Publicado em 04/12/2012 às 15:26
A derrota humilhante da diretoria que tocava o “hipermercado” Fla como se fosse uma mercearia
Divulgação / CRF
O Flamengo tem um novo presidente.
Eduardo Bandeira de Mello, da chapa Azul (acima), dirigida pelo candidato impugnado Wallin Vasconcelos, venceu a presidente Patrícia Amorim, da Amarelo Ouro.
O "hipermercado" Flamengo foi administrado nos últimos três anos como se fosse uma mercearia.
Faltou grandeza, profissionalismo, organização, cobrança, visão de marketing e de futuro.
Faltou, enfim, entender que uma nação como o Flamengo, do alto dos seus 30 milhões de torcedores apaixonados, não pode ser administrado como um clube de bairro que deve beneficiar apenas seus três, quatro ou oito mil associados.
Agora, vence a eleição um grupo de profissionais reconhecidos com o discurso do império da boa gestão.
Executivos bem sucedidos em suas áreas, prometem implantar no clube a política do privilégio absoluto da competência e dos resultados.
É o que o Flamengo necessita.
Minimamente bem administrado, um clube com esse potencial tem todas as condições de se tornar um dos mais poderosos do mundo.
Tomara que dê certo.
Mesmo porque uma nova decepção será praticamente fatal para o clube.
Três anos é pouco tempo para colocar a terra arrasada em um ponto aceitável.
Mas pode ser um bom começo.
Vamos esperar - e torcer.
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