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Bastaram cinco dias e os nervos acabaram com o Cruzeiro. Once Caldas e Atlético Mineiro agradecem o descontrole emocional do melhor time do Brasil…

divulgacao88 Bastaram cinco dias e os nervos acabaram com o Cruzeiro. Once Caldas e Atlético Mineiro agradecem o descontrole emocional do melhor time do Brasil...
Bastaram cinco dias...

Meros cinco dias e os nervos desmoronaram o melhor time do País...

Aquele que jogavao futebol mais empolgante...

Veio a derrota inesperada para o Once Caldas em Minas Gerais...

A cotovelada absurda de Cuca em Renteria...

E hoje, o Cruzeiro perdeu de novo...

Logo no primeiro jogo da decisão do Campeonato Mineiro, mostrou outra vez...

A Toca da Raposa precisa de forma urgente de psicólogos...

Os jogadores seguiram pelo caminho de Cuca...

Não conseguem jogar futebol...

Irritados, tensos demais, trocaram a bola por provocações e expulsões infantis...

No equilibrado clássico de hoje, o mais importante era manter a calma...

Não transformar a motivação em dar a volta por cima em raiva...

Foi exatamente o que o time não conseguiu fazer...

Pelo contrário...

Se mostrou uma pilha de nervos...

Com a acomodação da polícia mineira, a partida teve só torcedores do Atlético...

Era claro que o ambiente estaria todo o time de Dorival Júnior...

Até mesmo no placar, onde a diretoria atleticana impediu que fosse colocado o nome Cruzeiro...

Uma bobagem...

Mas que funcionou...

O Cruzeiro de Cuca parecia um time com ódio do mundo...

Esse foi o veneno que atrapalhou o futebol do time mais técnico, mais talentoso...

Inverteu a ordem natura das coisas...

Acabou sendo envolvido para o mais centrado, mais focado, mais profissional...

Dorival entrou para explorar o lado mais fraco do adversário...

Até Tiririca se treinasse um time e enfrentasse o Cruzeiro faria a mesma coisa...

Atacar pelo lado de Pablo...

E pela esquerda do seu ataque que os atleticanos foram assustando, encurralando o time de Cuca...

Logo veio a falta pela esquerda...

Todos esperavam cruzamento de Mancini...

Até quem não poderia: Fábio...

E o chute quase sem ângulo foi direto para as redes...

Gol do Atlético e Mano Menezes ganhou mais um argumento para não convocar o goleiro...

Incrível falta de atenção de Fábio...

Imperdoável em uma decisão...

O Cruzeiro começou a reagir e pagar na mesma moeda.

O caminho era lado direito com o fraco Patric...

Renan já tinha trabalhado muito quando Montillo fez o que deveria fazer...

Mostrou toda a sua técnica, driblou em velocidade três marcadores e...

Deu de bandeja para Wallyson empatar...

O gol deixou a partida indefinida...

Já que no minutos após o 1 a 1 o Cruzeiro mostrou traços de confiança...

E quando parecia que poderia virar o jogo, veio o segundo gol atleticano...

Magno Alves entrou com personalidade com a bola dominada...

E rolou para o jogador que era vaiado pela própria torcida...

Foi justo Patric quem chutou cruzado e fez 2 a 1 aos 36 minutos...

A partir daí, voltou toda a falta de concentração e nervosismo cruzeirenses...

O Atlético Mineiro poderia ter marcado mais gols, só que desperdiçou...

No segundo tempo, Cuca tratou de deixar Pablo amarrado no vestiário...

E comprou a briga...

Mandou seu time atacar...

Dorival queria os contragolpes e apertar na marcação...

A cada falta mais dura, os cruzeirenses se revoltavam...

Pareciam lutadores de MMA antes de entrar no octógono...

Eram reflexos de quem?

Mal entrou em campo, Fabrício começou a discutir, provocar...

Fez tudo menos jogar...

O Atlético tratava de segurar o excelente resultado...

E tudo que estava ruim para o Cruzeiro ficou pior...

Faltou oxigênio no cérebro de Montillo e fez uma falta violenta, desnecessária em Giovanni.

Foi bem expulso por Paulo César de Oliveira, sim...ele mesmo...

Ou seja: o Cruzeiro perdeu seu principal jogador expulso na prorrogação...

Não o terá em campo no próximo domingo...

Resumo da ópera...

Desclassificação da Libertadores na quarta-feira, com Roger expulso no primeiro tempo...

Com Cuca dando cotovelada em jogador colombiano...

Derrota no domingo, na primeira partida do final do Mineiro...

Com Montillo expulso...

Algo muito grave está acontecendo na Toca da Raposa...

Só não enxerga quem não quer...

Ou ainda não tomou calmante...

O Cruzeiro trocou seu toque de bola refinado por pontapés, provocações, cotoveladas...

Melhor para o Once Caldas...

E para o Atlético que cumpriu muito bem o seu papel...

Colocou a bola no chão e tratou de jogar...

E seu jovem time se impôs contra o rival...

Por isso reverteu a vantagem para a decisão do Mineiro...

Atlético Mineiro e Cruzeiro. A decisão mais tensa em todo o Brasil. Quem perder sofrerá sérias consequências…

divulgacao2907 Atlético Mineiro e Cruzeiro. A decisão mais tensa em todo o Brasil. Quem perder sofrerá sérias consequências...
Dorival Júnior não vai admitir nem amarrado o quanto ficou satisfeito com a desclassificação do Cruzeiro.

Com a cotovelada de Cuca em Renteria.

Com o fim da Libertadores para o rival.

Não vai porque não ficou.

Ele sabe que a decisão do Campeonato Mineiro se tornou muito mais difícil.

Se o Cruzeiro seguisse o seu caminho normal agora estaria preocupadíssimo com o Santos.

E com a sensação silenciosa que o torneio estadual não vale nada.

O que importaria seria as quartas-de-final da Libertadores.

Mas a falta de controle dos nervos acabou matando o sonho maior de 2011.

Zezé Perrela garantiu a permanência de Cuca.

Independente do vexame internacional que ele deu como treinador e como homem.

Renteria não esperava a cotovelada do técnico.

O presidente do Cruzeiro havia garantido no ano passado que Adilson Batista continuaria no clube.

Mesmo depois dos fracassos no Mineiro e na Libertadores.

O técnico acabou saindo.

Para o mundo exterior ficou a versão que pediu demissão.

Para quem vive na Toca da Raposa não foi bem assim...

Por isso Cuca se apega nesta decisão como se valesse a sua vida no Cruzeiro.

E vale.

A equipe azul tem jogadores caros, mais rodados.

E sabem que alguns deles, com a derrota na Libertadores, deverão ser vendidos em junho.

Para conseguir limpar a desgastada imagem, a vitória no estadual virou fundamental.

É até uma questão de mercado.

Por isso a pressão para a decisão aumentou demais na Toca da Raposa.

Dorival Junior sabe disso.

Tem a convicção de que o jogo ficou mais difícil.

E alertou a todos.

A decisão poderá ser a mais emocionante entre todos os estaduais brasileiros.

Os jogadores do time branco e preto precisam de autoafirmação, a maioria quer ganhar espaço na carreira.

Mas há veteranos como Mancini e Magno Alves.

Para o Atlético, a conquista do Mineiro serviria para aliviar a depressão da eliminação da Copa do Brasil.

Para o Cruzeiro uma resposta para a queda absurda da Libertadores.

Outra vez com a prova da incompetência da polícia mineira, uma torcida só em Sete Lagoas.

Hoje só os atleticanos.

Os cruzeirenses ficam com o jogo final.

A tristeza por eliminações para Grêmio Prudente e Once Caldas marca a decisão.

O time que insistir em perder sofrerá as consequências imediatas.

O planejamento de um ano inteiro pode ser interrompido.

Com trocas inesperadas de jogadores ou até de técnicos.

Se Cuca está ameaçado pela direção cruzeirense...

Dorival Júnior passa a ser objeto de desejo de conselheiros importantes no Palmeiras e no Grêmio...

A decisão entre Atlético Mineiro e Cruzeiro será cruel para quem for derrotado...

Richarlyson e seu triste recorde de 20 segundos em campo. Quando a diretoria do Atlético Mineiro deixará de ser paternalista? Quando perder um título?

r7.com29 Richarlyson e seu triste recorde de 20 segundos em campo. Quando a diretoria do Atlético Mineiro deixará de ser paternalista? Quando perder um título?
Cléber Wellington Abade saiu de São Paulo com uma idéia fixa.

Chegou em Belo Horizonte para apitar Atlético Mineiro e América.

Valia uma vaga para a final do Campeonato de Minas Gerais.

Mas para ele, não importava.

Cleber tinha outra preocupação.

No primeiro tempo não pôde realizar sua vontade porque o jogador estava no banco.

Mas ele entrou no intervalo.

E logo aos 20 segundos, o árbitro paulista fez o que desejava: expulsou Richarlyson por reclamar de uma falta.

É preciso muita imaginação para acreditar na versão do jogador, que se disse perseguido pelo árbitro.

Se o juiz quisesse mesmo perseguir o volante do Atlético Mineiro esperaria.

Não faria dessa maneira tão escancarada, grotesca.

Ficou claro que Richarlyson falou alguma coisa para o juiz...

Ao não ver marcada o que considerou ser uma falta nele, no meio de campo.

E pagou caro a infantilidade...

Foi expulso e deixou seu time em situação difícil.

O América com um jogador a mais se sentiu tão melhor em campo que fez 1 a 0.

Com muita luta, o Atlético Mineiro virou o jogo...

A luta, o desgaste, a tensão...

Tudo por causa da absurda expulsão de Richarlyson...

Dorival Júnior já está tendo de dar explicações de o porquê da contratação do jogador...

Ele nunca jogou um grande futebol no Atlético Mineiro...

Se machucou...

E no período de recuperação foi visto em inúmeras festas...

Parte da direção queria sua dispensa...

O presidente Alexandre Kalil resolveu preservá-lo...

Só que há um movimento entre os torcedores e entre conselheiros do clube para a saída do jogador...

Assim que acabar o Campeonato Mineiro, a campanha para Kalil o negociar...

O que não pode acontecer são expulsões absurdas, injustificadas...

Richarlyson já está fora da primeira final contra o Cruzeiro...

Por 20 segundos em campo...

Um recorde vergonhoso...

Que a diretoria tenha a coragem de avaliar de verdade o que Richarlyson está fazendo em Belo Horizonte...

O quanto é útil...

E, principalmente, quanto ganha...

Calcular se vale tanta confusão...

Direção do Atlético Mineiro não dá punição alguma a Richarlyson. Até o considera seu comportamento exemplar. Isso que é incentivo para as baladas…

divulgacao346 Direção do Atlético Mineiro não dá punição alguma a Richarlyson. Até o considera seu comportamento exemplar. Isso que é incentivo para as baladas...
A diretoria do Atlético Mineiro confirmou que não afastará Richarlyson.

Não o dispensará.

Não o punirá pela balada deste domingo com Serginho, ex-BBB.

Ele foi considerado um jogador com comportamento exemplar.

O fato de estar contundido e ter ido para a balada no domingo, não foi considerado indisciplina.

Pelo contrário, até.

A postura dos dirigentes não poderia ser mais contraditório.

Ainda mais depois das dispensas de Ricardinho e Zé Luís.

E as inúmeras advertências dadas a Daniel Carvalho por suas baladas.

Richarlyson conta com a total compreensão dos dirigentes.

Pouco importa a indignação dos torcedores...

E de vários conselheiros do clube...

Richarlyson tem todo o apoio para continuar, inclusive, aproveitando bem suas noites de folgas...

Pular, dançar a noite toda deve fazer muito bem para o estiramento que sofreu no ligamento colateral do joelho direito...

O clube deveria até patrocinar algumas micaretas para o jogador...

Quem sabe, não curaria de vez seu joelho?

Afinal, ele é um jogador com um 'comportamento exemplar'.

Exemplo para quem é que se torna difícil entender...

Ou não...

Basta analisar as últimas campanhas do Atlético Mineiro...

Quase rebaixado no Brasileiro de 2010...

Eliminado da Copa do Brasil pelo Grêmio Prudente, time que acaba de cair para a Segunda Divisão Paulista...

Abaixo, um exemplo de que o talento de Richarlyson não fica apenas nos gramados...

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Atlético Mineiro pode dispensar Richarlyson por causa de balada com Serginho, ex-BBB

serginho richarlyson 400 Atlético Mineiro pode dispensar Richarlyson por causa de balada com Serginho, ex BBB
O despertar do presidente Alexandre Kalil não foi tão animado quanto se esperava.

Depois de o reestruturado Atlético vencer por 7 a 1 o América de Teófilo Otoni ontem...

E se classificar para as semifinais do Campeonato Mineiro...

Veio o motivo do péssimo humor do presidente...

Richarlyson, um dos maiores salários do clube, foi flagrado na balada ontem de madrugada...

Ele está contundido.

Sofreu um estiramento no ligamento colateral do joelho direito.

A previsão de volta é de dez a 15 dias.

O jogador estava em uma boate e Serginho, ex-BBB, colocou fotos dos dois na balada.

Foi o que bastou.

A torcida atleticana já começou a agir logo de manhã.

Acionaram conselheiros, dirigentes, mandaram mensagens para o twitter, e-mail para Kalil.

Querem Richarlyson fora do Atlético Mineiro.

Está uma onda de caça às bruxas no clube desde a eliminação da Copa do Brasil.

Ricardinho e Zé Luís tiveram seus contratos rescindidos.

O meia negocia com o Botafogo.

E o volante com o Bahia.

Kalil disse que não toleraria abusos dos atletas na noite.

Mesmo os contundidos.

Dorival Júnior também já foi comunicado sobre a balada de Richarlyson.

Haverá uma séria conversa entre o técnico e o dirigente.

A situação do ex-são-paulino ficou péssima em Belo Horizonte.

Desde que foi contratado, ele só foi a campo oito vezes.

Teve uma série de contusões.

Ele se tornou uma grande e cara decepção...

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Alexandre Kalil e Dorival Júnior são os culpados de mais um enorme vexame na história do Atlético Mineiro. Ser eliminado pelo lanterna do Campeonato Paulista e, em casa, não é para qualquer um…

divulgacao216 Alexandre Kalil e Dorival Júnior são os culpados de mais um enorme vexame na história do Atlético Mineiro. Ser eliminado pelo lanterna do Campeonato Paulista e, em casa, não é para qualquer um...
Um completo vexame.

Com tudo o que a expressão dá direito no futebol.

Time fraco e sem objetividade.

Sem estratégia definida.

Jogadores sem talento, correndo a esmo e descontrolados emocionalmente.

Duas expulsões infantis refletem bem a tensão do time que atuava em casa.

Dirigentes que não se dão ao respeito, xingando a arbitragem.

Tentando, de qualquer maneiran, transferir a incompetência da desclassificação da Copa do Brasil.

O sonho acabou logo diante do segundo rival, o fraco Grêmio Prudente.

Último colocado entre 20 times do Campeonato Paulista.

O Atlético Mineiro e Dorival Júnior se perderam.

O plano, traçado ainda em 2010, era montar um time muito forte.

Para ganhar a Copa do Brasil e chegar a Libertadores.

Depois de 21 participações, o clube se organizaria para ganhar pela primeira vez a competição.

Dorival Júnior havia salvo o time do rebaixamento certo no Brasileiro.

Conseguiu o milagre, resgatando o clube depois da fracassada campanha de Luxemburgo.

Ganhou moral para selecionar os atletas que desejava.

Estava tudo certo.

O projeto era sim montar um Santos cover.

Com grande poder de marcação, velocidade nos contragolpes e talento no meio de campo.

Diego Souza era peça fundamental no time.

Recuperá-lo era questão de honra e de necessidade.

Mas ele não quis se submeter aos longos treinamentos em separado e pediu para sair.

Faltou força dos dirigentes para falar não.

E qual o problema do Atlético Mineiro se Diego Tardelli não havia conseguido um pé de meia?

Vendê-lo ao futebol russo, para ser companheiro de Roberto Carlos no Anzhi, foi um tiro no pé.

Alexandre Kalil não bate no peito dizendo que faz tudo pelo clube?

Por que então não disse não para os russos e aumentou Tardelli?

Dorival Júnior errou feio ao não querer contrariar o dirigente e afirmar que poderia seguir sem os jogadores.

E daí se Ricardinho e Zé Luís falaram mal do técnico por estarem na reserva?

Por que não uma enorme reprimenda pública e cobrar a ambos que se matassem em campo para justificar suas palavras?

Demitir a dupla foi fácil e serviu apenas para acalmar torcida e imprensa.

Tirar toda a moral e manter Daniel Carvalho no grupo foi outra incoerência.

Os dirigentes perderam o rumo.

E Dorival Júnior aceitou passivamente o estrago.

Não protegeu sua equipe.

Não tomou uma atitude drástica.

Só concordou, concordou, concordou.

O resultado foi o desastre, a humilhação ontem na Arena do Jacaré.

Não adianta chorar o duvidoso gol de Rever aos 41 minutos do segundo tempo.

É uma atitude covarde demais colocar a culpa no árbitro Pathrice Wallace Correia Maira.

Ou no bandeira Eduardo de Souza Couto.

Todos os palavrões que os dirigentes gritaram à dupla nos vestiários só tornaram a desclassificação mais ridícula, triste...

Há dois culpados por esse enorme vexame na história do Atlético Mineiro.

O presidente Alexandre Kalil por não ter pulso para manter jogadores fundamentais ao time.

E Dorival Júnior por dizer 'amém'...

Traída por quem mais confiava...

A torcida atleticana não merecia passar por tanta vergonha logo no início de 2011...

Ver o time eliminado de forma patética em casa pelo lanterna do Campeonato Paulista...

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Rezar, a saída para o Atlético Mineiro. Alexandre Kalil travou a reformulação de Dorival Júnior. E os vexames começam a surgir…

divulgacao238 Rezar, a saída para o Atlético Mineiro. Alexandre Kalil travou a reformulação de Dorival Júnior. E os vexames começam a surgir...
Alexandre Kalil é o grande responsável pelo péssimo ambiente no Atlético Mineiro.

Ele deu carta branca para Dorival Júnior fazer uma profunda reformulação no time de 2010.

Aquele que, com Luxemburgo no comando, quase foi rebaixado para a Segunda Divisão.

Se não fosse a chegada de Dorival Júnior, a equipe estaria na Série B.

Animado com o milagre feito pelo novo treinador, Kalil lhe prometeu liberdade para escolher o novo time.

Dorival acreditou e tratou de investir no time que havia imaginado para ganhar a Copa do Brasil.

Queria montar um aos moldes do Santos que deixou na Vila Belmiro.

Muito rápido com a posse de bola e marcando com muito vigor.

O meio de campo e o ataque se mostravam fundamentais nesta reformulação.

Ele só não contava que Kalil fosse viver a síndrome Zezé Perrela.

Doença que ataca os dirigentes.

Eles não podem ouvir qualquer proposta do Exterior e logo negociam seus atletas.

Sem pensar no planejamento, no futuro.

O que vale é o dinheiro hoje.

Foi assim que Diego Souza e Tardelli deixaram o Atlético Mineiro.

Dorival me confidenciou que estava fazendo um trabalho especial e queria porque queria recuperar Diego Souza.

Seria o seu jogador mais importante do meio de campo.

O articulador...

Mas a proposta do Vasco calou fundo no coração de Kalil e o jogador voltou para o Rio de Janeiro.

Quebrada a espinha dorsal que Dorival sonhou.

Depois chegou o Anzhi da Rússia.

Indicado por Roberto Carlos, Tardelli fez as malas e não quis nem saber.

Foi ganhar seu dinheiro.

Jobson também se cansou da linha dura, da falta de espaço para as noitadas e pediu para ir embora.

Outro jogador importante indo embora.

Foram três jogadores que estavam na base da reformulação.

Isso sem contar Obina, que foi para a China.

Apelando para jovens jogadores, não é de se estranhar que a equipe esteja titubeando...

Insegura, reveza boas com péssimas partidas como a de hoje contra o Grêmio Prudente.

Contra o lanterna do Campeonato Paulista, o Atlético Mineiro perdeu de pouco...

Só 2 a 1 foi injusto com o time interiorano...

Dorival tem mantido a postura olímpica de não reclamar publicamente...

As péssimas partidas do time recaem sobre os seus ombros...

Ganhou Guilherme, mas é muito pouco...

Kalil vendeu...

Kalil que compre...

Ou tudo o que ficou acertado entre ele e Dorival Júnior logo depois do milagre da permanência na Série A não vale...

Foram promessas vagas sem consistência, sem credibilidade...

E quem sofre com isso é outra vez o torcedor atleticano...

Como se empolgar com uma equipe tão obediente quanto inofensiva?

O rei do twitter, Alexandre Kalil, tem de acordar...

Cutucar os donos do cofre do BMG...

É bom olhar o descontentamento de Dorival Júnior...

Convites não faltam para ele sair.

Se a situação continuar dessa maneira absurda, não custa nada ele pedir demissão...

Ou então, Kalil deve rezar muito...

Situação que o apaixonado torcedor do Atlético Mineiro teve de aprender ao longo dos últimos anos...

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Jobson. Uma aula de como tentar jogar a carreira fora. Atlético e Botafogo se cansaram dele. Oferecido ao Palmeiras, Felipão avalia…

divulgacao44 Jobson. Uma aula de como tentar jogar a carreira fora. Atlético e Botafogo se cansaram dele. Oferecido ao Palmeiras, Felipão avalia...
Poucos jogadores de futebol, no final de suas carreiras, podem olhar para trás e pensar:

"A vida me deu várias chances".

Este não será nunca o caso de Jobson.

Atacante rápido, ousado, atrevido.

Surgiu como grande esperança no Brasiliense.

O ex-senador Luís Estevão, dono do clube, viu nele a possibilidade de fazer muito dinheiro.

Mas logo Jobson se mostrou muito atraído pelas tentações da vida.

Mulheres, bebidas, noitadas, punições e fugas para o Pará, onde nasceu e tem família.

Logo as situações ficaram repetitivas, rotineiras.

Luís Estevão se cansou, mas não queria perder dinheiro.

Tratou de emprestá-lo para o mais longe que conseguiu.

E lá foi Jobson jogar na Coréia do Sul, no Jeju United.

Não se acostumou à rigidez oriental.

E muito menos os coreanos se adaptaram ao brasileiro e seus atrasos.

Trataram de devolvê-lo.

Foi quando o Botafogo acabou o levando.

Rio de Janeiro...

Time grande, torcida, dinheiro no bolso.

Noitadas...

Se Jobson logo chamou a atenção de todos no Botafogo: pelos gols e pelas baladas e baladas.

Os jogadores faziam rodízio para sair com ele.

Ninguém suportava o seu ritmo forte.

Os atrasos já começavam a incomodar, quando ele foi pego no antidoping.

A substância apontada foi cocaína.

Um dia, ele disse que a consumiu pura.

No outro, ela chegou ao seu organismo graças ao crack.

Não importa.

Estava negociado com o Cruzeiro quando estourou o escândalo.

Tudo foi desfeito.

Foi suspenso por dois anos.

Dois anos...

Mas o destino o ajudou e a pena caiu para apenas seis meses.

Uma oportunidade de ouro para se recuperar.

Voltou ao Botafogo.

Mas nem Joel Santana, com toda a sua paciência suportou os atrasos, a volta às noitadas de Jobson.

Gastou saliva tentando convencer o atacante a se levar a sério.

Se cansou.

E logo o Atlético Mineiro surgiu e o levou emprestado.

Com a saída de Tardelli e Obina, a diretoria acreditou que o jogador teria todo o espaço para atuar.

Só que não contavam com a seriedade de Dorival Júnior.

Com ele, Jobson não seria tratado como um menino levado.

Pelo contrário.

O técnico, que sabia de toda a história do atleta, foi direto.

Ou ele se enquadraria ao clube e seria seu titular ou ficaria de lado.

Jobson não teve espaço e nem companhia para aprontar.

Dorival Júnior conseguiu montar um grupo consciente e disciplinado.

O time recebe em dia.

Mas sabe que não há espaço para indisciplina ou falta de entusiasmo.

Jobson se viu isolado, pressionado.

E sem ninguém para o mimar, como acontecia nos tempos do Brasiliense, do Botafogo.

Nem mesmo sua mãe, dona Lourdes, que perdeu oito quilos por sofrimento...

Enquanto durou a suspensão do filho por uso de cocaína...

É a única pessoa no mundo que não acredita que ele tenha usado drogas...

Mesmo diante da confissão do atacante...

Coisa de mãe...

Quem tem sabe o que é...

Jobson pediu para sair do Atlético Mineiro.

Alegou falta de adaptação.

Dorival Júnior não moveu uma palha para segurá-lo.

O treinador sabe quanto tempo perdeu tentando convencê-lo a se dedicar à carreira...

A direção do Atlético Mineiro o quer devolver.

O Botafogo não o deseja de volta.

Situação absurda, criada pela falta de responsabilidade, amor à profissão de um jogador.

Mas o destino parece não se cansar de Jobson.

Empresários o estão oferecendo ao Palmeiras.

Felipão já disse uma vez que gostaria de ter o atleta.

Que o endireitaria.

As negociações mal começaram.

Pode ser que não dê em nada.

Mas só o interesse do Palmeiras recoloca o interesse de outras equipes em Jobson.

Realmente, ele nunca poderá reclamar de falta de oportunidade na vida, na carreira.

Que pense agora.

Tem 23 anos e a história de um jogador veterano, problemático, sem rumo...

Seu sonho é passar a aposentadoria pescando no Pará.

Pode ser em um barco moderno e seu...

Ou em uma vara de pescar, sentado na margem do rio...

As escolhas que fizer daqui por diante na vida é que definirão a qualidade de vida que terá e dará à sua família...

Pense bem, Jobson...

Um dia o destino vai cansar de você...

Honre o sofrimento de dona Lourdes...

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Para proteger Felipão, Palmeiras disposto a proibir jogadores de usarem o twitter. E Atlético Mineiro quer levar o descontente Kleber…

twitter3 Para proteger Felipão, Palmeiras disposto a proibir jogadores de usarem o twitter. E Atlético Mineiro quer levar o descontente Kleber...
Kléber desmoralizou Luiz Felipe Scolari no twitter.

Não há meias palavras.

Ele não suportou as críticas do treinador.

Felipão não perdoou seu atacante.

Ele estava com dores musculares e passou madrugadas no Carnaval.

As dores pioraram e ele não pode jogar contra o fantástico Noroeste de Bauru.

Scolari poderia ter resolvido a questão com o atleta, em uma conversa de vestiário.

Mas preferiu cobrá-lo publicamente.

Kleber sentiu que ele o estava jogando contra a torcida palmeirense.

E foi fundo nas respostas.

"Não é a primeira vez que isso acontece.

(Felipão) já falou mal do time quando disse que era solteiro contra casado...

Falou mal do Lincoln...

Mal do Valdivia...

E agora me criticou também.

Nunca vi proteger a gente.

Mas vi proteger treinador de time rival"

(Felipão disse que preferia perder para o Corinthians a ver Tite demitido.

O Palmeiras perdeu o jogo e Tite seguiu empregado.)

"Não ligo para o que ele falou.

E nem me surpreendeo."

"...não dá para aguentar mais calado..."

Essas foram algumas frases que Kléber colocou ontem no seu twitter.

E elas não permitem dúvidas.

Não dá para dizer que a palavra do jogador foi distorcida.

Algum repórter ou jornalista maldoso colocou palavras que não foram ditas por ele.

Diante da postura corajosa de Kléber, Felipão hoje tentou amenizar.

Disse que tudo foi um exagero.

E tentou disfarçar, brincando, desviar o foco, falar de Adriano Michael Jackson.

Mas ao mesmo tempo quer uma postura da diretoria do Palmeiras.

Adivinhe qual?

Sim...

Proibir que os jogadores se manifestem no twitter.

Assim ninguém fica sabendo o que realmente o atleta pensa.

Se ele está sendo injustiçado.

Nada.

Fica só a palavra do técnico.

E as 'mentiras' dos jornalistas.

Só que Felipão mexeu com o jogador errado.

Kleber não vai se submeter a essa censura.

A direção do Atlético Mineiro já procurou seu esperto empresário.

Se Kleber decidir sair do Palmeiras por causa de Felipão, tem clube o esperando de braços abertos.

Dorival Júnior fica rezando.

Kleber seria o jogador perfeito para substituir Diego Tardelli.

O problema, como lembram os leitores, é o fato de 50% de Kleber é do Cruzeiro...

A direção do Palmeiras tem um grande problema nas mãos.

Felipão não esperava que um atleta o fosse enfrentar de maneira tão aberta.

Límpida, sem contestação.

Sem a interferência de jornalistas.

O twitter se tornou uma arma da democracia no Palmeiras.

Como é na China...

Na Venezuela...

No Irã...

Foi no Egito...

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“Que a minha saída do Santos tenha sido um marco na vida do Neymar. Ele sabe que interrompeu um trabalho vencedor.” Dorival Júnior…

divulgacao112 Que a minha saída do Santos tenha sido um marco na vida do Neymar. Ele sabe que interrompeu um trabalho vencedor. Dorival Júnior...
Eu também estava com saudades das entrevistas...

Então, vou falar com quem vale a pena.

Exclusiva com Dorival Júnior.

O senhor do destino de mais de ansiosas cinco milhões de pessoas.

Os torcedores do Atlético Mineiro sonham voltar a comemorar grandes conquistas nacionais.

O único título brasileiro aconteceu em 1971.

Nunca a equipe ganhou a Copa do Brasil.

Dorival sabe a pressão que precisa suportar.

Ele já valeu cada tostão da sua contratação ao salvar o clube do rebaixamento para a Série B.

Foi uma alegria imensa para compensar a tosca saída do Santos por causa da histeria de Neymar...

Que o xingou na Vila Belmiro porque o treinador não deixou que cobrasse um pênalti contra o Atlético Goianiense...

Pesou demais o paternalismo do presidente Luís Álvaro que o demitiu para agradar o mimado jogador.

Quem perdeu foi o Santos.

Dorival Júnior acabou até mais valorizado no Brasil.

É respeitado demais no Atlético Mineiro.

Está trazendo vitórias e o que mais faltava para o tradicional clube de Alexande Kalil...

Confiança...

De clube irregular, sujeito a chuvas e trovoadas depois de qualquer derrota, o clube mudou...

É fácil perceber pela reação dos jogadores, da diretoria.

Agora há um comandante de verdade...

Que não apela para o marketing, para os ternos, para uma Comissão Técnica gigantesca, caríssima...

É preciso disputar a Copa do Brasil ou ela já é do Atlético Mineiro?

Nem brinca com isso, Cosme...

O trabalho mal começou agora em 2011.

Estou remodelando a equipe, buscando dar consistência, força, competitividade ao time.

Queremos disputar a Copa do Brasil de uma maneira forte, cientes do que podemos fazer.

O potencial dos jogadores é ótimo.

Estamos ajustando o time.

Não é de uma hora para outra que se consegue isso.

Mas não vou negar que estou animado.

A infraestrutura do Atlético Mineiro, as condições de trabalho são excepcionais.

Sei que a torcida está querendo muito vencer títulos significativos.

Nós também.

Mas antes de prometer conquistas, o importante é construir uma base forte de trabalho.

Não vou trazer mais pressão do que já existe naturalmente ao clube falando em títulos.

A minha meta é deixar a equipe o mais forte possível.

As conquistas virão para um clube tão organizado e com tantos recursos como o nosso.

Não sei se será comigo, com outro treinador, mas o Atlético Mineiro está trabalhando por agora e pelo futuro.

Repito que lógico que vamos brigar ao máximo pela Copa do Brasil, mas o importante é tornar o time consistente.

Que passe confiança a quem jogue e aos nossos torcedores.

O que você encontrou? Com Luxemburgo, o time estava à beira do rebaixamento...

Sim, é verdade.

Mas também é verdade que ele passou pela primeira vez por aquela situação.

O que aconteceu foi uma fatalidade.

O Vanderlei é um excelente técnico.

O time não encaixou.

Isso acontece.

Não podemos crucificar o Vanderlei.

Eu continuo o respeitando muito.

Quando cheguei, tratei apenas de passar mais confiança ao time.

Precisávamos estar bem psicologicamente para escapar do rebaixamento e nós conseguimos

Fiquei realmente feliz pelo trabalho ter dado tão certo.

A preocupação era muita mesmo ao assumir o Atlético Mineiro.

Ficar na Série A foi uma das grandes alegrias da minha carreira.

E você precisava de alegria.

A maneira que saiu do Santos foi muito triste.

Mas, por ironia, seu trabalho acabou sendo até mais reconhecido nacionalmente...

Você pode até ter razão, mas detestei sair do Santos.

Eu ainda tinha muito o que fazer com aquela equipe que montei.

Tinha grandes objetivos.

A minha saída foi um erro nosso.

Meu e do presidente do Santos, Luís Álvaro.

Faltou maior comunicação.

Eu sou obrigado a confessar que senti demais deixar o Santos.

Todo o meu trabalho foi abortado, cortado no meio.

Realmente eu lamento.

E soube, três dias depois que a própria diretoria santista lamentou.

Mas está tudo certo, o que passou, passou.

Mas em relação a Neymar?

O que você pode falar dele?

Que ele errou, me desrespeitou, desrespeitou o grupo, o clube e precisava ser punido.

Para o bem do Santos e até para o bem dele mesmo.

Tomei a atitude de comandante que deveria.

Todos na Vila Belmiro sabem que fiz o certo.

Eu sei que fiz o certo.

E quero acreditar que a minha saída da maneira que foi do Santos seja um marco na sua vida.

Ele não pode se perder, agir como agiu comigo.

Com tudo o que ele fez, um trabalho vencedor foi interrompido.

Havíamos conquistado o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil.

Que a minha saída não tenha sido em vão.

Tomara que ele tenha se conscientizado.

Ele é um bom menino.

Não guardo mágoa sobre o que aconteceu.

Eu o perdoei de verdade.

Ele sabe que é um jogador de talento raro.

Quero que ele e o Santos tenham um excelente futuro.

Vão ter...

Não há mágoa mesmo?

De jeito nenhum.

O Neymar errou, reconheceu e me pediu desculpas.

Está tudo esclarecido.

Foi uma lição para todos os envolvidos.

Mas que eu não saí alegre do Santos, não.

Havia muito por fazer, muito o que conquistar.

Mas sou grato por estar no Atlético Mineiro e muito empolgado com o nosso trabalho.

Temos os nossos planos por aqui e já estamos colocando em prática.

Adilson Batista sentiu na pele o que foi perder o Campeonato Mineiro.

Acabou sendo demitido do Cruzeio...

Mais pelo torneio estadual do que a desclassificação na Libertadores...

Eu posso muito bem definir a importância do Campeonato Mineiro.

Vale demais ganhar.

Só que vale mais ainda para o clube que perde.

O trabalho do treinador fica comprometido.

O clima fica ruim.

Há muita pressão para que o Atlético ou o Cruzeiro saiam campeões do Estado.

E há, sim, consequência para quem sai derrotado.

Não vou negar.

E o pior que as pessoas não percebem que o América cresceu muito no seu potencial.

Os times do interior mineiro também.

Mas não adianta, todos colocam como um campeonato de apenas dois times.

E dentro dessa filosofia, pior para quem perder.

Vocês acabaram de ganhar do Cruzeiro em Sete Lagoas.

Só havia torcida adversária no estádio.

O que uma vitória dessas representa?

Cosme, a superação, a força da equipe, a confiança que todos os atletas têm uns nos outros.

E tivemos três desfalques importantes para a equipe.

Não foi fácil.

A vitória por 4 a 3 fez um bem enorme para o nosso grupo.

Foi apenas um passo.

Há muito o que buscar, muito o que trabalhar.

Eu não me engano e me deixo levar, empolgar.

Está tudo muito cedo.

Nosso torcedor está feliz, mas sabemos muito bem o que vem pela frente.

Vamos manter a calma e a seriedade.

Dentro desse começo de trabalho, um caso precisa ser bem explicado.

O que você está fazendo com o Diego Souza?

Que trabalho de recuperação é esse?

Olha, ele é um jogador importantíssimo que sofreu demais em 2010.

Ele perdeu a Copa do Mundo, que era seu sonho.

Depois ficou muito tempo sem definição no Palmeiras.

Não sabia se iria sair, se ficaria no clube, se jogaria no Exterior.

Tudo isso mexeu demais na sua cabeça.

Eu estou tendo o maior cuidado com ele.

O primeiro passo é deixá-lo no melhor estágio físico possível.

No ano passado, com tudo que aconteceu, ele perdeu força física.

E o seu futebol depende demais do estado atlético.

Eu o deixei de fora de propósito no início do ano.

Ele está trabalhando muito, recuperando a sua força, está consciente do que precisa fazer.

O Diego Souza tem todo o potencial para ser um jogador importantíssimo para nós.

E sabe que está sendo trabalhado com todo cuidado.

Seu futebol não pode e não será desperdiçado.

Dirigentes do Vasco e do Santos deixaram escapar a falta que você faz nesses clubes.

Como você recebe essas declarações?

Eu já ouvi algumas delas e fico muito orgulhoso.

É a prova de que o meu trabalho foi reconhecido.

Gostei muito de trabalhar no Vasco e no Santos.

E principalmente por haver deixado a minha marca, ter feito bem para essas equipes.

Acredito que o importante para um treinador é desenvolver o futebol por onde passar.

Por isso estou me aplicando de corpo e alma a este trabalho no Atlético Mineiro.

Você trabalha tendo como meta a Seleção Brasileira?

Não, de jeito nenhum.

Sinceramente, eu acho que isso não leva a nada.

O importante é dar o máximo no clube em que você está.

Ficar sonhando com Seleção Brasileira não leva a nada.

Só faz deixar de se aprofundar no que está fazendo no seu clube.

Para mim, de coração, o mais importante para mim agora é o Atlético Mineiro.

Os nossos planos, saber os nossos desejos, as nossas limitações, não se deixar empolgar.

Trabalhar de maneira séria, dar um passo pequeno de cada vez.

Seu contrato vai até o final do ano.

Você sente que está cada vez mais valorizado no cenário nacional?

Olha, Cosme, sinceramente, não estou preocupado com isso.

Sei que tenho portas abertas em grandes clubes e estou em um dos maiores deles.

Feliz e empolgado com o que poderemos fazer em 2011.

Pode ser que venham os títulos, pode ser que não venham comigo.

Mas quero sair do Atlético Mineiro com a cabeça erguida, certo que deixei o clube melhor do que quando cheguei.

Mais estruturado, com uma filosofia vencedora e de muito trabalho.

É assim que tem sido a minha carreira.

A valorização está em deixar o clube mais forte.

E o Atlético Mineiro está caminhando para o que eu quero...

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