisamos planejar melhor o contra-ataque. Estamos errando muito os passes na hora de sair para o contra-ataque e nossa criação no meio campo está praticamente nula. Com isso, o Emelec fica com a bola na pressão e a gente não consegue se livrar desse sufoco.

Análise perfeita, exata, precisa.

 Só que, em vez de ir à beira do campo e gritar tudo isso para os jogadores, exigindo uma mudança de comportamento e a retomada da postura corajosa da primeira etapa, o técnico se limitou a fazer o comentário para... uma repórter brasileira que estava ao seu lado.

Aos jogadores, aparentemente nada.

Não pode.

É muito bom que Jaime seja também amigo de seus comandados.

Que os trate com respeito e até afeto.

E, de resto, ninguém está aqui a exigir dunguices e grosserias de alguém absolutamente sem vocação para isso – mesmo porque, ainda que ela, a vocação, existisse, estupidez com método de vida não resolve nada. Ao contrário, apenas atrapalha.

O problema é que, profissionalmente, Jaime é comandante dos caras.

E comando, às vezes, exige que a gente abandone a postura de amigo e cobre – explicitamente – do comandado, e cobre a correção até com certo rigor.

Cobrar antes que seja tarde e a vaca vá para o brejo – o que é, rigorosamente, diferente de ser grosseiro, estúpido, injusto, tribal.

Os caras são amigos de Jaime.

Mas, de vez em quando, técnico precisa gritar na beira do campo.

Exigir, alertar, fazer os caras sentirem que serão cobrados com ênfase se a corda bambear.

Não se ganha Libertadores só com papinho de amigo.

Aliás, não se lidera grupo nenhum rumo a nada grande apenas com carinho e compreensão.

Se Jaime perceber isso, e mesclar eventuais cobranças sérias à sua postura e caráter irretocáveis, será em pouco tempo um dos melhores e mais respeitados técnicos da cena brasileira.

Seus erros são infinitamente menores do que suas qualidades.

Jaime, apesar dessas ressalvas, está de parabéns.

Merece a maior parte dos méritos pelos bons resultados e a recuperação da postura digna do Flamengo em campo.

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Se Portuguesa levar ação até o fim e vencer, BR-14 terá 21 clubes. No mínimo. Chance da CBF manter Lusa rebaixando o Fla, de zero a um bilhão, é zero

lusa roberto leal maestro Se Portuguesa levar ação até o fim e vencer, BR 14 terá 21 clubes. No mínimo. Chance da CBF manter Lusa rebaixando o Fla, de zero a um bilhão, é zero

 

O juiz Miguel Ferrari Júnior, da 43ª Vara Cível de São Paulo, concedeu a tutela de urgência suspendendo os efeitos do julgamento do STJD que retirou quatro pontos da Portuguesa pela escalação irregular de Heverton na última rodada do Brasileirão 2013, rebaixando o clube paulista para a segundona nacional.

Em resposta a uma ação movida pela Lusa, Ferrari Júnior determinou que os pontos fossem devolvidos e o clube paulista reconduzido à primeira divisão.

Confira o texto do juiz:

Em face do exposto, concedo a tutela de urgência para o exato fim de suspender os efeitos do julgamento nº 320/2013 do Pleno da Justiça Desportiva e restabelecer os quatro pontos perdidos pela autora, devendo a CBF inclui-la no Campeonato Brasileiro de 2014, sob pena de multa diária que fixo em R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), para o caso de descumprimento do preceito, a contar do início do campeonato. Concedo, também, a tutela de urgência, para que as rés se abstenham de impor à autora qualquer espécie de sanção pelo fato de ter ingressado em juízo, sob pena de multa diária que fixo em R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). Citem-se, observando-se as recomendações feitas pela autora. Intime-se. São Paulo, 02 de abril de 2014.

Como explica o R7, a decisão não exige que a CBF troque a Portuguesa por outro clube, o que deixa livre o caminho para um Brasileirão 2014 com 21 clubes.

Podem anotar: o País terá um Brasileirão com no mínimo 21 clubes em 2014 se a Lusa levar o processo até o final e vencê-lo em última instância, obrigando a CBF a mantê-la na elite do futebol brasileiro.

O Flamengo, que também perdeu quatro pontos pelos mesmos motivos (escalação irregular de André Santos na última rodada), evidentemente tomará todas as providências possíveis para também ser beneficiado em algo que a Justiça Comum teria considerado correto em um caso idêntico ao seu.

Ou ao menos para não receber, pelo mesmo erro, uma punição que a Justiça obrigou a ser anulada no caso da Lusa.

A CBF não teria coragem de encarar o desgaste político de rebaixar o Flamengo para colocar a Lusa em seu lugar, sobretudo após ter publicado a tabela da Primeira Divisão do Brasileirão 2014 com o clube mais popular do País devidamente incluído entre os 20 integrantes.

Mesmo porque, em caso de vitória da Portuguesa, a própria sentença judicial produzirá o argumento para tirar José Maria Marin e Marco Polo Del Nero da saia justa de rebaixar o rubro-negro.

Se os maiores tribunais da Justiça que efetivamente vale, a Comum, com J maiúsculo, um dos poderes constituídos do País, consideram injusto tirar quatro pontos e rebaixar a Lusa por um motivo, por que a CBF iria despachar o Fla para a segunda por este mesmo motivo?

Por tudo isso, a chance de o Flamengo cair caso a CBF seja obrigada a incluir a Lusa na primeira, de zero a um bilhão, é zero.

Bom, isso se a Lusa levar a demanda até o final e for vitoriosa.

E não usar o processo como o bode na sala para fazer um acerto no meio do caminho, desistindo da ação em troca de uma grana entre os R$ 3 milhões que receberia para disputar a segunda e os sonhados R$ 18 milhões que seriam pagos ao clube na primeira...

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PSG tem o ingresso mais barato e o mais caro das quartas da Champions. Alemães cobram menos na média. Confira todos os preços

tabela champions marca PSG tem o ingresso mais barato e o mais caro das quartas da Champions. Alemães cobram menos na média. Confira todos os preços

 

 

O jornal espanhol Marca publicou o preço dos ingressos, em euros, das oito partidas (quatro de ida e outras quatro de volta) das quartas-de-final da Liga dos Campeões da Europa 2014, que começam nesta terça-feira (1º).

Há revelações interessantes.

Clubes de quatro países ainda disputam a Liga: Alemanha, Inglaterra, Espanha e França.

O Camp Nou, do Barcelona, é o estádio onde se cobra mais caro na competição: de 93 euros (R$ 290,10 ao câmbio final desta segunda-feira 31) a 245 euros (R$ 764,40). Na área de visitantes, destinada à torcida rival, a entrada também custará 93 euros.

O país mais barato para acompanhar a Liga, na média, é curiosamente também o mais rico da Europa continental: a Alemanha.

Na França, os preços praticados pelo Paris Saint-Germain no Parc des Princes, contra o inglês Chelsea, guardam outro fato inusitado: o clube francês cobra o preço mais barato da competição nas quartas (30 euros, ou R$ 93,60) e também o mais caro (250 euros, ou R$ 780).

As entradas de visitantes mais baratas também são as dos estádios alemães: Borussia e Bayern de Munique cobram 55 euros (R$ 171,60) por cabeça no setor reservado à torcida rival.

Confira a tabela acima com os preços de todos os oito jogos do mata-mata das quartas da Liga (e se quiser saber o preço em real de alguma entrada ainda não convertida neste texto, basta multiplicar o valor em euro citado no quadro por 3,12).

 

Role de rir: corredor se distrai festejando vitória antes da hora, é ultrapassado e perde. Confira

É de dar pena da vítima – mas também de rolar de rir.

Wagner Pereira da Cruz, de Paraisópolis (MG), liderava a 20ª edição da Corrida de São José, neste domingo (30), em Itajubá (MG).

Cruz virou à direita na praça da cidade, pegou a reta final da prova de cinco quilômetros e, ao ver a chegada, de cinco quilômetros, diminuiu o ritmo e começou a festejar a vitória com um “aviãozinho”, em zigue-zague, antes de cruzar a linha final.

Neste momento, o segundo colocado, Gabriel Felipe de Castro, da cidade mineira de Sapucaí Mirim (no vídeo, o mais moreno, alto e forte), atingiu a reta de chegada e percebeu que Cruz estava “dando mole” com o seu aviãozinho em velocidade reduzida antes mesmo de romper a faixa da vitória.

Castro então acelerou o passo, deu o bote e, apesar da tentativa de Cruz de se recuperar, ultrapassou o líder e... venceu a prova.

Cruz, o homem do aviãozinho antecipado, da festa antes da hora, acabou obrigado a se contentar com a segunda colocação de uma prova que estava totalmente em suas mãos - ou pés.

Muito, mas muuuuito engraçado.

O filme abaixo registra a chegada de todos os corredores.

Tem 46 minutos e 45 segundos. Mas você precisa apenas dos nove segundos iniciais para conferir o vacilo inacreditável do corredor Cruz.

Confira:

 

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