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Palmeiras e Corinthians. Dois times que não merecem confiança…

Palmeiras x Corinthians Palmeiras e Corinthians. Dois times que não merecem confiança...

Muricy Ramalho foi o único a sorrir em Presidente Prudente.

Ele, mais do que ninguém, sabia que o Palmeiras merecia ter perdido o clássico contra o Corinthians.

O líder parecia o time de Mano Menezes.

Tocou a bola, soube encontrar espaço no meio da defesa palmeirense.

Sem Pierre, Muricy sabe que qualquer time qualificado descobre brechas entre os volantes e zagueiros que Vanderlei Luxemburgo escolheu.

O time verde tem um defeito crônico de marcação.

A expulsão de Marcos e o segundo gol de Ronaldo são inaceitáveis para um líder de Campeonato Brasileiro.

A saída do Palmeiras foi apelar para Figueroa.

Como nos bons tempos de Arce, o lateral conseguiu colocar a bola na cabeça de Danilo e Maurício.

Dois gols manjados, mas que nasceram nos treinamentos de Muricy.

No tricampeonato brasileiro que ele conseguiu para o São Paulo, os gols em cruzamentos foram mais comuns do que suas entrevistas mal humoradas.

Qualquer um dos poucos mais de 18 mil torcedores na escaldante Presidente Prudente sabia desse recurso óbvio do Palmeiras.

Mano Menezes cansou de falar com seus jogadores sobre as cabeçadas.

Mas foi em vão.

Se o Corinthians teve consciência do meio para a frente, a defesa continua confusa, mal orientada por Felipe.

A insegurança em qualquer bola levantada para a área trazia uma enorme insegurança.

Quem acompanha o dia a dia do Corinthians sabe que Felipe é muito falho na saída e transfere a responsabilidade para seus zagueiros.

Por isso a diretoria procura desesperada um goleiro para a Libertadores do centenário.

Toda a festa para Ronaldo e, finalmente, para a boa partida de Defederico deve ser credidata à fraca marcação palmeirense.

Todo o alívio de Muricy Ramalho, que comemorou o ponto que garantiu a liderança a seu time de dez jogadores, deve ser creditado ao calcanhar de Aquiles corintiano: a insegurança de Felipe.

Triste também a falta de coragem de Héber Roberto Lopes.

Ele sabe muito bem que deveria ter dado cartão vermelho a Danilo em uma entrada de vale tudo em Jorge Henrique. O jogo estava 1 a 0 para o Corinthians.

Os dois times seguem seus caminhos sem a confiança necessária.

Restam seis partidas para o Palmeiras tentar ganhar o Brasileiro. A liderança que era absoluta, com cinco pontos de vantagem, foi caindo, caindo, caindo.

Hoje é por causa do saldo de gols.

E o Corinthians terá de melhorar muito para entrar 2010 batendo no peito e assumindo o favoritismo da Libertadores que tanto sonha.

Leia mais:

+ Ronaldo brilha, mas Palmeiras arranca empate em Presidente Prudente neste domingo

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+ Fique de olho na classificação do seu time na Série A do Campeonato Brasileiro

“Se o Fernandinho for para o São Paulo, a Traffic não entra no Cruzeiro.” “O Fred nos interessa. O Kléber vai jogar em 2010 onde for melhor para nós.”

raposa Se o Fernandinho for para o São Paulo, a Traffic não entra no Cruzeiro.” “O Fred nos interessa. O Kléber vai jogar em 2010 onde for melhor para nós.

Zezé Perrella.

Presidente do Cruzeiro.

Há 14 anos a família Perrella domina o clube.

Zezé e Alvimar se alternam no poder.

“Vencemos eleições.

São 500 conselheiros que votam.

Em todas as eleições, o segundo colocado não chegou a ter 10% dos votos.”

Zezé é um ótimo entrevistado.

Não deixa pergunta sem resposta.

E ele falou de forma exclusiva ao blog.

Fez várias revelações.

Deu a palavra que não fará parceria com a Traffic se Fernandinho for para o São Paulo.

Que Fred interessa desde que consiga um parceiro para bancá-lo no Cruzeiro.

Garantiu que o destino de Kléber depende da diretoria cruzeirense e não do jogador.

Explicou porque o Cruzeiro, que também perdeu a Libertadores em casa, não caiu na triste situação do Fluminense, quase rebaixado.

Confirmou que o time foi imaturo na final da Libertadores e deixou o Verón fazer o que quis em campo.

Deu o seu ponto de vista em relação aos motivos que travaram o futebol carioca.

Assume não querer um estádio para o Cruzeiro.

Garante que o Mineirão abrirá a Copa de 2014.

Detonou a Timemania.

E demonstrou seu sonho: acabar com os campeonatos estaduais.

E, lógico, ironizou o Atlético Mineiro.

“Ah, eles estão no jejum de Brasileiros desde 1971 porque sempre tinha muita gente mandando por lá.

No Cruzeiro, não. São poucos quem manda. Por isso ganhamos Libertadores, Brasileiros, Mineiros...”

Presidente, Cruzeiro e Traffic não são duas entidades fortes para não fechar parceria por causa de um jogador?

Cosme, eu vou pela palavra. Não me importa a força da Traffic. Como é que eu vou fechar a parceria se logo no primeiro negócio o acordo não for cumprido? Eles me deram a palavra que o Fernandinho do Barueri jogará no Cruzeiro em 2010. Se isso não acontecer, podem esquecer o Cruzeiro. Estou falando isso publicamente para você. Não se brinca com o Cruzeiro. Não tem essa história dele ir para o São Paulo. Se for, a Traffic que nos esqueça. Simples, assim.

Mas não seria a Traffic que ajudaria a levar o Fred ao Cruzeiro em 2010?

Olha, o Fred é um grande jogador.

E ele nos interessa.

Tanto que nós falamos antes do Fluminense sobre a sua volta para o Brasil.

Só que ele acabou pedindo salários fora da realidade de um clube.

O Fluminense teve de apelar para a Unimed pagar o que ele ganha.

Se houver a possibilidade, gostaríamos de ter o Fred no ano quem por aqui.

Mas precisamos buscar uma parceria para pagá-lo.

Só que eu tenho de lembrar que não existe só a Traffic que pode ser a nossa parceira.

O Cruzeiro não depende e nunca dependerá de uma empresa.

O senhor chegou a uma conclusão em relação ao Kléber? Ele é jogador do Palmeiras em 2010?

Olha, eu me dou muito bem com o Kléber.

Tem jogador do Cruzeiro que nunca me convidou para nada.

Eu fui padrinho do seu casamento.

Nossa relação é melhor do que as pessoas imaginam.

Mas eu sei separar as coisas.

Ele tem contrato com o Cruzeiro.

O destino dele depende muito mais do que decidir a nossa diretoria do que ele.

O que clima ficou ruim, houve um certo desgaste por causa de uma torcida do Cruzeiro. Essa ala ficou revoltada porque ele foi jogar bola com a Mancha Verde. E as duas são rivais.

Ele poderia ter ido jogar com a torcida do Corinthians ou com a do São Paulo que nada aconteceria.

O problema foi jogar na Mancha.

O Kléber é um ótimo atacante e vamos estudar com calma o seu futuro.

E repito: quem vai decidir o seu destino será o Cruzeiro.

Se ele continuar ou sair terá de ser melhor para o meu clube.

Que ninguém duvide disso.

Como é que o Cruzeiro escapou do destino do Fluminense? Deve ter sido um baque terrível perder a Libertadores em casa. Como tudo não desandou?

Olha, nós apelamos para tudo.

Psicóloga, conversas, contratações.

Fizemos tudo para não entrar no estado de espírito do nosso torcedor.

Tem uma hora que é preciso separar o administrador, que sabe que a vida continua, independente do resultado.

E precisamos ser firmes e duros.

Eu reuniu os jogadores e falei, olhando para a cara de cada um, nós somos os segundos melhores da América.

Está doendo perder, mas fomos muito bem.

A vida vai seguir. Tem de seguir.

O time tomou uma chacoalhada, o Adílson fez um grande trabalho.

Jogadores importantes saíram, outros chegaram.

E o Cruzeiro reagiu.

Mas eu vou falar uma coisa.

Quando ganhamos a última Libertadores, o time quase caiu no ano seguinte.

Acho que vencer é até mais difícil do que perder.

O clima de euforia atrapalha mais do que a tristeza.

O senhor já se conformou com a perda da Libertadores para o Estudiantes, em pleno Mineirão?

Conformar, não vou me conformar nunca.

Mas fazendo uma análise fria, vejo que o time foi imaturo.

O Verón fez o que quis em campo. Deu pontapés, intimidou nossos jogadores e até apitou a partida.

Faltou maturidade ao Cruzeiro.

Foi uma lição dura, sofrida, mas importante para o nosso futuro.

Nós vamos voltar a Libertadores.

Quem sabe ainda neste ano.

Os jogadores sabem que existe uma premiação muito boa para se o time chegar de novo até a Libertadores.

Eu acredito porque o nosso time está jogando bem demais.

O Adílson Baptista continuará no Cruzeiro?

Considero o trabalho do Adílson excelente.

Ele ganhou dois Mineiros só perdendo uma partida.

Em um ano nos classificou para a Libertadores.

No segundo, nos levou à final.

O caminho está aberto para ele continuar no Cruzeiro.

Ele é uma pessoa honesta e trabalhadora.

Nós temos uma ótima relação.

O caminho está aberto.

O Adílson conhece o grupo que montou e sabe como tirar o máximo desses jogadores.

Do lado do Cruzeiro existe a vontade de continuar com ele.

O senhor é conhecido como falar o que pensa. Por que os times do Rio estão ficando para trás em relação aos outros?

Por um motivo simples: falta de infraestrutura.

Os dirigentes preferem gastar 5 milhões de dólares em um jogador do que montar um centro de treinamento de verdade.

Isso é um absurdo, nos tempos competitivos que vivemos.

Não há um centro de treinamento completo no Rio de Janeiro.

Também há as várias histórias de gandaias de jogadores, farras, falta de treinamento no período da manhã.

O futebol carioca infelizmente parou no tempo.

Os clubes parecem não perceber o que está acontecendo no resto do Brasil.

É preciso um pouco mais de visão, de trabalho sério.

Eu lamento porque eles estão ficando mesmo para trás e não percebem.

Presidente: e o famoso estádio do Cruzeiro, não vai sair do papel?

Não queremos mais estádio nosso.

Serão investidos R$ 350 milhões para transformar o Mineirão no estádio mais moderno do Brasil.

Vamos gastar tempo e dinheiro para construir um estádio e deixar o Mineirão para o Atlético Mineiro?

De jeito nenhum.

Esse estádio moderno será a casa do cruzeirense e do torcedor do Atlético.

Isso já está decidido.

Assim também como a abertura da Copa de 2010? Será no Mineirão?

Não há a menor dúvida em relação a isso.

Será no Mineirão.

A nossa rede hoteleira será suficiente para o Congresso da Fifa e dos turistas.

Não somos nós que estamos falando mal do Morumbi, somos?

É a Fifa.

Assim sendo, o Mineirão será preparado para a festa de abertura da Copa.

As pessoas podem falar o que quiser, mas o estádio será o Mineirão.

Porque a Timemania fracassou?

A Timemania foi uma loteria criada para melhorar a saúde dos clubes endividados.

Mas foi mal feita, mal lançada.

Ninguém sabe que ela existe.

Os clubes precisam buscar uma solução melhor para ter mais rendimento.

Eu acredito que o primeiro passo seria a união.

Mas isso é impossível no Brasil.

É cada um por si.

O Flamengo e o Corinthians são os primeiros a romper a nossa unidade querendo negociar sozinhos com a tevê.

Como é que o Vasco pode ganhar mais dinheiro que o Cruzeiro, Inter e Grêmio?

E o Inter e o Grêmio votarem a favor dessa divisão?

O futebol brasileiro tem mistérios insolúveis...

Por isso que o senhor vende tantos jogadores? O Cruzeiro todo o ano tem um time diferente... O senhor concorda com o diretor Mário Gobbi do Corinthians? Ele vendeu Douglas, Cristian e André Santos, desmanchou um forte time. Gobbi justificou que ‘futebol é business’.

Vendo porque é a maneira do meu clube sobreviver e ter sempre um time competitivo.

Infelizmente, por enquanto, a saída é essa.

Você pode ter certeza que não tenho prazer nenhum em me desfazer de um grande jogador, desmanchar uma equipe, mas não tem jeito.

Agora, futebol é mesmo ‘business’.

Mas não é business vender os melhores jogadores sem critério.

Não ter outros atletas engatilhados não é bom negócio.

Isso não é ‘business’.

E outra coisa. Se o nosso calendário fosse unificado com o mundo, seria ótimo.

Teria uma equipe em janeiro e só venderia atletas no final do ano.

Mas o Brasil tem um calendário e o mundo outro.

E não adianta nem tentar uma adaptação porque os presidentes de clubes falam uma coisa e votam por outra.

Todos não querem ir contra gente poderosa interessada em manter o calendário desse jeito.

O que o senhor pensa dos estaduais?

São um atraso de vida.

Deveríamos ter um Brasileiro longo.

Quem não estivesse na Primeira Divisão, disputaria, a Segunda, a Terceira, a Quarta.

Agora, clubes grandes jogar para perder dinheiro é um absurdo.

Até o Paulista que é mais competitivo não se sustenta.

Os clubes grandes paulistas perdem dinheiro.

Todos os clubes grandes do Brasil jogam dinheiro fora com os estaduais.

Por que? Ninguém me explica...

Por falar em explicação, por que o senhor nomeou seu filho, Gustavo como vice de futebol do Cruzeiro? Ele será candidato a deputado estadual? Será mais um na família, já que o senhor é? Ele dará continuidade à dinastia Perrella como presidente do Cruzeiro?

Não tenho o que esconder, não.

O Alvimar, meu irmão, disse que está cansado.

Tenho de colocar uma pessoa capacitada e que eu confie muito para trabalhar no futebol.

Quem eu confio mais do que o meu próprio filho?

Meu filho sairá como candidato a deputado, sim.

Está decidido.

Quem quiser votar nele, que vote.

Não há nada desonesto nisso.

Não escondo nada na minha vida.

Tanto não escondo que ele não será tão cedo presidente do Cruzeiro.

Tem só 26 anos.

A presidência vai continuar com quem os conselheiros votarem.

Enquanto votarem em mim, eu fico.

Está muito cedo para o Gustavo...

Por que o líder Palmeiras está em crise…

gol Por que o líder Palmeiras está em crise...

Nada como uma série de três derrotas. Tomar sete gols e não conseguir marcar nenhum. Ainda mais do líder do Campeonato Brasileiro.

E do clube que muitos consideravam campeão há muito tempo. Bastou aproximar a lente de aumento sobre o time. E alguns telefonemas.

Os problemas surgiram. O primeiro deles é Diego Souza. Ele voltou irritadiço da Seleção Brasileira.

Jogou, e bem mal, 45 minutos contra a Bolívia.

E não entrou um minuto diante da Venezuela.

Retornou ao Palmeiras certo que perdeu a chance de ir para a Copa. Perturbado psicologicamente, deixou escapar a frase ‘medo de não ser campeão’, antes mesmo da partida contra o Santo André.

Tenso por já ter ido mal contra o Flamengo e estar ainda pior diante do limitado time do ABC, passou a hostilizar Souza, volante saído das categorias de base.

Vários jogadores não gostaram da atitude. É fácil xingar um jogador saído da base, por que Diego Souza não xingou o pentacampeão Edmílson que errou muito mais do que Souza?

O segundo problema. A herança de Luxemburgo: as fracas contratações para a defesa.

Não foi por acaso que Maurício e Danilo ficaram se ameaçando durante boa parte do jogo em Santo André. Havia o revezamento de falhas e de palavrões.

“O Palmeiras era um time nervoso. A cada erro, eles ficavam se xingando, discutindo. Isso é bom para quem joga contra”, diz Nunes, que fez os dois gols do Santo André.

Não há boas opções nem para a zaga e nem para as laterais. Os estrangeiros Figueroa e Armero não estão produzindo nada de útil.

Com a contusão de Pierre, não há volante de força e técnica para entrar no seu lugar. Edmílson não tem mais vigor físico para exercer essa função.

Petkovic já fez o que quis com ele. E ontem, o veterano volante deu todo o espaço possível e deixou sem proteção a fraquíssima zaga palmeirense.

O terceiro problema. Vagner Love. Ele já percebeu que não tem a mínima chance de Seleção Brasileira. Também está nervoso, querendo resolver o jogo sozinho.

E não é culpa dele, mas sua contratação aconteceu quando vários outros jogadores haviam pedido aumento para os dirigentes. A diretoria disse não ter dinheiro.

Mas o salário de R$ 350 mil de Love foi amplamente divulgado e irritou importantes jogadores palmeirense. Os comentários que os direitos de imagem voltaram a atrasar crescem a cada dia.

Quarto problema. Muricy Ramalho. Ele deu uma forte bronca no time na terça-feira. Só que além da bronca, o treinador precisa ter outras opções táticas.

Os próprios jogadores palmeirenses acreditam que o time não tem variação. Não há outra maneira de atuar.

Quando o adversário marca bem Diego Souza e Cleiton Xavier, o time apela para os chuveirinhos na área.

É muito pouco para um treinador tão vitorioso e tão caro. A torcida percebeu isso e, pela primeira vez, gritou forte em Santo André o nome de Jorginho.

O agora auxiliar estava fazendo uma campanha irrepreensível quando Muricy foi contratado.

Quinto problema. A instabilidade emocional do time.

Com a palavra, Marcos. “Quanto estávamos ganhando, tínhamos excesso de confiança e perdemos pontos bobos.

Deixamos de fazer gols fáceis e a coisa complicou atrás. Agora que estavamos mal, o time não tem confiança para reagir.”

A diretoria estuda isolar a equipe em uma cidade do Interior e exorcizar seus fantasmas.

É a busca desesperada para tentar salvar o Campeonato Brasileiro, torneio que jogadores, dirigentes e torcedores consideravam ganho há muito tempo.

E estão com a sensação que está escapando, fugindo pelos dedos...

“Que rebaixamento, o quê? O Avaí quer é a Libertadores.” Silas

Hula Que rebaixamento, o quê?  O Avaí quer é a Libertadores. Silas

Somem os salários de Fred, Souza do Corinthians e Obina.

O resultado é igual à toda folha salarial do Avaí, R$ 600 mil mensais.

Ou seja, um mês do que o Corinthians paga a Ronaldo é o equivalente a dois meses e meio do que recebe todo o departamento de futebol avaiano.

Mesmo com o dinheiro curto, de franco favorito ao rebaixamento, o time catarinense se transformou na sensação do Brasileiro.

Presidente, jogadores e torcedores apontam o motivo da metamorfose: Silas.

O treinador de 44 anos quer mais.

Em entrevista exclusiva ao blog, Silas assume: deseja a Libertadores.

Seu time esta a apenas seis pontos do quarto colocado do campeonato.

No mínimo, o técnico exige a Copa Sul-Americana.

Depois dos oito últimos jogos do Brasileiro, momento de definição.

“Eu tenho a proposta do Avaí para continuar.

Aqui eu me sinto em casa.

Há algumas outras possibilidades.

Eu quero crescer na vida, na carreira.

Mas só saio daqui se for para deixar as portas escancaradas para voltar um dia.”

Silas: você foi escolhido pela mídia como o melhor técnico da Série B no ano passado. Há enormes chances de ser escolhido como o melhor da Série A.

Você sabe que não vai continuar no Avaí, não é?

Vamos com calma, Cosme.

Eu sou uma pessoa muito centrada, tenho meus pés no chão.

O meu trabalho no Avaí só deu certo porque as pessoas que comandam e os jogadores acreditaram em mim.

Tive estrutura, foi respeitado o meu planejamento.

Sei que sou a bola da vez.

Não por ser melhor do que ninguém.

O motivo é outro.

Sou novidade.

O mundo do futebol quer saber até onde vai a minha capacidade como treinador.

Só que eu quero pensar no meu futuro e no do Avaí com muita calma.

Quero crescer na carreira, na vida, mas não deixaria nunca o clube na mão.

Eu tenho a proposta para renovar.

Fui sincero.

Só vou decidir quando o Brasileiro acabar.

Antes eu tenho o sonho de brigar pela Libertadores.

Libertadores? Não é irônico? Nas primeiras rodadas você tinha de lutar para sobreviver. O Avaí perdeu vários jogos seguidos e era favorito ao rebaixamento...

Sim. A mídia do Brasil já nos dava como rebaixados.

Nós, o Santo André, o Barueri e o Náutico.

Fomos mal nas primeiras partidas, mas eu tinha a convicção que tudo melhoraria.

Eu sabia do potencial dos meus jogadores.

Tinha a nítida consciência que o nosso potencial não era pior do que muitas equipes.

A pressão foi forte, mas tive apoio de todos aqui em Santa Catarina.

O estado está muito carente de sucesso no futebol.

E fomos fortes para dar a resposta a nós mesmos.

Estamos bem porque o elenco é reduzido, mas tem qualidade.

Você acha que o Brasileiro está equilibrado?

Demais.

Não há uma grande equipe que se destaque.

Há vários ótimos elencos como o do Palmeiras, o São Paulo, o Cruzeiro, o Internacional, o Grêmio, o Atlético Mineiro.

Mas os times estão equiparados.

O sucesso do Avaí está no comprometimento dos jogadores.

E na maneira tática que o time se comporta.

Nós treinamos muito.

Há vários esquemas que podemos montar para enfrentar nossos adversários.

E importantíssimo é o atleta confiar cegamente no que o treinador fala.

Isso eu consegui no Avaí.

Ajuda muito eu ter sido um jogador da elite.

Disputei duas Copas do Mundo.

Muitas vezes eu falei em preleções como poderíamos ganhar ou perder uma partida.

Dependendo de uma jogada, um escanteio mal marcado.

E o que eu falei aconteceu.

Não porque sou mágico, mas porque já passei muitas vezes por situações que eles estão passando agora.

Foi difícil não desistir quando o Avaí estava nas últimas colocações?

Sei que seria muito mais fácil abandonar o clube.

De uma maneira até estranha, eu fui poupado pela torcida, pela imprensa.

Havia a sensação que não estava faltando seriedade e trabalho da minha parte.

E, repito, sabia quem eu tinha nas mãos.

Trabalho há quase dois anos aqui.

Peguei o time na Série B e levei para a Série A.

Depois, conseguimos vencer o Campeonato Catarinense.

Ou seja: conhecia profundamente os meus jogadores e os meus dirigentes.

Não tive medo, não larguei tudo porque acreditava na honestidade e profundidade do nosso trabalho.

Você teve várias propostas para deixar o Avaí durante o Brasileiro. E de clubes mais tradicionais do futebol brasileiro. Por que não foi?

Porque eu tenho caráter, palavra.

Meu contrato vai até o final do ano e vou cumprir.

Podem pensar que perdi oportunidades, mas eu durmo em paz.

Meu pai morreu quando eu tinha 20 anos.

A coisa mais importante que ele me ensinou foi respeitar a própria palavra.

Ser um homem correto, justo.

Eu quero continuar digno até morrer.

Olhando todos nos olhos, com a ajuda de Deus.

Depois que você parou com o futebol começou a trabalhar como empresário. Logo largou. O motivo foi o cenário desonesto?

Eu sou uma pessoa sincera.

Larguei porque senti que não iria me submeter a várias coisas para vencer como empresário.

Não vou entrar em detalhes, mas posso te dizer que não gostei do que vi e ouvi.

Então preferi mudar a minha vida de rumo.

Nós temos consciência e visão para mudar quando as coisas não nos agradam.

Eu não nasci para ser empresário de futebol no Brasil.

Quero falar que não são todas as pessoas que não são corretas.

Mas há várias que fazem o que eu não faria.

Qual o milagre que você com o Marquinhos? Ele era um jogador desacreditado depois de várias passagens frustradas em clubes tradicionais?

Não fiz milagre nenhum.

Quando o Batista saiu do Avaí eu chamei o Marquinhos para uma conversa.

Fui direto. Falei que ele seria o grande líder do meu time e o meu camisa 10.

Disse que daquele momento em diante me representaria em campo.

O Marquinhos só estava precisando de apoio para voltar a ser o grande jogador que sempre foi.

Estou muito satisfeito com ele.

Com o Muriqui.

Enfim, com todos os jogadores.

O comprometimento e a entrega desse elenco são invejáveis.

Eu sou um privilegiado.

Qual foi o treinador que mais o influenciou?

Tive a chance de trabalhar com vários muito importantes.

Mas eu quero falar agora do Antônio Lopes.

Ele faz uma coisa que os melhores técnicos do mundo fazem e ninguém percebe.

Ninguém trabalha tão bem com estatística como ele.

Quando o time que está treinando entra em campo sabe como o adversário joga.

Por onde força as jogadas.

Como faz a maioria dos gols.

Como toma os gols.

Quais jogadores cansam no segundo tempo.

Enfim, detalhes fundamentais.

Ele me passou isso e eu aplico com todo cuidado.

O Antônio Lopes me ensinou que cada adversário é mesmo um adversário diferente.

Por isso passo dias e noites estudando a maneira de anular e ganhar o nosso próximo jogo.

No futebol atual não há mais espaço para improvisos.

No Brasil não há mais Pelé...

Qual será o seu futuro, Silas?

Onde estará em 2010?

Não sei.

Só tenho certeza que farei tudo para levar o Avaí para a Libertadores.

O nosso time lutará demais nestes oito jogos.

É preciso ter objetivo na vida.

Vamos lutar.

E depois do Brasileiro analisar com calma o que será melhor.

Para mim e para o Avaí.

O balanço não está nada mal para quem era favorito ao rebaixamento, não é?

As previsões do Imperador Adriano. E a importância de Andrade no Flamengo…

bola de cristal As previsões do Imperador Adriano. E a importância de Andrade no Flamengo...

Adriano já havia prometido com exclusividade ao blog.

“O Flamengo vai crescer muito nas últimas partidas do Brasileiro.”

Qual o motivo para tanta certeza?

Duas coisas.

A primeira é que o Andrade era o técnico que precisávamos.

Ele entende como as coisas acontecem no Flamengo.

Se ele notar que é possível dar treinamento só à tarde, é o que ele faz.

Quando quer cobrar alguém, trata com respeito, não humilha ninguém.

Nem usa a imprensa para isso.

E a segunda certa, Adriano?

Os pagamentos em dia.

Não adianta.

Se o jogador não tiver a certeza que vai pagar suas contas no final do mês, não vai render.

Não é por mal.

É uma questão de cabeça.

A diretoria nos chamou, deu salários adiantados.

O time tem a certeza que até o final do Brasileiro, tudo vai cair em dia.

Isso é ótimo, dá confiança e alegria ao grupo.

Nosso time é muito bom.

Só que sem dinheiro, não há time bom.

O clima bom realmente prevalece na Gávea.

Petkovic, que comprou a sua volta ao clube, abrindo mão de R$ 8 milhões, já é sondado para renovar além de junho de 2010.

Adriano, Léo Moura, Juan e Zé Roberto voltaram a ser valorizados no mercado.

Patrocinadores já se assanham em direção a Adriano.

Se ele quiser ficar até a Copa de 2010, o Flamengo tem um plano engatilhado com patrocinadores inspirado no que o Corinthians faz com Ronaldo.

Quando Adriano falou ao blog, no final de setembro, ele sonhava baixo.

Com uma vaga para a Libertadores.

Agora, depois da vitória contra o Palmeiras, em pleno Palestra Itália, ele quer mais.

“Acho que dá para buscar o título”, diz.

E há muita gente que concorda com o Imperador.

Mesmo com o clube devendo cerca de R$ 300 milhões...

Carlinhos Bala ou Pelé?

Quem era o Palmeiras?

Quem era o Náutico?

cosmos Carlinhos Bala ou Pelé?

Palmeiras goleado pelo Náutico.

São Paulo perdeu para o Flamengo.

Internacional empatou em casa com o Atlético Paranaense.

Atlético Mineiro foi derrotado diante do Cruzeiro.

O Goiás não conseguiu ir além do 1 a 1 diante do Sport.

Esses são os resultados dos líderes do Brasileiro.

A conclusão é óbvia.

O campeonato nacional nunca esteve tão equilibrado.

E não necessariamente por cima.

O Palmeiras é o líder, tem cinco pontos a mais do que o São Paulo.

Mas sua atuação de hoje contra o Náutico foi surpreendente.

A equipe tinha vários desfalques, mas Muricy colocou o time muito atrás.

O líder parecia o time na zona do rebaixamento.

E o time da zona do rebaixamento parecia o líder.

Se não fosse pelo goleiro Marcos, o Palmeiras teria perdido de 6, 7 a 0.

O Palmeiras estava desfalcado, mas não tinha o direito de forma tão medrosa.

Sem lateral esquerdo, com zagueiros fracos, inseguros, principalmente Marcão.

Carlinhos Bala, com toda a liberdade, parecia Pelé.

O primeiro colocado precisa reagir.

Assim como os outros melhores colocados.

O Palmeiras estará em casa contra o adversário que está no melhor momento no Brasileiro: o Flamengo.

O São Paulo e Atlético Mineiro irão se encarar.

O jogo de sábado servirá para mostrar quem pode sonhar mais.

O Internacional irá ao Rio sentir o desespero do Fluminense.

E o Goiás mostrará o seu verdadeiro potencial nos domínios do surpreendente Avaí.

Ou seja: nada está definido.

Não pela força dos primeiros.

Justamente pela falta de um grande time no Brasileiro de 2009...

Palmeiras e Atlético Mineiro. Os clubes acreditam que perderam pontos ontem para Dunga…

dunga cosme Palmeiras e Atlético Mineiro. Os clubes acreditam que perderam pontos ontem para Dunga...

Dunga.
Treinador da Seleção Brasileira.

Seu nome foi o mais criticado nos vestiários de Palmeiras e Atlético Mineiro. O time de Muricy Ramalho ficou sem o principal jogador do Campeonato Brasileiro: Diego Souza.

Sem ele, o Palmeiras não teve como vencer o Avaí no Palestra Itália. E abrir uma vantagem de sete pontos para o São Paulo.

Silas soube como explorar as bolas paradas e travar o líder do torneio. Após a partida, dirigentes não se conformavam com a convocação de Diego para jogos que não valem nada pelas Eliminatórias, contra Bolívia e Venezuela.

O Brasil já está garantido na Copa do Mundo há muito tempo. Muricy também detestou a convocação de seu meia. O Brasil está mais do que classificado para a Copa.

O Palmeiras não terá o meia na partida importantíssima contra o Náutico, em Pernambuco. Na mesma linha de raciocínio, a diretoria e Celso Roth lamentava por Diego Tardelli.

O Atlético Mineiro sentiu muito a sua falta na derrota para o Botafogo por 3 a 1. A raiva aumenta porque na segunda-feira haverá o clássico contra o Cruzeiro.

Para piorar ainda as coisas, os dirigentes sabem que Tardelli não deverá ser mais chamado. Ele conseguiu ‘se queimar’ ao não passar pelo teste do bafômetro indo para Teresópolis.

Essa atitude o treinador da Seleção Brasileira não perdoa. Dunga virou palavrão tanto em Belo Horizonte como em São Paulo.

Palmeirenses e atleticanos têm certeza que com seus jogadores teriam vencido as partidas de ontem.

Ambos sofrem com a Diegodependência...

“Sou bicampeão do mundo. Com o Boca e com o Inter. Por que não posso ganhar o Brasileiro com o Goiás?”

rodrigo cosme2 224x300 Sou bicampeão do mundo. Com o Boca e com o Inter. Por que não posso ganhar o Brasileiro com o Goiás?

Iarley.

35 anos.

De Quixeramobim para o mundo.

Literalmente.

Ninguém tem o currículo do cearense.

Bicampeão mundial.

Um brasileiro infiltrado no Boca Juniors.

Campeão vestindo a camisa 10 de Maradona.

Com direito a figurar na Galeria de Honra na Bambonera.

Um prazer reservado só aos grandes jogadores da história do Boca.

E bicampeão do planeta, com o Internacional.

Ganhou duas vezes a Libertadores pelo clube argentino e pelo gaúcho.

Para quem conseguiu tanto, fazer do Goiás campeão brasileiro está longe de ser impossível.

O time é terceiro no Brasileiro, com um jogo a menos que o São Paulo, vice.

Se ganhar do Botafogo, assume isolado a segunda colocação.

Em entrevista exclusiva ao blog, Iarley mostra a personalidade forte que o levou tão longe.

Sem rodeios: o Goiás pode ser campeão brasileiro?

Pode e vai brigar como nunca pelo título.

Nós mantivemos a base do ano passado e reforçamos muito o time.

Nenhuma equipe do Brasil tem dois alas como os nossos.

Temos uma zaga segura, um meio de campo inteligente e um ataque fortíssimo.

E além de tudo chegou o Fernandão para dar ainda mais qualidade.

O Hélio dos Anjos também está arrancando o máximo de cada um.

É terrível ganhar do Goiás aqui em Goiânia.

Temos as mesmas chances de Palmeiras, São Paulo, Inter, Atlético Mineiro.

Não duvidem do Goiás.

Você não teme um complô para ajudar os clubes mais tradicionais?

Equipes com um passado vencedor nacionalmente?

Não tenho motivo para acreditar que os juízes irão nos prejudicar.

Jogador que coloca isso na cabeça não sai do lugar na carreira.

Não tem porque pensar que a CBF irá nos atrapalhar.

Se continuarmos a jogar bem, a chance de ser campeão do Brasil depende do Goiás.

E já antecipo, a partida que será chave é contra o Palmeiras.

Se ganharmos, vai ser duro nos segurar.

Iarley, de onde vem tanta confiança?

De acreditar no seu potencial e trabalhar.

Tenho 35 anos, mas ninguém trabalha mais do que eu.

Foi assim que ganhei meu espaço na vida.

Quem fica de braço cruzado, com medo, deixa a oportunidade passar.

Foi assim que fui do Paysandu para o Boca Juniors.

E pensaram que eu iria me intimidar.

Me impus e ganhei tudo que tinha para o Boca ganhar.

Venci o Argentino, a Libertadores e o Mundial.

A pessoa precisa acreditar nela e trabalhar.

Eu sempre soube do que era capaz, não importava o que os outros falassem.

E só eu sei como trabalhei.

(Desde que completou 30 anos, Iarley faz questão de treinar fisicamente nas férias.

Tudo para não chegar abaixo dos companheiros mais jovens.)

Por que você saiu do Boca Juniors?

Porque na Argentina se paga muito mal.

Todos ganham bem menos do que recebemos no Brasil.

Eles me ofereceram um contrato de três anos.

Disse não e fui para o Dorados do México ganhar cinco vezes mais.

É ótimo ser ídolo no Boca Juniors, mas receber pouco, não.

Então eu tratei de ir tratar da minha carreira no México.

Depois voltei para o Internacional.

Ganhava quatro vezes mais do que recebia no Boca.

Você teve uma carreira brilhante no Inter.

Mas a saída foi triste. Você chorou muito...

Chorei porque doeu o que fizeram comigo.

Eu ajudei muito na Libertadores e no Mundial.

Ensinei e valorizei meninos como o Rafael Sóbis, o Pato.

Estava jogando bem.

Mas disseram pelas minhas costas que eu estava velho.

Que eu tirava o espaço dos jovens atacantes que surgiam.

Os dirigentes fizeram um papel muito feio.

Me disseram que eu iria renovar e depois me ofereceram para o Goiás.

Só me chamaram quando haviam fechado o negócio.

Só aceitei porque percebi que não me queriam mais.

Fiquei chocado, chateado pela maneira com que me trataram.

Foi duro.

E eu chorei mesmo.

Fui traído. Fizeram tudo pelas minhas costas.

E como foi recomeçar no Goiás?

Foi ótimo.

Eu tive propostas de clubes de São Paulo e do Rio.

Aceitei o Goiás por causa do Fernandão.

Nós somos muito amigos.

Nós e nossas mulheres.

Além de me convencer, ele convenceu a minha mulher que o melhor seria vir para cá.

E deu tudo certo demais.

Tanto que ele acabou vindo para cá no meio do ano.

Está tudo perfeito.

No final do ano terminará o seu vínculo com o Goiás.

Para onde você vai?

Tem gente que brinca dizendo que eu vou ficar com a faca e dois queijos.

Mas eu não vou fazer leilão por aí.

Há sondagens de clubes de São Paulo e Rio.

Eu quero ficar no Goiás.

Vou tentar fazer um contrato de três anos e encerrar por aqui.

Vai depender da diretoria do Goiás.

Estou feliz demais aqui.

Por que vocês têm problemas com a imprensa goiana?

Eu sou direto e vou falar a verdade.

Apenas um quarto dos jornalistas daqui torcem para o Goiás.

O restante torce para o Vila Nova, para o Atlético Goianiense e para clubes fora daqui.

Foi por isso que criaram essa coisa de ciúme do Fernandão.

Perdemos dois jogos e disseram que o time estava com ciúme dele.

Uma grande bobagem.

A começar por mim que sou um dos seus maiores amigos.

Não dá para não ficar chateado com esse tipo de imprensa.

Mas deixa para lá, o que importa é que ninguém vai apagar essa campanha maravilhosa do Goiás...

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