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O São Paulo teve coragem, jogou bonito, parecia estar no Morumbi. Mas Lucas Pratto decidiu. Marcou os três gols do líder do Brasileiro. 3 a 1 Atlético Mineiro…

1ae40 O São Paulo teve coragem, jogou bonito, parecia estar no Morumbi. Mas Lucas Pratto decidiu. Marcou os três gols do líder do Brasileiro. 3 a 1 Atlético Mineiro...
Foi bonito. Corajoso. Pressionar o líder do Brasileiro no seu estádio. Marcar a saída de bola com coragem. Ter 19 minutos de domínio. Luís Fabiano obrigado Vitor a fazer excelente defesa. Pato, livre, cara a cara, chutou fraquíssimo, nas mãos do goleiro atleticano.

O técnico Juan Carlos Osório disse que iria usar o jogo como parâmetro das pretensões do São Paulo no Brasileiro. Estava animado, feliz com o que via. Não tardaria para perceber que, na verdade, estava iludido.

Quando seu time parecia que iria marcar, veio o primeiro gol de Pratto, com muita sorte. Seis minutos depois, o argentino faria o segundo com muita qualidade. O terceiro, com oportunismo, demorou um pouco mais 17 minutos. Aos 42, a eficiência de Lucas Pratto voltaria a desequilibrar. E líder do Brasileiro marcava o terceiro e liquidava a partida. Pato ainda descontou no segundo tempo. Mas o Atlético Mineiro venceu por 3 a 1. Continua líder, só que agora abriu oito pontos do São Paulo, travado na quinta colocação.

"Foi ataque contra ataque. O São Paulo tem jogadores importantes. Mas fomos mais eficientes. Conseguimos marcar e saímos com essa importante vitória", dizia Lucas Pratto, confessando que, pela primeira vez na carreira, fez três gols em um só jogo.

"Temos qualidade para jogar. Jogamos assim contra um time bem entrosado. Podemos jogar contra qualquer time. Pena que não é todo dia que a gente tem um gramado assim bom para jogar. Mas a gente criou tudo o que tinha para fazer. Bateu bola na trave, bola para fora, o goleiro defendeu. Foi um jogo sem muita lógica", avaliou Rogério Ceni.

Osório mostrou muita coragem na montagem da equipe. Apostou em três zagueiros e com dois alas bem abertos. Cinco jogadores no meio de campo e Pato e Luís Fabiano na frente. Até parecia o 3-5-2 que Muricy Ramalho consagrou em vários títulos que conquistou no Morumbi.

A intenção do colombiano foi perfeita. Superpovoar o meio de campo, travar a troca talentosa de bola mineira. Ainda no nascedouro. Na intermediária atleticana. Foi um sufoco que realmente surpreendeu Levir Culpi. O time paulista foi muito superior no início do jogo.

Osório impediu a saída de bola com talento dos volantes mineiros. E comprou a briga como poucos sequer imaginaram. O grande problema foi que para tudo sair com perfeição, o seu time deveria fazer o primeiro gol. E tirar de vez a paz de espírito do líder do Brasileiro.

Chances apareceram. Luís Fabiano começou o jogo no ritmo do São Paulo, abrindo espaço, tabelando em velocidade, chutando a gol. Ele obrigou logo de cara Victor a uma excelente defesa, ao quatro minutos. Mas o lance capital aconteceu aos 17 minutos. Em um contragolpe, Michel Bastos deixou Pato livre, sem marcação.

O atacante desceu da intermediária, invadiu a grande área, sem ser perturbado chutou para o gol. Nem um pai, brincando com o filho de cinco anos, em uma manhã de domingo, não chutaria tão fraco. Lance ridículo para um jogador que recebe R$ 800 mil mensais. Victor se assustou até a lentidão da bola, que parecia mais recuada do que batida pelo principal atacante adversário.

1cam O São Paulo teve coragem, jogou bonito, parecia estar no Morumbi. Mas Lucas Pratto decidiu. Marcou os três gols do líder do Brasileiro. 3 a 1 Atlético Mineiro...

Enquanto isso, Levir tratou de reequilibrar seu time. Pediu para Thiago Ribeiro recuar para compor no meio de campo. Os mineiros passavam a jogar no 4-5-1. Sim, um esquema que primeiro marcava. Mas tinha condições de travar o 3-5-2 de Osório. Porque seu time está muito entrosado, confiante, eficiente.

E foi justamente a eficiência que mudou o rumo do jogo. Marcos Rocha se aproveitou do espaço que Reinaldo lhe proporcionou. Levantou a cabeça e fez excelente cruzamento para Lucas Pratto. O argentino se antecipou a Toloi e desviou a bola. Rogério Ceni ainda conseguiu o milagre. Mas a bola voltou e bateu no ombro do atacante e entrou. Gol do Atlético Mineiro, aos 19 minutos.

Como sempre acontece no atual São Paulo, sofrer um gol traz um peso, uma angústia transparente. A confiança se esvai. O time abaixa a cabeça. Se mostra fraco psicologicamente. E isso não se faz contra o líder do Brasileiro, diante da melhor equipe do país.

O castigo não tardou. Bastaram seis minutos. E outra vez os três zagueiros do São Paulo provaram que não valem por um bom. O excelente Giovanni Augusto desceu nas costas do improvisado Thiago Mendes e enfiou a bola entre Lucas Pratto e Lucão. Lógico que o argentino chegou primeiro. E, com muita qualidade, desviou para as redes de Rogério Ceni. 2 a 0, Atlético.

O São Paulo se perturbou mais ainda. Paulo Henrique Ganso, que havia começado bem a partida, sumiu. Michel Bastos também. Luís Fabiano deveria até ter sido substituído. Se irritou profundamente com o desenho da nova derrota. Perdeu o foco. Alexandre Pato corria de um lado e do outro, buscando a chance de finalizar. E ela veio.

Luís Fabiano brigou com a zaga e a bola dobrou limpa para Pato. O chute foi fortíssimo de dentro da área. Victor conseguiu uma ótima defesa. Logo em seguida, o veterano atacante serviu Ganso. O meia colocou a bola na trave. E no rebote, livre, Pato chutou fora. Inacreditável.

2cam O São Paulo teve coragem, jogou bonito, parecia estar no Morumbi. Mas Lucas Pratto decidiu. Marcou os três gols do líder do Brasileiro. 3 a 1 Atlético Mineiro...

Se Pato gostava de desperdiçar, Lucas Pratto, não. Hudson deu péssimo passe no meio de campo. A bola caiu nos pés de Giovanni Augusto. Ele deu outro passe perfeito. O argentino dominou e antes que a bola batesse no gol. 3 a 0 Atlético aos 43 minutos do primeiro tempo. sem hipocrisia, todos no Mineirão sabiam que o jogo estava decidido.

No segundo tempo, o São Paulo entrou para tentar ao menos descontar o placar. Só que quem mudou foi o Atlético Mineiro. Levir sabia que teria o contragolpe à disposição. Teve mesmo. Por isso, seu time passou a ter Carlos no lugar de Cárdenas. Para ganhar na velocidade o espaço que os paulistas dariam.

O São Paulo colocava Centurión para pelo menos ter mais correria na frente.O jogo ficou muito elétrico, com chances de lado a lado. Aos 13 minutos, um raio de esperança. Paulo Henrique Ganco descobriu Pato entrando por trás da zaga. Gol que animou um pouco o descrente Osório. 3 a 1.

O jogo seguiu aberto, com chances dos dois lados. Apesar da empolgante torcida atleticana implorar por Guilherme, Levir Culpi usou o bom senso. E fechou a intermediária. Tirou Thiago Ribeiro e colocou Danilo Pires. O Atlético já controlava mais o ímpeto do São Paulo.

O time de Osório já demonstrava o recorrente cansaço de fins de partida. E o placar se manteve. Com a torcida atleticana comemorando a manutenção da liderança do Brasileiro.

Foi um jogo suado, brigado. Que revelou várias situações. Entre elas que o São Paulo tem talento suficiente para jogar no ataque, seja em que estádio for. Mas desde que o time contrate um ou dois bons zagueiros de verdade. E já o Atlético precisa marcar mais forte, apesar da sina ofensiva da equipe.

A partida também serviu para diferenciar os rumos dos dois no Brasileiro. O Atlético quer quebrar o jejum de 1971. E o São Paulo já dará volta olímpica se chegar entre os quatros primeiros e chegar à Libertadores de 2016...
111 O São Paulo teve coragem, jogou bonito, parecia estar no Morumbi. Mas Lucas Pratto decidiu. Marcou os três gols do líder do Brasileiro. 3 a 1 Atlético Mineiro...

A eficiência venceu o talento. Em um dos melhores jogos de 2015, o vibrante Corinthians derrotou o poderoso Atlético Mineiro. Partida sensacional, digna dos melhores times do Brasileiro…

1ae26 A eficiência venceu o talento. Em um dos melhores jogos de 2015, o vibrante Corinthians derrotou o poderoso Atlético Mineiro. Partida sensacional, digna dos melhores times do Brasileiro...
Foi um jogo sensacional. Daqueles que fazem que a esperança do renascimento do futebol brasileiro. Corinthians e Atlético Mineiro foram no seus limites. Tite e Levir Culpi duelaram taticamente de maneira incrível. Mexeram suas peças como se o gramado do Itaquerão fosse um grande tabuleiro de xadrez. O estádio lotado deu toda a dramaticidade de uma partida imprevisível. Eram ataques em bloco dos mineiros, que pareciam em casa, contra os contragolpes mortais dos paulistas.

A eficiência venceu o volume de jogo, a volúpia, a estratégia moderna. Malcom fez o gol que deu a vitória para o guerreiro, vibrante Corinthians por 1 a 0. Não é por acaso que os dois times têm 29 pontos, lideram o Brasileiro. Com os mineiros ficando em primeiro por saldo de gols.

"Eu pude ajudar o grupo. Fiz o meu melhor, mas aqui é um grupo que trabalha forte. É um grupo. Ninguém faz nada sozinho", repetia Walter. Ele fez pelo menos cinco grandes defesas.

"Eu só tenho a agradecer ao Tite e aos meus companheiros. Foram muito difíceis esses dias", desabafava Malcom, autor do gol da vitória. Ele se referia à denúncia de que teria comprado sua licença para dirigir.

"Contra o Corinthians, é sempre difícil. A equipe jogou bem, teve pelo menos cinco chances de marcar. Estamos de parabéns pela partida que fizemos. O time jogou muito bem. Fica a certeza de que estamos fortes para a sequência da competição. Mesmo com a derrota, mostramos nossa força e poderíamos ter saído daqui com os três pontos", dizia, inconformado, Victor.

Empolgação e chances de gols não faltaram. Tite tinha como missão primeira tentar travar o excelente poder ofensivo do melhor ataque do Brasileiro. Ele sabia que Levir libera os dois laterais, avança os volantes ao lado do meia Giovanni Augusto. E na frente, um eficiente trio, sem posição fixa. Luan, Lucas Pratto e Thiago Ribeiro. É muito interessante e prazeroso ver o Atlético Mineiro. É a equipe de mais talento do futebol brasileiro.

O Corinthians não tem esse talento todo. Mas aposta da doação, no preenchimento do espaço, na vibração. E atuando no Itaquerão, no coração de seus torcedores que empurram o time do primeiro ao último segundo. Ainda mais quando o adversário é poderoso como o Atlético.

O Corinthians primeiro tentou marcar forte para depois contragolpear. Bruno Henrique e Elias tinham a companhia de Renato Augusto muito mais preso do que normalmente. Rildo entrou no lugar do suspenso Jadson. E precisou abdicar da sua vocação ofensiva para ajudar a compor o meio de campo. Fagner e Uendel foram laterais dos anos 70, proibidos de atacar. Não podiam dar espaço a Marco Rocha e Douglas Santos, alas/pontas atleticanos.

O Atlético mostrava seu eficiente e elegante toque de bola. Fazia gelar os corações de mais de 36 mil torcedores. Mas bastava o Corinthians contra-atacar, com velocidade e muita movimentação de Vagner Love e Malcom, que o setor defensivo mineiro sofria.

Foi uma partida de tirar o fôlego. Com cada time mostrando sua proposta de jogo. Walter substituiu à altura Cássio. Foi muito eficiente. Mesmo com Gil fazendo excepcional partida. Mesmo assim Pratto obrigou o goleiro a grandes defesas. Giovanni Augusto mostra futebol empolgante, visão de jogo e técnica capazes de abrir a trava montada por Tite.

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Walter e falhas de finalização salvavam o Corinthians. Falta de capricho no último passe do contragolpe era cúmplice do Atlético Mineiro.

Até que aos 41 minutos, o time de Levir estava abafando o seu adversário. Seu sistema defensivo estava adiantado. Bastou Leonardo Moura dar a bola na fogueira para Rafael Carioca. Elias ganhou a disputa de cabeça. E assim que a bola caiu, ele acertou ótimo lançamento de Vagner Love.

O atacante se aproveitou pegando Marco Rocha de costas. Desceu em velocidade, Rildo correu como um alucinado, chamou a atenção dos zagueiros. Mas Love serviu Malcom que vinha pelo meio livre. O chute foi seco, firme. Indefensável para Victor. Corinthians 1 a 0, aos 41 minutos do primeiro tempo.

Malcom comemorou chorando. Desabafou toda a tensão que passou durante a semana, com a polêmica sobre sua carta de habilitação. É um garoto de 18 anos. Mal orientado, como muitos jovens jogadores.

Na segunda etapa, o Atlético Mineiro não voltou para empatar a partida. Queria virar. Pressionou a saída de bola, marcou na frente, parecia ter pela frente uma equipe pequena no Mineirão, não o Corinthians no Itaquerão. Criou várias chances de gol. Pelas pontas, triangulações. Pelo meio, tabelas. Walter se desdobrou. Conseguiu evitar que fosse feita justiça no placar.

Mas o Corinthians não estava morto. Seus jogadores apenas se desdobravam, faziam o que havia sido pedido por Tite. Marcar muito e contragolpear pelos lados, entre os laterais/pontas e os volantes atleticanos. Foi assim que Malcom e Mendoza perderam chance de fazer o segundo gol. Victor mostrou porque é um dos melhores goleiros do Brasil. Há anos.

 A eficiência venceu o talento. Em um dos melhores jogos de 2015, o vibrante Corinthians derrotou o poderoso Atlético Mineiro. Partida sensacional, digna dos melhores times do Brasileiro...

Não bastassem os 90 minutos de emoção. Os quatro minutos da prorrogação foram de arrepiar. Com dois lances agudos, fantásticos. Walter fez uma intervenção corajosa saindo aos pés de Pratto, ótimo atacante. Conseguiu evitar o empate. 30 segundos depois, Victor salvou chute de Mendonza, livre da grande área.

Assim que o bom Anderson Daronco acabou o jogo, vibração, com razão. De Tite, dos seus jogadores, da torcida. O Corinthians venceu nas fibras do coração uma partida sensacional.

Os atleticanos mereciam o reconhecimento dos adversários. Não havia corintiano que não dissesse que o time havia derrotado um dos maiores candidatos ao título do Brasileiro.

Em meio a tanta festa, só o vexame da diretoria corintiana. Deu apenas 170 ingressos para o Atlético Mineiro vender aos seus torcedores. Cerca de dois mil deles ficaram do lado de fora do Itaquerão, com dinheiro, mas sem ter entradas para comprar. Muitos pais com seus filhos nos braços. Isso não é atitude de um clube com a história do Corinthians. Atitude pequena de seus dirigentes.

Vexame desnecessário em uma noite de belíssimo futebol...
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Dirigentes de Atlético Mineiro e Cruzeiro esquecem a rivalidade. E cobram os mesmos preços indecentes para as finais da Copa do Brasil. Entre R$ 200,00 e R$ 700,00. O Procon mineiro? Hiberna…

1fotoarena Dirigentes de Atlético Mineiro e Cruzeiro esquecem a rivalidade. E cobram os mesmos preços indecentes para as finais da Copa do Brasil. Entre R$ 200,00 e R$ 700,00. O Procon mineiro? Hiberna...
Enquanto os ambulantes chamam a atenção, querendo voltar a vender feijão tropeiro em frente ao Mineirão, de maneira discreta, algo muito mais importante aconteceu. De repente, a rivalidade história entre Atlético e Cruzeiro desapareceu. Como por encanto, Alexandre Kalil e Gilvan Tavares se entenderam como velhos amigos.

Não, não decidiram fazer os dois jogos no Mineirão com as torcidas divididas. De jeito algum. A selvageria dos vândalos e a falta de interesse da polícia venceram. Torcida única ou, no máximo, 10% da adversária. Facilita o trabalho dos soldados.

O Atlético não abre mão do acanhado Independência, seu alçapão favorito. Conforto para quem for assistir a partida não interessa. O Cruzeiro não quer mais ser punido pelo excesso de suas organizadas. Pleiteou e conseguiu cada jogo com a torcida do mandante.

Mas a estocada final na beleza da decisão mineira na Copa do Brasil foi no preço dos ingressos. Aproveitando a sonolência do Procon mineiro. Kalil e Tavares decidiram cobrar o mesmo preço das entradas nos dois jogos. Entre R$ 200,00 e R$ 700,00. Uma mágica coincidência...

O Cruzeiro cobrou na partida semifinal contra o Santos entre R$ 50,00 e R$ 200,00. O Atlético diante do Flamengo estipulou os preços entre R$ 100,00 e R$ 200,00. O aumento foi exorbitante para as finais. Pune os torcedores que empurraram os dois clubes à final inédita.

Um recente estudo sobre o preço dos ingressos nos principais campeonatos do mundo mostrou. O Brasil é o pais de preços mais caros em relação aos salários da população. Aqui se cobra em média R$ R$ 51,74. O brasileiro recebe, também em média, por ano, R$ 11.208,00. Com esse dinheiro, poderia adquirir 495 ingressos. A relação é mais cruel do que países mais ricos que o nosso.

Espanha, Inglaterra, Portugal, Argentina, Turquia, México, Itália, Japão, Holanda, França, Alemanha e Estados Unidos cobram menos. E só os portugueses têm média de torcedores menor do que a dos brasileiros. Os campeonatos dos outros países têm mais fãs nos estádios. O estudo da Pluri Consultoria não deixa dúvida que nós somos o povo mais explorado, o mais sacrificado financeiramente por causa do futebol.

1afp Dirigentes de Atlético Mineiro e Cruzeiro esquecem a rivalidade. E cobram os mesmos preços indecentes para as finais da Copa do Brasil. Entre R$ 200,00 e R$ 700,00. O Procon mineiro? Hiberna...

O salário mínimo do brasileiro é de R$ 724,00. Diante desse valor, como referência, o preço cobrado por Cruzeiro e Atlético é indecente. Aliás, as finais da Copa do Brasil têm essa característica. O Flamengo cobrou entre R$ 250,00 e R$ 800,00 seu jogo decisivo contra o Atlético Paranaense no ano passado. Já em 2012, o Coritiba fixou entre R$ 95,00 e R$ 190,00. Em 2011, o mesmo Coritiba já exigia R$ 50 a R$ 160,00 na final com o Vasco.

No ano passado, o Procon viu abuso nos preços cobrados pelo Flamengo na final da Copa do Brasil. O Ministério Público conseguiu até liminar baixando o custo. Mas o Tribunal de Justiça do Rio cassou a liminar. E os R$ 250,00 e R$ 800,00 foram mantidos. Apesar da confusão no ano passado, o presidente Eduardo Bandeira de Mello já havia avisado. Dobraria os preços cobrados na semifinal da Copa do Brasil, entre R$ 100,00 e R$ 350,00. Ficariam entre R$ 200,00 e R$ 700,00.

O Cruzeiro cobrou entre R$ 120,00 e R$ 200,00 a partida semifinal contra o Santos. O Atlético entre R$ 200,00 e R$ 300,00 no jogo diante do Flamengo. Agora, decidiram cobrar o mesmo valor na final da Copa do Brasil. Entre R$ 200,00 e R$ 700,00.

A desculpa dada pelos dois clubes é que há muitos ingressos vendidos pela metade do preço a estudantes e os descontos para sócios-torcedores. Mas a parcela dessas duas categorias é menor do que a do torcedor comum. O Procon de Belo Horizonte sabe muito bem. A tentativa de diminuição do preço dos ingressos por parte do Procon do Rio em 2013 não deu nada. E até agora está hibernando. Não parece disposto a comprar a briga.

O mata-mata é emocionante. Surpreendente. A final mexe com as emoções. Mas o que não tem graça alguma é a exploração. Independente do clube, é sempre a mesma coisa. A ganância é capaz de milagres. Faz dos rivais eternos cruzeirenses e atleticanos os melhores amigos. A ponto de decidir cobrar o mesmo preço indecente dos ingressos na final da história Copa do Brasil. Triste futebol brasileiro, especialista em pisotear no seu maior patrimônio: o torcedor...
1reproducao8 Dirigentes de Atlético Mineiro e Cruzeiro esquecem a rivalidade. E cobram os mesmos preços indecentes para as finais da Copa do Brasil. Entre R$ 200,00 e R$ 700,00. O Procon mineiro? Hiberna...

Bastaram cinco dias e os nervos acabaram com o Cruzeiro. Once Caldas e Atlético Mineiro agradecem o descontrole emocional do melhor time do Brasil…

divulgacao88 Bastaram cinco dias e os nervos acabaram com o Cruzeiro. Once Caldas e Atlético Mineiro agradecem o descontrole emocional do melhor time do Brasil...
Bastaram cinco dias...

Meros cinco dias e os nervos desmoronaram o melhor time do País...

Aquele que jogavao futebol mais empolgante...

Veio a derrota inesperada para o Once Caldas em Minas Gerais...

A cotovelada absurda de Cuca em Renteria...

E hoje, o Cruzeiro perdeu de novo...

Logo no primeiro jogo da decisão do Campeonato Mineiro, mostrou outra vez...

A Toca da Raposa precisa de forma urgente de psicólogos...

Os jogadores seguiram pelo caminho de Cuca...

Não conseguem jogar futebol...

Irritados, tensos demais, trocaram a bola por provocações e expulsões infantis...

No equilibrado clássico de hoje, o mais importante era manter a calma...

Não transformar a motivação em dar a volta por cima em raiva...

Foi exatamente o que o time não conseguiu fazer...

Pelo contrário...

Se mostrou uma pilha de nervos...

Com a acomodação da polícia mineira, a partida teve só torcedores do Atlético...

Era claro que o ambiente estaria todo o time de Dorival Júnior...

Até mesmo no placar, onde a diretoria atleticana impediu que fosse colocado o nome Cruzeiro...

Uma bobagem...

Mas que funcionou...

O Cruzeiro de Cuca parecia um time com ódio do mundo...

Esse foi o veneno que atrapalhou o futebol do time mais técnico, mais talentoso...

Inverteu a ordem natura das coisas...

Acabou sendo envolvido para o mais centrado, mais focado, mais profissional...

Dorival entrou para explorar o lado mais fraco do adversário...

Até Tiririca se treinasse um time e enfrentasse o Cruzeiro faria a mesma coisa...

Atacar pelo lado de Pablo...

E pela esquerda do seu ataque que os atleticanos foram assustando, encurralando o time de Cuca...

Logo veio a falta pela esquerda...

Todos esperavam cruzamento de Mancini...

Até quem não poderia: Fábio...

E o chute quase sem ângulo foi direto para as redes...

Gol do Atlético e Mano Menezes ganhou mais um argumento para não convocar o goleiro...

Incrível falta de atenção de Fábio...

Imperdoável em uma decisão...

O Cruzeiro começou a reagir e pagar na mesma moeda.

O caminho era lado direito com o fraco Patric...

Renan já tinha trabalhado muito quando Montillo fez o que deveria fazer...

Mostrou toda a sua técnica, driblou em velocidade três marcadores e...

Deu de bandeja para Wallyson empatar...

O gol deixou a partida indefinida...

Já que no minutos após o 1 a 1 o Cruzeiro mostrou traços de confiança...

E quando parecia que poderia virar o jogo, veio o segundo gol atleticano...

Magno Alves entrou com personalidade com a bola dominada...

E rolou para o jogador que era vaiado pela própria torcida...

Foi justo Patric quem chutou cruzado e fez 2 a 1 aos 36 minutos...

A partir daí, voltou toda a falta de concentração e nervosismo cruzeirenses...

O Atlético Mineiro poderia ter marcado mais gols, só que desperdiçou...

No segundo tempo, Cuca tratou de deixar Pablo amarrado no vestiário...

E comprou a briga...

Mandou seu time atacar...

Dorival queria os contragolpes e apertar na marcação...

A cada falta mais dura, os cruzeirenses se revoltavam...

Pareciam lutadores de MMA antes de entrar no octógono...

Eram reflexos de quem?

Mal entrou em campo, Fabrício começou a discutir, provocar...

Fez tudo menos jogar...

O Atlético tratava de segurar o excelente resultado...

E tudo que estava ruim para o Cruzeiro ficou pior...

Faltou oxigênio no cérebro de Montillo e fez uma falta violenta, desnecessária em Giovanni.

Foi bem expulso por Paulo César de Oliveira, sim...ele mesmo...

Ou seja: o Cruzeiro perdeu seu principal jogador expulso na prorrogação...

Não o terá em campo no próximo domingo...

Resumo da ópera...

Desclassificação da Libertadores na quarta-feira, com Roger expulso no primeiro tempo...

Com Cuca dando cotovelada em jogador colombiano...

Derrota no domingo, na primeira partida do final do Mineiro...

Com Montillo expulso...

Algo muito grave está acontecendo na Toca da Raposa...

Só não enxerga quem não quer...

Ou ainda não tomou calmante...

O Cruzeiro trocou seu toque de bola refinado por pontapés, provocações, cotoveladas...

Melhor para o Once Caldas...

E para o Atlético que cumpriu muito bem o seu papel...

Colocou a bola no chão e tratou de jogar...

E seu jovem time se impôs contra o rival...

Por isso reverteu a vantagem para a decisão do Mineiro...

Atlético Mineiro e Cruzeiro. A decisão mais tensa em todo o Brasil. Quem perder sofrerá sérias consequências…

divulgacao2907 Atlético Mineiro e Cruzeiro. A decisão mais tensa em todo o Brasil. Quem perder sofrerá sérias consequências...
Dorival Júnior não vai admitir nem amarrado o quanto ficou satisfeito com a desclassificação do Cruzeiro.

Com a cotovelada de Cuca em Renteria.

Com o fim da Libertadores para o rival.

Não vai porque não ficou.

Ele sabe que a decisão do Campeonato Mineiro se tornou muito mais difícil.

Se o Cruzeiro seguisse o seu caminho normal agora estaria preocupadíssimo com o Santos.

E com a sensação silenciosa que o torneio estadual não vale nada.

O que importaria seria as quartas-de-final da Libertadores.

Mas a falta de controle dos nervos acabou matando o sonho maior de 2011.

Zezé Perrela garantiu a permanência de Cuca.

Independente do vexame internacional que ele deu como treinador e como homem.

Renteria não esperava a cotovelada do técnico.

O presidente do Cruzeiro havia garantido no ano passado que Adilson Batista continuaria no clube.

Mesmo depois dos fracassos no Mineiro e na Libertadores.

O técnico acabou saindo.

Para o mundo exterior ficou a versão que pediu demissão.

Para quem vive na Toca da Raposa não foi bem assim...

Por isso Cuca se apega nesta decisão como se valesse a sua vida no Cruzeiro.

E vale.

A equipe azul tem jogadores caros, mais rodados.

E sabem que alguns deles, com a derrota na Libertadores, deverão ser vendidos em junho.

Para conseguir limpar a desgastada imagem, a vitória no estadual virou fundamental.

É até uma questão de mercado.

Por isso a pressão para a decisão aumentou demais na Toca da Raposa.

Dorival Junior sabe disso.

Tem a convicção de que o jogo ficou mais difícil.

E alertou a todos.

A decisão poderá ser a mais emocionante entre todos os estaduais brasileiros.

Os jogadores do time branco e preto precisam de autoafirmação, a maioria quer ganhar espaço na carreira.

Mas há veteranos como Mancini e Magno Alves.

Para o Atlético, a conquista do Mineiro serviria para aliviar a depressão da eliminação da Copa do Brasil.

Para o Cruzeiro uma resposta para a queda absurda da Libertadores.

Outra vez com a prova da incompetência da polícia mineira, uma torcida só em Sete Lagoas.

Hoje só os atleticanos.

Os cruzeirenses ficam com o jogo final.

A tristeza por eliminações para Grêmio Prudente e Once Caldas marca a decisão.

O time que insistir em perder sofrerá as consequências imediatas.

O planejamento de um ano inteiro pode ser interrompido.

Com trocas inesperadas de jogadores ou até de técnicos.

Se Cuca está ameaçado pela direção cruzeirense...

Dorival Júnior passa a ser objeto de desejo de conselheiros importantes no Palmeiras e no Grêmio...

A decisão entre Atlético Mineiro e Cruzeiro será cruel para quem for derrotado...

Richarlyson e seu triste recorde de 20 segundos em campo. Quando a diretoria do Atlético Mineiro deixará de ser paternalista? Quando perder um título?

r7.com29 Richarlyson e seu triste recorde de 20 segundos em campo. Quando a diretoria do Atlético Mineiro deixará de ser paternalista? Quando perder um título?
Cléber Wellington Abade saiu de São Paulo com uma idéia fixa.

Chegou em Belo Horizonte para apitar Atlético Mineiro e América.

Valia uma vaga para a final do Campeonato de Minas Gerais.

Mas para ele, não importava.

Cleber tinha outra preocupação.

No primeiro tempo não pôde realizar sua vontade porque o jogador estava no banco.

Mas ele entrou no intervalo.

E logo aos 20 segundos, o árbitro paulista fez o que desejava: expulsou Richarlyson por reclamar de uma falta.

É preciso muita imaginação para acreditar na versão do jogador, que se disse perseguido pelo árbitro.

Se o juiz quisesse mesmo perseguir o volante do Atlético Mineiro esperaria.

Não faria dessa maneira tão escancarada, grotesca.

Ficou claro que Richarlyson falou alguma coisa para o juiz...

Ao não ver marcada o que considerou ser uma falta nele, no meio de campo.

E pagou caro a infantilidade...

Foi expulso e deixou seu time em situação difícil.

O América com um jogador a mais se sentiu tão melhor em campo que fez 1 a 0.

Com muita luta, o Atlético Mineiro virou o jogo...

A luta, o desgaste, a tensão...

Tudo por causa da absurda expulsão de Richarlyson...

Dorival Júnior já está tendo de dar explicações de o porquê da contratação do jogador...

Ele nunca jogou um grande futebol no Atlético Mineiro...

Se machucou...

E no período de recuperação foi visto em inúmeras festas...

Parte da direção queria sua dispensa...

O presidente Alexandre Kalil resolveu preservá-lo...

Só que há um movimento entre os torcedores e entre conselheiros do clube para a saída do jogador...

Assim que acabar o Campeonato Mineiro, a campanha para Kalil o negociar...

O que não pode acontecer são expulsões absurdas, injustificadas...

Richarlyson já está fora da primeira final contra o Cruzeiro...

Por 20 segundos em campo...

Um recorde vergonhoso...

Que a diretoria tenha a coragem de avaliar de verdade o que Richarlyson está fazendo em Belo Horizonte...

O quanto é útil...

E, principalmente, quanto ganha...

Calcular se vale tanta confusão...

Direção do Atlético Mineiro não dá punição alguma a Richarlyson. Até o considera seu comportamento exemplar. Isso que é incentivo para as baladas…

divulgacao346 Direção do Atlético Mineiro não dá punição alguma a Richarlyson. Até o considera seu comportamento exemplar. Isso que é incentivo para as baladas...
A diretoria do Atlético Mineiro confirmou que não afastará Richarlyson.

Não o dispensará.

Não o punirá pela balada deste domingo com Serginho, ex-BBB.

Ele foi considerado um jogador com comportamento exemplar.

O fato de estar contundido e ter ido para a balada no domingo, não foi considerado indisciplina.

Pelo contrário, até.

A postura dos dirigentes não poderia ser mais contraditório.

Ainda mais depois das dispensas de Ricardinho e Zé Luís.

E as inúmeras advertências dadas a Daniel Carvalho por suas baladas.

Richarlyson conta com a total compreensão dos dirigentes.

Pouco importa a indignação dos torcedores...

E de vários conselheiros do clube...

Richarlyson tem todo o apoio para continuar, inclusive, aproveitando bem suas noites de folgas...

Pular, dançar a noite toda deve fazer muito bem para o estiramento que sofreu no ligamento colateral do joelho direito...

O clube deveria até patrocinar algumas micaretas para o jogador...

Quem sabe, não curaria de vez seu joelho?

Afinal, ele é um jogador com um 'comportamento exemplar'.

Exemplo para quem é que se torna difícil entender...

Ou não...

Basta analisar as últimas campanhas do Atlético Mineiro...

Quase rebaixado no Brasileiro de 2010...

Eliminado da Copa do Brasil pelo Grêmio Prudente, time que acaba de cair para a Segunda Divisão Paulista...

Abaixo, um exemplo de que o talento de Richarlyson não fica apenas nos gramados...

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Atlético Mineiro pode dispensar Richarlyson por causa de balada com Serginho, ex-BBB

serginho richarlyson 400 Atlético Mineiro pode dispensar Richarlyson por causa de balada com Serginho, ex BBB
O despertar do presidente Alexandre Kalil não foi tão animado quanto se esperava.

Depois de o reestruturado Atlético vencer por 7 a 1 o América de Teófilo Otoni ontem...

E se classificar para as semifinais do Campeonato Mineiro...

Veio o motivo do péssimo humor do presidente...

Richarlyson, um dos maiores salários do clube, foi flagrado na balada ontem de madrugada...

Ele está contundido.

Sofreu um estiramento no ligamento colateral do joelho direito.

A previsão de volta é de dez a 15 dias.

O jogador estava em uma boate e Serginho, ex-BBB, colocou fotos dos dois na balada.

Foi o que bastou.

A torcida atleticana já começou a agir logo de manhã.

Acionaram conselheiros, dirigentes, mandaram mensagens para o twitter, e-mail para Kalil.

Querem Richarlyson fora do Atlético Mineiro.

Está uma onda de caça às bruxas no clube desde a eliminação da Copa do Brasil.

Ricardinho e Zé Luís tiveram seus contratos rescindidos.

O meia negocia com o Botafogo.

E o volante com o Bahia.

Kalil disse que não toleraria abusos dos atletas na noite.

Mesmo os contundidos.

Dorival Júnior também já foi comunicado sobre a balada de Richarlyson.

Haverá uma séria conversa entre o técnico e o dirigente.

A situação do ex-são-paulino ficou péssima em Belo Horizonte.

Desde que foi contratado, ele só foi a campo oito vezes.

Teve uma série de contusões.

Ele se tornou uma grande e cara decepção...

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Alexandre Kalil e Dorival Júnior são os culpados de mais um enorme vexame na história do Atlético Mineiro. Ser eliminado pelo lanterna do Campeonato Paulista e, em casa, não é para qualquer um…

divulgacao216 Alexandre Kalil e Dorival Júnior são os culpados de mais um enorme vexame na história do Atlético Mineiro. Ser eliminado pelo lanterna do Campeonato Paulista e, em casa, não é para qualquer um...
Um completo vexame.

Com tudo o que a expressão dá direito no futebol.

Time fraco e sem objetividade.

Sem estratégia definida.

Jogadores sem talento, correndo a esmo e descontrolados emocionalmente.

Duas expulsões infantis refletem bem a tensão do time que atuava em casa.

Dirigentes que não se dão ao respeito, xingando a arbitragem.

Tentando, de qualquer maneiran, transferir a incompetência da desclassificação da Copa do Brasil.

O sonho acabou logo diante do segundo rival, o fraco Grêmio Prudente.

Último colocado entre 20 times do Campeonato Paulista.

O Atlético Mineiro e Dorival Júnior se perderam.

O plano, traçado ainda em 2010, era montar um time muito forte.

Para ganhar a Copa do Brasil e chegar a Libertadores.

Depois de 21 participações, o clube se organizaria para ganhar pela primeira vez a competição.

Dorival Júnior havia salvo o time do rebaixamento certo no Brasileiro.

Conseguiu o milagre, resgatando o clube depois da fracassada campanha de Luxemburgo.

Ganhou moral para selecionar os atletas que desejava.

Estava tudo certo.

O projeto era sim montar um Santos cover.

Com grande poder de marcação, velocidade nos contragolpes e talento no meio de campo.

Diego Souza era peça fundamental no time.

Recuperá-lo era questão de honra e de necessidade.

Mas ele não quis se submeter aos longos treinamentos em separado e pediu para sair.

Faltou força dos dirigentes para falar não.

E qual o problema do Atlético Mineiro se Diego Tardelli não havia conseguido um pé de meia?

Vendê-lo ao futebol russo, para ser companheiro de Roberto Carlos no Anzhi, foi um tiro no pé.

Alexandre Kalil não bate no peito dizendo que faz tudo pelo clube?

Por que então não disse não para os russos e aumentou Tardelli?

Dorival Júnior errou feio ao não querer contrariar o dirigente e afirmar que poderia seguir sem os jogadores.

E daí se Ricardinho e Zé Luís falaram mal do técnico por estarem na reserva?

Por que não uma enorme reprimenda pública e cobrar a ambos que se matassem em campo para justificar suas palavras?

Demitir a dupla foi fácil e serviu apenas para acalmar torcida e imprensa.

Tirar toda a moral e manter Daniel Carvalho no grupo foi outra incoerência.

Os dirigentes perderam o rumo.

E Dorival Júnior aceitou passivamente o estrago.

Não protegeu sua equipe.

Não tomou uma atitude drástica.

Só concordou, concordou, concordou.

O resultado foi o desastre, a humilhação ontem na Arena do Jacaré.

Não adianta chorar o duvidoso gol de Rever aos 41 minutos do segundo tempo.

É uma atitude covarde demais colocar a culpa no árbitro Pathrice Wallace Correia Maira.

Ou no bandeira Eduardo de Souza Couto.

Todos os palavrões que os dirigentes gritaram à dupla nos vestiários só tornaram a desclassificação mais ridícula, triste...

Há dois culpados por esse enorme vexame na história do Atlético Mineiro.

O presidente Alexandre Kalil por não ter pulso para manter jogadores fundamentais ao time.

E Dorival Júnior por dizer 'amém'...

Traída por quem mais confiava...

A torcida atleticana não merecia passar por tanta vergonha logo no início de 2011...

Ver o time eliminado de forma patética em casa pelo lanterna do Campeonato Paulista...

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Rezar, a saída para o Atlético Mineiro. Alexandre Kalil travou a reformulação de Dorival Júnior. E os vexames começam a surgir…

divulgacao238 Rezar, a saída para o Atlético Mineiro. Alexandre Kalil travou a reformulação de Dorival Júnior. E os vexames começam a surgir...
Alexandre Kalil é o grande responsável pelo péssimo ambiente no Atlético Mineiro.

Ele deu carta branca para Dorival Júnior fazer uma profunda reformulação no time de 2010.

Aquele que, com Luxemburgo no comando, quase foi rebaixado para a Segunda Divisão.

Se não fosse a chegada de Dorival Júnior, a equipe estaria na Série B.

Animado com o milagre feito pelo novo treinador, Kalil lhe prometeu liberdade para escolher o novo time.

Dorival acreditou e tratou de investir no time que havia imaginado para ganhar a Copa do Brasil.

Queria montar um aos moldes do Santos que deixou na Vila Belmiro.

Muito rápido com a posse de bola e marcando com muito vigor.

O meio de campo e o ataque se mostravam fundamentais nesta reformulação.

Ele só não contava que Kalil fosse viver a síndrome Zezé Perrela.

Doença que ataca os dirigentes.

Eles não podem ouvir qualquer proposta do Exterior e logo negociam seus atletas.

Sem pensar no planejamento, no futuro.

O que vale é o dinheiro hoje.

Foi assim que Diego Souza e Tardelli deixaram o Atlético Mineiro.

Dorival me confidenciou que estava fazendo um trabalho especial e queria porque queria recuperar Diego Souza.

Seria o seu jogador mais importante do meio de campo.

O articulador...

Mas a proposta do Vasco calou fundo no coração de Kalil e o jogador voltou para o Rio de Janeiro.

Quebrada a espinha dorsal que Dorival sonhou.

Depois chegou o Anzhi da Rússia.

Indicado por Roberto Carlos, Tardelli fez as malas e não quis nem saber.

Foi ganhar seu dinheiro.

Jobson também se cansou da linha dura, da falta de espaço para as noitadas e pediu para ir embora.

Outro jogador importante indo embora.

Foram três jogadores que estavam na base da reformulação.

Isso sem contar Obina, que foi para a China.

Apelando para jovens jogadores, não é de se estranhar que a equipe esteja titubeando...

Insegura, reveza boas com péssimas partidas como a de hoje contra o Grêmio Prudente.

Contra o lanterna do Campeonato Paulista, o Atlético Mineiro perdeu de pouco...

Só 2 a 1 foi injusto com o time interiorano...

Dorival tem mantido a postura olímpica de não reclamar publicamente...

As péssimas partidas do time recaem sobre os seus ombros...

Ganhou Guilherme, mas é muito pouco...

Kalil vendeu...

Kalil que compre...

Ou tudo o que ficou acertado entre ele e Dorival Júnior logo depois do milagre da permanência na Série A não vale...

Foram promessas vagas sem consistência, sem credibilidade...

E quem sofre com isso é outra vez o torcedor atleticano...

Como se empolgar com uma equipe tão obediente quanto inofensiva?

O rei do twitter, Alexandre Kalil, tem de acordar...

Cutucar os donos do cofre do BMG...

É bom olhar o descontentamento de Dorival Júnior...

Convites não faltam para ele sair.

Se a situação continuar dessa maneira absurda, não custa nada ele pedir demissão...

Ou então, Kalil deve rezar muito...

Situação que o apaixonado torcedor do Atlético Mineiro teve de aprender ao longo dos últimos anos...

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