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CBF nega: a visita a Lula antes da África não ajudará Dilma…

gv CBF nega: a visita a Lula antes da África não ajudará Dilma...

Fernando Henrique Cardoso é o grande escudo para a seleção brasileira visitar o presidente Lula antes de ir para a África.

O encontro acontecerá no dia 26, quarta-feira, em Brasília.

A CBF se defende da acusação de que a visita servirá para ajudar a candidatura Dilma Rousseff à presidência.

E o próprio Partido dos Trabalhadores.

"A situação é bem clara.

Vamos fazer essa visita porque é assim que a CBF age há tempos.

Quer o melhor exemplo?

Quem foi o presidente que menos acreditou na seleção brasileira?

Falava mal do time?

Era o presidente Fernando Henrique Cardoso.

E não fomos visitá-los quando ganhamos a Copa em 2002?

A seleção brasileira irá visitar o Lula. Se a Dilma estiver lá, tudo bem.

Não acreditamos que isso vá reverter votos para ela.

E também não é culpa da CBF se a Copa é disputada em ano eleitoral? Ou é?", diz, irritado, o assessor de imprensa da CBF, Rodrigo Paiva.

Ele completa e até ironiza que o PSDB de Serra pode lucrar com a visita.

"Seguindo essa linha de pensamento de muitos, se a Seleção perder a Copa da África, o lucro é todo do Serra."

A CBF alega que a visita no dia da viagem não atrapalhará a logística e nem será mais um desgaste para os jogadores.

"Nós vamos sair de Curitiba e o avião precisaria ser reabastecido até chegar na África.

Então vamos aproveitar seu reabastecimento para visitar o presidente. Se não seria mais fácil ele estar no aeroporto?

Isso não vai acontecer.

Vamos até o Palácio do Planalto. Sem problemas. Ninguém na CBF vê problema algum nessa visita de cortesia ao nosso presidente."

A previsão é que o encontro gaste entre duas e três horas.

Mas se passar disso, como deve acontecer, não haverá reclamações.

A Seleção Brasileira está tendo problemas em outra área.

Dunga quer os dois amistosos antes do início da Copa do Mundo.

Só que não está sendo tão fácil encontrar adversários.

Para não atrapalhar os treinamentos brasileiros, os jogos precisam acontecer na África do Sul.

Ele não quer deslocar o grupo com dois jogos em outro país do Continente Africano. Deseja em locais mais próximos possíveis.

Os contatos continuam truncados.

Os jogos devem acontecer de qualquer maneira.

Se não houver a possibilidade de duas seleções, Dunga aceita até dois jogos-treinos contra clubes.

Ele quer é testar o time pouco antes do início do Mundial.

Por que esses dois amistosos não estão arrumados há mais tempo?

Mistério absoluto e incompreensível.

Com a palavra o coordenador Américo Faria.

Finalmente neste domingo, a seleção poderá ser vista.

Terminaram ontem os exames médicos.

Não há perspectiva de qualquer problema com os jogadores.

Kaká e Luís Fabiano continuam fazendo tratamento intensivo para se livrarem de 'desconforto muscular' nas coxas.

A seleção permitirá que os exercícios físicos dos atletas sejam filmados, fotografados.

Os cerca de 250 jornalistas que estão aqui em Curitiba reclamavam da falta total de contato com o time brasileiro.

Tudo se restringia às entrevistas coletivas.

Pelo menos o time todo poderá ser visto.

Gilberto Silva e Kléberson deverão ser os atletas que falarão com os jornalistas hoje.

Lúcio, Maicon e Júlio César, que foram campeões da Liga dos Campeões poderão se poupar da viagem até o Brasil.

E encontrar a delegação na África.

A confirmação deverá acontecer apenas hoje.

Parece que Dunga se mostra um pouco mais maleável.

Um pouco...

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Como instigar a imprensa brasileira contra a Seleção. Lição número um…

231j Como instigar a imprensa brasileira contra a Seleção. Lição número um...

O Centro de Treinamento do Caju é afastado do centro de Curitiba.

São 50 minutos de carro.

A Polícia Militar cercou o local e só permite a entrada de jornalistas.

Não há ambulantes, vendedores de nada.

A CBF anunciou hoje que haveria uma coletiva.

Não disse com quem.

Estava marcada para as 13 horas.

Choveu e fez frio no Paraná.

Mais de cem jornalistas do país inteiro estão aqui para cobrir a seleção.

Já havia repórteres por volta de sete horas da manhã em frente ao CT.

Perto das 11 horas o movimento já era frenético.

A garoa e o frio deixavam o ambiente congelante, insuportável.

Mas a CBF foi inclemente.

Deixou toda a imprensa na rua, já que a entrada no CT estava proibida.

O Caju é enorme, gigantesco.

Não haveria maior dificuldade em deixar os jornalistas entrarem para o toldo onde foi feita a coletiva.

Os alojamentos da seleção ficam a quilômetros de distância.

Só que a opção foi tratar da pior maneira possível a imprensa.

Às 13 horas, os jornalistas tiveram de fazer uma fila imensa para pegarem suas credenciais.

Mais chuva e frio.

Depois que todos entraram, a notícia: a coletiva estava adiada por duas horas.

Iria começar às 15 horas.

Não havia sequer água para beber.

Muita reclamação dos repórteres pela falta de planejamento, consideração.

Todos sabem que Dunga não gosta do contato com a imprensa.

Ainda é ressentido por ter sido apontado como símbolo do fracasso em 1990, o time de Lazaroni virou a 'era Dunga'.

Jornalistas do Brasil todo sentiram um clima de vingança, revanche, vontade de humilhar por parte de quem comanda a seleção.

Expostos àquele vexame, logo no primeiro dia houve um clima de revolta, raiva.

"O teto estava fechado em Porto Alegre.

Por isso, o Dunga atrasou e a nossa programação mudou", disse o assessor Rodrigo Paiva.

O clima de decepção só cresceria quando foram anunciados os entrevistados.

O preparador físico Paulo Paixão e o médico Runco.

Tudo ficou pior porque se tinha a certeza de que Dunga falaria.

Muitos jornalistas desistiram não só de fazer perguntas, como anotar o que a dupla falava.

Pouca coisa importante, a não ser a certeza de que Kaká e Luís Fabiano estão recuperados.

O que já se sabia.

Não houve bom humor que resistisse à situação bizarra de não haver um banheiro para a imprensa.

E os jornalistas passaram horas para falar com Paixão e Runco.

Depois da rápida entrevista, os dois foram embora.

Acabaram as notícias da seleção na sexta-feira.

Na saída do CT, um bar mostrava um aviso: apoio à imprensa.

Lá eram distribuídos cachorro quente, pão de queijo e guaraná.

Dunga e a CBF precisam saber que a imprensa quer outra coisa: respeito e informação.

Para depois não reclamar da cobertura ácida que o Brasil terá na África...

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Exclusivo. “A pubalgia foi embora. Vou disputar a Copa”. Kaká…

DSC00167 768x1024 Exclusivo. A pubalgia foi embora. Vou disputar a Copa. Kaká...

Foto: Cosme Rímoli/R7.com

"Vou jogar a Copa.

A pubalgia foi embora.

O desconforto que sentia na coxa está indo embora.

Está tudo bem."

As palavras são de Kaká.

Por coincidência, o blog viajou de São Paulo a Curitiba com Kaká.

Ele chegou há pouco ao Paraná para a apresentação da seleção que vai disputar a Copa.

A apresentação está marcada para amanhã, mas como está fazendo tratamento intensivo para se recuperar do estiramento na coxa esquerda, quis ganhar tempo.

Kaká foi orientado a não dar entrevistas pela assessoria da CBF.

Mas o fisioterapeuta da seleção, ao lado de Kaká no voo, deu uma entrevista exclusiva ao blog.

A pose com os dois dando sinal de positivo, no avião, não foi à toa.

Representa a recuperação do jogador que Dunga quer ver liderando a seleção na África do Sul.

E tranquilizou quem espera ver Kaká e Luís Fabiano na África do Sul.

Rosan, vamos começar pelo Kaká. Há muita gente dizendo que ele está com um grave problema de pubalgia. A imprensa espanhola sugere até que pode estar escondendo os sintomas, esperando uma ajuda divina, já que é muito religioso.

Bom você perguntar isso.

O Kaká teve problema de pubalgia.

E demorou para ser curado porque na Europa se trabalha de maneira diferente do Brasil.

Lá se trata de segunda a sexta e dão folga aos jogadores no final de semana.

O Kaká demorou para se recuperar por isso.

Foi um tratamento que foi longo demais, quando não precisava.

Mas está inteiro.

Ele está com um desconforto na perna esquerda por sobrecarga de treinamento.

Como assim?

Ele ficou parado cerca de 45 dias para se livrar da pubalgia.

Ao voltar aos treinos, houve uma sobrecarga de trabalho.

Treinou muito e acabou sentindo a coxa esquerda.

Essa reação do organismo é normal.

Estamos fazendo um tratamento mais do que intensivo.

Ele foi ao Reffis do São Paulo e trabalhamos de manhã, de tarde e de noite.

E o Kaká fez questão de vir um dia antes da apresentação só para se tratar aqui em Curitiba.

Ficaremos até a madrugada, o tempo que for.

O que nós queremos é que treine junto com os demais jogadores na África.

Ficaremos tratando como ele precisa.

Eu quero voltar a falar na pubalgia. Por que a imprensa espanhola insiste tanto que o problema dele é grave e que terá de se tratar a vida inteira se não operar?

Olha, Cosme, você tem de perguntar aos jornalistas espanhóis.

Eu sou o fisioterauta e sei o que estou falando.

A pubalgia não existe mais.

E vou dizer outra coisa, não há a menor possibilidade de alguém simular estar recuperado da pubalgia.

Não existe esta história.

Quem tem pubalgia não consegue jogar futebol.

O Kaká teve o problema, se tratou e está recuperado.

Vai jogar a Copa sem problemas?

Qualquer jogador está sujeito a lesões.

Mas o Kaká entrará para o Mundial muito bem fisicamente.

Não há motivo para preocupação.

E em relação ao Luís Fabiano?

Ele também teve um desgaste de final de temporada.

Está com um problema muscular leve na perna esquerda.

Já começamos o tratamento intensivo no Reffis do São Paulo.

A recuperação foi muito boa.

Deveremos continuar tratando em Curitiba e tudo bem.

Ele só não veio comigo e com o Kaká hoje porque foi ver a família em Campinas.

A situação dele não é grave, tanto que permitiu ficar hoje com os familiares.

Se fosse grave ele não seria liberado.

Então você está dizendo que o Kaká é mais grave?

De novo?

Já disse que não é grave.

O Kaká resolveu vir porque ele já ficou com sua família.

Ele é assim mesmo.

Ficou livre e resolveu antecipar sua apresentação.

Tanto ele como o Luís Fabiano estão certos.

Pode escrever que os dois estão bem e vão jogar a Copa.

Rosan, se o tratamento médico esportivo no Brasil é tão melhor do que na Espanha, porque vocês não vão trabalhar lá?

Convite não falta.

Só que vou falar a verdade.

Os europeus não valorizam o trabalho médico nos clubes.

Eu ganho mais aqui no São Paulo do que se fosse trabalhar em qualquer equipe da Europa...

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Fábio Koff derrotou Kléber Leite e a CBF. E agora?

fabinho1 Fábio Koff derrotou Kléber Leite e a CBF. E agora?

Fábio Koff acaba de ser reeleito como presidente do Clube dos 13.

Desde 1996 ele comanda a entidade.

Nunca teve adversário forte, de verdade.

Acaba de vencer Kléber Leite.

Na verdade, Ricardo Teixeira e a CBF.

A disputa com Kléber Leite e os oito votos contrários que tomou serviram para acordar Koff.

Ele venceu com 12 clubes o apoiando.

Agora chegou a vez de Koff ser realmente cobrado.

Sua maior promessa é a formação de uma liga de clubes que organize seus próprios campeonatos.

Não só no Brasil, como na América do Sul.

A Liga das Américas.

E enfrentar de uma só vez a CBF e a Confederação Sul-Americana de Futebol.

E, como parte do Leão, ela venderia sozinha o direito de transmissão dos jogos pela tevê.

O contrato com a TV Globo vai até 2012.

Atualmente, rende cerca de R$ 1,6 bilhão aos clubes.

Pressionado pelos dirigentes, Koff promete conseguir pelo menos o dobro na renovação.

A TV Globo tem a prioridade.

Mas, o dirigente promete que, desta vez, a disputa será aberta, com os valores sendo divulgados.

Se a TV Record entrar para valer na busca da transmissão, a Globo terá de pagar mais para continuar com o futebol no país.

Koff também quer o controle da transmissão da Copa do Brasil, que hoje é da CBF.

Há a possibilidade de ser vendida separadamente.

Ou seja: a Globo continuar com o Campeonato Brasileiro e a Record ou outra emissora ficar com a Copa do Brasil.

Ou até a Globo manter as duas competições, desde que pague mais do que as concorrentes.

E ao Clube dos 13...

O presidente promete enfrentar a CBF de frente.

E para isso quer o total apoio dos clubes da Série B.

Vários dirigentes ainda estão indignados com a extinção da FBA (entidade que adminstrava a Série B) por parte da CBF.

E Koff prometeu também a renegociação do contrato atual da Série B.

Clubes como a Portuguesa, Bahia e Sport têm cotas de R$ 50 mil.

Ricardo Teixeira nunca comprou uma briga tão aberta com Koff como nessa eleição.

Deu todo o apoio possível a Kléber Leite.

E perdeu.

Mas haverá mais sequelas desta vitória de Koff.

Goiás, C0ritiba e Botafogo se juntaram a Kléber de última hora e o presidente gaúcho considerou uma traição a postura dos presidentes destes clubes.

Márcio Braga não vai perdoar Patricia Amorim por ter mantido seu voto a Koff.

Juvenal Juvêncio promete fazer festa por ter vencido Teixeira.

Koff promete que, daqui para a frente, o presidente só poderá ser reeleito uma vez.

Nos bastidores se comenta que ele foi uma raposa, antecipando o pleito.

Anteriormente estava marcado para novembro.

Mas quando soube que Kléber seria candidato, fez com que a eleição acontecesse em abril.

Só para não dar tempo ao rival buscar apoio de outros clubes.

Mas a disputa acabou por rachar a harmonia na entidade.

E o confronto está escancarado com a CBF.

Esse triênio 2011 até 2013 promete trazer imensas novidades no cenário do futebol brasileiro...

(Em tempo. Quem votou em quem?

Flamengo, São Paulo, Palmeiras, Fluminense, Atlético-MG, Atlético-PR, Sport, Grêmio, Internacional, Guarani, Bahia e Portuguesa em Koff.

Em Kléber Leite: Corinthians, Santos, Cruzeiro, Botafogo, Goiás, Vitória, Vasco e Coritiba.)

Quem ainda acredita em Robinho? Aquele que seria o melhor do mundo?

MALABARISTA cosme Quem ainda acredita em Robinho? Aquele que seria o melhor do mundo?

Robinho.

Desde que optou pelo dinheiro do Manchester City, sua carreira deu um enorme salto para trás.

Ele  jurou que seria melhor jogador do mundo, quando trocou o Santos pelo Real Madrid.

Mas descobriu que a vida está longe de ser uma grande brincadeira.

Pelo contrário.

Se isolou entre os galácticos.

Acreditou que iria ser mimado como na Vila Belmiro.

Os espanhóis se cansaram logo dele.

Ninguém chorou, fez passeata quando decidiu ir para o City.

A cúpula do Real Madrid venceu ao desviar o seu destino do Chelsea para o fraco City.

Com raiva do desfecho do negócio, ele descontou em seu empresário, Vagner Ribeiro.

E o demitiu.

A partir daí, sua rotina tem sido triste.

Péssimas partidas pelo City e a sobrevivência contestada no Brasil de Dunga.

O treinador de Ricardo Teixeira lhe deve amor eterno.

Robinho o apoiou de forma explícita quando Dunga estava sendo mais atacado do que o vírus da gripe suína.

E acertou na mosca.

O treinador é mais do que fiel.

Por conta dessa fidelidade, Robinho já está no Mundial da África.

Mas está muito infeliz no clube.

Robinho está implorando, quase de joelhos, para que os ingleses aceitem uma proposta do Barcelona.

Os dirigentes dizem em público que a proposta faz parte do passado.

Só que Robinho acaba de confirmar a amigos no Brasil, que só depende dele convencer os donos do City.

A insistência teve reflexo.

É mero reserva em um plantel fraco.

A outra estrela do elenco, Carlitos Teves, se cansou de apoiar o brasileiro.

Seu empresário, sim ele, o velho Kia Joorabchian, recomendou que deixasse Robinho resolver sua vida  sozinho.

Em um momento de desespero, o atacante brasileiro chegou até a pensar em atuar até a Copa no Santos, mas foi dissuadido da idéia.

Além de rasgar dinheiro, a troca do comando, a ausência de Marcelo Teixeira o desestimulou.

Robinho está bem longe de ser tonto.

Sabe que se meteu em uma enrascada.

E está sendo ridicularizado.

Franz Beckenbauer o atacou de graça.

O chamou de "jogador de circo", um mero malabarista.

Robinho sentiu o golpe.

Mas se calou.

Sua ansiedade é para se livrar do City e jogar no Barcelona.

E aí dar a resposta ao mundo.

Robinho é um dos jogadores mais desacreditado do planeta.

Só ele e Dunga fingem estar tudo normal...

Vossa majestade…Paulo Roberto Falcão…

coroa Vossa majestade...Paulo Roberto Falcão...

Paulo Roberto Falcão.

56 anos.

Um dos principais responsáveis na quebra do eixo Rio-São Paulo.

O País teve de se dobrar aos gaúchos do Internacional.

"O maestro, o cérebro, o arquiteto.

Somando tudo isso não é suficiente para resumir o que foi Falcão para o Inter.

Para a Roma. Para a Seleção Brasileira.

Ele foi brilhante. Brilhante.

Um dos maiores jogadores não só do Inter, mas do Brasil em todos os tempos", resume o seu ex-treinador Rubens Minelli.

"Foi um privilégio ter atuado com ele na Seleção." Zico.

"Um dos caras mais inteligentes e talentosos que o futebol criou." Sócrates.

"Ele foi homem para apostar em mim na Seleção. Quando todos duvidavam." Cafu.

As citações a Falcão se sucedem.

Sempre há alguém no futebol disposto a um elogio, a uma reverência.

Todos sabem que ele é muito mais do que o excelente comentarista da TV Globo.

Do que o surpreendente colunista da Zero Hora.

O que ele representa vai muito mais além.

Falcão está lançando o livro "O time que nunca perdeu".

Ele dá a sua visão e entrevistou os companheiros de time que fizeram o Internacional  campeão brasileiro invicto em 1979.

É até hoje a única equipe da história que conseguiu vencer o Brasileiro sem uma derrota.

Em cinco dias já foram vendidos três mil exemplares, resultado excelente.

Mal foi lançado, o livro já está na segunda edição.

A escalação da equipe conseguiu a façanha na final contra o Vasco.

 Benítez, João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro; Batista, Falcão e Jair; Valdomiro (Chico Spina), Bira e Mário Sérgio.

O técnico foi Ênio Andrade.

Mas foi impossível falar com Falcão e não comentar sobre outros assuntos.

Copa de 1982, a passagem como treinador da Seleção Brasileira, Dunga,  Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, a preocupação com a Seleçao Inglesa na Copa da África e a possibilidade de voltar a trabalhar como técnico.

A conversa com Falcão poderia durar horas, dias.

Fica claro que ele tem a obrigação de lançar uma biografia e repartir tudo o que viveu e o muito que sabe sobre futebol.

Falcão: fale sobre o livro que você acaba de lançar....

Foi uma coisa que me deu muito prazer fazer. Este ano completa 30 anos de um feito difícil de outra equipe alcançar. Ser campeã brasileira invicta. Conseguimos formar um time maravilhoso, comandado com todo o talento por Ênio Andrade. Foi um feito. Jogamos 23 partidas. Vencemos 16 e empatamos sete. Foi uma equipe experiente, competitiva mas que tinha muita técnica. Eu fiz questão de falar com todos os jogadores que participaram da campanha. Eles estão espalhados pelo mundo. Estou bastante satisfeito com a qualidade do trabalho.  E o nome do livro corresponde exatamente à verdade: "O time que nunca perdeu". Essa equpe nunca perdeu. Assim que acabou o Brasileiro vários atletas saíram. Esse time ficou para a história.

Qual o segredo deste time?

Foi um encontro de talentos. Nós conseguimos ter peças fortes em todos os setores. Mas, sem falsa modéstia, o nosso meio de campo era bom demais. Éramos eu, o Batista, o Jair e o Mário Sérgio, que nos ajudava. Nossa proposta de jogo era corajosa. O time tinha personalidade também. Entrava em campo sabendo que venceria o adversário. Foi uma conjunção de fatores. Deu tudo certo. E o mais impressionante é que o Inter entrava para os seus jogos com a pressão de conseguir o resultado e com todos cobrando a manutenção da invencibilidade. Além do talento, a personalidade do elenco, do Enio Andrade foram fundamentais. Sabíamos que fazíamos história.

E o Brasileiro vivia aquela fase da política: onde a Arena vai mal, um time no Nacional. Foram mais de noventa clubes. Os jogos mais marcantes foram as semifinais contra o Palmeiras? Lembro que o jornal paulista Jornal da Tarde teve a coragem de colocar na sua capa a seguinte provocação no dia do jogo: Falcão ou Mococa (antigo volante do Palmeiras)? Após a vitória do Inter por 3 a 2 e com uma exuberante atuação sua teve de admitir no dia seguinte com outra capa: Falcão, lógico...

Olha, Cosme, tenho de confessar que os jogos contra o Palmeiras foram mesmos inesquecíveis. A nossa vitória no Morumbi foi decisiva. E eu tinha lido o jornal no dia da partida. Me mostraram, talvez querendo me motivar, me deixar nervoso. Mas eu sabia o que nós poderíamos fazer. O adversário era terrível. Era o Palmeiras do Telê Santana, que havia acabado de eliminar o maravilhoso Flamengo de Zico ganhando por 4 a 1 em pleno Maracanã. Sabia da importância daquela partida em São Paulo. Ganhamos por 3 a 2. (De virada. O Inter esteve perdendo por 1 a 0 e 2 a 1. Falcão marcou dois gols e decidiu a partida.) O sentimento era quase de uma final. Depois empatamos em Porto Alegre, olha a força do Palmeiras...E depois confirmamos o título com duas vitórias sobre o Vasco. A nossa campanha foi fantástica. Além de ouvir os meus companheiros de time, faço um pequeno comentário sobre cada jogo. Com histórias de bastidores. Ficou muito gostoso fazer o livro. Essa história precisava ser resgatada.

Falcão: vocês tinham consciência que, com aquele campeonato, estavam rompendo de vez uma velha história? A que o futebol brasileiro se resumia ao eixo Rio-São Paulo?

O Atlético Mineiro já havia vencido o Brasileiro de 1971 e o Inter vencido o de 1975 e 1976.  Mas o bairrismo ainda dominava o comando do futebol brasileiro. Pense bem se tem cabimento o Minelli ganhar dois brasileiros com o Inter e depois vencer com o São Paulo o de 1977 e não ir comandar a Seleção Brasileira? Um tremendo absurdo.  O Inter ganhava tudo e ninguém era chamado para a Seleção Brasileira. Na Copa de 1978 só foi o Batista. Havia vários, não um, nem dois, mas vários jogadores do Inter que deveriam ter sido chamados. Foi uma pena, um desperdício. Uma coisa revoltante. Mas a conquista invicta do Internacional serviu para abalar de vez e mostrar que o Brasil ia muito além de Rio-São Paulo. Minas e Porto Alegre ganharam seus espaços na marra. O que acabou sendo bom para a Seleção Brasileira.

Você foi um injustiçado. Brigou com o falecido Coutinho e não foi para a Copa de 1978. Mas veio a de 1982. Explique mais uma vez, depois de tanto tempo, por que o Brasil perdeu aquela partida para a Itália. Bastava empatar e o time se expôs e foi derrotado por 3 a 2.

Do meu problema com o Coutinho que me tirou da Copa de 1978 não vou falar. Até por respeito a ele que não pode mais se defender. Tudo bem, passou. Falo da Copa de 1982. E sou claro: quem perdeu foi o futebol mundial com a derrota daquela Seleção Brasileira. Sabíamos que estávamos fazendo algo marcante. Se conseguíssemos vencer a Copa da Espanha faríamos com que o futebol privilegiasse mais o talento do que a marcação. Só que fomos derrotados. E quem faz a história são sempre os vencedores, infelizmente. Foi coisa do destino, inexplicável. Sabíamos que éramos melhores. Os italianos, que também tinham um grande time, sabiam da nossa superioridade. Só que não conseguimos vencer naquele dia. Nossa filosofia de jogo era uma declaração de amor ao futebol bem jogado, que privilegiava o talento, o ataque. Repito, Cosme: quem perdeu naquela partida decisiva de Sarriá não foi o Brasil. Foi o futebol mundial.

Você teve uma carreira maravilhosa na Itália. Virou Rei de Roma. Se machucou, teve uma passagem rápida pelo São Paulo. E depois que parou assumiu a Seleção Brasileira. Foi logo depois da Copa de 1990. Por que não deu certo? Disputou apenas alguns amistosos e a Copa América do Chile, em 1991?

Eu acho que dei muito mais do que certo. O que me foi proposto pelo presidente da CBF eu cumpri. Me pediram para não levar os jogadores que foram mal na Copa de 1990. E lançar novos jogadores. Foi assim que fui enfrentar a Copa América. E lancei toda uma geração que conseguiu ganhar a Copa de 1994. Cafu, Márcio Santos, Mauro Silva, Ricardo Rocha, Raí...No elenco só havia jovens jogadores. Fomos segundo colocado. Perdemos para a Argentina que levou seus titulares. E o trabalho não pôde prosseguir. Mas sei que deixei uma base que junto com jogadores mais vividos, experientes ganharam o Mundial de 1994. (Falcão foi proibido pela CBF de convocar os atletas que, além de perder a Copa de 1990, brigaram por premiação. Romário, Dunga, Jorginho, Ricardo Gomes, Müller foram alguns deles. Além disso, Falcão escolheu um assessor de imprensa paulista que, tentando preservá-lo, se indispôs com grande parte da imprensa brasileira. Principalmente a carioca. Elegante, Falcão não toca no assunto.)

E depois da Seleção Brasileira? Por que não continuou como treinador?

Fiz um ótimo trabalho com o América do México. E um também muito bom com a Seleção do Japão. Depois passei a me dedicar mais à minha família. Ainda assumi o Inter, mas peguei o trabalho no meio, o resultado não foi o que queria. E ao mesmo tempo fui me apaixonando pelo que faço. Amo comentar na televisão, escrever sobre futebol, falar na rádio. Me sinto bem demais. Adoro o que faço. Para voltar a treinar só se fosse um convite excelente. Mas para começar um trabalho. Não para pegar no meio. Sei do meu potencial. Posso montar uma boa equipe. Sei como tudo funciona. Só que deixa assim, Cosme. Estou muito feliz como as coisas estão.

Como você explica o sucesso do Dunga na Seleção Brasileira?

O Dunga é uma pessoa muito inteligente e determinada. Ele também sabe como tudo funciona na Seleção Brasileira. É um vencedor. Tem também bastante sensibilidade para formar o grupo com quem trabalha. É fácil perceber a sintonia que há entre todos os membros que comandam a Seleção. E os resultados mostram que ele está certo. Dunga conseguiu montar uma Seleção competitiva, que marca forte e ainda dá espaço para quem tem talento jogar. A força física da Seleção Brasileira também é um fator importantíssimo. Eu acho que o Brasil chegará para a Copa como precisa chegar: sabendo de suas forças e respeitada. O mérito é todo do Dunga, que foi uma surpresa agradável para todos. Não tem como tirar o que ele conseguiu.

Como você analisa o Ronaldo? Há lugar para ele na Seleção Brasileira? Vai disputar a Copa?

Não vai. Infelizmente, não tem condições físicas. Ele é um jogador com um enorme talento. Mesmo fora de forma é capaz de grandes jogadas. Lances geniais. Mas dentro do Brasil. Infelizmente não conseguiu se recuperar para disputar uma competição tão forte, tão exigente como uma Copa do Mundo. Por mais que todos gostem muito do Ronaldo, como eu também gosto, é preciso ser realista. Eu acredito que ele não será convocado pelo Dunga. Não irá para a Copa da África. Acho uma pena. Mas eu estou falando o que sinto.

E o Ronaldinho Gaúcho? O que aconteceu com ele?

Ah...Esse é o grande mistério do futebol mundial. Ele tem um talento absurdo, mas simplesmente ficou três anos sem jogar. Seu futebol sumiu. Eu não tenho explicação. Nunca vi nada parecido. O que me anima é que nos últimos meses parece que o  seu olhar com fome de bola voltou. Ele está se aplicando, tentando as jogadas. Sinceramente, eu tenho esperança que dará tempo. Acredito que ele poderá disputar a Copa da África. Ele tem talento, força física. E, ainda bem, parece motivado. Eu espero que, para o bem do Brasil, ele continue assim até a convocação final. Ele tem condições de se superar e fazer muito bem ao grupo.

Quem será o grande adversário do Brasil na Copa?

Não se pode esquecer dos tradicionais: Itália, Argentina, Alemanha, França. Mas para mim, quem irá surpreender nesta Copa será a Inglaterra. Finalmente conseguiram um treinador com um potencial vencedor. O Fabio Capello ganhou por onde passou. E está trabalhando forte, sem alarde. Com dez reservas em campo deu um trabalho enorme no último amistoso contra o Brasil com seus titulares. A Seleção ganhou po 1 a 0 sofrendo muito. Eu aposto que a Inglaterra será o grande adversário de todos na Copa da África.

Você está empolgado com a Copa de 2014 no Brasil?

Acredito que o Brasil precisava de uma Copa. E principalmente a população precisa das melhorias que um Mundial trará. Mas eu acho que será necessário muito transparência com os gastos. Não pode haver dúvida que o dinheiro será bem investido. A oportunidade é única. A corrupção não pode prevalecer. Aliás, a corrupção não é privilégio brasileiro. No mundo inteiro há problemas. Mas eu desejo do fundo do coração que tudo siga o caminho que o nosso povo merece na Copa de 2014.

Você irá lançar o seu livro em São Paulo, no Rio de Janeiro ou será apenas um evento gaúcho?

Olha, acredito que no início de janeiro devo lançar nas grandes capitais do Brasil. Há vários pedidos para tardes de autógrafos. Estou muito orgulhoso do meu trabalho com o jornalista Nilson Souza de Zero Hora.  Estou vivendo uma fase muito feliz da minha vida...

Mas você está devendo uma biografia. Com detalhes de sua carreira...

Vamos ver...Vamos ver... Um abraço, Cosme...

Juvenal acordou: primeiro ganhar o Brasileiro. Depois garantir o Morumbi na Copa…

stack of money2 Juvenal acordou: primeiro ganhar o Brasileiro. Depois garantir o Morumbi na Copa...

Palavra de ordem do presidente Juvenal Juvêncio: focar a conquista do Brasileiro.

O dirigente resolveu diminuir as várias tratativas com intermediários da CBF e da Fifa para garantir a abertura da Copa de 2014 no Morumbi.

Logo após a vitória diante do Barueri, o dirigente convocou seus colaboradores mais fiéis.

Mandou que acompanhem o mais perto que puderem o trabalho de Ricardo Gomes.

É para providenciar tudo o que o treinador pedir.

Absolutamente tudo.

Hotéis prediletos, concentrações como ele quiser, a autorização de jogadores suspensos viajarem com o grupo.

Juvenal continua pagando mais do que combinou no Brasileiro.

O clube paga um bônus por classificação à Libertadores e tem a premiação acertada pelo título.

Mas o presidente autorizou e as vitórias têm valido dinheiro logo após o jogo.

O dirigente já passou por vários momentos de descrença de conquista neste Brasileiro.

Tanto que ele mesmo já revelou a amigos que está surpreso com a reação do time e a adaptação de Ricardo Gomes.

O dirigente resolveu não polemizar com a alta cúpula do Palmeiras que ‘não engoliu’ o fato de o Barueri haver afastado seus principais jogadores, René e Val Baiano, da partida contra o São Paulo.

Os dois assumiram ter recebido dinheiro do Cruzeiro para derrotar o Flamengo.

E a diretoria do Barueri resolveu, de forma surpreendente, tirar os dois do jogo diante do São Paulo.

O clube foi favorecido, a partida ficou mais fácil.

Dirigentes do Palmeiras estudam fazer um protesto formal à CBF.

Juvenal decidiu fazer pose de paisagem e não se envolver.

Assim como negar as contratações acertadas de Marcelinho e Carlinhos Paraíba.

É para todos fingirem que não sabem nada disso.

Nem da dispensa dos cariocas que não deram certo no clube logo após o fim do Brasileiro.

O importante agora é prometer um ‘dinheirinho’ a mais contra o Vitória.

Há muita confiança de que o Palmeiras irá tropeçar contra o Fluminense e o clube do Morumbi assumir a liderança de vez.

É como se Juvenal tivesse acordado de vez para a grande chance de o time ser tetracampeão brasileiro seguido...

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Exclusivo. CBF muito perto de fechar acordo com Angola

E Lubango ser a cidade onde a Seleção ficará antes da Copa da África.

Angola.

O blog revela com exclusividade detalhes do acordo que está para ser fechado entre a CBF e o governo angolano. A cidade de Lubango tem enormes chances de ser o lugar onde a Seleção Brasileira ficará se preparando para o Mundial.

Ao sul de Angola, a cidade, que se chamava Sá da Bandeira, tem 1.700 metros, é montanhosa, de clima ameno e é habitada de 350 mil pessoas.

A altitude e temperatura são muito próximas do que o Brasil encontrará na África do Sul durante a Copa. É muito mais tranquila do que a capital angolana, Luanda. O ex-jogador da Seleção Brasileira, Ricardo Rocha, acabou de voltar de Lubango e apresentou um relatório animador para o comando da CBF.

Como intermediária do governo angolano e a CBF existe a empresa NKB2. Um dos donos da empresa, Tsambo Makaba, acabou de chegar ao Brasil. De acordo com ele, haverá um encontro decisivo com a cúpula da CBF na sexta-feira.

Depois de certa relutância, aceitou falar com o blog do portal R7.

“Em Lubango não será a bagunça que foi na Suíça. Os brasileiros terão toda a paz para trabalhar. Essa foi a maior exigência da CBF”, antecipa Tsambo.

Ter o Brasil seria a cereja no bolo da Copa da África que Angola vai realizar em janeiro. O governo do país já gastou cerca de US$ 2 bilhões em infraestrutura para garantir a competição.

Por que a CBF escolheu Angola? Como começou o projeto?

Eu estive na CBF meses atrás e levei o projeto do governo angolano. Nós iremos promover a Copa da África em janeiro. Estamos construindo estádios de primeiro mundo no nosso país. O que consideramos ideal para a Seleção Brasileira é o de Lubango. Lá cabem 50 mil pessoas. A infraestrutura é ótima.

Existe um hotel maravilhoso, cinco estrelas, com um ótimo campo de treinamento. Um brasileiro, José Carlos dos Santos, ajudou no projeto.
Foram sete meses construindo tudo que pudesse servir à Copa da África em janeiro e para o Brasil pouco antes do Mundial na África do Sul. Tudo foi levado em consideração. Instalação, campos de treinos, ginásio, estádio e, principalmente, segurança. Nós já sabemos da CBF que eles não querem a bagunça que aconteceu em Weggis, na Suíça.

Mas como vocês vão conter a empolgada população angolana?

Os torcedores angolanos adoram a Seleção Brasileira, mas a segurança será fortíssima. Sabemos que a direção e a Comissão Técnica querem paz para trabalhar e terão.

Se for possível haver um contato com a população ele haverá na hora certa. A torcida angolana não irá atrapalhar os treinos.

Há a garantia das autoridades de segurança de Angola. Podem ficar tranquilos em relação a isso. Sabemos muito bem tudo que deu errado na Suíça antes da Copa de 2006. E faremos o contrário.

Os treinos serão fechados enquanto a Comissão Técnica exigir. Nós queremos que o Brasil se prepare o melhor possível no nosso país, que saia de lá para ganhar o Mundial.

Como estão as negociações?

Muito adiantadas. Acabei de chegar no Brasil para isso. O Ministro de Esportes de Angola, Gonçalves Muandumba, está trabalhando junto ao governo para conseguir a verba exigida pela CBF.

Nós temos uma reunião no Rio de Janeiro marcada para sexta-feira. Pretendemos apresentar a carta de governo angolano confirmando que aceita as exigências da CBF.

Na carta, o governo angolano se compromete oficialmente a cumprir tudo o que foi pedido.

Para o Brasil treinar em Weggis, empresários garantiram que a CBF cobrou cerca de 2 milhões de euros...  Angola tem como pagar tanto?

Olha, os valores eu não vou confirmar. Mas posso dizer que, se fecharmos mesmo em Angola, o período será apenas de uma semana.

Em Weggis o Brasil ficou mais de 15 dias. A Seleção ficará mais tempo no Brasil antes de ir para a África.

Tsambo: Angola tem rivais à altura para ficar com o Brasil antes da Copa?

Olha, Cosme, se existem não sei. O que eu posso garantir é que oferecemos a cidade com cerca de 1.700 metros como a CBF pediu.

Um hotel luxuoso, retirado do centro da cidade e com um campo ótimo de treinamento. Um estádio para 50 mil pessoas completamente novo. Segurança total para a Seleção treinar em paz.

Angola fica pertíssimo da África do Sul. Nosso país fala português e ama os brasileiros. As condições financeiras serão satisfeitas, de acordo com o pedido da CBF. O relacionamento entre os dois governos é ótimo.

Estou muito otimista Acredito que neste final de semana tudo pode ser decidido. E da melhor forma possível.

Exclusivo: CBF fará plano inédito para medalha de ouro em 2016

Recursos e planejamento de Copa do Mundo. E Teixeira poderá ficar até final da Olimpíada

 

1996 gold medal Exclusivo: CBF fará plano inédito para medalha de ouro em 2016 
 
Rio 2016.

Mal saiu a decisão de a Olimpíada acontecer no Brasil, a CBF começou a se agitar. A pedido do presidente Ricardo Teixeira, a entidade está mobilizada.

Será colocado em prática um sigiloso plano: o da conquista da inédita medalha de ouro no futebol. De acordo com Teixeira já disse a amigos, ‘chega de vexames em Olimpíadas’.

Jogando em casa, a Seleção Brasileira fará tudo pela medalha. Será um trabalho inédito, gastando o que for para gastar.

O Brasil tentará, lógico, ganhar a medalha em 2012, em Londres. E será um mero ensaio para 2016. Tudo o que os treinadores sempre reclamaram não faltará.

A Seleção Olímpica será tratada como a principal. Fará várias partidas amistosas, disputará torneios fora e, dentro do Brasil.

A concentração adotada será como se fosse a Copa do Mundo. O trabalho será integrado com a Comissão Técnica principal. Ricardo Teixeira pretendia deixar a CBF após a Copa de 2014.

Com a confirmação do Rio de Janeiro, ele deverá ficar até 2016 na presidência da CBF. Seu sonho será abandonar o cargo com a conquista do Mundial no Brasil.

E, agora, com a medalha olímpica...

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