Ajudado pelo apito, Fla ganha outra vez o fraco e quase falido estadual do Rio: prêmio de consolação (que não consola mais nada) por vexame na Liberta

fla taca 2014 gilvan de souza fla imagem Ajudado pelo apito, Fla ganha outra vez o fraco e quase falido estadual do Rio: prêmio de consolação (que não consola mais nada) por vexame na Liberta

                                                                                                                                 Gilvan de Souza / Fla Imagem

O Flamengo ganhou seu 33º título do Estado do Rio de Janeiro no início da noite deste domingo (13) ao empatar em 1 a 1 com o Vasco da Gama, no Maracanã, diante de 49.139 torcedores, 42.697 deles pagantes (acima, o capitão Léo Moura levanta a taça com os companheiros de grupo).

A renda foi de R$ 2 milhões, 790 mil, 765.

Douglas abriu o placar para o Vasco aos 30 minutos do primeiro tempo, ao cobrar pênalti claríssimo feito pelo desastrado equatoriano Erazo, que deitou-se diante de Pedro Ken e passou o rapa no atacante do Vasco.

Impedido, Márcio Araújo empatou para o rubro-negro aos 45 minutos da segunda etapa, empurrando para o gol, embolado com Nixon, uma bola cabeceada por Wallace que tocou na trave, bateu na linha do gol e passou por trás do goleiro do Vasco, Martín Silva.

A 33ª conquista estadual do Flamengo deveria ser um prêmio de consolação.

Consolação dos equívocos de avaliação da diretoria na montagem do elenco para esta temporada. A permanência de Carlos Eduardo a peso de ouro, a contratação de Erazo e a falta de coragem para arrumar um meia ofensivo à altura das tradições do clube são apenas três dos vários exemplos.

Tanto isso é verdade que, em entrevista após a constrangedora eliminação da Libertadores diante do León, na quarta-feira (9), o próprio presidente rubro-negro, Eduardo Bandeira de Mello, admitiu a necessidade de uma reformulação de impacto no elenco para o Brasileirão.

Até para não desvalorizar suas atuais e futuras moedas de troca, Bandeira de Mello não pode dizer publicamente o que todos nós estamos cansados de saber: com exceções honrosas como Felipe, o reserva Paulo Victor, Léo Moura, Paulinho, Luiz Antônio, o jovem Samir, Alecsandro, Hernane e Elano (este se estiver inteiro e em forma), o grupo rubro-negro é fraco para o mínimo a ser exigido de um elenco definido para defender um clube com as dimensões, a história e as conquistas do Flamengo.

Fraco.

A rigor, já o era quando venceu a Copa do Brasil, muito mais no embalo da raça, da vontade e da torcida do que na capacidade técnica de seus jogadores. Ali mesmo, naquela competição, havia pelo menos três equipes melhores do que a rubro-negra finalmente campeã. Sem Elias e Luiz Antônio, aí a coisa caiu no lodo de vez...

Consolação também dos erros de avaliação e de condução do grupo do técnico Jayme de Almeida nesta temporada.

Jayme é esforçado, trabalhador, sério, ético, bom caráter e conhecedor de bola. Mas precisa deixar mais claro o que pretende do grupo, qual o caminho a ser seguido. Além disso, é necessário ser mais duro com os boleiros em determinados momentos.

E sua incoerência na escolha dos grupos para as partidas, deixando de fora até do banco jogadores escolhidos para serem titulares na partida anterior da mesma competição, incomoda.

E, por fim, a atuação imatura e fraca dos jogadores em campo nas partidas da Libertadores. O time não jogou um futebol convincente em nenhuma das seis partidas da primeira fase em que foi eliminado.

Até mesmo na vitória sobre o Emelec, na casa do adversário, mostrou falta de preparo para a competição, apesar da vitória bonita e digna, com um gol de Paulinho nos últimos minutos.

O Estadual do Rio – um campeonato tradicional, responsável pela construção de muitos dos momentos nobres da história do futebol brasileiro de clubes no século 20 e, ao meu ver, ainda necessário -, poderia, como foi em outras vezes, ser um prêmio de consolação ao Flamengo, por tudo o que se disse, ao Vasco, pela queda para a Segundona, ou a qualquer grande que o conquistasse.

Poderia – mas não é.

Não é porque, no momento, agoniza como disputa, organização e negócio por ser vítima da incompetência e do comprometimento dos cartolas da federação estadual do Rio, aliada à cegueira, à falta de coragem e ao comportamento provinciano dos dirigentes dos grandes do Estado.

Não consola nada, portanto.

O Flamengo jogou neste estadual um futebol medíocre, ruim, vergonhoso para a sua história.

Os outros três grandes – Fluminense, Botafogo e Vasco – conseguiram ser um pouco piores.

O Estadual do Rio de Janeiro é hoje uma caricatura do que foi do seu início até 15 ou 20 anos atrás.

Mas os quatro clubes grandes fluminenses estão à altura dele.

Com elencos de fracos para baixo, são também caricaturas de grupo e de futebol do que foram até uma ou duas décadas atrás.

Então, torcedor rubro-negro, ok, pode comemorar, é direito seu.

Até por tradição, osmose, inércia, sei lá.

Mas que esse título carioca não serve para mais nada a não ser colocar o nome na história, ah, isso não serve mesmo.

Particularmente, só a rivalidade de boteco, a vontade de encher o saco do rival, ainda justifica algum sentimento de orgulho por ganhar um campeonato tão estraçalhado, desgastado e inexpressivo como o Carioca atual.

Pela volta do turno, do returno e da decisão (ou, pelo menos, por um modelo semelhante ao da Copa do Mundo).

Pela diminuição no número de clubes e de datas no Estadual.

Por uma agenda mais sensata.

Por estádios e gramados um pouco mais dignos, e não os atuais, que seriam recusados até nos campeonatos de várzea estruturados com um mínimo de seriedade.

Por seriedade, enfim.

É isso.

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Ituano campeão paulista com todo mérito. Festa em Itu – e UTI para o futebol do eixo Rio-São Paulo

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Helio Suenega / Gazeta Press

 

 

O Ituano, do goleiro herói Wagner (na foto acima pegando o pênalti na vitória por 6 a 7 na disputa, após uma vitória e uma derrota, ambas por 1 a 0, nas duas partidas da decisão) merece o título porque venceu uma partida, perdeu outra pelo mesmo placar e, enquanto estava atrás no jogo deste domingo (13), correu o tempo todo, com a coragem, a aplicação tática e a solidariedade de sempre, correndo risco para empatar a partida.

Em sua trajetória na reta final, o valente e profissional time de Itu derrubou Palmeiras e, depois, Santos, ou seja, dois dos três grandes que sobraram na disputa (o outro, o São Paulo, parou na Penapolense).

Então não há discussão: o título foi merecido e a simpática cidade de Itu merece a festa.

Agora, vamos pensar em algumas coisas.

Número um: Libertadores sem o futebol paulista pela primeira vez nos últimos 16 anos.

Número dois: Botafogo e Flamengo (este pela quarta vez) eliminados de forma medíocre, inocente, naïf, na primeira fase da Libertadores para times de segunda e terceira categorias. Com o último cacete recebido, o Fla se torna o recordista de degola na primeira fase entre os times brasileiros que disputaram a competição: quatro vezes.

Número três: um Estadual do Rio com fórmula ridícula, orangotango com cabeça de pardal e rabo de onça copiado do modelo abandonado por São Paulo,  jogos do Flamengo com 375 pagantes e duas partidas finais com 62 mil pagantes somados, público que não daria para lotar o Maracanã de uma única vez.

Número quatro: pela primeira vez em muito tempo, o Brasil deverá ir para uma Copa do Mundo - e logo uma disputada aqui - sem qualquer jogador paulista em campo.

Número cinco: São Paulo, o estadual mais duro do País, tem um campeão do interior que mal sabe o que é disputar a primeira divisão.

Parabéns Cruzeiro, Flamengo, Atlético Goianiense, Internacional e, sobretudo, Ituano.

Título é título.

Mas que o futebol brasileiro está em agonia e merece ser repensado, ah isso merece.

É Itu de um lado - e UTI do outro.

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Flamengo leva 3 a 2 do León no Maraca lotado e – uma vez mais – deixa a Liberta na primeira fase. Vitória justa do melhor time. Rubro-negro perdeu vaga ao entregar cinco dos seis pontos ao Bolívar. Imaginem o bode da decisão do Estadual falido no domingo…

gazeta press foto 623405 Flamengo leva 3 a 2 do León no Maraca lotado e   uma vez mais   deixa a Liberta na primeira fase. Vitória justa do melhor time. Rubro negro perdeu vaga ao entregar cinco dos seis pontos ao Bolívar. Imaginem o bode da decisão do Estadual falido no domingo...

Pedro Martins / Gazeta Press

 

 

E o Flamengo – mais uma vez – está eliminado da Libertadores em sua primeira fase, a de grupos.

Flamengo 2 X 3 Leon. Pegou na última partida o disciplinado, técnico e valente Leon. Jogou com um adversário técnica, tática e psicologicamente melhor. Uma vitória absolutamente merecida do time mexicano.

As duas equipes jogaram uma partida equilibrada, dura, pegada, mas o time mexicano esteve melhor em quase todo o primeiro tempo, merecendo a vitória na primeira etapa.

No segundo tempo, mais equilíbrio e contra-ataques do Leon.

No final, enquanto o Flamengo buscava o terceiro com força mas sem qualquer técnica e coordenação, tomou o terceiro gol (e por pouco não o quarto).

De qualquer forma, o Fla não perdeu a classificação com o empate de hoje.

Foi eliminado durante os seis jogos da competição.

Sobretudo por ter perdido nada menos do que cinco dos seis pontos disputados com o Bolívar que, apesar de fraco, liderou o grupo no final.

Apenas um exemplo: se tivesse ganho por apenas um gol o jogo contr o Bolivar, no Maracanã, partida encerrada em 2 a 2, estaria hoje classificado em segundo lugar do grupo 7, atrás do León, eliminando o próprio time boliviano.  

No final das contas, uma desclassificação merecida diante da campanha: os dois classificados (Bolívar e Leon) foram efetivamente melhores. O elenco do Flamengo é fraco.

Já era fraco, ou no máximo mediano, ao vencer a Copa do Brasil, mesmo contando com Elias e Luiz Antônio, que não disputou esta primeira fase. Ficou ainda mais medíocre quando perdeu o meia hoje contratado pelo Corinthians.

E mais uma manifestação de sinceridade: Libertadores, como mata-mata, é meio imprevisível, mas as chances de o Flamengo progredir nesse torneio se passasse hoje seriam remotíssimas.

Tenho a impressão de que pararia nas oitavas ou nas quartas.

Agora, resta ao rubro-negro arrumar um meia criativo e fortalecer o time para o Brasileiro – que é grupo mediano com um meio campo nota zero em termos de aproximação, ligação criativa, com preparação de jogadas, para o ataque.

O argentino Lucas Mugni é técnico, mas parece muito “sangue de peixe”, sem vontade. Sozinhos, Leo Moura, Felipe, o ótimo Paulinho e, agora, Luiz Antônio não fazem milagre. Esse time precisa ser muito bem reforçado e melhorar muito para ficar à altura das necessidades de uma marca como o Flamengo.

O elenco atual do Flamengo é fraco - do tamanho do atual campeonato carioca falido de público, técnica e apelo que agora ele tentará ganhar contra o Vasco...

Imaginem o bode da decisão do carioca falido no domingo...

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Moral de Diego Costa com Simeone, técnico do Atlético de Madri: “está para nós como CR7 para o Real e Messi para o Barça”

DiegoCosta Getyy 700 Moral de Diego Costa com Simeone, técnico do Atlético de Madri: está para nós como CR7 para o Real e Messi para o Barça

Getty Images

 

 

Uma contusão impediu Diego Costa de enfrentar o Barcelona na vitória por 1 a 0 de seu time, o Atlético de Madri, sobre o Barcelona, em casa, nesta quarta-feira (9), que valeu a classificação para as semifinais da Champions League 2013/2014.

Mas o fato não diminuiu a moral do atacante brasileiro com o técnico de sua equipe, o ex-volante da seleção argentina Diego Simeone.

Conhecido por seus impulsos “carniceiros” contra a integridade física dos rivais em seus tempos de ação nos gramados, Simeone declarou o seguinte antes da segunda partida contra o Barça, quando ainda tinha esperança de escalar o artilheiro:

- Para nós (do Atlético de Madri), Diego Costa é como Cristiano Ronaldo para o Real Madrid e Messi para o Barcelona. Tomara que ele esteja bem. Se estiver, jogará. Se estiver mais ou menos, ficará no banco. Caso contrário, não será relacionado.

Bom, todos sabemos que Diego é bom jogador.

Mas tomara que não seja tudo o que Simeone diz, sobretudo agora que o sujeito decidiu defender a Espanha na Copa.

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“Ituano da Europa”, Atlético de Madri anula Messi e Neymar, vence Barça e vai à semi da Champions

neymar tristeza derrota atletico madri Ituano da Europa, Atlético de Madri anula Messi e Neymar, vence Barça e vai à semi da Champions

 

 

Atlético de Madri 1 X 0 Barcelona.

 

Atlético classificado para as semifinais da Champions League 2013/2014.

 

Vitória merecida de um time que, embora inferior tecnicamente e sem o seu artilheiro (o brasileiro Diego Costa), encarou um dos times mais temidos do mundo sem medo do rival e de ser feliz.

 

O Atlético jogou um primeiro tempo com muita personalidade, com uma marcação mista que envolvia pressão individual na intermediária do Barça e, depois, por zona a partir do meio de campo.

 

Enquanto isso, Tata Martino errava ao prender Neymar (na foto acima lamentando a eliminação logo após o apito final) na direita do ataque e Messi, bem marcado, se afastava da área para tentar alguma arrancada,. Só que o espaço vazio não existia na bem executada marcação mista do Atlético de Madri.

 

O time da casa teve a sorte de fazer seu gol logo aos cinco minutos do primeiro tempo.

 

E, depois,  no segundo tempo, a exemplo do rival catalão, adiantou sua marcação, como no início da partida, e fez o tic-tac do Barça, normalmente envolvente, tornar-se improdutivo.

 

Messi e Neymar foram figuras apagadas em campo.

 

Embora certo ao optar pela velocidade de Pedro na segunda etapa, o técnico do Barça, o argentino Tata Martino, acabou por facilitar a vida o Atlético ao tirar seu melhor - ou menos pior - jogador até então: o craque Andrés Iniesta.

 

No final, entre mortos e feridos, prêmio a Atlético de Madri, o time que, apesar de ter tocado menos e ficado com a bola em apenas cerca de um terço da partida, executou o seu plano de ação com maior objetividade e coragem.

 

O Atlético de Madri, o Ituano da Champions League, vai às semifinais da Champions com toda justiça.

 

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Da Série Perguntar Não Ofende:alguém que não ama Sport nem quer cutucar Fla trocaria taça do Módulo Verde pela do Amarelo de 1987? Combinemos…

flamengo campeao 1987 Da Série Perguntar Não Ofende:alguém que não ama Sport nem quer cutucar Fla trocaria taça do Módulo Verde pela do Amarelo de 1987? Combinemos...

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu ao Sport, por 4 votos a 1, a exclusividade do título brasileiro de 1987, contrariando decisão da CBF que o dividia com o Flamengo.

 

Na época, o Flamengo - de Zé Carlos; Jorginho, Leandro, Edinho e Leonardo; Andrade, Aílton e Zico; Renato Gaúcho, Bebeto e Zinho - disputou e venceu o chamado Módulo Verde, com os 16 melhores clubes do País.

 

E o Sport - de Flávio; Betão, Estevam, Marco Antônio e Zé Carlos Macaé; Rogério, Ribamar e Zico; Robertinho, Nando e Neco -  ganhou o Amarelo numa final com o Guarani.

 

A CBF determinava que os vencedores dos dois módulos se cruzassem para definir o campeão brasileiro, mas o Flamengo, cumprindo acordo feito antes com o Clube dos 13, não aceitou jogar com o clube pernambucano.

 

Embora com poucas chances jurídicas, o Flamengo poderá recorrer ao STJ ou ao STF.

 

Mas talvez fosse o caso de recorrer à Série Perguntar Não Ofende: algum torcedor do Fla, ou de qualquer outro time que não seja o Sport, trocaria o título vindo da campanha no Módulo Verde pela conquista do Sport sem o objetivo fosse provocar o clube da Gávea?

 

Vamos combinar...

 

No "universo" Brasil, Justiça de fato no esporte e tribunais de justiça vivem mesmo em planetas diferentes.

 

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Assista ao vídeo que motivou o Ituano a vencer o Santos na primeira partida da final do Paulistão

Acompanhe o vídeo apresentado aos jogadores do Ituano no vestiário do Pacaembu, no domingo (6), minutos antes da vitória de 1 a 0 sobre o Santos na primeira das duas partidas da final do Paulistão 2014.

O filme, de pouco mais de cinco minutos, tem como pontos fortes a ênfase dada pelo locutor às palavras mais motivadoras do texto e o esforço para fazer o grupo de Itu não se sentir menor, em termos pessoais e emocionais, do que o time da Baixada, um dos gigantes do futebol paulista e nacional.

Além disso, os autores do material  trabalham com um recurso batido de motivadores em finais: a teórica e subetiva falta de pouco a fazer (no caso, ter vantagem nos 180 minutos finais do campeonato) diante do que foi feito até aquele ponto na competição.

Confira (e depois opine, registre o seu comentário):

Dos milhões aos tostões: 26,2 mil deste Fla X Vasco não lotariam nem geral do Maraca nos bons tempos

maracana lotado divulgacao Dos milhões aos tostões: 26,2 mil deste Fla X Vasco não lotariam nem geral do Maraca nos bons tempos

  Maracanã lotado no Campeonato Estadual: isso será possível novamente?

 

 

O Flamengo 1 X 1 Vasco deste domingo (6), primeira das duas partidas da final do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro 2014, reuniu 26.242 torcedores, com 20.844 pagantes.

Uma mixaria vergonhosa.

Nos bons tempos, esse público não lotava sequer a geral do Maracanã, que tinha capacidade para 30 mil pessoas.

O Clássico dos Milhões virou o Clássico dos Tostões.

É ou não é para repensar o Campeonato do Rio e, de resto, todos os Estaduais?

Acompanhe os cinco primeiros e o vigésimo jogos entre os dois clubles com público:

1 - Flamengo 3 a 1 Vasco, 174.770, 4 de abril de 1976, Campeonato Carioca

2 - Flamengo 0 a 0 Vasco, 165.358, 22 de dezembro de 1974, Campeonato Carioca

3 - Flamengo 2 a 1 Vasco, 161.989, 6 de dezembro de 1981, Campeonato Carioca

4 - Flamengo 0 a 0 Vasco, 160.342, 19 de agosto de 1973, Campeonato Carioca (*)

5 - Flamengo 2 a 1 Vasco, 155.098, 1º de maio de 1968, Campeonato Carioca (*)

20 - Flamengo 3 a 2 Vasco, 115.943, 28 de outubro de 1979, Campeonato Carioca

(*) Rodada dupla.

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Guy Ramos, do Roda, patola Johannson, do AZ, em jogo na Holanda. Huuum… Deve ter doído, amigo…

O episódio ocorreu no jogo entre o Roda e o AZ, neste domingo (6), pela Liga da Holanda.

Confira o que Guy Ramos, do Roda (de amarelo), faz em Johannson (de vermelho), do AZ.

A imagem diz tudo.

Confira:

 

 

Multinacional de artigos esportivos abrirá sua primeira loja exclusiva de futebol no Rio

rio de janeiro Multinacional de artigos esportivos abrirá sua primeira loja exclusiva de futebol no Rio

 

A Nike vai abrir nos próximos dias, no Rio de Janeiro, sua primeira loja em todo o mundo voltada exclusivamente para o futebol.

O espaço terá traves e grama artificial.

O Brasil é o terceiro maior mercado mundial para esta multinacional de artigos esportivos.

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