Márcio Braga e Eduardo Uram. Mas dois figurões do futebol na tarrafa da lei seca carioca, de longe a mais implacável do País

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Fábio Borges / VipCommm

 

Duas figuras importantes do mundo esportivo caíram, neste início de Carnaval, na tarrafa da Operação Lei Seca do Rio de Janeiro, de longe a mais rigorosa e implacável do Brasil.

No início da madrugada deste domingo de Carnaval (10), o ex-presidente do Flamengo, Márcio Braga, aliado da atual gestão de executivos galácticos do clube, foi grampeado pelos agentes da operação na Avenida Lauro Sodré, em Botafogo, uma das principais artérias de trânsito da zona sul da Cidade Maravilhosa.

De acordo com o Governo do Estado do Rio, ele se recusou a fazer o teste do bafômetro. Enquadrado em infração gravíssima, recebeu multa de R$ 1.915,00 e perdeu sete pontos na carteira.

Braga só conseguiu voltar para casa no banco do carona do seu carro, conduzido por um condutor habilitado chamado por ele que, evidentemente, não deve ter encarado o volante com água que pintassilgo não bebe na testa, como deve ter sido o caso do ex-cartola rubro-negro.

Na mesma madrugada, o empresário de jogador de futebol Eduardo Uram também caiu na malha fina do caça-canas cariocas, desta vez numa blitz da Lei Seca na Avenida Lúcio Costa, esquina com Avenida do Contorno, na Barra da Tijuca, zona oeste.

Profissional influente, Uram teve como clientes craques como Leonardo Moura, Leandro Damião e Diego Souza, entre outros.

O empresário fez o teste e o resultado deu negativo. Alegou ter tomado apenas uma taça de vinho, e ainda seis horas antes. Por isso, submeteu-se confiante ao bafômetro, mas foi surpreendido com o resultado.

Mesmo que realmente tenha tomado uma única taça de vinho seis horas antes do assopro, Uram cairia na tarrafa. Praticamente na totalidade dos casos, o álcool permanece no organismo por ao menos oito horas.

A exemplo de Braga, o empresário teve a habilitação apreendida, recebeu multa no mesmo valor e voltou para casa com mais sete pontos na carteira. Mesmo assim, mostrou apoio à legislação:

- Sou extremamente favorável à Lei Seca. Ela é eficiente e necessária. Questiono o que aconteceu comigo porque estava cem por cento em condições de dirigir. Bebi uma taça de vinho seis horas antes e, por isso, não tive dúvidas em fazer o teste do bafômetro. Sinceramente, acreditava que nada apareceria.

 

Uram, ao menos, teve consciência ao apoiar a Lei.

 

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"Márcio Braga e Eduardo Uram. Mas dois figurões do futebol na tarrafa da lei seca carioca, de longe a mais implacável do País"

10 de February de 2013 às 23:23 - Postado por Eduardo Marini

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