5 de março | às 16h42

divulgacao934 O triste batismo do presidente Luís Álvaro, o Belluzzo da Baixada Santista...
Ninguém nasce sabendo.

Mesmo se acredite e espalhe que seja assim.

Esse é o caso de Luís Álvaro.

Empresário de sucesso, ele sempre almejou o cargo de presidente santista.

Conseguiu derrotar Marcelo Teixeira, dirigente que parecia que iria se perpetuar na Vila Belmiro.

Como o Belluzzo mais gordo da Baixada Santista, ele foi saudado como alguém que revolucionaria o futebol.

Ganhando de bandeja Neyma e Ganso, ele conseguiu muitos pontos ao segurar o jogador no Brasil.

Se negou a vendê-lo ao Chelsea.

Nessa secura de bons dirigentes foi visto como uma assombração.

Ainda mais porque as pessoas se esqueceram da famosa bolsa de R$ 40 milhões que ele prometeu levar ao clube.

Dinheiro de empresários amigos só para novas contratações.

Os títulos do Paulista e da Copa do Brasil o ungiram.

Parecia ser o dirigente que todo torcedor gostaria de ter no seu clube.

Mas vieram as manhas de Neymar e a primeira grande decepção: a demissão de Dorival Júnior.

A segunda foi a falta de atenção com o operado Ganso, que quase foi parar no Corinthians.

Depois elas não pararam mais.

A contratação sem nexo de Adilson Batista, treinador que ninguém queria na Vila.

Só Luís Álvaro.

As evidências demonstraram seu grande erro.

Inaugurou a estratégia canibal de negociar.

Usou parte dos direitos federativos de Neymar para pagar Elano.

Demitiu Adilson sem estar apalavrado com ninguém.

Em plena Libertadores, o Santo não tem treinador.

Não contente, resolveu aumentar o preço absurdamente dos ingressos.

A arquibancada na Vila Belmiro para a partida contra Cerro Portenho custou R$ 100,00.

Resultado, pouco mais de seis mil torcedores em um jogo tão importante.

Um vexame...

Teve de dar o braço a torcer e o ingresso contra o Deportivo Tachira e Colo Colo custará R$ 50,00.

Luís Álvaro tentou Abel Braga, Dunga, Ney Franco, Paulo Autori.

Ouviu quatro não.

Fez proposta para Levir Culpi no Japão.

Ele tem uma multa de US$ 1 milhão para se livrar.

Luís Álvaro pede desesperado para que resolva a questão.

Não está fácil.

O presidente santista está mais estressado do que nunca.

Ele descobriu que não é tão fácil comandar um clube.

A alegria que estimulava o ego diminuiu

Sumiu.

Luís Álvaro começa a sentir saudades dos tempos das tribunas, sem responsabilidade.

Exatamente como Belluzzo no final do seu comando no Palmeiras.

E de onde jura agora nunca mais sair...

Bastou um mandato.

O presidente santista perdeu a aura.

Não é tão diferenciado quanto todos desejavam que fosse.

Infelizmente.

Típico caso de Procon, propaganda enganosa...

Uma pena para o Santos...

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26 de janeiro | às 11h49

divulgação102 Gastaram mesmo R$ 3 mil com aluguel e ração para um cachorro. As dívidas do Palmeiras são de R$ 160 milhões. Mustafá Contursi..
Sim, o futebol brasileiro se mostrando mais surreal a cada dia...

O que parecia inacreditável continua acontecendo no Palmeiras.

"Nas contas apresentadas pela diretoria que saiu havia sim uma despesa hilária.

Foram gastos R$ 3.000,00 com um cachorro.

Só um...

Esse cão foi alugado para tomar conta dos troféus que o clube ganhou.

Tiveram coragem de apresentar essa conta para o Conselho Fiscal...

Como está acontecendo a reforma do Palmeiras para a construção da Arena, várias partes do clube foram deslocadas.

E os troféus foram mesmo para uma casa na Vila Madalena.

Mas vamos ser justos...

Os R$ 3.000,00 não só do aluguel do cão.

A alegação é que foram gastos também com ração...

Como come esse cachorro, hein?", provoca irônico, o ex-presidente Mustafá Contursi.

O Conselho Fiscal do Palmeiras reprovou as contas do ex-presidente Belluzzo.

"A história do cachorro é hilária, uma piada do que estamos encontrando.

As nossas dívidas devem bater nos R$ 160 milhões.

O dinheiro da televisão, da Adidas, que a nova diretoria teria a receber foi antecipado.

Um absurdo...

O nosso clube foi abaixo, destruído por causa da arena.

Só que por falta de planejamento várias áreas foram espalhadas por São Paulo.

Estamos pagando fortunas em aluguéis.

Um abuso o que fizeram com o dinheiro do Palmeiras.

Não digo que haverá uma caça às bruxas, mas essa irresponsabilidade com o dinheiro do Palmeiras será apurada.

Espero que não encontremos mais cães que comam R$ 3.000,00 de ração", diz Mustafá...

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19 de janeiro | às 13h07

divulgação128 Depois do desperdício e fracassos de Belluzzo, o Palmeiras perto do bom e barato de Tirone e Mustafá Contursi...
A volta da política do 'bom e barato' bem perto de reassumir o Palmeiras.

Depois de dois anos de fracassos, vexames e dívidas de Luiz Gonzaga Belluzzo, hoje acontece a eleição presidencial.

Dívidas fiscais, tributárias e trabalhistas de R$ 130 milhões e mais R$ 60 milhões para a Timemania.

Início das obras de uma arena contestada.

Elenco fraco.

Valdivia, principal jogador, e Felipão não se toleram.

Salários e direitos de imagem atrasados constantemente.

Jogadores se negando a jogar no Palmeiras.

Quem provocou todo esse quadro, Belluzzo, se diz arrependido de haver assumido a presidência.

O clube da colônia italiana de São Paulo passa pela maior crise da sua história.

E tem o seu futuro nas mãos de três homens.

Paulo Nobre representando a situação, Arnaldo Tirone, a oposição.

E Salvador Hugo Palaia representando Salvador Hugo Palaia.

Para não deixar dúvidas de o quantos deuses resolveram castigar o Palmeiras, a eleição dependo do egoísmo de Palaia.

Aos 77 anos, sente que será a última chance de chegar à presidência.

Pensou que iria ter o apoio de Belluzzo.

Só que ele preferiu apostar e dar os seus votos ao piloto de rali, Paulo Nobre.

Palaia, em protesto, resolveu sair candidato e rachar a situação.

Sem os votos do septuagenário, Nobre não tem chance de ser eleito.

Assistindo tudo de camarote está Arnaldo Tirone, candidato de Mustafá Contursi.

Se não houver uma mudança no quadro político do clube, Tirone vence a eleição.

E resgata a política que marcou Mustafá sem a Parmalat: a do 'bom e barato'.

As dívidas que o economista Belluzzo deixa dão respaldo à contenção de despesas no clube.

Não será surpresa se Valdivia for o primeiro a deixar o Palmeiras.

Osório Furlan, vice de Palaia, e principal investidor no jogador ameaça levá-lo ao Fluminense.

Para diminuir a folha salarial, o chileno poderá até embarcar para o Rio.

O apreço por Felipão também não mais existe por parte da bancada de Mustafá.

Principalmente por receber o maior salário de treinador da América Latina.

Foi Belluzzo que fez, a 'loucura', de acordo com a oposição, de aceitar pagar o que Felipão pediu.

Dois anos se um mísero título também está sendo usado contra Paulo Nobre, herdeiro político de Belluzzo.

O piloto de rali se apresenta como um empresário atuante que pretende modernizar o clube.

Mas pessoas desgastadas no clube são seus principais cabos eleitorais: Cipullo, Seraphim del Grande, Genaro Marino.

Nobre fala em adequar os gastos do Palmeiras.

E com ele é possível a contratação de bons jogadores apelando para o mercado financeiro.

Algo como o Santos está fazendo.

Tirone garante que haverá uma enorme reestruturação no clube e cortes nos gastos.

Inclusive no futebol.

Tanto ele como Tirone garantem que vão apostar nas categorias de base do clube.

Apesar dos vexames da administração Belluzzo há uma briga ferrenha entre os dois candidatos.

Os 288 conselheiros que vão decidir o futuro do Palmeiras foram pressionados por telefonemas, jantares e almoços.

Conselheiros amigos da situação começaram o dia implorando de joelhos para Palaia abrir mão de sua candidatura.

No começo da tarde já se mostravam dispostos a torcer o pescoço do septuagenário.

Mas ele jurava que não vai retirar a sua candidatura.

Se mantiver a palavra, vai dividir os votos de Paulo Nobre.

E a vitória cairá no colo de Tirone.

Depois de dois anos de uma adminstração que lembrou a de um torcedor...

Basta lembrar as ameaças a Simon, a convocação para 'matar os bâmbis', as rescisões milionárias de Luxemburgo e Muricy...

O passeio de Vagner Love...

A 'parceria' com a infiel Traffic...

O Palmeiras está muito, mas muito perto de voltar a ser comandado por um grupo que só pensa em economia.

"Bom e barato" é o lema do grupo de Tirone...

Do mentor Mustafá Contursi...

Essa política não deu muito certo em 2002...

Quando o time foi rebaixado para a Segunda Divisão...

As eleições começam às 19 horas...

Boa sorte, Palmeiras...

Você vai precisar...

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15 de dezembro | às 08h17

divulgação0011 Para entender por que Corinthians, Santos e São Paulo evoluíram, olhe bem para o Palmeiras. Mustafá Contursi...
"Foram dois anos de pose e promessas vazias.

E sofrimento para os nossos torcedores.

Ele gastou mais de R$ 60 mil mensais com assessores de imprensa e publicitários.

Tudo para forjar uma imagem de dirigente moderno, que iria revolucionar o futebol.

Não deu estabilidade para técnicos como Luxemburgo, Muricy e Felipão.

Será que eles desaprenderam quando colocaram o uniforme do Palmeiras?

O Palmeiras não ganhou nada, só perdeu com Belluzzo.

Eu como palmeirense não me conformo com esses dois anos perdidos.

Os outros clubes evoluíram, só o Palmeiras que andou para trás."

Entrevista exclusiva com Mustafá Contursi.

Belluzzo chega ao final da administração sem a conquista de um título.

Foram dois anos de derrotas seguidas.

O Palmeiras continua endividado.

O que aconteceu?

Mustafá Contursi: Nada diferente do que eu havia previsto.

Infelizmente, porque sou palmeirense e me dói as derrotas, os vexames no futebol.

E com treinadores de renome como Luxemburgo, Muricy e Felipão.

Uma coisa é ficar preocupado em se apresentar como a modernidade.

Gastar mais de R$ 60 mil com assessores de imprensa e publicitários para cuidar da própria imagem.

E se esquecer do clube.

Você sabia que a assessoria de imprensa do Palmeiras é a mais cara do futebol brasileiro?

Quero dizer que, nestes dois anos, o clube perdeu tempo com pose e falta de projetos sérios.

As dívidas só aumentaram.

Não foram feitos investimentos na base.

O Palmeiras não revela jogador, só compra.

E compra mal.

O que é muito pior: a diretoria nunca deu respaldo ao time, aos treinadores.

Agiu de forma amadora, comandada não por dirigentes, mas por torcedores.

E, como torcedores, não houve planejamento sério.

Tudo mudava de acordo com o humor do presidente.

Assim, o clube não vai para lugar nenhum.

Mas não se pode negar que o Belluzzo trabalhou muito.

Até comprometeu a própria saúde...

Contursi: Sim, pode ter se esforçado.

Se esforçou, admito.

Mas sem saber para onde ir.

Talvez aí esteja o motivo de tanto desgaste.

Lamento pelo problema de saúde que teve.

Foi mal assessorado e continua não sabendo que rumo tomar.

A sensação de fracasso e enorme decepção domina o Palmeiras.

E não é só no futebol.

O clube como um todo está estagnado.

Pessoas competentes levarão anos para consertar o que o Beluzzo fez de errado.

Hoje o Palmeiras, no mercado, é sinônimo de um clube com uma administração ultrapassada, endividado.

Mas o senhor e o seu grupo não estão atrapalhando?

Por que esta luta para barrar a construção da Arena no Palestra Itália?

Contursi: Não estamos atrapalhando, não.

Estamos exigindo apenas saber o que realmente acontece com a obra.

Porque só estão destruindo o clube e não começam a estruturar a Arena?

Ninguém sabe ao certo como é o contrato com a WTorre.

Tudo leva a crer que o contrato é altamente danoso ao Palmeiras.

Será ínfima a parte do lucro que chegará ao clube.

As próximas administrações estarão comprometidas.

Não sou contra a Arena, sou contra a maneira com que ela foi aprovada.

O Palmeiras não tem dono.

Não é porque uma pessoa é presidente que pode fazer o que quiser.

Eu e meu grupo iremos lutar para que a arena não seja construída dando todo o lucro para a WTorre.

O Palmeiras esperará por décadas para começar a receber algo significativo.

Ninguém vai atropelar ninguém só para dizer que começou a arena.

É preciso responsabilidade com o Palmeiras.

E ela faltou em toda administração.

O pior de tudo é essa arena.

E as cotas da televisão?

Estão todas adiantadas.

Belluzzo já está usando as dos próximos anos, comprometendo quem assumir.

Isso é administrar?

Tirar verbas do próximo presidente?

Fora todos os empréstimos que ele fez em nome do Palmeiras.

A situação é muito pior do que vocês da imprensa podem imaginar.

Por isso os atrasos de salários, falta de pagamento a funcionários.

Podem me acusar do que quiser,mas nunca atrasei um dia o salário de ninguém.

Essa é a pior postura de qualquer pessoa que se diz dirigente.

Junta irresponsabilidade com covardia.

Isso tudo acontece no Palmeiras.

E é noticiado diariamente por vocês.

Por que vocês não se aproximam e tentam trabalhar juntos pelo Palmeiras?

Contursi: Porque quem está no comando do clube se acha o senhor da razão.

Eu respeito porque o Belluzzo venceu a eleição.

Ele tem o direito de seguir o caminho que achar certo.

Mas, infelizmente para o clube, escolheu o errado.

E ele não abre mão do poder, não há como as pessoas se misturarem.

O pensamento é completamente diferente.

Não tenho como concordar com a sua postura, preocupada com a mídia e esquecendo dos sócios, do clube.

CR: Quem vencerá as eleições no Palmeiras: Palaia, Paulo Nobre ou Arnaldo Tirone?

Contursi: Ninguém pode descartar a reeleição do Belluzzo.

Por mais que ele diga que não quer, pode se apresentar como candidato de consenso.

Consenso dele com ele mesmo, diga-se de passagem.

O quadro está muito confuso.

Eu acredito muito na postura do Arnaldo Tirone.

Ele tem condições de recolocar o Palmeiras no rumo certo.

Vai dar muito trabalho.

CR: E por que o senhor não tenta voltar?

Contursi: Minha colaboração eu dei.

Fiz o que pude.

Acertei, errei.

Acertei bem mais do que errei.

Se o clube caiu para a Série B comigo, voltou no ano seguinte, ainda mais forte.

Por que as pessoas não lembram que foi comigo que vencemos a Libertadores da América?

Modernizamos o clube com a Parmalat?

Demos estrutura de primeiro mundo ao nosso CT?

Sabe por quê?

Por que não gastei R$ 60 mil com assessores de imprensa e formadores de imagem.

Esse foi o meu problema.

Se tivesse feito isso seria visto como quem modernizou o Palmeiras.

CR: Uma última pergunta: como torcedor, o que achou das voltas do Kléber e do Valdivia?

Contursi: Foram uma mostra enorme de falta de imaginação, de alguém que não vê o futuro.

O dirigente só tem olhos para o passado e posa de moderno.

Contratar a peso de ouro atletas que fizera sucesso no clube, mas voltam desgastados é bom negócio?

O clube gastou o que não podia com esses retornos, e o restante da equipe?

Que material humano o Felipão tinha para trabalhar?

O gasto com a dupla dava para formar um time muito forte.

E com o detalhe que agora, em 2011, é que o Palmeiras vai sentir o quanto eles foram caros.

Principalmente o Valdivia, que foi um absurdo.

E o clube ainda não começou a pagar.

O Belluzzo acha que ninguém sabe.

Mas o peso financeiro do Valdivia, o Palmeiras sentirá no próximo ano.

E isso é apontado como modernidade.

É fácil entender por que nossos adversários em São Paulo cresceram tanto.

Para entender por que Corinthians, Santos e São Paulo evoluíram, olhe bem para o Palmeiras...

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27 de novembro | às 08h58

divulgação38 Acabaram os privilégios no Palmeiras. A começar por Kleber e Valdivia. Belluzzo cansou dos dois anos de fracassos...
Luiz Gonzaga Belluzzo assumiu o Palmeiras com o discurso que iria revolucionar o futebol mundial.

Aproveitar o potencial financeiro adormecido do principal esporte do planeta.

Intelectual renomado, seu discurso contagiou a todos.

Foi até a Suíça em uma reunião na Fifa representando os dirigentes brasileiros, com o aval de Ricardo Teixeira.

Contagiou também o presidente do Clube dos 13, Fábio Koff.

Parecia que iria tirar o Palmeiras de sua estagnação como um dos mais importantes clubes do Brasil.

Acabar com as dívidas, cuidar da construção da já agendada arena multiuso.

Só que o intelecto se chocou o lado torcedor.

E Belluzzo se perdeu.

Participou de festas com torcida uniformizada, prometeu caçar 'bambis'.

Prometeu quebrar a cara, chutar 'a bunda' de Carlos Eugênio Simon.

Demitiu Luxemburgo porque teve a sua autoridade questionada.

Trouxe Vagner Love a peso de ouro e desestruturou o time pronto para ser campeão brasileiro em 2009.

Não ofereceu respaldo a Muricy Ramalho.

Pagou muito mais do que deveria para recontratar Valdivia.

Preso à síndrome de buscar ex-ídolos, foi atrás de Kleber.

Insistiu, pediu, fez chantagem emocional para buscar Luiz Felipe Scolari.

O elenco como um todo continuou limitado.

Jogadores fracos recebendo pouco e as poucas estrelas ganhando além da conta.

Perdeu a saúde com inúmeras reuniões com bancos pedindo empréstimos para o Palmeiras.

Antecipando cotas da televisão.

Tudo foi ficando pesado demais com o time perdendo títulos, a torcida cobrando.

Com Belluzzo sofrendo a cada derrota.

Acabou sendo submetido a uma grave cirurgia cardíaca.

Cedeu seu posto por dois meses a Salvador Hugo Palaia, seu vice e dono da quantidade de votos que lhe garantiram o poder no Palmeiras.

Palaia acabou com o departamento de futebol de Belluzzo.

Tinha antigo desentendimento com Gilberto Cipullo.

Seguindo a postura mais agressiva de Palaia, os jogadores passaram a ser mais cobrados.

Não importa o fraco potencial técnico.

Acabaram as longas conversas de Belluzzo.

Chegaram as broncas, os desaforos de Pescarmona.

O time sentiu a pressão.

Felipão também exigiu a reação do time.

Disse que abriria mão do restante do Brasileiro, mas era para dar o coração para ganhar a Sul-Americana.

O milionário Palaia garantia que se o Palmeiras chegasse à Libertadores de 2011, traria grandes reforços.

E que o clube seria um dos mais fortes do País.

Só que veio a imensa desilusão contra o Goiás.

Coincidiu com o restabelecimento de Belluzzo.

Mesmo contrariando familiares, ele voltou à presidência do Palmeiras.

E com outro tom.

Foi convencido por Palaia que chegou a hora de colocar os jogadores na parede.

Felipão concordou que a cobrança deveria ser mais rígida.

Foi o que aconteceu ontem.

O tom foi além do que o time esperava.

Valdivia e Kleber descobriram que não são imprescindíveis.

Se estiverem insatisfeitos é só falar que serão negociados.

Principalmente Kleber, que reclamou por jogar sozinho no ataque, o que é muito verdade.

Além de pendências financeiras que o clube mantém com ele.

Mas daqui para frente, Belluzzo e Felipão não vão tolerar cobranças pela imprensa.

Kleber ouviu sem rodeios que, se quiser ir embora, é só falar.

Ele ficou surpreso com o tom da conversa.

Seu empresário jura que não sairá do Palmeiras, mas o jogador ficou desgastado com a conversa.

Lincoln também terá de parar de cobrar o dinheiro que o clube lhe deve pela imprensa.

E Valdivia terá de seguir da maneira mais rígida possível o tratamento que os médicos lhe passarem

Acabar de vez com esse misterioso estiramento na coxa que não sara.

Scolari ganhou poder de manager, que foi negado a Luxemburgo.

Está liberado para correr atrás dos jogadores que deseja para 2011, desde que não sejam caros demais.

E confessou que já ligou para um jogador que bebe 'umas cervejinhas' a mais.

E o convidou para jogar no Palmeiras em 2011.

Jobson do Botafogo parece ser esse atacante.

E vários outros atletas serão contratados.

Não de ponta, mas jogadores competitivos, muito melhores dos que os que estão no Palestra Itália.

Vários sairão do clube.

Belluzzo está a ponto de anunciar o que garantiu que não faria: sair candidato à reeleição.

Palaia ficará de vez com o futebol.

Os dois se unirão para enfrentar Arnaldo Tirone Filho, o Pituca, candidato da oposição, 'homem de Mustafá'.

Muita coisa mudará no Palmeiras em 2011.

Mas antes, os jogos contra Fluminense e Cruzeiro.

Partidas que o time não fará força para ganhar.

Uma eventual conquista do Brasileiro por parte do Corinthians só deixaria tudo ainda pior.

Tudo já está sofrido demais no Palestra Itália.

São dois anos de administração Belluzzo sem sequer a conquista de um título...

(E como é de praxe, as organizadas foram até o CT neste sábado.

Protestaram, pediram a saída de jogadores e dirigentes.

E disseram que não suportam mais passar vergonha...)

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6 de outubro | às 13h50

japones vacina agulha Kassab foi pouco. Lula deveria liberar a Arena Palmeiras para Belluzzo...

Nada mais justo do que o prefeito Gilberto Kassab ir até o hospital.

E avisar pessoalmente para Luiz Gonzaga Belluzzo que não há mais qualquer obstáculo burocrático.

Estão liberadas as obras para a construção da Arena do Palmeiras.

Um estádio para 45 mil pessoas.

Obra difícil já que está cercada de casas, ruas, no coração da populoso bairro da Água Branca.

Belluzzo fez uma operação muito delicada no coração.

Colocou duas pontes de safena e duas de mamárias.

Nos últimos meses, ele estava uma pilha de nervos por causa do Palmeiras.

O time dando vexames seguidos.

O clube endividado, ele tendo de usar o seu prestígio pessoal para pedir empréstimos a bancos.

A oposição barrando suas contas.

A própria situação trabalhando contra suas decisões.

A Prefeitura travando o início das obras na Arena.

Belluzzo decepcionou sim como presidente do Palmeiras.

Até por quem conhece o seu intelecto, sua capacidade como empresário, como economista.

Agiu como um torcedor insandecido muitas vezes e não como dirigente.

Mas ninguém, nem o seu maior perseguidor pode negar o seu amor ao Palmeiras.

Amor que a família sabe que levou ao leito do hospital.

Por isso, muito justa essa visita de Gilberto Kassab para dar a boa notícia a ele.

Este senhor que completará 68 anos merecia ter esse momento de felicidade.

Pena que quem acabou posando para as fotos com o Diário Oficial confirmando a liberação foi outra pessoa.

O presidente em exercício, Salvador Hugo Palaia.

Justo quem questionou tanto a Arena Palmeiras.

Coisas do futebol.

Sai logo desta cama, Belluzzo...

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23 de setembro | às 17h19

gettyimages34 Por doença cardíaca, a família de Belluzzo o proíbe de tentar a reeleição no Palmeiras...

No Palmeiras não se fala em outra coisa.

A família do presidente Belluzzo não vai permitir, 'nem em sonho' que ele concorra à reeleição.

O dirigente estava indeciso.

Mas muito pressionado por sua ala política.

Ele não poderia passar para a história com o dirigente que não conseguiu nenhum título.

Com Belluzzo na presidência, o Palmeiras não venceu um campeonato.

Apaixonado pelo clube ele se preparava para a sonhada volta por cima no novo mandato.

Só que o dirigente andava nervoso demais.

O clube endividado, contratações caríssimas com a de Kléber, Valdívia e Felipão.

Dificuldade para liberar a reforma do Palestra Itália.

Time não rendendo em campo.

E veio o cateterismo e a internação no hospital Sírio Libanês para a revascularização do miocárdio.

Não há previsão para alta.

Os familiares decidiram: Belluzzo não concorre à reeleição de jeito algum.

Essa tomada de posição provocou uma corrida eleitoral.

Salvador Hugo Palaia garante que será canditato na vaga de Belluzzo.

Gilberto Cipullo também quer a chance de representar a situação.

Seraphim del Grande também se mostra interessado.

Paulo Nobre também quer ser presidente.

Assim como Roberto Frizzo, representante de Mustafá Contursi.

A situação mais preocupante é com Luiz Felipe Scolari.

Seu contrato altíssimo de R$ 700 mil mensais foi fechado por dois anos e meio com Belluzzo.

O sonho era que ele permanecesse treinando a equipe enquando durasse o segundo mandato do presidente.

Mas a doença cardíaca mudou toda a cena.

A eleição deve acontecer logo no início de 2011.

Uma perigosa guerra política se avizinha do Palmeiras...

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27 de agosto | às 01h43

reuters908 A torcida do Palmeiras não merecia passar tanta vergonha neste aniversário...

"Mercenários."

"Time sem-vergonha."

E outros inúmeros palavrões da torcida para o time.

Foi assim o final de festa de aniversário de 96 anos do Palmeiras ontem no Pacaembu.

O lanterna Atlético Goianiense fez o que quis da equipe de Luiz Felipe Scolari.

O placar de 3  a 0 até foi modesto.

Envergonhado, Felipão disse que foi a pior partida de uma equipe que comandou nos últimos dez anos.

O Palmeiras mostrou uma ansiedade incrível.

A vontade de agradar a torcida

O time queria fazer uma festa.

Ficou tão empolgado que esqueceu das inúmeras deficiências.

O time é fraco.

Tem volantes que não acertam um passe de dois metros.

Um lateral direito inseguro e outro improvisado na esquerda com alergia à linha lateral.

Renê Simões montou o Atlético Goianiense com quatro volantes.

A ordem era roubar a bola e descer em velocidade, em bloco.

A zaga palmeirense também é de desesperar Marcos.

Se não fosse aniversário do clube, ele teria dado chutes e cabeçadas nas traves de raiva.

O clube paulista fez aniversário e quem ganhou o presente foi Elias.

Ele marcou três gols.

Poderia ter feito cinco.

Em contragolpes infantis, o time goiano se impôs de maneira impressionante.

A torcida palmeirense não acreditava.

Tentou apoiar, mostrar que não é a mais exigente, irritada do Brasil.

Mas não conseguiu.

No final da partida, se fossem distribuídos bolos aos torcedores eles estariam jogando nos atletas.

Menos em Felipão.

Sua imunidade está desgastada, mas continua lá.

Não existe um treinador no universo que contaria com tanta paciência da torcida.

Que expõe seus jogadores reservas a se aquecerem sozinhos, sem preparador físico.

Felipão prefere ficar ao lado do seu auxiliar Murtosa no banco e o Palmeiras não tem um preparador físico de verdade durante os jogos.

No dia do seu aniversário, jogando em casa, o Palmeiras perdeu para o lanterna do Brasileiro por 3 a 0.

A gestão do presidente Belluzzo entrará para a história como ele havia prometido quando assumiu.

Mas não da maneira que sonhou.

Com ele na presidência, o clube não ganhou sequer um título.

A dívida aumentou.

A arena megablaster moderna não sai do papel, as obras tem sempre problemas inesperados com a Prefeitura.

A Traffic tirou seus principais jogadores, Diego Souza e Cleiton Xavier.

Vagner Love implorou para ir embora, arrependido de ter voltado.

Belluzzo prometeu 'matar bambis'.

E também dar uns 'chutes na bunda' de Carlos Eugênio Simon.

Luxemburgo, Muricy, Antônio Carlos fracassaram, foram demitidos.

E o clube teve de arcar com as multas rescisórias.

Felipão ganha o maior salário do Brasil, R$ 7oo mil livres a cada trinta dias.

O time é o 13º do Campeonato Nacional.

Tem quatro vitórias, quatro derrotas e oito empates.

Com vinte pontos, está a 16 do primeiro colocado, o Fluminense.

Palaia quer sair candidato à sucessão de Belluzzo, isto é, se ele não mudar de idéia e concorrer a mais dois anos.

O poder vicia.

Mustafá Contursi está escolhendo seu homem de confiança pela oposição.

Feliz aniversário, Palmeiras?

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16 de julho | às 07h59

3455 O Palmeiras com a alma de Scolari...

São Paulo...

Quem acompanhou a ascensão de Luiz Felipe Scolari no cenário nacional lembra bem.

Ele fez do Grêmio uma máquina de jogar futebol.

Não de toque refinado, mas de garra, força.

Jogadores com menor potencial técnico superavam craques.

"Felipão é o maior motivador do futebol mundial."

A frase foi dita por Ronaldo a este jornalista logo após a conquista do pentacampeonato no Japão.

O treinador não ficou no banco de reserva.

Não se expôs e respeitou seu auxiliar/irmão Murtosa.

Mas sua alma já havia impregnado o limitado time palmeirense.

Na preleção, os gritos, os palavrões, o carinho, o passar da mão pesada na cabeça dos jogadores.

O tapa nas costelas.

Felipão é rústico.

Mistura peculiar de observador inteligente com requinte de sargento de exército.

Que sabe como ninguém os perfis psicológicos que Regina Brandão faz dos seus jogadores.

Aprende até onde pode ir com cada um.

Os anos de Europa trouxeram uma camada de refinamento.

Quem teve a chance de acompanhar seus comentários na tevê africana viu um lado diferente.

Com terno e gravata mostrava acertos e defeitos das seleções que disputaram a copa.

Elegante, não caía nas provocações do bom apresentador africano.

Aquele que o pegou de surpresa dando a 'notícia' de que era o novo treinador da Seleção.

Sem reação, Scolari apenas riu.

Não disse nem sim, nem não.

Como na longa e repetitiva coletiva de ontem, regada a pipocas no CT do Palmeiras.

Pipocas à parte, quem viu o time de Scolari contra o Santos enxergou o Grêmio.

Primeiro, foi anulado o principal jogador adversário.

Neymar não teve espaço para respirar.

Depois, o time jogou compacto, com um sistema de cobertura firme, pelas laterais.

O amante da Arte da Guerra foi encurralando o rival como um exército.

O time de Dorival Júnior estava desfalcado, mas mostrou apatia típica de equipes de Ricardo Gomes.

Acabou sendo a vítima perfeita para o retorno da alma de Felipão para o Palmeiras.

Perdeu por 2 a 1.

E foi pouco.

Mesmo com o comando virtual da equipe, no celular, o treinador foi o grande vitorioso no Pacaembu.

A tarefa é dura.

O torcedor do Palmeiras ficou mal acostumado com as fáceis conquistas da era de ouro da Parmalat.

E está ansioso.

Principalmente por ver novamente Scolari de verde.

Mas ainda há muito por fazer.

A Traffic ser parceira de verdade e não só em entrevistas rasas de seus dirigentes.

Belluzzo está usando até as suas amizades pessoais para trazer patrocinadores ao clube.

Decidiu lutar por uma reeleição e tentar aproveitar uma fase de conquistas.

O seu início como presidente foi frustrante, cheio de equívocos.

Felipão é um sobrevivente.

Sabe ler como ninguém o ambiente que o cerca.

E a saída para o atual Palmeiras é a volta aos tempos do Olímpico.

Ele viu in loco na África: a saída para times sem grandes estrelas é fechar os espaços...

Velocidade nos contragolpes...

Tudo temperado com entrega total, fazer de cada partida uma guerra.

O Palmeiras de toque refinado do tempo da Academia não será exemplo para Felipão.

Assim como o time que deu vexames seguidos nas mãos de Luxemburgo e Muricy também não.

Ainda bem...

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15 de julho | às 14h11

9898 Felipão quer a seleção. Mas antes vai pagar os pecados no Palmeiras...

São Paulo.

CT do Palmeiras...

O cheiro de pipoca dominava o ambiente.

Cerca de 200 pessoas estiveram no inútil ginásio do CT da Barra Funda.

Finalmente o ginásio teve alguma utilidade.

Foi adaptado para a chegada de Luiz Felipe Scolari.

O evento levou cerca de 2h30.

A conclusão foi simples.

Nunca em toda a sua história, o Palmeiras ficou tão dependente de um treinador.

Dez anos depois de sua saída, Felipão mudou muito.

A conquista do pentacampeonato mundial, o vice europeu com Portugal...

Sabotado ou não, o fiasco com o Chelsea...

A bem sucedida aventura financeira no Uzbequistão...

Tudo isso já o tornaria uma celebridade.

Mas  o orgulho dos dirigentes ficou ainda mais forte por estar cotado para voltar à Seleção.

Nas enquetes populares ele é o nome campeão.

Banif, Parmalat e Unimed se reuniram para pagar cotas que pagarão os salários de R$ 700 mil mensais.

Já descontado o imposto de renda, como ele queria.

No dia seguinte à Traffic tirar Cleiton Xavier.

Antes tinha sido Diego Souza.

O time do Palmeiras é fraco.

Kléber já sentiu isso no amistoso contra o Boca Juniors.

Murtosa também já o avisou.

A direção sonha com Valdívia.

E com mais jogadores 'com nível de Seleção Brasileira' que Jota Hawilla teria prometido.

Enquanto se sonha, Scolari usou o seu carisma.

Em relação ao Palmeiras a sua afirmação mais importante...

"Quero pedir de agora até o início do ano que vem paciência aos torcedores."

Ele não é bobo.

Sabe que não adianta os torcedores esperam por milagres verdes.

E mais, para mostrar que está mudado, Felipão não sentará no banco de reservas hoje.

Deixará para o seu auxiliar e companheiro para todas as horas, Murtosa.

Contra o Santos há a certeza de uma partida dificílima e com favoritismo todo do outro lado.

Não seria bom estrear correndo tanto o risco de uma derrota.

Se fosse o Felipão de dez anos atrás sentaria sim no banco.

Jogaria bola para dentro do campo, brigaria com o bandeirinha, sapatearia, mas estaria lá.

Agora ele passou a outra categoria de treinador.

Foi possível perceber durante a coletiva, que Scolari está muito menos espontâneo, calejado.

Entre tantos e tantos jornalistas esportivos, quem fez a melhor pergunta foi Monica Bergamo.

A colunista social da Folha de S. Paulo percebeu que o treinador estava enrolando.

Suas respostas eram apenas divagações.

Não havia nada claro.

"Felipe quer a seleção brasileira: sim ou não?"

Repito que foi a melhor pergunta.

Porque nem assim, o técnico respondeu.

Disse que nunca trabalha em um clube com segundas intenções.

Muita gente acredita que ele voltou ao Brasil, ao Palmeiras, para ficar mais próximo da seleção, da Copa.

Hábil, ele valorizou o Palmeiras.

Mas não fechou as portas para Ricardo Teixeira.

O presidente Belluzzo que deverá fazer de Felipe o seu cabo eleitoral para a reeleição, abriu a brecha.

Brecha relação a Scolari trabalhar no Palmeiras e na seleção.

"Não sou uma pessoa radical. Estou sempre disposto a conversar."

Melhorou muito a postura de quem garantiu que não aceitaria repartir o seu treinador, dias atrás.

Scolari respondeu perguntas por quase uma hora.

Depois falou de forma exclusiva para a Bandeirantes.

E para Globo.

Mostrou que continua carismático.

Aparentemente simples.

Colocou a camiseta com os patrocinadores que pagarão seus salários.

Em cima da camisa social que vestia.

Mas que ninguém se engane.

Luiz Felipe Scolari está muito mudado.

Sabe o seu peso no atual empobrecido mundo dos treinadores no Brasil.

Ele já chega com o maior salário da América Latina.

Ninguém ganha como ele.

Ricardo Teixeira o quer, mas não pretende ouvir outro não.

Não esqueceu o de 2006.

Deve até anunciar Mano, Muricy, Ricardo Gomes ou até Leonardo.

Mas era com Felipão com quem dormiria tranqüilo.

O técnico do Palmeiras também quer a Seleção.

Mas vai cumprir a sua obrigação.

E ajudar o clube que lhe deu a segunda Libertadores.

Abriu as portas para o pentacampeonato, para a Europa, para os petrodólares.

Nunca um clube precisou tanto de um treinador como o Palmeiras de Scolari.

Ele sabe disso.

E vai ganhar muito bem para cumprir o seu papel.

Enquanto isso, outro alguém irá começar a reformulação na Seleção Brasileira.

Luiz Felipe Scolari de fora da Copa de 2014?

De jeito nenhum.

Quem disse que esse 'outro alguém' vai terminar a reformulação?

E não estará apenas esquentando o banco para Felipão?

Assim como um dia Falcão fez a mesma coisa para Parreira ser tetracampeão mundial?

Ah... depois da entrevista foram servidos os saquinhos de pipoca...

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