Brasileiro do Betis entrega um gol, faz outro contra, pede pra sair e… claro: o técnico atende. Assista

A fase do zagueiro brasileiro Paulão, da equipe espanhola Real Betis, sujeito gente boa, definitivamente não é das melhores.

 

No final do ano passado, ele foi ofendido por torcedores do seu próprio time, lanterna ameaçado de rebaixamento no Espanhol, após ser expulso numa partida.

 

Neste final de semana, na derrota por 3 a 1 para o Rayo Vallecano, o rapaz simplesmente entregou o ouro.

 

Aos 14 minutos do primeiro tempo, o brasileiro tentou atrasar a bola para o seu goleiro, Adán, mas acabou colocando o rival Ruben Rochina na cara do gol. Rayo 1 a 0.

 

Doze minutos depois, Paulão deu um bote na área na tentativa de interceptar um cruzamento da direita de Arbilla. A bola bateu no brasileiro e encobriu o goleiro do Betis. Golaço - contra. De Paulão. Rayo 2 a 0.

 

Aí era demais. Após este segundo lance, Paulão começou a pedir para ser substituído.

 

Colegas de time e adversários tentavam dar forças ao brasileiro, que, inconsolável, sentou-se no chão até ser atendido - e sacado do time - aos 32 minutos da primeira etapa.

 

Depois de tanta onda negativa nos últimos tempos - e diante da quase certa queda do Real Betis para a Segundona espanhola - nosso Paulão não tinha mesmo condições psicológicas de permanecer em campo.

 

Acompanhe o que os europeus chamaram neste final de semana de O Show de Horror de Paulão (vai melhorar, Paulão, vai melhorar...):

 

 

Irmã coloca foto de presidente licenciado do Santos magro, abatido e com bengala no Facebook. Confira

laor facebook silvia pimentel oliveira ribeiro Irmã coloca foto de presidente licenciado do Santos magro, abatido e com bengala no Facebook. Confira

 

Silvia Pimentel de Oliveira Ribeiro, irmã de Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, o Laor, postou em sua conta no Facebook, nesta segunda-feira (21), uma foto do presidente do Santos magro e abatido (acima), sobretudo se a imagem for comparada à robustez física do mandatário santista em seus primeiros dias e meses de poder no clube da Baixada.

 

Vítima de inúmeras complicações geradas por problemas cardíacos, pulmonares, uma pancreatite e um acidente ocorrido durante uma biopsia no pulmão, Laor tirou licenças médicas até se afastar por um ano da presidência do clube em agosto de 2013.

 

No meio de 2013, chegou a declarar ter ouvido, em um de seus retornos ao hospital, que tinha "apenas 2% de chances de sobrevivência".

 

No Facebook, nesta segunda (21), Silvia não fez questão de esconder a gravidade dos episódios que afetaram a saúde do irmão nos últimos meses.

 

Disse ela que "a morte, apressada, veio tentar tirá-lo de nós por mais de duas vezes". Confira:

 

- Meu irmão querido, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, se recuperando lentamente de dois anos e meio em que a morte, apressada, veio tentar tirá-lo de nós por mais de duas vezes. Mas não contava com a garra e a força de um Santista e de um guerreiro.

 

O colunista e o blog desejam que Laor se recupere da mais rápida e melhor forma possível.

 

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Jogador que fez golaço de seu campo admite sorte: “Dei chutão para aliviar o perigo e entrou” Confira

 

 

Numa rodada de futebol tão fraco quanto o deste final de semana, no que talvez tenha sido o pior início de Brasileirão da história, vale a pena ver o golaço, de primeira, do atacante Gessé, do Atlético-AC, contra o Andirá, no Acre, neste domingo (20).

 

Sincero, o jogador, que atuava improvisado na lateral-direita, admitiu a sorte: "fui tirar o perigo do nosso campo, mas a bola tomou a direção do gol deles e encobriu o goleiro".

 

Confira a pintura:

 

 

Novos Maraca e Castelão fecharam 2013 com preju somado de R$ 61,3 milhões nas operações. Iiiiiiiiii…

maracana foto erica ramalho img 5916 Novos Maraca e Castelão fecharam 2013 com preju somado de R$ 61,3 milhões nas operações. Iiiiiiiiii...                                     

 

Os resultados financeiros de duas importantes arenas da Copa em 2013, nos primeiros meses de vida estalando de nova, reforçam o temor de que a suprema maioria delas poderá ter índices de uso e utilidade bem abaixo do esperado.

 

Vítima dos baixos públicos do futebol cearense, o Castelão, em Fortaleza, fechou 2013 com prejuízo de R$ 15 milhões, informa o consórcio administrador do estádio.

 

O vermelho (que neste caso não é o acompanhante do preto na camisa do Flamengo) ficou ainda maior e mais célebre dessas 12 pérolas, o Estádio Jornalista Mario Filho, o Maracanã (acima): um buraco de R$ 46,3 milhões.

 

Péssimo sinal.

 

Definitivamente, um péssimo sinal.

 

Se está assim antes da Copa, com tudo novinho, imaginem depois?

 

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Da série Fique Tranquilo Se For Capaz: a menos de dois meses da Copa, somente um de cada cinco seguranças da disputa foi treinado

marca briga vasco cap Da série Fique Tranquilo Se For Capaz: a menos de dois meses da Copa, somente um de cada cinco seguranças da disputa foi treinado

 

Os responsáveis pela preparação da Copa do Mundo 2014 decidiram que os brasileiros terão, efetivamente, uma reta final, digamos assim, tomada de emoções até o início da competição.

 

Faltando menos de dois meses para o início do Mundial, só cinco mil dos 25 mil agentes de segurança que irão trabalhar na disputa tiveram os treinamentos concluídos.

 

Isso mesmo: apenas 20% do total.

 

Um em cada cinco profissionais escalados.

 

Os números são da Polícia Federal.

 

Fique tranquilo se for capaz.

 

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Brasileiros compraram até agora 65% dos ingressos comuns e 55% dos camarotes e espaços vips da Copa

ingressos copa 2014 Brasileiros compraram até agora 65% dos ingressos comuns e 55% dos camarotes e espaços vips da Copa

 

O Brasil está imbatível, ao menos até agora, na compra dos ingressos comuns e mais baratos para a Copa do Mundo 2014.

 

Sessenta e cinco por cento deles, ou dois a cada três, foram adquiridos por brasileiros.

 

A conta envolve todos os jogos da disputa, e não só os da Seleção Brasileira.

 

Mas no andar de cima a coisa está mais dividida, informa Thiago Prado na coluna Radar da revista Veja.

 

Os brasileiros compraram 55% dos camarotes e espaços vips da competição. Os gringos, os outros 45%.

 

Até agora foram vendidos 87% dos camarotes do Mundial.

 

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Saiba como exageros da imprensa inglesa assustam torcedores daquele país que virão a Manaus na Copa

 Saiba como exageros da imprensa inglesa assustam torcedores daquele país que virão a Manaus na Copa

Arquivo Pessoal / Chris Westwood

 

 

Nosso R7 publicou uma reportagem que fiz sobre os exageros e distorções dos ingleses em relação a Manaus, que abrigará uma partida da seleção da Inglaterra contra a Itália na Copa 2014 e receberá cerca de 5 mil torcedores vindo daquele país.

As informações sobre este choque de duas realidades tão distintas são muito curiosas.

Um dos meus entrevistados foi Chris Westwoood (foto acima), inglês que vive na capital do Amazonas há quase dois anos e mantém na internet um blog com informações do Brasil para seus compatriotas.

Tenho certeza de que você irá gostar do texto.

Se ainda não o viu, ficarei honrado com sua leitura.

Clique aqui e bom divertimento. Depois opine. Um abraço.

 

Leia reportagem do colunista sobre a Brazilian Storm (Tempestade Brasileira), a mais talentosa geração de surfistas da história do País

surfe gabriel medina gold coast kirstin scholtz divulgacao asp Leia reportagem do colunista sobre a Brazilian Storm (Tempestade Brasileira), a mais talentosa geração de surfistas da história do País                              Kirstin Scholtz / Divulgação / ASP

 

 

Nosso R7 publicou, dias atrás, uma longa reportagem que fiz sobre a Brazilian Storm (Tempestade Brasileira), a atual geração do surfe profissional brasileiro, a mais talentosa do esporte no País em todos os tempos.

 

Uma das estrelas dessa geração é o paulista Gabriel Medina (na foto acima, em ação na Golden Coast, Austrália, primeira etapa do Mundial da elite da modalidade em 2o14).

 

Convido os amados amigos que ainda não leram o texto a conferir agora.

 

Penso que vale a pena - e, além disso, me deixaria honrado.

 

Clique aqui. Abraços.

 

 

Ajudado pelo apito, Fla ganha outra vez o fraco e quase falido estadual do Rio: prêmio de consolação (que não consola mais nada) por vexame na Liberta

fla taca 2014 gilvan de souza fla imagem Ajudado pelo apito, Fla ganha outra vez o fraco e quase falido estadual do Rio: prêmio de consolação (que não consola mais nada) por vexame na Liberta

                                                                                                                                 Gilvan de Souza / Fla Imagem

O Flamengo ganhou seu 33º título do Estado do Rio de Janeiro no início da noite deste domingo (13) ao empatar em 1 a 1 com o Vasco da Gama, no Maracanã, diante de 49.139 torcedores, 42.697 deles pagantes (acima, o capitão Léo Moura levanta a taça com os companheiros de grupo).

A renda foi de R$ 2 milhões, 790 mil, 765.

Douglas abriu o placar para o Vasco aos 30 minutos do primeiro tempo, ao cobrar pênalti claríssimo feito pelo desastrado equatoriano Erazo, que deitou-se diante de Pedro Ken e passou o rapa no atacante do Vasco.

Impedido, Márcio Araújo empatou para o rubro-negro aos 45 minutos da segunda etapa, empurrando para o gol, embolado com Nixon, uma bola cabeceada por Wallace que tocou na trave, bateu na linha do gol e passou por trás do goleiro do Vasco, Martín Silva.

A 33ª conquista estadual do Flamengo deveria ser um prêmio de consolação.

Consolação dos equívocos de avaliação da diretoria na montagem do elenco para esta temporada. A permanência de Carlos Eduardo a peso de ouro, a contratação de Erazo e a falta de coragem para arrumar um meia ofensivo à altura das tradições do clube são apenas três dos vários exemplos.

Tanto isso é verdade que, em entrevista após a constrangedora eliminação da Libertadores diante do León, na quarta-feira (9), o próprio presidente rubro-negro, Eduardo Bandeira de Mello, admitiu a necessidade de uma reformulação de impacto no elenco para o Brasileirão.

Até para não desvalorizar suas atuais e futuras moedas de troca, Bandeira de Mello não pode dizer publicamente o que todos nós estamos cansados de saber: com exceções honrosas como Felipe, o reserva Paulo Victor, Léo Moura, Paulinho, Luiz Antônio, o jovem Samir, Alecsandro, Hernane e Elano (este se estiver inteiro e em forma), o grupo rubro-negro é fraco para o mínimo a ser exigido de um elenco definido para defender um clube com as dimensões, a história e as conquistas do Flamengo.

Fraco.

A rigor, já o era quando venceu a Copa do Brasil, muito mais no embalo da raça, da vontade e da torcida do que na capacidade técnica de seus jogadores. Ali mesmo, naquela competição, havia pelo menos três equipes melhores do que a rubro-negra finalmente campeã. Sem Elias e Luiz Antônio, aí a coisa caiu no lodo de vez...

Consolação também dos erros de avaliação e de condução do grupo do técnico Jayme de Almeida nesta temporada.

Jayme é esforçado, trabalhador, sério, ético, bom caráter e conhecedor de bola. Mas precisa deixar mais claro o que pretende do grupo, qual o caminho a ser seguido. Além disso, é necessário ser mais duro com os boleiros em determinados momentos.

E sua incoerência na escolha dos grupos para as partidas, deixando de fora até do banco jogadores escolhidos para serem titulares na partida anterior da mesma competição, incomoda.

E, por fim, a atuação imatura e fraca dos jogadores em campo nas partidas da Libertadores. O time não jogou um futebol convincente em nenhuma das seis partidas da primeira fase em que foi eliminado.

Até mesmo na vitória sobre o Emelec, na casa do adversário, mostrou falta de preparo para a competição, apesar da vitória bonita e digna, com um gol de Paulinho nos últimos minutos.

O Estadual do Rio – um campeonato tradicional, responsável pela construção de muitos dos momentos nobres da história do futebol brasileiro de clubes no século 20 e, ao meu ver, ainda necessário -, poderia, como foi em outras vezes, ser um prêmio de consolação ao Flamengo, por tudo o que se disse, ao Vasco, pela queda para a Segundona, ou a qualquer grande que o conquistasse.

Poderia – mas não é.

Não é porque, no momento, agoniza como disputa, organização e negócio por ser vítima da incompetência e do comprometimento dos cartolas da federação estadual do Rio, aliada à cegueira, à falta de coragem e ao comportamento provinciano dos dirigentes dos grandes do Estado.

Não consola nada, portanto.

O Flamengo jogou neste estadual um futebol medíocre, ruim, vergonhoso para a sua história.

Os outros três grandes – Fluminense, Botafogo e Vasco – conseguiram ser um pouco piores.

O Estadual do Rio de Janeiro é hoje uma caricatura do que foi do seu início até 15 ou 20 anos atrás.

Mas os quatro clubes grandes fluminenses estão à altura dele.

Com elencos de fracos para baixo, são também caricaturas de grupo e de futebol do que foram até uma ou duas décadas atrás.

Então, torcedor rubro-negro, ok, pode comemorar, é direito seu.

Até por tradição, osmose, inércia, sei lá.

Mas que esse título carioca não serve para mais nada a não ser colocar o nome na história, ah, isso não serve mesmo.

Particularmente, só a rivalidade de boteco, a vontade de encher o saco do rival, ainda justifica algum sentimento de orgulho por ganhar um campeonato tão estraçalhado, desgastado e inexpressivo como o Carioca atual.

Pela volta do turno, do returno e da decisão (ou, pelo menos, por um modelo semelhante ao da Copa do Mundo).

Pela diminuição no número de clubes e de datas no Estadual.

Por uma agenda mais sensata.

Por estádios e gramados um pouco mais dignos, e não os atuais, que seriam recusados até nos campeonatos de várzea estruturados com um mínimo de seriedade.

Por seriedade, enfim.

É isso.

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Ituano campeão paulista com todo mérito. Festa em Itu – e UTI para o futebol do eixo Rio-São Paulo

wagner itu helio suenega gazeta press Ituano campeão paulista com todo mérito. Festa em Itu   e UTI para o futebol do eixo Rio São Paulo

Helio Suenega / Gazeta Press

 

 

O Ituano, do goleiro herói Wagner (na foto acima pegando o pênalti na vitória por 6 a 7 na disputa, após uma vitória e uma derrota, ambas por 1 a 0, nas duas partidas da decisão) merece o título porque venceu uma partida, perdeu outra pelo mesmo placar e, enquanto estava atrás no jogo deste domingo (13), correu o tempo todo, com a coragem, a aplicação tática e a solidariedade de sempre, correndo risco para empatar a partida.

Em sua trajetória na reta final, o valente e profissional time de Itu derrubou Palmeiras e, depois, Santos, ou seja, dois dos três grandes que sobraram na disputa (o outro, o São Paulo, parou na Penapolense).

Então não há discussão: o título foi merecido e a simpática cidade de Itu merece a festa.

Agora, vamos pensar em algumas coisas.

Número um: Libertadores sem o futebol paulista pela primeira vez nos últimos 16 anos.

Número dois: Botafogo e Flamengo (este pela quarta vez) eliminados de forma medíocre, inocente, naïf, na primeira fase da Libertadores para times de segunda e terceira categorias. Com o último cacete recebido, o Fla se torna o recordista de degola na primeira fase entre os times brasileiros que disputaram a competição: quatro vezes.

Número três: um Estadual do Rio com fórmula ridícula, orangotango com cabeça de pardal e rabo de onça copiado do modelo abandonado por São Paulo,  jogos do Flamengo com 375 pagantes e duas partidas finais com 62 mil pagantes somados, público que não daria para lotar o Maracanã de uma única vez.

Número quatro: pela primeira vez em muito tempo, o Brasil deverá ir para uma Copa do Mundo - e logo uma disputada aqui - sem qualquer jogador paulista em campo.

Número cinco: São Paulo, o estadual mais duro do País, tem um campeão do interior que mal sabe o que é disputar a primeira divisão.

Parabéns Cruzeiro, Flamengo, Atlético Goianiense, Internacional e, sobretudo, Ituano.

Título é título.

Mas que o futebol brasileiro está em agonia e merece ser repensado, ah isso merece.

É Itu de um lado - e UTI do outro.

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