O que deixou Datena p* da vida com Milton Neves foi qualquer coisa, menos a chuva de confete recebida. O que foi, então?

 

Uma coisa ficou clara neste episódio constrangedor entre os apresentadores José Luiz Datena e o Milton Neves: o primeiro ficou muito puto com o segundo por qualquer outra coisa, menos pelo que ouviu: uma avalanche de espuma, confete e incenso gerada na véia tática (a que os dois costumam recorrer, por sinal) de elogiar farta e repetidamente antes para pavimentar o caminho e viabilizar um "passaporte de clima", dar uma amaciada no ambiente, diante da intenção de revelar algo mais picante, polêmico, perigoso ou engraçado.

 

E se o calejado e puta véia (profissional experiente no jargão do jornalismo) Datena não tinha motivos para se revoltar com o que Milton disse, e ninguém o imagina melindrado com a revelação de que teria recebido a mão estendida de um amigo em algum momento da vida, o que o incomodou?

 

Será que a amizade com o ex-jogador e comentarista José Hidalgo Neto sofreu abalos?

 

Pois é: o mistério continua.

 

Amizades no mundo da telinha são como gangorras...

Eu, heim...

 

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Parabéns Galo por não castigar André pelo cochilo na boate. Punir por quê? Deixemos de moralismo bobo, tigrada…

andre reproducao twitter Parabéns Galo por não castigar André pelo cochilo na boate. Punir por quê? Deixemos de moralismo bobo, tigrada...

Reprodução / Twitter

 

 

O Atlético-MG venceu o Internacional no sábado (23), por 1 a 0, pelo Brasileirão.

 

Após o jogo, o atacante André, como todo o elenco, saiu de folga com a determinação de se reapresentar na tarde desta segunda-feira (25), o que fez normalmente e com pontualidade.

 

Na noite do sábado, teria ido a uma balada de aniversário na boate Na Sala, em Belo Horizonte.

 

Lá, sob efeito de álcool ou não, teria sido fotografado dormindo em um sofá.

 

A foto foi colocada nas redes sociais ao lade de outra, com celular que exibia 7h43, teoricamente da manhã, em seu relógio (acima, uma das reproduções, no Twitter).

 

Com a foto divulgada (o que não é hoje divulgada, Deus meu?), era de se esperar que alguns apressados embrutecidos, para dizer o mínimo, ocupassem a rede para condenar o jogador.

 

Mas daí até gente importante concordar com isso, vai um vale de idiotice, de conservadorismo burro, equivocado, inútil.

 

André tem 23 anos.

 

É um menino.

 

Estava de folga, no seu momento de particularidade, de privacidade, fechado em um lugar de adulto, sem, portanto, se exibir como modelo para crianças e adolescentes.

 

Punir o rapaz  por quê, caras-pálidas?

 

Porque teria tomado, se é que tomou, uns graus em suas legítimas folgas após uma semana de trabalho.

 

Álcool pode ser consumido por jogadores de futebol.

 

Não é considerado doping, apesar de, em grandes quantidades e alta frequência, destruir físicos, mentes e famílias (mas isso, se for o caso ainda incipiente do rapaz, o que nada aparentemente indica ser, não é o ponto do que estamos discutindo).

 

O rapaz não bebeu - repito: se é que bebeu - para ir treinar, se concentrar, discutir questões pessoais, viajar, representar o clube ou jogar.

 

Bebeu - se é que bebeu - e foi, repito, curtir um momento da vida privada a que todo cidadão da Terra tem direito sem que uma cambada de zé mané o fique patrulhando, fofocando, entregando cada passo.

 

Pode ter, inclusive, dormido ali de cansado mesmo, esperando alguém que estava mais animado com a balada do que ele.

 

Aí vem neguinho e pede para punir o camarada?

 

Punir por quê, zé?

 

Embarque nas sábias palavras do diretor de futebol do Galo, Eduardo Maluf:

 

-  Não há problema nenhum. É a vida pessoal do atleta. Ele jogou normalmente no sábado, estava de folga e se apresentou  tranquilamente esta segunda-feira, no horário correto, como exigido.

 

Ah, vá ver respirar e ver se eu estou na esquina - e aproveite para, no caminho, deixar de preconceito bobo.

 

Tem hora que a tigrada passa do limite...

 

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Conheça a história de vida da primeira professora com síndrome de Down do País

debora seabra arquivo pessoal Conheça a história de vida da primeira professora com síndrome de Down do País

Arquivo Pessoal

 

 

Se o amado amigo ainda não leu, peço a honra de acompanhar essa reportagem sobre Débora Seabra, primeira professora brasileira com Síndrome de Down, que fiz com muito carinho.

 

Obrigado.

 

Clique aqui.

 

Flu é quinto do Brasileiro. Nos últimos cinco jogos, venceu dois e empatou um. Aí é recebido aos berros de “mercenários”. Esquizofrenia? Volta de Marte? Das duas…, as duas

 Flu é quinto do Brasileiro. Nos últimos cinco jogos, venceu dois e empatou um. Aí é recebido aos berros de mercenários. Esquizofrenia? Volta de Marte? Das duas..., as duas

Fernando Cazaes

 

 

O Fluminense está em quinto lugar no Campeonato Brasileiro 2014.

Tem 26 pontos ganhos em 16 jogos, oito vitórias (mesmo número do terceiro colocado São Paulo, apenas uma a menos do que o vice-líder Internacional e duas atrás do líder Cruzeiro), 23 gols a favor e saldo de oito.

Deixou o G4 depois de muito tempo do topo dos futuros indicados para a Libertadores, é verdade.

Mas está ali, quinto lugar, brigando com os outros favoritos por um lugar entre os bons e até, quem sabe, o próprio título, visto que tirar uma diferença de sete pontos para o líder (33 a 26) não seria nada inédito mesmo na recente história dos pontos corridos deste Brasileirão. Ao Flu ainda restam, afinal, 22 rodadas e 66 pontos a serem disputados.

Nos últimos cinco jogos pelo Brasileirão, ganhou dois, empatou um e perdeu dois. Nada cem por cento, mas também longe de algo ruim.

Após um 2013 ridículo, em que precisou ser catapultado no tapetão para se manter na primeira à custa da vaga da Portuguesa, tem 54,2% de aproveitamento e ostenta – de longe – a melhor colocação entre os cariocas na Primeirona, caminhões de poeira à frente do 13º Flamengo e do 16º Botafogo.

Aí, na volta do time ao Rio de Janeiro, agora há pouco, nesta quinta-feira (21), após a derrota para o duro e organizado time da Chapecoense, em Chapecó (SC), a delegação tricolor é recebida por 15 elementos no saguão de desembarque do aeroporto Santos Dumont aos berros de “mercenários” (foto acima).

Os cidadãos jogaram moedas na direção dos jogadores (algumas acertaram funcionários da Infraero), sacudiram notas, “acariciaram” o atacante Walter com gritos de “gordo” e o goleiro Diego Cavalieri, principal alvo da ira do bando, com todos os palavrões possíveis e imagináveis.

Olhe, é verdade que, após a manobra do final do ano passado, sair em defesa do Fluminense não é algo que se faça assim, de forma automática, natural, impulsiva até.

Sobretudo quando a questão é defender o clube de seus... vá lá: próprios... torcedores... (pronto: conseguir falar isso em vez de outra coisa).

Mas combinemos com todas as forças: mesmo considerando a assustadora eliminação da Copa do Brasil em pleno Maraca, com cheirinho de salto alto naqueles quase inexplicáveis 5 a 2 para o América-RN, jogar a ótima campanha atual do Tricolor no lixo, aos gritos de “mercenários” e coisas piores, apenas porque o time perdeu duas seguidas, uma delas um clássico contra o Botafogo, só pode ser obra de quem voltou de Marte nesta manhã.

Ou então esquizofrenia.

No ano passado foram rebaixados vergonhosamente em campo.

Para este ano, o que essa turma de ponderados promete ao elenco se terminar "apenas" na faixa da sul-americana?

Fuzilamento, bomba, metralhadora, granada, faca, tortura?

Ora, por favor...

Ei, elementos, ajudem aí: a campanha do Flu no Brasileiro é ótima.

A coisa poderá até desandar – mas isso, se ocorrer, só poderá ser constatado daqui a duas, três, quatro rodadas talvez.

Ô, peraí...

Tão malucos...

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Por qualquer ponto que se julgue ou olhe, punição de Petros é fruto da mais profunda estupidez

 

 Por qualquer ponto que se julgue ou olhe, punição de Petros é fruto da mais profunda estupidez

Miguel Schincariol / Gazeta Press

 

 

Vejam que delícia...

Nós entendemos quando todos concordam que a ordem mais confortável da vida é afrouxar a curva do sapato em vez de curar o calo.

Pois bem: o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva se reuniu para mais um acontecimento.

Petros foi punido por 180 dias (vamos calcular?) por aquele encontro com o árbitro na vitória de 1 a 0 sobre o Santos.

Por qualquer ponto que se julgue, essa punição é exagerada, burra e fora de propósito.

Pois é...

 

Pirado invade jogo do Real Madrid com camisa de CR7 e tenta concluir escanteio. Confira

Tem cada cara de pau no mundo...

 

Um maluco, torcedor do Real Madrid, invadiu o campo com a camisa de Cristiano Ronaldo durante partida de seu time contra a Fiorentina, da Itália.

 

Correu para concluir após uma cobrança de escanteio. Por pouco não alcançou a bola.

 

Após o lance, evidentemente interrompido pelo árbitro, cumprimentou jogadores de sua equipe do coração e partiu como se nada tivesse acontecido.

 

Apesar das recomendações da Fifa para que essas imagens não sejam exibidas, com o objetivo de não incentivar a ação de novos engraçadinhos, alguns canais europeus pegaram bem a ação do zé mané merengue e a cena, claro, caiu na rede.

 

Confira:

 

 

 

Relatório técnico da Fifa elogia Julio Cesar, mas qualifica atuação do Brasil contra Alemanha de “deplorável”. Foi pouco…

brasil alemanha reuters Relatório técnico da Fifa elogia Julio Cesar, mas qualifica atuação do Brasil contra Alemanha de deplorável. Foi pouco...

Reuters

 

A Fifa divulgou nesta sexta-feira (15) o relatório técnico da Copa do Mundo do Brasil 2014.

O documento, publicado em inglês, francês e espanhol, é uma análise técnica dos jogos e da participação de cada uma das seleções no Mundial.

Na página 99 do relatório, o comitê técnico diz que a Seleção Brasileira “não convenceu desde o início” e elogia Julio Cesar, sobretudo pela atuação nos pênaltis contra o Chile.

 

E, sem citar os placar da partida (7 a 1) e nem o do chocolate seguinte, contra a Holanda (3 a o), chama a atuação no massacre imposto pela Alemanha (foto acima) de “deplorável”.

Foi pouco.

Deveriam ter batido muito mais.

Não o fizeram certamente por diplomacia, boa vizinhança e políticas de conveniência.

Confira o trecho do relatório com a análise da participação do Brasil:

- O anfitrião Brasil não convenceu de todo desde o início. Seu jogo de ataque não funcionou como se esperava e surgiram certos problemas de coordenação na defesa. Apesar disso, a “Canarinha” conseguiu superar os adversários de grupo sem maiores inconvenientes. Contra o Chile, a anfitriã recorreu aos nervos de aço e a uma grandiosa atuação do goleiro Julio César para vencer nos pênaltis. Graças um melhor rendimento contra a Colômbia, a “Verde-e-amarela” passou às semifinais. Cabe destacar, no entanto, que o Brasil enfrentou a semi sem duas de suas peças mais badaladas: Neymar (que, lesionado, não participou mais do torneio) e Thiago Silva (suspenso naquela partida). Uma atuação deplorável contra a Alemanha destroçou as esperanças brasileiras de conquistar o título em seu próprio país. O anfitrião tampouco conseguiu se reabilitar na disputa pelo terceiro lugar.

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“Bola de fogo” relatada por testemunhas indica acidente ou defeito depois que avião de Campos subiu para tentar um novo pouso

Poucas horas depois do acidente que matou o candidato à presidência da República pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), Eduardo Campos, quatro assessores e dois pilotos, há, como era de se esperar, mais especulação do que informação segura sobre os motivos da queda do avião que levava o socialista do Rio de Janeiro à base aérea do Guarujá, na Baixada Santista, litoral sul do Estado de São Paulo, por volta das dez da manhã desta quarta-feira (13).

Os primeiros testemunhos de praticamente todas as pessoas que viram o Cessna 560XL de Campos caindo, segundos antes de se chocar com oito casas da rua Vahia de Abreu, no bairro do Boqueirão, em Santos, revelam a mesma cena: a aeronave descendo com boa parte de seu corpo em chamas.

As testemunhas relatam também que, após o choque com as edificações, as explosões e chamas não foram tão grandes e altas como se viu em outros acidentes semelhantes.

Essas informações dariam força adicional à tese de que a aeronave, ao se chocar com as casas, já teria queimado parte importante do combustível, o que teria evitado uma explosão de fogo maior no solo.

Todos os moradores da região que dizem ter visto o Cessna 560XL ainda no ar revelam também a seguinte cena: o avião passando entre os dois prédios mais altos da região pegando fogo, mas virado na vertical, com a ponta de uma das asas virada para o céu, possivelmente para que a aeronave passasse entre os edifícios sem atingi-los.

Se esses relatos praticamente unânimes realmente corresponderem à verdade, duas possibilidades deveriam ser levadas em conta com firmeza maior.

A primeira, e mais importante: teria havido algum acidente (defeito, pane, entrada de algo nas turbinas, choque com helicóptero ou outro objeto) com o avião entre o momento em que ele sobe para arremeter e a queda.

A segunda: piloto e copiloto, ao que tudo indica, ainda tinham alguma capacidade de controle da aeronave ao passar com ela na vertical entre os dois prédios antes de cair na rua Vahia de Abreu, no Boqueirão, em Santos (SP).

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“Bola de fogo” relatada por testemunhas sugere acidente ou defeito depois que avião de Campos subiu para tentar um novo pouso

 “Bola de fogo” relatada por testemunhas sugere acidente ou defeito depois que avião de Campos subiu para tentar um novo pouso

 

Poucas horas depois do acidente que matou o candidato à presidência da República pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), Eduardo Campos, quatro assessores e dois pilotos, há, como era de se esperar, mais especulação do que informação segura sobre os motivos da queda do avião que levava o socialista do Rio de Janeiro à base aérea do Guarujá, na Baixada Santista, litoral sul do Estado de São Paulo, por volta das dez da manhã desta quarta-feira (13).

Os primeiros testemunhos de praticamente todas as pessoas que viram o Cessna 560XL de Campos caindo, segundos antes de se chocar com oito casas da rua Vahia de Abreu, no bairro do Boqueirão, em Santos, revelam a mesma cena: a aeronave descendo com boa parte de seu corpo em chamas.

As testemunhas relatam também que, após o choque com as edificações, as explosões e chamas não foram tão grandes e altas como se viu em outros acidentes semelhantes.

Essas informações dariam força adicional à tese de que a aeronave, ao se chocar com as casas, já teria queimado parte importante do combustível, o que teria evitado uma explosão de fogo maior no solo.

Todos os moradores da região que dizem ter visto o Cessna 560XL ainda no ar revelam também a seguinte cena: o avião passando entre os dois prédios mais altos da região pegando fogo, mas virado na vertical, com a ponta de uma das asas virada para o céu, possivelmente para que a aeronave passasse entre os edifícios sem atingi-los.

Se esses relatos praticamente unânimes realmente corresponderem à verdade, duas possibilidades deveriam ser levadas em conta com firmeza maior.

A primeira, e mais importante: teria havido algum acidente (defeito, pane, entrada de algo nas turbinas, choque com helicóptero ou outro objeto) com o avião entre o momento em que ele sobe para arremeter e a queda.

A segunda: piloto e copiloto, ao que tudo indica, ainda tinham alguma capacidade de controle da aeronave ao passar com ela na vertical entre os dois prédios antes de cair na rua Vahia de Abreu, no Boqueirão, em Santos (SP).

 

Avião Cessna 560XL, um dos melhores para voos regionais, estava com documentos em dia. Pista é considerada “difícil” com tempo ruim

 Avião Cessna 560XL, um dos melhores para voos regionais, estava com documentos em dia. Pista é considerada “difícil” com tempo ruim

 

O ex-governador de Pernambuco e candidato do Partido Socialista Brasileiro (PSB) à presidência da República, Eduardo Campos (foto acima), morreu por volta das 10 horas da manhã desta quarta-feira (13), quando o avião executivo em que estava, um Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, caiu em Santos, na Baixada Santista, litoral sul do Estado de São Paulo.

As sete pessoas que estavam a bordo morreram: Campos, os pilotos Geraldo Cunha e Marcos Martins e os assessores de campanha Pedro Valadares Neto, Marcelo Lira, Carlos Augusto Leal e Alexandre Silva.

O candidato, de 49 anos feitos no domingo (10), morreu no mesmo dia do falecimento de seu avô, o líder socialista Miguel Arraes, nove anos atrás.

Campos será enterrado nos mesmos túmulo e cemitério de Arraes.

O avião caiu sobre a parte traseira de um prédio e de oito casas ao lado de uma academia na rua Vahia de Abreu, no bairro de Boqueirão, em Santos.

O avião que levava Campos saiu do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, em direção à base aérea militar do Guarujá, cidade vizinha a Santos, onde o candidato teria compromisso de campanha nesta quarta-feira (13).

O tempo estava ruim no Guarujá e em Santos no momento do acidente. Chovia e o céu estava muito fechado de nuvens.

Companheiros de partido que esperavam a comitiva na base aérea do Guarujá disseram que o avião teria tentado pousar na pista, não conseguiu e arremeteu.

Arremeter significa fazer o avião subir novamente, dar a volta e posicionar novamente a aeronave para uma nova tentativa de pouso.

Neste momento, logo após arremeter, a aeronave teria perdido o contato com as torres de comando.

Alguns moradores de Santos declararam que o avião teria batido em um helicóptero ou em outro objeto após a tentativa de arremeter.

Cinco moradores da região da queda foram atendidos nos hospitais locais. Por enquanto, não há informação de mortes fora da aeronave.

Moradores da região que testemunharam o momento da queda do avião disseram que ele já pegava fogo antes de cair no prédio.

Uma delas disse ter tido a sensação de a aeronave ainda conseguiu desviar de dois prédios do entorno antes de cair. Se a informação for verdadeira, significa que piloto e copiloto ainda tiveram algum comando da aeronave antes da queda e, com ele, evitaram uma tragédia ainda maior.

Sob a condição de não terem suas identidades reveladas, especialistas do comando da aeronáutica informam que pista da base aérea do Guarujá é considerada “difícil”.

Destacam que essa dificuldade, na base, reside sobretudo na necessidade de arremeter as aeronaves quase sempre que não se consegue tocar a pista no ponto ideal para o pouso.

O mal tempo, desconfiam esses especialistas, pode ter contribuído para que os pilotos não atingissem o ponto ideal de pouso e arremetessem, mas, por enquanto, isso não passa de desconfiança.

As investigações mostrarão o que realmente aconteceu e se o avião se chocou com um helicóptero ou outra coisa após ter arremetido.

O Cessna 560XL é considerado por especialistas uma excelente aeronave, uma das melhores e mais bem equipadas para este tipo de voo executivo realizado por Campos e sua equipe.

Extremamente bem equipada e com alta tecnologia incorporada, essa aeronave, com seus aparelhos, permite decolagens, voos, pousos e todas as manobras supostamente tentadas hoje com a maior segurança mesmo que os pilotos não tenham qualquer visibilidade para fora da cabine.

O serviço de controle de aviação informa que o Cesnna usado por Campos estava com todos os documentos e revisões em dia e com autorização para voar até 2015.

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