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O Imperador voltou? Ao campo, sim. À bola, não. Ao gol, muito menos. Valeram a farra (da galera, gente má) e a vitória do CAP

adriano divulgacao cap O Imperador voltou? Ao campo, sim. À bola, não.  Ao gol, muito menos. Valeram a farra (da galera, gente má) e a vitória do CAP

Divulgação / CAP

 

 

 

Final de jogo: Atlético-PR 1 X 0 The Strongest.

 

Para o Brasil além da torcida do CAP, o interesse neste jogo tinha nome e alcunha: Adriano Imperador (na foto acima, ao entrar em campo, aos 40 minutos do segundo tempo).

 

Como não estava em forma e o time brasileiro ficou preso na vantagem mínima, sem deslanchar no placar, o que daria folga para uma substituição apenas festiva e oportuna pela construção do momento histórico, o pesadão Adriano só foi colocado aos 40 minutos do segundo tempo.

 

A torcida se emocionou, gritou "Ah, é Adriano", "o Imperador voltou", mas o atacante, na prática, mal pegou na bola.

 

De útil, bateu um lateral. 

 

Quanto ao jogo, o CAP deixou ficar apertada uma parada que poderia ter resolvido com facilidade se mantivesse a agressividade e a marcação no campo do adversário exercida no primeiro tempo.

 

Na segunda etapa, deixou os bolivianos crescerem ao perder o meio campo para um rival que voltou mais disposto e organizado.

 

Com a diminuição das forças no meio campo, o ataque, com Mosquito (depois Bruno Mendes) e Éderson, ficou meio desconectado, solto e perdido à frente. Por isso, o técnico tirou o que talvez tenha sido o pior do CAP em campo: o meia Fran Mérida, que não jogou nada, destoando do time que, de maneira quase geral, fez boa partida na primeira etapa.

 

O The Strongest voltou com uma postura mais organizada e decidida no segundo tempo, disposto a empatar a partida, o que quase ocorreu, sobretudo pelo relaxamento do time da casa.

 

Mas a vitória foi, em termos pragmáticos, o melhor de tudo.

 

No time brasileiro, destaques para o lateral-direito Sueliton e o volante Paulinho Dias, autor do gol único da partida.

 

E para o rápido Soliz no The Strongest.

 

Como quase todos os times do Brasil, o CAP precisa de um bom meia de abastecimento do ataque, no caso para suprir a saída de Paulo Baier.

 

No final, valeu pelo o resultado e os três pontos.

 

Adriano voltou oficialmente ao campo, mas ainda não jogou futebol.

 

Entre o literalmente bruto e líquido, um bom resultado.

 

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Cubillas, negro, craque maior do Peru, e os imbecis de seu país que se fizeram de macaco, com gestual talvez dispensável, para ofender Tinga e os que merecem o rótulo de civilizado

CUBILLAS Y RIVELINHO Cubillas, negro, craque maior do Peru, e os imbecis de seu país que se fizeram de macaco, com gestual talvez dispensável, para ofender Tinga e os que merecem o rótulo de civilizado

 

 

Teófilo Juan Cubillas Arizaga, o Cubillas (acima, com Rivelino), foi o maior jogador e ídolo do futebol de segunda - e muitas vezes de terceira - do Peru em todos os tempos.

Nascido em Lima, foi um meia ofensivo de primeira, o clássico dez de sua época.

Tinha técnica, visão de gol, velocidade, força e muita habilidade.

Chutava de média e longa distância que era uma barbaridade. Com precisão e efeito. Infernizava a vida dos adversários com suas faltas, cobradas quase sempre dentro do gol e com muito perigo. Quando não era estopa, o goleiro cortava um dobrado para salvar seu patrimônio.

Cubillas fez 481 gols em clubes entre 1966 e 1987, pelo Alianza Lima, do Peru, o suíço Basileia, o português Porto e os americanos Fort Lauderdale Strikers, South Florida Suns e Miami Sharks.

E outros 45 em 117 partidas pela Seleção Peruana de 1968 a 1982.

Total: 526 gols em 905 partidas. Média: 0,58 gols por jogo.

Com a camisa de seu país, foi campeão da Copa América de 1975 e participante das copas de 1970, 1978 e 1982.

Está na lista dos 50 maiores jogadores do mundo no século 20 elaborada e divulgada em 2004 pela Fifa.

E também na das dezenas de craques admirados por mim na infância.

Teófilo Cubillas é negro.

Fará 65 anos no próximo dia 8 de março.

Os torcedores cretinos do time peruano Real Garcilaso que imitaram macaco quando Tinga, do Cruzeiro, pegou na bola a partir dos 19 minutos do segundo tempo, no jogo pela Libertadores, na noite desta quarta-feira (12), em Huancayo, no Peru (e, exceção da minoria cruzeirense, foram quase todos os presentes) poderiam dar um belo presente ao grande Cubillas daqui a menos de um mês.

O seguinte: chegar na porta de sua casa em grande movimento e, repetindo aqueles gestos e grunhidos apatetados, tribais, racistas, nojentos e imperdoáveis, berrar para o mestre assim: “olhe só que lindo como nós recepcionamos o Tinga, do Cruzeiro, negro como você? Não é uma coisinha fofa?

O craque iria achar lindo, uma coisa comovente, um espetáculo.

Teria muito orgulho daquela sua gente, sabe?

Uma coisa assim, de pele.

Imbecis...

Já que é impossível localizar, acionar e prender todos esses lêmures, a Fifa e a Conmebol poderiam criar punições para clubes donos de rudimentos de torcedores que fizessem isso em massa e de forma clara como se viu.

A Conmebol pediu “calma” aos torcedores do Cruzeiro, o que precisa ser reforçado, e prometeu “providências”.

Duvido de que serão duras.

Enquanto isso, resta ao cidadão civilizado de qualquer parte do mundo conviver com esses ataques racistas idiotas e insanos.

E, infelizmente, esperar o próximo – sabendo que, evidentemente, ela virá.

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tinga real garcilaso reproducao facebook Cubillas, negro, craque maior do Peru, e os imbecis de seu país que se fizeram de macaco, com gestual talvez dispensável, para ofender Tinga e os que merecem o rótulo de civilizado

                            Reprodução de imagem do Real Garcilaso no Facebook para divulgar jogo com o Cruzeiro - Olhe o Tinga aí, genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeee...

 

Falta grosseira e expulsão tola de Amaral levam Fla à derrota na Liberta. Volante deveria ser punido. Se não tem como encarar jogão, há o terrão do bairro

caceres alexandre vidal fla imagem Falta grosseira e expulsão tola de Amaral levam Fla à derrota na Liberta. Volante deveria ser punido. Se não tem como encarar jogão, há o terrão do bairro                                                                                                                                                                                                      Alexandre Vidal / Fla Imagem

 

 

Leon 2 X 1 Flamengo.

 

O time carioca estreou com derrota no Grupo 7 da Libertadores 2014.

 

A expulsão de Amaral em uma falta infantil e irresponsável aos 11 minutos do primeiro tempo, quando deixou a sola de forma brutal nas genitais de um adversário no meio campo, sem qualquer perigo para o adversário, praticamente definiu a situação do jogo a favor do Leon.

 

Atual campeão mexicano que não vive boa fase, o León é o 12º colocado do campeonato daquele país, mas dono de um bom elenco, um técnico corajoso e ofensivo e um estádio arrumadinho.

 

Não fosse a irresponsabilidade do volante Amaral, o rubro-negro poderia ter equilibrado as ações, empatado ou até mesmo vencido essa partida.

 

Foi guerreiro, jogou com personalidade enquanto estava com o mesmo número de jogadores, chegou a colocar uma bola na trave (depois meteria outra) e, mesmo com um a menos, terminou bem a primeira etapa, pressionando e buscando a virada após o empate. 

 

 

O rubro-negro foi, enfim, corajoso e digno.

 

Mas com um a menos, precisando correr por amaral e diante de muita vontade do adversário, a equipe do Fla, pelas circunstâncias, viu o filme caminhar para levar uma goleada.

 

O que não ocorreu pela determinação do clube, a sorte de Jayme nas substituições e, sobretudo, a atuação brilhante do goleiro Felipe, o melhor da partida, ao lado de Cáceres. 

 

Destaques brasileiros para Cáceres, que defendeu com precisão, ajudou o ataque e fez o gol, e Felipe, que pegou tudo, tudo mesmo, até pênalti, numa atuação sensacional que evitou a goleada do time mexicano. Achei que o primeiro pênalti, o que entrou, não houve.

 

O segundo, o defendido, foi bem marcado.

 

Coisas do futebol.

 

O Flamengo perdeu - mas perdeu com dignidade, orgulho e demonstração de que pode ser, no mínimo, competitivo nesta Libertadores, sobretudo diante da desconfiança gerada após os 3 a 0 tomados na cabeça do Fluminense no domingo (9).

 

O elenco do Fla e Jayme merecem muitos elogios, apesar da derrota.

 

E o volante Amaral, punição.

 

Deveria ser multado ou encarar algo do tipo por ter sido tão infantil e inconsequente num projeto caro e importante como o da Libertadores.

 

Se não tem maturidade para ser atleta profissional que vá jogar no terrão do bairro.

 

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Bayern gasta R$ 470 milhões anuais só com salário. É mais do que um ano e meio de faturamento total do Timão

bayern de munique Bayern gasta R$ 470 milhões anuais só com salário. É mais do que um ano e meio de faturamento total do Timão

Assim, com esse caraminguá todo encaixado, é para correr para o abraço mesmo, né não rapaziada?

 

 

Um estudo publicado pelo jornal alemão Bild mostra que o Bayern de Munique gasta a bagatela de 144 milhões de euros por ano apenas com salários do elenco e da comissão técnica.

 

Isso mesmo: cerca de R$ 470 milhões anuais apenas em salários da rapaziada.

 

Um valor 61% maior do que o faturamento total do Corinthians, líder do ranking brasileiro, em 2013, de R$ 290,4 milhões.

 

Dá para encarar?

 

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Neymar: pare de falar tanto em morte. Destoa de sua alegria sempre solar. Atentos, família e estafe?

neymar tanquinho redes sociais Neymar: pare de falar tanto em morte. Destoa de sua alegria sempre solar. Atentos, família e estafe?

                                                                              Reprodução / Instagram / Twitter / Neymar Jr

 

 

Confesso: estou, se não preocupado, no mínimo incomodado com as manifestações públicas recentes de Neymar.

Uma coisa chama particularmente atenção: nosso maior craque, nosso príncipe dos gramados, tem falado em morte com frequência, recorrência, dramaticidade e tristeza exageradas.

 

E isso incomoda. No aspecto emocional individual do rapaz, mas também pelo fato de ser ele a estrela da companhia de uma Seleção que disputará o hexa no Brasil em cinco meses. 

 

Não há elementos que permitam especular sobre tristeza crônica, depressão ou algo do tipo. 

 

Mas suas últimas manifestações sugerem que algo pode não estar cem por cento leve e equilibrado na vida do craque, como estamos acostumados a crer diante de sua postura pública sempre leve, desencanada, alegre, solar.

 

Neymar parece sentir, mais intensamente do que seria aceitável, a pressão pelas suspeitas de irregularidades em sua negociação com o Barcelona, que envolvem diretamente seu pai.

 

Dias atrás, ao manifestar apoio a Neymar Sênior, o craque escreveu o seguinte em um texto publicado nas redes sociais:

 

- (...) Pai, quando o Thiago Silva falou que morreria por mim em campo pensei o mesmo em relação a ele... mas por você não só morreria como daria a vida do meu único filho por vc!! (...)

 

Além de triste e exagerada, a afirmação é descolocada. Hoje, por todos os códigos, leis e fatos que regulam a convivência entre seres no mundo civilizado, nem Neymar nem ninguém teria condição ou autonomia legal para tornar verdadeira a promessa de "dar a vida do único filho" pelo pai.

 

E depois, mesmo no plano das metáforas, não é propriamente saudável nem bacana ver um garoto criar imagens tão dramáticas e dilaceradas com essas em praça pública.

 

Mesmo quando esse movimento quase agonizante sob o ponto de vista psicológico seja feito em nome de um apoio ao pai.

 

E agora, neste final de semana,  embora de forma um pouco mais suave e, digamos assim, "filosófica", Neymar voltou à carga - e ao tema morte.

 

Com uma foto em belíssima forma (imagem acima), tascou o seguinte:

 

- Aprenda como se você fosse viver para sempre. Viva como se você fosse morrer amanhã!

 

Pelo Divino, garoto: vamos parar de pensar e de falar em morte e em coisas do tipo com tamanha assiduidade.

 

Independentemente ou não do merecimento, as pressões de estar tão noco no Barça, de ser o cara da Seleção e ainda ver o pai às voltas com cobranças que as investigações definirão como corretas ou injustas não são, claro, ossos fáceis de roer.

 

Mas você sempre foi sinônimo de alegria, irreverência, samba, pagode, amizades, energia, turma ligada na tomada, namorada bonita, é Tóis e outras não sei das quantas coisas mais.

 

Pois então siga essa rota e deixe o restante da turma desenrolar estes novelos - mesmo porque, se eles, os novelos, efetivamente existem, foram eles, seu pai e o estafe, que os embolaram.

 

É o melhor a fazer agora.

 

E o mais saudável para você, a Seleção e os brasileiros.

 

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Se dinheiro não trouxer felicidade para CR7, Irina Shayk trará. Dúvidas? Essas fotos da Sports Illustrated enterram todas

irina shayk sports illustrated 11 Se dinheiro não trouxer felicidade para CR7, Irina Shayk trará. Dúvidas? Essas fotos da Sports Illustrated enterram todas

irina shayk sports illustrated 2 Se dinheiro não trouxer felicidade para CR7, Irina Shayk trará. Dúvidas? Essas fotos da Sports Illustrated enterram todas

irina shayk sports illustrated 3 Se dinheiro não trouxer felicidade para CR7, Irina Shayk trará. Dúvidas? Essas fotos da Sports Illustrated enterram todas

A imagem é bela, mas clubes deveriam vetar festa de gol com mortal, como fez Da Silva, do Tupi. E punir quem faz

tupi mortal da silva A imagem é bela, mas clubes deveriam vetar festa de gol com mortal, como fez Da Silva, do Tupi. E punir quem faz

                                   Pedro Martins / Agência 17

 

 

O salto mortal acima é do atacante Da Silva, do Tupi, da cidade mineira de Juiz de Fora, na comemoração do primeiro gol na vitória de 2 a 0 sobre Atlético-MG, neste sábado (8), pelo Campeonato Mineiro.

 

 

A beleza plástica da imagem é indiscutível.

 

 

Mas, apesar disso, os dirigentes de clube deveriam proibir - e punir com multa ou outra coisa do tipo - esse tipo de comemoração.

 

 

Saltos mortais desse tipo em um gramado, sem rede ou qualquer outro tipo de proteção, como o ocorre nos circos e espetáculos de profissionais, criam um risco de ocorrer uma contusão grave, absurdo, incalculável, muito maior do que o da situação corriqueira de jogo.

 

 

Um risco de uma contusão geralmente muito grave e, ainda pior, a troco de nada,

 

 

Jogador de futebol é o principal investimento de um clube.

 

 

Que, falidos, se viram como podem para montar uma equipe e pagar salários.

 

Aí vem uma peça importante da equipe, como Da Silva no caso do Tupi, dá um mortal desse, arruma uma lesão importante e desfalca a equipe por meses, talvez o campeonato todo.

 

E aí, quem paga este prejuízo?

 

O caso do jovem Maurides, do Internacional, que em julho de 2013 estourou os ligamentos do joelho direito ao pisar após um mortal em comemoração de um gol, é apenas o último dos casos.

 

Ademais, por mais que tenham habilidade na execução dos saltos, jogadores de futebol não são profissionais dessas manobras, o que aumenta de forma absurda as chances de equívocos e lesões graves.

 

Por tudo isso, alguns clubes pensam em incluir esses casos como uma das condutas inadequadas nos contratos dos atletas e, assim, dar multa ou outra punição a quem insistir na manobra.

 

Executado por profissionais treinados nos espaços adequados e protegidos, o salto mortal é de uma beleza plástica indiscutível.

 

Mas dado por por jogadores de futebol nos campos, é também um gesto inconsequente e, em alguns casos, até irresponsável.

 

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Como falar hexa: hecsa, heza ou hegza? Aurélio defende a 1ª. Houaiss, a 2ª. Cegalla, a 3ª. Mas com a taça, até hecha vai valer…

hexa rumual Como falar hexa: hecsa, heza ou hegza? Aurélio defende a 1ª. Houaiss, a 2ª. Cegalla, a 3ª. Mas com a taça, até hecha vai valer...

 

Brasil hexacampeão.

 

Eis o sonho de milhões de brasileiros.

 

Mas qual é a pronúncia correta deste termo: "hecsa" ou "heza"?  Esse interessante clássico dos "pais dos burros" clássicos foi destacado pelo culto Sérgio Rodrigues em seu blog Sobre Palavras.

 

Hexa vem do grego Héks, que significa seis.

 

"Hecsa", com o x no som de óxido, como diz a maioria, é a forma de falar defendida também pelo mais conhecido dicionário do País, o Aurélio, criado pelo dicionarista Aurélio Buarque de Hollanda Ferreira.

 

"Heza", com o x no som de êxodo, é, por sua vez, a pronúncia considerada como correta por outro respeitado dicionário, o Houaiss, chancelado pelo intelectual Antônio Houaiss.

 

E, para piorar as coisas, há uma terceira corrente, embora bem menor, liderada pelo gramático Domingos Paschoal Cegalla, depende a pronúncia "Hegza".

 

E agora?

 

Bom, até nisso temos divergência e bola dividida.

 

Resta torcer para que, "hecsa", "heza" ou até mesmo "hegza", a Seleção conquiste o título em casa.

 

O sexto - bom, quanto ao som deste sexto não há dúvida, certo? Mesmo porque, se ele vier, como lembra Rodrigues, até "hecha" vai valer...

 

Em tempo: quando o amigo bater de frente com o palavrão ortoépia, não se assuste, pois ele significa apenas a pronúncia correta de um termo.

 

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Jornal espanhol chama Camp Nou de “deserto” em jogo do Barça com “só” 38,5 mil pagantes, no meio de semana, à noite, com frio de sete graus e tevê aberta. Nossos cartolas achariam isso uma miragem

barcelona real sociedade reproducao site marca Jornal espanhol chama Camp Nou de deserto em jogo do Barça com só 38,5 mil pagantes, no meio de semana, à noite, com frio de sete graus e tevê aberta. Nossos cartolas achariam isso uma miragem

Reprodução /site do jornal espanhol Marca

 

 

O Barcelona venceu o Real Sociedad por 2 a 0 em casa, no Camp Nou, nesta quarta-feira (5), na partida de ida das semifinais da Copa do Rei.

 

Até aí, tudo dentro do esperado.

 

Agora preste atenção nesses detalhes: o jogo foi realizado no meio de semana, começou às dez da noite (19h de Brasília) no miolo do inverno europeu, com temperaturas frias entre sete e nove graus, ainda haverá o jogo de volta na casa do adversário e, como se não bastasse, a partida ainda foi transmitida em canal aberto, sem custo adicional, para Barcelona e toda a região da Catalunha, onde ficam o Barça e seus torcedores, além de outros pontos da Espanha.

 

Além disso, os ingressos médios na Espanha estão entre os mais caros da Europa, mais até que os da rica Alemanha, e o país, como se sabe, vive uma crise econômica, salarial e de empregos.

 

Pois bem: apesar de todos esses fatores a estimular a permanência do torcedor no sofá de sua casa, a partida atraiu 38 mil 505 pagantes.

 

Com um público desses e em circunstâncias como essas, qualquer cartola de clube brasileiro estaria soltando foguetes de alegria e incredulidade. Acharia estar diante de um milagre.

 

Mas, na realidade de grande número de espectadores da Europa e, particularmente, da Espanha e do Barcelona, instituições como a imprensa acham pouco - muito pouco.

 

O jornal espanhol Marca, por exemplo, publicou a foto acima e qualificou a situação do estádio de "desértica".

 

Disse o diário no título:

 

- O Camp Nou deserto: só 38 mil 505 espectadores


O Marca qualificou a situação do Camo Nou no jogo de "desoladora".


E ainda publicou a seguinte declaração do lateral direito Daniel Alves, jogador da equipe catalã: "os que ficaram em casa não são culés (torcedores fanáticos do clube) de verdade".

 

Ééé...

 

A gente se arrastaria pelo o que eles acham lixo.

 

Estamos mesmo há quilômetros de distância no quesito organização.

 

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Quem ganha mais na troca de Pato por Jadson? A resposta é simples: todo mundo

pato gazeta press1 Quem ganha mais na troca de Pato por Jadson? A resposta é simples: todo mundo

                                                                                                                                                     Gazeta Press

 

 

Corinthians e São Paulo fecharam, na noite desta quarta-feira (5), a troca do atacante Pato pelo meia-atacante Jadson.

 

Pato (foto acima) ficará por empréstimo no São Paulo até o final de 2015, quando seu contrato voltará para as mãos do Corinthians. Não poderá enfrentar o Timão no São Paulo e terá metade de seus salários, de cerca de R$ 400 mil, bancada pelo Timão e a outra metade pelo Tricolor.

 

Jadson, que tinha contrato com o São Paulo até o final do ano, vai em definitivo para o Corinthians, que passa a ter 50% de seus direitos econômicos, e poderá jogar contra o Tricolor a partir de 2015.

 

Os contratos deverão ser assinados e anunciados oficialmente até esta quinta-feira (6)

 

Muitos já se perguntam quem levou vantagem nessa troca.

 

A resposta é simples: todos, inclusive os dois jogadores.

 

O caríssimo Pato jamais apresentou o futebol que se esperava dele no Timão. E está com o filme queimado no clube desde a perda ridícula do pênalti contra o Grêmio, nas quartas de final da Copa do Brasil de 2013.

 

No São Paulo, Muricy dá sinais claros de que não gosta do trabalho de Jadson.

 

Pelo lado dos jogadores, será um alívio maravilhoso respirar novos ares neste momento em que  ambos estão muito pressionados - e isso vale sobretudo para Pato em sua relação com a cada vez mais impaciente e belicosa torcida corintiana.

 

Em relação ao futebol, Pato teoricamente é mais jogador e teria valor maior do que Jadson.

 

Mas como ambos não estão jogando nada, essa tese passa a valer pouco e a mudança pode ajudar a recuperar o futebol dos dois.

 

É isso.

 

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