divulgacao0022 William não quis ser um marionete no futebol do Corinthians. Sua demissão deixou os dirigentes de queixos caídos...
A saída de William da gerência do futebol do Corinthians surpreendeu os dirigentes.

Ninguém esperava tal gesto de independência.

Acreditavam que o ex-zagueiro e capitão do time iria baixar a cabeça.

O motivo foi mesmo William Magrão.

Tite disse a William que seria fundamental a contratação de um volante de marcação, mas inteligente com a bola nos pés.

E afirmou que seria fácil trazer o jogador do Grêmio.

Ele não estava sendo aproveitado por Renato Gaúcho.

Aproveitando as amizades que deixou no estádio Olímpico, William se propôs a tentar a liberação do jogador.

E o mais barato possível.

Ele teve autorização de todo o departamento de futebol, chefiado pelo diretor Roberto de Andrade.

A princípio, o clube gaúcho pedia R$ 5 milhões.

William conseguiu baixar a quantia em R$ 2 milhões.

Depois de muitas conversas e intervenção do empresário Jorge Machado, o preço caiu para R$ 3 milhões.

Só que, enquanto William se aplicava para tornar viável a transação, um jogador era oferecido ao Corinthians.

O paraguaio Riveros, encostado no Sunderlands da Inglaterra.

Querendo mostrar que, ao contrário de Mario Gobbi, tinha autonomia, Roberto Andrade resolveu cancelar a transação com o Grêmio.

Isso depois de autorizá-la.

William se sentiu desmoralizado.

Tentou falar com Andres Sanches, mas a situação estava decidida.

E hierarquicamente caberia a ele apenas respeitar a decisão de Roberto.

Tentou argumentar, mas ouviu que não entendia nada sobre a administração de um clube.

E que só havia jogado futebol.

William soube economizar o que ganhou.

Não dependia financeiramente do seu cargo no Corinthians.

E resolveu se demitir.

Para ele foi insuportável negociar com a direção do Grêmio, acertar salários com o jogador e depois ver o negócio desfeito.

Muito amigo de Ronaldo, ele chegou até a conversar com o ex-jogador.

E decidiu abandonar o cargo.

Não aceitou ser uma marionete de Roberto de Andrade.

Andres Sanches ficou transtornado quando soube da decisão.

Mas não poderia ir contra o diretor e um dos candidatos a brigar pela presidência.

O que aconteceu foi mais uma demonstração de quanto pode ser confuso e amador o departamento de futebol corintiano.

O pecado de William foi acreditar nas promessas de autonomia que ouviu de Andres Sanches...

Por isso foi embora sorrindo...

Deixou Tite órfão...

E agora vai tocar sua empresa, de administração da carreira de jogadores.

Vários que estão no Corintians se interessaram para desespero dos dirigentes que o queriam como marionete...

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