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A influência de Mano Menezes na contratação de Renan pelo Corinthians. Ele deu o seu aval e Sanchez desistiu de um goleiro experiente…

divulgacao7 A influência de Mano Menezes na contratação de Renan pelo Corinthians. Ele deu o seu aval e Sanchez desistiu de um goleiro experiente...
A convocação de Mano Menezes foi fundamental para a contratação de Renan...

Andrés Sanchez queria de qualquer maneira um goleiro experiente para o Corinthians...

Mas acabou se interessando por um mais jovem do que Júlio César...

Exatamente por causa do treinador...

Mano o vê aos 20 anos como um futuro titular da seleção...

Com potencial até para substituir Júlio César não só do Corinthians...

Mas da Inter de Milão...

A expectativa é que o goleiro que atue na Itália seja o titular na Copa de 2014...

A partir daí...

A vaga estará em aberto...

E Renan é candidatíssimo, na análise do técnico da seleção...

Como tudo que Mano fala é lei para Andrés...

Veio a contratação do goleiro do Avaí...

Embora o presidente corintiano ainda morra de saudade de ver Dida com a camisa corintiana...

O Fluminense reza pelo sim de Dida e espera resolver de vez seu problema com goleiros…

divulgação33 O Fluminense reza pelo sim de Dida e espera resolver de vez seu problema com goleiros...

O gol do Fluminense vem sendo um ponto de interrogação há muito tempo.

Fernando Henrique nunca despertou suspiros na torcida, na diretoria, nos treinadores.

Mas jogava.

Um goleiro instável.

Alternava grandes defesas com gols fáceis.

Rafael, seu reserva, já teve várias chances.

Não as aproveit0u.

O clima entre os dois nunca foi bom.

Até que há dez dias foi revelado que Rafael fazia campanha entre os torcedores, dizendo ser melhor do que o titular.

Questionado sobre isso, respondeu que quando foi titular, Fernando Henrique fez a mesma coisa.

O presidente da Unimed Rio, Celso Barros, é apaixonado por jogadores do meio para a frente.

Nunca se preocupou de verdade em contratar um goleiro.

E nem iria.

Só que, como Fernando Henrique quebrou um dedo e teve de operar, Muricy aproveitou.

E pediu um goleiro.

Quer um jogador vivido, um goleiro com experiência.

Sugeriu Bosco, eterno reserva de Rogério Ceni no São Paulo.

Além de bom goleiro, um líder.

Lauro, segundo reserva do Inter, foi oferecido por empresários.

Só que Celso Barros quer holofotes.

E já mandou empresários contatarem Dida.

O goleiro, de 36 anos, despediu-se do Milan.

Ele atuou lá por dez anos.

Neste ano, o clube italiano disse que não o queria mais.

Foi uma conversa franca com os dirigentes.

Teve até festa de despedida, no começo de julho.

Dida sempre foi um jogador difícil de negociar.

O Corinthians lhe fez três propostas nestes dez anos de Itália.

O Internacional chegou sondá-lo.

Mas ele sempre respondeu que sua família estava adaptada à Europa.

Curto e grosso, sem muita enrolação.

Ele mudou muito desde que flagrado com passaporte falsificado na Itália.

Passou a fugir de entrevistas, se tornou um jogador calado, ressentido.

Sabia que se voltasse para encerrar sua carreira no Brasil teria de ficar se explicando.

A história seria relembrada.

Como agora.

Só o goleiro desta vez está na dúvida.

Não sabe se aceita ou não o Fluminense.

A reação da diretoria ao saber que Celso Barros havia autorizado a contração do goleiro foi excelente.

Houve muita animação.

Há uma grande vontade de ver no gol tricolor um nome mais consagrado do que Fernando Henrique.

Atento, Muricy só quer saber se Dida tem condições imediatas de jogar.

Dois meses parado para um goleiro é muito tempo.

Entre hoje e amanhã vai acontecer a definição.

Se realmente o Fluminense contratar Dida, o time pode se reforçar em uma posição chave nesta briga pelo título.

O clube precisa de um goleiro muito melhor do que Fernando Henrique há muito tempo...

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A autonomia do goleiro/técnico/dirigente Rogério Ceni no São Paulo…

reuters28 A autonomia do goleiro/técnico/dirigente Rogério Ceni no São Paulo...

Que tem dúvida de que há anos Rogério Ceni ajuda a escalar o São Paulo?

Foi comum o que aconteceu ontem no Morumbi, quando ele mandou Cléber Santana falar para Sérgio Baresi colocá-lo contra o Atlético Goianiense.

Comum dentro do grupo, do clube.

Ele tem autonomia, liderança e liberdade para fazer isso.

Só extrapolou falando diante da imprensa, porque não pensou duas vezes.

Esse tipo de atitude ele toma no vestiário.

Os treinadores que passam pelo Morumbi abrem sua sala para Rogério Ceni há muito tempo.

Foi assim com Oswaldo de Oliveira, Paulo Autuori, Leão, Muricy Ramalho, Ricardo Gomes.

Não deixaria de ser com o improvisado Sergio Baresi.

Ceni faz porque não consegue se controlar.

Ao longo dos anos, as pessoas esperam que ele se posicione.

Que aprove ou desaprove o time.

E troque ideias.

Ceni não é capitão por acaso.

Seu futuro no São Paulo está mais do que garantido.

Será o que quiser: dirigente ou treinador.

Mesmo que Andrés Sanchez suceda Juvenal Juvêncio.

Não é justo o massacre que Baresi está sofrendo.

Não foi desmoralizado com a intervenção de Ceni.

Ela sempre aconteceu.

Apenas a necessidade de vencer fez com que o goleiro perdesse a compostura.

Mostrasse o quanto tem poder no São Paulo.

E não há nada de errado nisso.

Tanto que os dirigentes nem pensam em cobrar, reclamar com o goleiro.

Pelo contrário.

Pensam até em agradecer.

Há muito tempo Rogério Ceni deixou de ser um mero goleiro na vida do São Paulo...

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Fernandão foi para a reserva porque não se chama Rogério Ceni…

reuters341 Fernandão foi para a reserva porque não se chama Rogério Ceni...

A barração de Fernandão tem explicação.

No seu registro de nascimento não está escrito Rogério Ceni.

Ele pensou que tivesse a mesma autonomia do goleiro do São Paulo.

Com a diretoria mais perdida do que Pelé dando bandeirada em GP de Fórmula 1, o atacante resolveu agir.

Começou a cobrar empenho de alguns jogadores.

Falou em comprometimento.

Respeitar o clube.

Muita gente não gostou, mas não falou nada diante dele.

E, erro maior, pensou que pudesse agir com Sérgio Baresi como cansou de fazer com Abel Braga.

Tentou questionar a maneira da equipe atuar.

No Inter, ele sempre teve espaço para trocar idéias com Abel.

Mas não deu muito certo.no Morumbi.

Além de Baresi não acatar as idéias de Fernandão, como atuar com três atacantes fixos, o técnico interino resolveu colocá-lo na reserva.

O recado estava claro.

Quem mandava na equipe era Baresi.

Fernandão não queria revolucionar, tomar o poder.

Percebendo como as coisas funcionam no São Paulo, o jogador resolveu mudar sua postura.

Será apenas mais um jogador.

Enquanto isso, a dividida diretoria busca novo treinador.

Paulo Autori ainda é o principal nome.

Mas, de maneira estranha, Juvenal Juvêncio diz a aliados que não tem pressa.

A preocupação mais imediata do clube é outra.

O encontro com Muricy Ramalho, Washington e líder Fluminense, domingo no Maracanã...

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O Palmeiras não seria Palmeiras sem Marcos…

marcos2 hg 20091112 O Palmeiras não seria Palmeiras sem Marcos...

500 jogos pelo Palmeiras.

Goleiro do clube com a torcida mais exigente, sem paciência, irritada de São Paulo.

Aquela que, saudosa dos grandes times e títulos, não dá vida fácil aos seus ídolos.

Diego Souza, Vagner Love, Keirrison que o digam.

Mas Marcos, não.

Ele é um goleiro diferenciado, uma pessoa especial.

A primeira lembrança que tenho dele foi em 1993.

O recém-contratado Vanderlei Luxemburgo levou o Palmeiras para Atibaia.

A imprensa foi acompanhar a formação do novo time.

De repente, em uma manhã os poucos jornalistas que estavam no treino começaram a ouvir palavrões.

O treino não havia nem começado.

"P..q..p...P..q..p...P...q...p..."

"Eu não falei? Eu não falei? Eu não falei?"

Cabelos cumpridos, alto e pulando em um pé só...

Era o terceiro goleiro, jogador que ninguém havia prestado atenção.

Sérgio era o titular e Velloso o promissor reserva.

Poucos sabiam o nome dele.

Era Marcos.

Perguntei a ele o que havia acontecido.

"Eu tinha dito aos médicos que ainda não estava bem para voltar aos treinos.

Disse que sentia dores, mas não acreditaram.

Então fui treinar e agora o meu pé está inchado.

E agora?"

Foi de uma transparência absurda.

Marcos começava a sua longa trajetória de contusões.

E de declarações sinceras, que tanto atormentaram os treinadores que passaram pelo clube.

Quando as suas queixas foram parar no jornal, Marcos foi repreendido.

Mas o clube nem pensou em largar o promissor goleiro.

E o tempo passou.

Sérgio se foi.

'Gato' Fernandes também.

Velloso se machucou

E Marcos começou a mostrar quem era.

Goleiro talentoso, de personalidade forte e grande estrela.

Defendeu pênaltis fundamentais para a história do clube.

Que não saem do coração do torcedor.

Como os que tiraram duas vezes o Corinthians da Libertadores.

Fez o Palmeiras campeão da competição sul-americana pela primeira vez.

Foi o grande goleiro do pentacampeonato do Brasil, na Coréia e no Japão.

Sua identificação com o Palmeiras é algo profundo, intenso.

O que ajudou muito foi ter surgido para o futebol antes da época dos assessores de imprensa.

Manipuladores e maquiadores de opinião, não deixariam Marcos ser tão sincero como foi.

Felipão proibiu todos os jogadores falarem antes, no intervalo e depois dos jogos, pensando nele.

Foi mais esperto do que Luxemburgo do que resolveu proibir só ele.

Marcos foge dos microfones quando pode.

Porque sabe que, se começar a falar, não consegue ser falso como a grande maioria dos jogadores atuais.

Não é um santo e nunca foi bobo.

Sabe muito bem o que diz.

Quando criticou jogadores que só iam farrear no clube e não treinavam...

Ou, várias vezes, quando apontou a fraqueza do time...

Mandou recado à diretoria.

E se comportou como um jogador que deseja ganhar.

Teve inúmeras contusões.

Inclusive uma, na mão direita, que o tirou do Arsenal.

A memória do apaixonado torcedor é curta, em janeiro de 2003, ele não passou no teste físico no clube inglês.

Marcos não queria ir, a diretoria da época que desejou fazer dinheiro com ele.

Só que o destino e Marcos não quiseram.

O goleiro sabia que tinha condições de prosseguir com a carreira, mas não insistiu.

Azar do Arsenal.

Ele já fez de tudo pelo Palmeiras.

Já tomou até café durante um jogo da Libertadores.

E falhou, como todo goleiro.

Mesmo sendo um dos maiores que o Brasil já viu jogar.

A principal falha aconteceu na decisão do Mundial, contra o Manchester United.

Felipão nunca costuma dar muitos conselhos aos goleiros.

Mas naquela partida ele mudou.

Resolveu falar com Marcos.

Disse que os cruzamentos de Giggs costumavam ser baixos em velocidade.

Por isso, a estranha falha em um cruzamento banal que o encobriu no gol de Kaine.

"Deus dá a cruz do tamanho que a pessoa possa carregar.

Vão passar 30 anos e vão falar que o Palmeiras perdeu o Mundial porque o Marcos falhou.

E ninguém vai lembrar dos gols que os atacantes perderam", disse Marcos no Japão.

E foram muitos...

Marcos chocou o mundo do futebol, quando fez questão de jogar a Série B.

Foi o goleiro do Palmeiras rebaixado no Brasileiro, no time sem sangue que Mustafá Contursi montou.

E enfrentou gramados piores do que campo de várzea pelo país...

Marcos talvez tenha sido o jogador nos últimos anos que mais jogou com dores no Brasil.

Qualquer conversa com os médicos do Palmeiras para valorizar ainda mais este personagem.

Já chorou de dor no aquecimento e foi campeão pelo clube que tanto ama.

As dores o fazem pensar na aposentadoria há mais de três anos.

O preparador Carlos Pracidelli o proibiu de falar em aposentadoria atualmente.

Pouca gente sabe que recusou uma proposta milionária para atuar no Corinthians.

Ele jantou com Kia Joorabchian, presidente da MSI, ouviu a proposta.

Mesmo brigado com a direção do Palmeiras, resolveu ficar.

Para ganhar muito menos.

"Não teria como me olhar no espelho e vestir a camisa do rival."

Colocou a minúscula cidade de Oriente no mapa.

Consagrou o gesto de se ajoelhar no gramado e apontar aos céus, agradecendo a Deus.

Daí o apelido de São Marcos.

O gesto não nasceu dele, começou com Taffarel e ele não esconde.

Só que virou sua marca registrada.

Marcos não gosta de falar, mas ajuda várias instituições de caridade.

Oberdan Cattani, Valdir de Moraes, Leão...

Todos sensacionais goleiros que o Palmeiras teve.

Mas nunca houve ninguém como Marcos.

Parabéns pelos 500 jogos.

Que venham mais 500...

Depois, virar uma estátua será pouco...

Aqui, uma singela e original homenagem.

Para que você, Marcos, não se sinta tão culpado em relação a um certo jogo de 1999...


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Felipe está muito longe de ser Tevez ou Marcelinho Carioca. E Andrés precisa agir como presidente do Corinthians…

divulgação3344 Felipe está muito longe de ser Tevez ou Marcelinho Carioca. E Andrés precisa agir como presidente do Corinthians...

Nada do que aconteceu ontem envolvendo Felipe e Andrés Sanches foi por acaso.

Quando os empresários do goleiro resolveram convocar uma entrevista coletiva sabiam o que queriam.

Felipe se mostrou como vítima, perseguido pelo presidente corintiano.

Tinham certeza de que, com o relacionamento íntimo dele com comentaristas, a resposta seria imediata.

E se possível no ar.

Felipe estava mais do que preparado para o confronto.

Pelos empresários, pelos advogados e até pelo presidente do Sindicato dos Jogadores de São Paulo.

Ele sabia exatamente onde atacar e até onde ir.

Focou suas declarações contra o presidente corintiano.

Teve coragem.

Disse que nunca abandonou a concentração para tentar ir jogar no Genoa.

Que os dirigentes tentaram jogar a torcida contra ele.

Ironizou Andrés que confundiu assédio moral com sexual.

Mostrou o quanto um dirigente pode ser abusivo, incoerente.

Deixar o goleiro frequentar apenas a sala de musculação, não ceder um preparador específico, não existe.

Dizer ao  procurador que só o liberaria para atuar no Nacional, time dirigido por Vampeta, foi provocação.

Não receber os empresários do Braga foi mera vingança.

Aí, extrapolou.

Felipe não atacou o Corinthians ou a torcida.

Mirou apenas em Andres Sanches.

Falou verdades.

Usou o ponto fraco do dirigente que sempre foi o seu ego.

Na empolgação, Felipe exagerou.

Ele não tem um vigésimo da idolatria que pensa ter com os torcedores.

Goleiro instável, três rebaixamentos nas costas.

Se comparou a Marcelinho Carioca e Carlitos Tevez, que saíram mal do Corinthians.

A culpa dessa visão é do próprio Andres.

Ele foi avisado do personalismo de Felipe desde que ele foi contratado.

O dirigente ficou de queixo caído quando o goleiro foi cobrar o aumento prometido com o time rebaixado.

Ingênuo, Andrés acreditou que Felipe teria vergonha de pedir dinheiro com o Corinthians na Série B.

Mas o jogador estava certo.

O presidente havia prometido.

Andres queria negociá-lo imediatamente.

Mas os conselheiros que agem como suas babás impediram.

"Imagine, ele é o único ídolo do time. Deixe ele aí, a torcida quer."

Andres sonhava com outro goleiro.

E o tentou contratar três vezes: Dida.

Fracassou porque o jogador ganha muito no Milan e não queria voltar.

Mano Menezes acreditava que Felipe dava para o gasto.

Apenas, porque nem o cogita levar para a sua Seleção.

Mas, voltemos a ontem.

Irritado, como os empresários e advogados de Felipe apostavam, Andrés quis mostrar autoridade.

A princípio, ele queria as luvas que pagou ao goleiro para atuar até o final de 2010.

Depois, tenso, resolveu abrir mãos delas.

E chamou o goleiro para ir no Parque São Jorge para assinar a rescisão.

Era tudo o que ele, seus empresários e seus advogados queriam.

Com Felipe, livre, leve e solto para assinar com quem quiser.

Sem dar um centavo de lucro ao Corinthians.

Depois que a transmissão pela tevê acabou, Andrés se acalmou e começou a pensar.

Deixou a decisão para hoje.

A tendência é pela liberação.

O presidente e o goleiro não se suportam.

Não há o menor clima para a convivência.

O melhor caminho é o fim do relacionamento conturbado.

O Corinthians que busque outro goleiro.

Não será difícil achar um melhor do que Felipe.

Talvez não um que saiba lidar tão bem com a mídia.

Que salte mais do que Diego Hipólito em defesas fáceis, a ponto de impressionar ingênuos torcedores.

E que alguém tenha coragem de mostrar a realidade a Felipe.

Apesar da carreira conturbada, ou alguém se esqueceu como ele saiu do Vitória?, tem apenas 26 anos.

Ele acredita piamente ser um dos maiores ídolos da história corintiana.

Ganhou a Segunda Divisão, a Copa do Brasil e um Campeonato Paulista...

Ele está muitos, mas muitos degraus abaixo de Carlitos Tevez e de Marcelinho Carioca.

A Andrés que venha a coragem de ser presidente.

Parar de querer agradar a torcida a cada decisão.

E mandar embora do Parque São Jorge jogadores em quem não confia.

Se tivesse agido assim, o Corinthians não seria tão exposto neste ridículo caso Felipe.

Já gastou muita vela.

O defunto não vale...

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Todos rezam pela saída de Felipe do Corinthians…

reuters78 Todos rezam pela saída de Felipe do Corinthians...

A situação é inédita, absurda e desgastante.

O presidente do Corinthians pede a Deus para aparecer um clube interessado e levar Felipe.

Andrés Sanchez mostra onde chegou o desespero em se livrar do goleiro.

O dirigente só não aceite dar os direitos federativos ao jogador.

Ele não suporta Felipe desde 2008.

O Corinthians foi rebaixado em 2007 e ele, Andrés, havia prometido aumento ao jogador.

Só que, com o vexame da segunda divisão, ele pensou que Felipe nem tocaria no assunto.

Como ele foi o único atleta a se salvar na bizarra campanha, exigiu o aumento prometido.

Andres deu só que nunca perdoou a maneira com que Felipe e seus agentes agiram com ele.

Não há santo nessa história, Andrés deveria ter cumprido a sua palavra e ponto final.

Felipe é um goleiro fraco.

Foi rebaixado duas vezes pelo Vitória.

Jogou mal na Portuguesa.

No Bragantino teve um rápido destaque e acabou comprado pelo Corinthians.

Mas acontece que Felipe é muito bom de marketing.

Toda defesa fácil ele salta, faz parecer que é a reencarnação de Gordon Banks.

Nunca deixou de se relacionar bem com a torcida.

Religioso, os seus terços que leva para campo sempre estiveram ao alcance das lentes da tevê.

É inteligente, sabe se impor em entrevistas.

Se aproveitou muito bem por estar em um clube de massa.

Falh0u várias vezes.

A pior foi na decisão da Copa do Brasil de 2008, deu o gol decisivo para o Sport.

Não é unanimidade nem entre os jogadores do Corinthians.

Andres ia suportando a situação até saber que ele abandonou a delegação para tentar fechar negócio com o Genoa.

Na África do Sul, Andres falou para quem quisesse ouvir.

"Ele não joga nunca mais no Corinthians."

Andres adorou o fato de a negociação com o time italiano não ter dado certo.

Felipe ficou treinando à parte, longe do time titular.

Mas ele e seus agentes e advogados foram ao Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo.

Dizendo que estava sendo discriminado quis os seus direitos federativos.

Andrés mandou que fosse reintegrado.

Passaria a treinar no Parque São Jorge.

Treinar.

Não jogar.

Na apresentação do novo ônibus corintiano, lhe perguntaram de Felipe.

E ele revelou que pede a Deus que surja uma equipe disposta a pagar por ele.

O quadro é constrangedor.

Marketing por marketing, o Flamengo chegou a pensar nele.

Só que o goleiro já havia feito sete partidas e não pode atuar por nenhuma equipe da Série A.

Algumas equipes da série B já o sondaram.

Mas o goleiro que se acha com nível para a Seleção Brasileira não aceita.

Ele já tem 26 anos.

Não há o menor clima para que ele fique no Parque São Jorge.

As torcidas uniformizadas o detestam por haver abandonado o clube.

Esse desgaste é desnecessário.

Ruim para todos.

Felipe merece seguir sua carreira.

E Andres, se puder, esquecer que um dia foi buscar o goleiro no Bragantino.

E o apresentou como o melhor do país...

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O Corinthians nem deveria ter contratado Felipe…

 

reuters O Corinthians nem deveria ter contratado Felipe...

Sempre fui um grande crítico de Felipe.

Do goleiro.

Não do homem, que não conheço e nem pretendo.

Do potencial do jogador que foi superestimado por atuar no Corinthians.

Inseguro nos cruzamentos, nervoso em decisões, capaz de falhas imperdoáveis.

Pontes teatrais em bolas que poderiam ser defendidas em pé.

Goleiro com três rebaixamentos nas costas.

Considero que um clube tão significativo como o Corinthians deveria ter um camisa 1 muit0 melhor.

Além de várias falhas dentro do campo, fora dele, vários equívocos.

Seus erros começaram  quando exigiu que fosse cumprida a promessa de aumento em janeiro de 2008.

Como exigir ganhar mais se o Corinthians foi rebaixado em 2007?

Faltou visão, humildade.

O episódio Fluminense já tinha abalado ainda mais a frágil relação que tinha com a diretoria.

Abandonar os companheiros dizendo já estar negociado com o Genoa foi uma infantilidade imperdoável.

Ainda mais porque a transação não havia sido concluída.

Andrés Sanchez ficou histérico na África do Sul.

E jurou que ele não jogaria mais no Corinthians.

A negociação com o Genoa não deu certo.

Felipe ficou sem o menor ambiente para continuar no clube.

Andres já contratou logo Bobadilha.

A partir daí, começa o erro corintiano.

Se Felipe e seus empresários forçaram a barra, desrespeitaram o clube, não há porque imitá-los.

Fazer o goleiro treinar separado é apenas uma forma de humilhá-lo.

Se Andrés não o quer mais, que o negocie.

A relação tem de ser adulta, profissional.

Esta exposição toda, esse desgaste do goleiro não leva a nada.

Se ele não pode jogar por outra equipe na Série A, que o venda para um time da Série B.

Ou que os dirigentes conversem com ele e procurem uma equipe menor do Exterior.

Quando percebeu que o exílio seria prolongado, ele procurou o Sindicato dos Atletas.

Está tentando se livrar do Corinthians.

Não errado.

Os dirigentes ficaram apavorados percebendo que há chances dele ir embora sem render dinheiro algum.

Nesta supervalorização de Felipe, havia a certeza da diretoria de conseguir boa proposta por ele.

Depois de ontem, a venda para quem quer que seja será agilizada.

Desta vez Felipe está certo.

Ficar no exílio dentro do próprio clube é crueldade desnecessária.

Pura vingança.

Bobagem, sadismo.

A melhor coisa que os dirigentes devem e vão fazer será vendê-lo.

E corrigir um grande erro.

Há propostas de clubes da Série B pelo jogador.

Seria a solução ideal.

Felipe não deveria nem ter sido contratado por um clube tão forte como o Corinthians...

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Se fala, e muito, em Bruno do Flamengo. Na semifinal da Copa do Mundo, em plena África…

medo Se fala, e muito, em Bruno do Flamengo. Na semifinal da Copa do Mundo, em plena África...

Durban...

Daqui a pouco, Alemanha e Espanha entrarão aqui, no gramado do Moses Mahbida, estádio lindíssimo.

Será a semifinal que decidirá o adversário da Holanda, na final da Copa de 2010.

Há mais de dois mil jornalistas espalhados por aqui.

Mas o interesse dos frequentadores da torre de Babel quando encontram um brasileiro têm uma pergunta pronta.

Não quem será o novo treinador brasileiro.

Ou o que aconteceu com Kaká durante o Mundial.

A questão é: "Quem é o goleiro brasileiro acusado de assassinato?'

Com a rapidez da Internet, a terrível história ganhou o mundo.

Está nos noticiários africanos.

E com detalhes mórbidos.

A vida de Eliza

Tudo sobre o primo de 17 anos.

Macarrão.

A notícia que a mulher de Bruno foi detida transmitida pelas rádios.

Em inglês e até em zulu.

E a Polícia Militar procurando o goleiro do Flamengo.

A presidente/vereadora Patricia Amorim promete divulgar uma nota oficial ainda hoje.

Demorou.

A situação terrível expõe um jogador como nunca aconteceu na história.

Não sei o que explicar.

Não quero falar que li sobre o primo haver dado uma forte coronhada na cabeça de Eliza.

E nem sobre uma das versões mais sombrias: a que teria cortado o corpo dela em pedaços e dado a cachorros.

Torço para ser devaneio, fantasia, loucura.

Vídeos de Eliza antecipando o seu sumiço circulam no Youtube e são apresentados na tevê africana.

O goleiro do Flamengo garantindo que ainda iria rir da situação.

Tudo é terrível, absurdo.

Mais um escândalo na história do Brasil.

Quando me pressionam para explicar o que aconteceu, disfarço.

"Não sei quem é Bruno..."

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As lágrimas e a confissão de Julio César. O melhor goleiro do mundo…

544s As lágrimas e a confissão de Julio César. O melhor goleiro do mundo...

Port Elizabeth...

O melhor goleiro mundo chorou.

Toda a prepotência e má vontade que mostrou durante toda a Copa do Mundo acabaram.

Nem parecia o jogador que dava entrevistas por ordens superiores.

E as obedecia porque tinha juízo.

Se dependesse dele, teria passado o Mundial calado.

Mas hoje quis falar.

Julio César fez uma via crucis na enorme zona mista daqui do estádio Nelson Mandela Bay.

Deu explicações por mais de uma hora.

Falou, se explicou, pediu desculpas.

E assumiu: falhou no gol de empate da Seleção Holandesa.

Foi incapaz também de avisar sobre o que batizou de 'jogadinha', que deu a vitória para os europeus na cabeçada do nanico Sneidjer.

"Eu tenho de admitir: falhei.

Peço desculpas.

No jogo que não poderia, não fui o goleiro que o Brasil precisava.

No primeiro gol, a bola era mais minha do que do Felipe Melo.

Eu errei.

Não saí forte como poderia.

Como deveria.

E no segundo, triste ver aquela jogadinha manjadar dar certo.

Cobrar escanteio no primeiro pau para outro jogador cabecear é velho demais.

Eu lamento muito não ter sido o goleiro que todos esperavam que eu fosse.

Ainda mais neste jogo que custou a eliminação do Brasil.

Eu estou abalado demais."

A derrota quebrou a sequência maravilhosa de vitórias que Julio César teve na Inter de Milão.

Nesta temporada ganhou o Campeonato Italiano, a Copa da Itália e a Champions League.

Apostava que depois da vitória brasileira na Copa América, na Copa das Confederações, viria a conquista do Mundial.

"Nós trabalhamos muito por isso.

Dunga conseguiu montar um grupo sensacional.

Não merecíamos cair agora.

Não estávamos preparados para cair.

Tínhamos convicção que fazíamos tudo certo.

Todos se doaram ao máximo.

Mas falhas fizeram com que o Brasil fosse eliminado.

Lamento muito que eu seja um dos grandes responsáveis por essas falhas.

Não vou fugir da minha responsabilidade.

Por isso chorei tanto."

Julio César chegou ao Mundial cotado para ser um dos atletas que brigaria pelo prêmio de melhor jogador da Copa.

Sai pela porta dos fundos.

Com uma contusão na coluna que ninguém sabe precisar qual a gravidade.

O colete protetor não é apenas para ele se sentir mais seguro.

É porque ele sente dor, mesmo.

Talvez não tanto quanto a da eliminação brasileira.

Julio César sabe que acabou hoje uma fase triste da Seleção Brasileira.

A fase das mentiras, das informações sigilosas...

Tantos segredos para quê?

Lágrimas de derrotados não interessam...

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